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Segunda-feira, 2 de agosto de 2010 | 11:10
Schumacher admite que foi agressivo demais
Schumacher insiste que deixou espaço para Barrichello. Foto: Getty Images
Depois de condenado por meio mundo da Fórmula 1 por ter espremido Barrichello perigosamente contra o muro da reta dos boxes no GP da Hungria, Schumacher reconheceu que a manobra foi muito agressiva e teria pedido desculpas ao brasileiro.

Coloco as desculpas no condicional, porque não as encontrei no site oficial de Schumacher, apontado como fonte da declaração pela AP.

Em seu site, Schumacher afirma que em relação à manobra de ultrapassagem de Barrichello, "indiquei bem cedo que me moveria para a parte interna da pista e não simplesmente desistiria da linha. E havia espaço suficiente para ele me passar sem que nos tocássemos. Foi uma disputa dura, e é para isso que estamos aqui, mas eu aceito que os comissários da FIA tenham visto isso como muito duro".

A AP comenta que Schumacher teria afirmado que não teve a intenção de colocar Barrichello em perigo, e que se o brasileiro teve esse sentimento, ele pedia desculpas.
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ThiagoÉ um bobão mesmo. E ainda acha que a gente vai acreditar na desculpa dele. Postado às 13:18 do dia 03/08/2010
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Domingo, 1 de agosto de 2010 | 13:03
Schumacher é punido
Schumacher perdeu 10 posições no grid na próxima corrida. Foto: Getty Images
Michael Schumacher foi punido com a perda de dez posições no grid, na próxima corrida, em Spa-Francorchamps, por ter espremido Rubens Barrichello contra o muro do pit lane, a 300 km/h, ao tentar, sem sucesso, se defender da ultrapassagem do brasileiro no fim da prova de hoje.

O alemão jogou o carro contra o de Barrichello na reta dos boxes e o brasileiro só não bateu no muro, porque a parede terminou justamente quando ele teve que ir ainda mais para a direita.

Após a prova, Barrichello condenou a atitude de Schumacher, e disse que sua ultrpassagem foi uma de suas mais belas manobras, e uma das mais "horrendas" de Schumacher.

"Eu tenho muita experiência, e normalmente com um cara louco como esse eu tiro o pé. Mas não hoje", disse Barrichello.

Schumacher, por sua vez, desprezou o incidente, e antes de tomar conhecimento da punição, afirmou não ter visto nada de anormal em sua manobra. "Eu acho que deixei muito espaço, tanto que ele passou."

A ironia do almão não funcionou para os comissários da FIA que aplicaram uma pena dura, que o jogará para o fim do grid no GP da Bélgica. Bem feito.
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Nelson TavaresNão imaginava que a essa altura ainda vibraria com o Rubinho! Merece os parabéns pela garra e coragem!Postado às 11:09 do dia 02/08/2010
@rojaummmValeu, Rubinho!!! o Schumi tá tendo motivos de sobra para se arrepender de ter voltado a correr!!! Com essa de hoje, a lista vai só aumentando!!! Linda ultrapassagem do Rubens!!!Postado às 19:49 do dia 01/08/2010
LeandroVai jogar poker em casa Schumacher!Postado às 14:29 do dia 01/08/2010
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Domingo, 1 de agosto de 2010 | 11:40
Webber retoma liderança. E com justiça
Webber é festejado pela equipe ao conquistar sua quarta vitória no ano, que lhe valeu a liderança do campeonato. Foto: Clive Mason/Getty Images
Um safety car e um drive through para Vettel mudaram a ordem natural do que seria o GP da Hungria, e Mark Webber foi o vencedor, retomando a liderança do Mundial de pilotos. A Fórmula 1 faz uma pausa de três semanas e Webber é o líder merecido dessa primeira fase, com quatro vitórias contra duas de cada um dos pilotos que disputam com ele o título desse ano.

Webber perdeu o segundo lugar que tinha na largada para Fernando Alonso, enquanto Vettel manteve a liderança. Felipe Massa sutentou a quarta posição, e Lewis Hamilton foi ultrapassado por Petrova na largada, mas recuperou a quinta pósição logo na segunda volta.

Com a dificuldade de ultrapassagens em Hungaroring, a classificação tenderia a se manter assim pelo menos até a rodada de troca de pneus. Mas na 15ª volta, o safety car entrou na pista para recolher pedaços de carros, e enquanto todo mundo correu para trocar pneus, Webber se manteve na pista com os supermacios.

Vettel que já ia passando da entrada do pit lane quando surgiu o aviso de safety car, jogou o carro sobre a zebra e conseguiu ser o primeiro a entrar nos boxes. Hamilton ganhou o quarto lugar de Massa na troca, e uma série de incidentes mudou a classificação do quinto lugar para trás.

Ao sair dos boxes após seu pit stop, Kubica atingiu a Force India de Sutil, o que acabou lhe custando um stop and go de 10s, que o tirou da zona de pontuação. Nico Rosberg prdeu o pneu trasieor direito e abandonou.

Depois da confusão toda, a corrida normalizou, mas na 24ª volta, Hamilton abandonou com suspeita de falha no câmbio. Logo em seguida, a direção da prova comunicou que o carro de Vettel estava sob investigação por ter excedido a distância máxima de 10 carros para Webber, enquanto seguiam o safety car. Vettel deixara a distância para que Webber ganhasse vantagem e, quem sabe, voltasse à frente de Alonso após sua parada.

Vettel foi punido com um drive through e voltou em terceiro, atrás de Alonso. A corrida parecia se desenhar a favor da Ferrari, já que Webber teria que parar obrigatoriamente. Só que o australiano se valeu do equilíbrio do carro da Red Bull para ir progresivamente aumentando sua vantagem sobre Alonso até alcançar uma distância de mais de 23 segundos, o que lhe permitiu fazer a troca e voltar na liderança.

Daí até o fim, cada um administrou sua corrida, e Vettel, mesmo mais rápido do que Alonso não conseguiu ultrapassar a Ferrari. Rubens Barrichello, que também não trocou pneus quando o safety car entrou e ficou muito tempo na quinta posição, só parou na volta 56, o que o deixou em 11º lugar.

O brasileiro acabou sendo responsável pela melhor disputa da corrida, partindo para cima de Schumacher e conseguindo a ultrapassagem a quatro voltas do final. Barrichello colocou  carro por dentro na reta dos boxes, e Schumacher o espremeu contra o muro do pit lane, por pouco não causando um acidente. A manobra perigosa de Schumacher ficou de ser investigada pelos comissários.
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Terça-feira, 11 de maio de 2010 | 9:26
Lembranças de Mônaco

Mesmo que muitas vezes seja uma corrida sem ultrapassagens, o Grande Prêmio de Mônaco não perde seu fascínio pela tradição e o charme. O circuito é basicamente o mesmo desde 1929 e todo piloto sonha em vencer lá.

Meu primeiro GP de Mônaco in loco foi em 1986. Tinha ido com um grupo de jornalistas brasileiros conhecer o circuito de Hungaroring que ainda estava sendo construído para receber o GP da Hungria naquele ano.

Como a data era perto da corrida em Mônaco, propus ao Jornal do Brasil fazer a cobertura já que o interesse por Ayrton Senna era crescente e o jornal não tinha ainda um correspondente fixo acompanhando todo o circuito. Fui de trem até Monte Carlo, numa longa jornada preenchida com a excitação de ver de perto a corrida pela qual me apaixonara desde a vitória de Beltoise sob chuva torrencial em 1972, a primeira prova de F1 que vi pela TV.

Ao chegar lá, a primeira coisa que fiz depois de encontrar um hotel, fora de Mônaco, naturalmente, foi percorrer a pé o traçado para ver de perto cada uma de suas curvas, o Cassino, o túnel e a piscina. Parei no porto, junto ao mar, imaginando o mergulho de Ascari naquelas águas, imortalizado em cena espetacular do filme Grand Prix, de John Frankenheimer.

O que viesse a partir daí já era lucro, mas ainda tive a sorte de um encontro casual com Ayrton Senna, que foi muito simpático ao me ver e me convidou para acompanhá-lo em visita aos boxes. Ele deu uma longa parada na Benetton, antiga Toleman, pela qual quase venceu em Mônaco no seu ano de estréia. Senna vinha de três poles consecutivas e não precisava do melhor carro para ser competitivo em Mônaco. Mas naquele ano fez o terceiro tempo nos treinos e terminou a corrida na mesma posição.

A corrida não teve grandes variações, e Alain Prost venceu de ponta a ponta. O que mais marcou a prova foi o acidente em que Patrick Tambay atropelou a Tyrrel de Martin Brundle e voou com sua Lola-Beatrice sobre o carro do inglês, aterrisando sobre o guard rail.

Voltei a Mônaco três anos depois, com Senna já campeão mundial e no ano seguinte em que perdeu a prova por um descuido do qual jamais se perdoou. Em 1989, ele iniciaria sua série de cinco vitórias consecutivas em Mônaco, que somadas ao primeiro sucesso de 1987, o tornaram o maior vencedor da prova em todos os tempos.

Senna já mostrou superioridade logo nos treinos, quando fez a pole com mais de um segundo de vantagem sobre Prost, com o mesmo equipamento. Foi o ano da volta dos motores aspirados, e Senna liderou a prova do início ao fim, ainda encontrando espaço para uma ultrapassagem sobre René Arnoux, deixando a Ligier entre ele e Prost até o fim da corrida que venceu com mais de um minuto de vantagem.

Em 1991 estava em Mônaco pela terceira vez e testemunhei mais uma incrível pole-position de Senna, desta vez meio segundo à frente de Stefano Modena, a surpresa da classificação, com uma Tyrrell de motor Honda V10. Senna fez uma corrida à parte, ampliando sua vantagem volta a volta e conquistou sua quarta vitória no Principado.

No ano seguinte Mônaco comemorava o seu 50º grande prêmio. A Williams tinha o melhor carro da temporada, e Nigel Mansell vencia consecutivamente. Mônaco era a sexta corrida da temporada, e Mansell vencera as cinco corridas anteriores.

A McLaren-Honda já não era mais a mesma e a parceria de tanto sucesso terminaria ao fim daquele ano. As Williams de Mansell e Riccardo Patrese garantiram a primeira fila, e Senna largou em terceiro, bem atrás do "leão". Mas Senna sempre sabia tirar o máximo de uma corrida em Mônaco, e já na Saint Devote tinha passado Patrese por dentro.

Superar Mansell, porém, eram outros quinhentos e Senna precisou contar com a sorte. A oito voltas do fim, Mansell teve que ir aos boxes com problemas em um dos pneus e Senna assumiu a liderança. O leão voltou como louco, colocando seu carro quase em cima da McLaren, mas ultrapassar Senna em Mônaco era tarefa impossível. A diferença de tempo entre os dois foi de um quarto de segundo, a menor da história.

Não voltei mais a Mônaco depois disso, mas assisto cada corrida lá como se fosse a primeira, aquela em que Jean Pierre-Belotise conquistou uma vitória épica, superando outros mestres da chuva, como Jacky Ickx, que largou duas posições à sua frente.

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João zé, o campeão foi o Alain Prost com a Mclaren, não lembra???????? O campeão foi o Mansell
Postado às 15:52 do dia 11/05/2010
Zé Carlos Medeiros de Souzao campeonato de 86 é um dos primeiros que eu lembro, com muito carinho! quem ganhou naquele ano o campeonato?Postado às 15:45 do dia 11/05/2010
LeoS-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L , traduz exatamente o espírito q todo apaixonado por F1 sente ahah, vlw!Postado às 15:43 do dia 11/05/2010
João CarlosMuito legal. Fiquei imaginando como é encontrar Senna andando pela rua...

Me lembro de Mansell apertando Senna. De fato, o brasileiro era o rei de Mônaco. Acho que sua hegemonia está assegurada. Schumacher não ganha este ano.
Postado às 10:42 do dia 11/05/2010
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Segunda-feira, 27 de julho de 2009 | 11:52
Punição da Renault
Alguém imagina uma corrida na Espanha sem a presença de Fernando Alonso?

A Renault está suspensa do Grande Prêmio da Europa, dia 23 de agosto, em Valência, por ter deixado Fernando Alonso sair dos boxes com a roda dianteira direita não fixada adequadamente. Os comissários da FIA consideraram que a Renault foi negligente.

A punição me parece excessiva. O que aconteceu foi um acidente, típico de pit stops. Quem nunca viu um pneu se soltar após uma parada nos boxes por erro dos mecânicos? Se a Renault soubesse que a roda não estava bem presa não teria deixado Alonso sair. Afinal, ele liderava a corrida e o problema acabou com suas chances.

Acho que a FIA agiu com rigor excessivo por conta dos recentes acidentes com John Surtees, na Fórmula 2, e com Felipe Massa. Os dois foram vítimas de objetos que se desprenderam de outros carros. Mas esses dois acidentes foram involuntários e ninguém pode ser responsabilizado por eles.

A Renault vai recorrer e duvido que a suspensão seja mantida. Ou alguém imagina uma corrida na Espanha sem a presença de Fernando Alonso?

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JR PIT BOY CPF14933389861WWW.WASHINGTONTIMES.COM/USERS/JRPITBOYCPF14933389861/Postado às 20:33 do dia 30/11/2009
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Domingo, 26 de julho de 2009 | 10:57
Deu Hamilton
Com o segundo lugar na Hungria. Kimi Raikkonen deu à Ferrari o melhor resultado na temporada e comprovou a evolução do carro
Foto: Ferrari

Lewis Hamilton voltou a provar o sabor do lugar mais alto do pódio ao vencer o Grande Prêmio da Hungria em grande estilo. Kimi Raikkonen levou a Ferrari de volta ao pódio na melhor colocação da escuderia esse ano. Mark Weber completou o trio vencedor.

A principal conclusão que se pode tirar da corrida de hoje é que McLaren e Ferrari evoluiram muito e podem se tornar o fiel da balança na disputa entre Brawn e Red Bull, as maiores candidatas ao título de pilotos e construtores.

Se a briga ficasse apenas entre Brawn e Red Bull, esta última levaria vantagem, já que está com o melhor carro e tenderia chegar sempre à frente da rival. Acontece que com a melhora de Ferrari e McLaren, seus pilotos vão estar sempre disputando o pódio, o que poderá dificultar a Red Bull no encalço da Brawn.

Mesmo com um carro inferior ao da Red Bull, a Brawn tem se mantido na zona de pontuação, e Jason Button continua na liderança após 10 das 17 etapas. A diferença de Button caiu para 18,5 pontos e sua regularidade será fundamental nas últimas provas da temporada. Mas o carro precisará melhorar muito para possibilitar ao inglês se manter no páreo.

A F 1 para por três semanas e só volta no GP da Europa, dia 23 de agosto, em Valência, na Espanha.

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JR PIT BOY CPF14933389861WWW.SITEG.COM.BR/?ID=103318Postado às 10:42 do dia 18/09/2009
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Sábado, 25 de julho de 2009 | 11:35
Alonso na pole

O acidente de Massa e uma pane no sistema de cronometragem acabaram deixando o resultado do treino final para o GP da Hungria em segundo plano. Fernando Alonso fez a pole-position, que só conseguiu saber bem depois de parar o carro. Com a falha na cronometragem, ninguém sabia onde estava no grid.

A pole de Alonso é uma surpresa na temporada dominada por Brawn e Red Bull, mas provavelemnte foi obtida com um carro mais leve que os demais.

O resultado do treino confirmou a superioridade da Red Bull sobre a Brawn no duelo pelo título deste ano. Vettel e Weber ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, entanto Button e Barrichello amargaram a oitava e 13ª posições. No travado circuito de Hungaroring, o favoritismo é dos touros vermelhos.

A Ferrari fez o sétimo lugar, com Kimmi Raikkonen, e Massa ficou em 10º, mesmo com o acidente.

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Mair Pena NetoValeu, Leandro. O Loucos por F-1 é excelente!Postado às 22:31 do dia 25/07/2009
Leandro MontianeleCom certeza o acidente assustador de Felipe Massa roubou a cena do treino classificatório para o GP da Hungria. Esta pole de Alonso é bem enganosa, pois está com um carro muito leve. O espanhol vai parar cedo. Os favoritos são Vettel e Webber, sem dúvidas nenhuma.
Valeu pela visita lá no Loucos por F-1. Estou adicionando o link do SpeedBlog.

Abraço!
Postado às 13:35 do dia 25/07/2009
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Sábado, 25 de julho de 2009 | 10:37
Acidente de Massa
Helmut Marko é atualmente consultor da Red Bull
O capacete de Marko com a viseira vazada após o acidente de 1972
Felipe Massa sofreu um estranho acidente no treino classificatório para o GP da Hungria. Uma peça se soltou do carro de Rubens Barrichello e voou em direção ao capacete de Massa, que passou reto na curva e foi se chocar contra a barreira de pneus. Massa foi retirado do carro, levado para o centro médico do autódromo e de lá transferido de helicóptero para um hospital em Budapeste. Imagens da televisão mostraram que Massa estava lúcido e Barrichelllo contou que ele tinha um corte na cabeça, estava muito agitado e foi levado para o hospital para maiores exames.

O acidente de Massa ocorre menos de uma semana depois que o automobilismo perdeu Henry Surtees, 18 anos, filho do ex-campeão mundial John Surtees, atingido na cabeça por uma roda solta de outro carro em prova de Fórmula 2, na Inglaterra. Por mais que progridam as normas de segurança, o automobilismo sempre será um esporte de risco. Os pilotos não estão livres de fatalidades em uma competição que leva os equipamentos ao extremo.

Em 1972, no GP da França, em Clermont Ferrand, o austríaco Helmut Marko perdeu a visão do olho esquerdo depois que uma pedra levantada pela March de Ronnie Peterson atravessou sua viseira. O acidente de Massa lembrou muito esse episódio, embora não saibamos ainda se a peça que o atingiu atravessou a viseira ou se o ferimento deveu-se à violência do impacto contra a sua cabeça. Com certeza, o caso de Massa passará a ser referencial para estudos de segurança na Fórmula 1.
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JR PIT BOY CPF14933389861WWW.GETITON.COM/GO/G1157884Postado às 09:57 do dia 25/09/2009
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Sexta-feira, 24 de julho de 2009 | 12:40
Sexta-feira enganadora

Nico Rosberg, da Williams, o rei das sextas-feiras, foi superado em Hungaroring pelas McLaren, que dominaram os dois treinos livres. Kovalainen foi o mais rápido na primeira sessão, e Hamilton, na segunda. Isso quer dizer alguma coisa? Provavelmente, não. A McLaren teria que ter dado um salto qualitativo gigantesco para ser a mais rápida do dia. Possivelmente, a escuderia inglesa optou por duas voltas voadoras no dia em que todo mundo se dedica a avaliar os componentes e a acertar o carro para o treino oficial e para a corrida.

Uma análise dos tempos do treino final de hoje mostra a Red Bull bem posicionada, com Weber e Vettel dando praticamente o mesmo número de voltas e com tempos próximos. A disputa entre os dois pilotos da Red Bull está aberta e poder ter lances emocionantes na corrida de domingo. Na Brawn, Barrichello ficou cinco posições à frente de Button, mas se achou um set up melhor para o carro ele será usado por Button, a aposta da equipe para chegar ao título.

A Ferrari não teve um bom dia. Massa teve um problema no carro e acabou com o 18º tempo. Haikkonen andou um pouco melhor e ficou em 11º lugar. A Ferrari se concentrou no acerto para a corrida, com os diferentes tipos de pneus. O estreante Jaime Alguersuari, da Toro Rosso, ficou em último lugar, como esperado, mas rodou no mesmo segundo que o companheiro de equipe Sebatien Buemi.

Sábado pode mudar tudo. Vamos aguardar.

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Perfil
Mair Pena Neto
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
Gabriel Schmidt
Jornalista, fanático por automobilismo e caçador de novidades. Acompanha profissionalmente o automobilismo e o mercado desde 2008.
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