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Quinta-feira, 9 de setembro de 2010 | 10:01
Imagens de Monza (5 e última)
Convocado às pressas por Enzo Ferrari, Mario Andretti, aos 42 anos, foi a Monza, em 1982, fez a pole e terminou a prova em terceiro lugar. O comendador lhe foi eternamente grato
O ano de 1982 foi trágico para a Ferrari. Nos treinos para o GP da Bélgica, em maio, morreu Gilles Villeneuve, talvez o maior ídolo de todos os tempos dos tifosi ferraristas. Três meses depois, em Hockenheim, Didier Pironi sofreu um terrível acidente, também nos treinos, e quase perdeu as pernas. O piloto francês não pode mais guiar um fórmula 1 e morreu cinco anos depois numa competição de lanchas.

Sem essas tragédias, a Ferrari poderia ter conquistado os dois títulos mundiais. Ela ainda foi campeã de construores, mas entre os pilotos, Pironi, que não participou dos cinco últimos GPs, ficou em segundo lugar, a apenas cinco pontos de Keke Rosberg.

Para o lugar de Villeneuve, a Ferrari chamou Patrick Tambay, mas Pironi ficou sem substituto. No GP da Itália, em Monza, em setembro daquele ano, a Ferrari estava ameaçada de não ter nenhum piloto para representá-la adequadamente perante sua torcida. Tambay, com um hérnia de disco, iria correr no sacrifício, e Enzo Ferrari decidiu chamar Mario Andretti, então com 42 anos, que já tinha deixado a Fórmula 1 para competir nos Estados Unidos.

O velho Andretti, que tinha sido piloto da Ferrari 10 anos antes, não tinha como recusar um convite do comendador e aceitou o desafio. Com o mesmo talento que o levara ao título mundial em 1978, na Lotus, fez a pole-position e terminou em terceiro, fazendo a festa italiana no pódio, junto com Tambay, que foi o segundo colocado. Enzo Ferrari lhe foi eternamente grato.
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Quarta-feira, 8 de setembro de 2010 | 11:05
Imagens de Monza (4)
Scheckter comemora a vitória em Monza e o título de 1979, o últiimo antes de um longo jejum que só seria interrompido por Schumacher, em 2000
Para a temporada de 1979, Enzo Ferrari contratou o sul-africano Jody Scheckter, que já havia impressionado a Fórmula 1 logo em sua primeira temporada completa pela Tyrrel, em 1974, quando venceu dois grandes prêmios, e mais ainda em sua passagem pela nascente Wolf, pela qual venceu três corridas no ano de estréia da equipe (1977).

Como conta em seu livro "Piloti, che gente...", o velho comendador percebeu que a "exuberância" de Scheckter poderia levá-lo ao topo do mundo com a adequada assistência técnica de uma equipe profisional.

E logo no primeiro de seus dois anos na Ferrari (decidiu se retirar das competições ao fim de 1980), Scheckter deu à escuderia italiana o último título mundial que Enzo Ferrari veria. A partir daí, a tradicional escuderia enfrentaria um longo jejum de 20 anos, só interrompido por Michael Schumacher, em 2000.

O título de 1979 foi conquistado em Monza, com uma dobradinha da Ferrari. Scheckter liderou a prova, escoltado o tempo todo por Gilles Villeneuve.
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Quarta-feira, 8 de setembro de 2010 | 10:36
Calendário Fórmula 1 2011

A FIA acabou de divulgar o calendário de 2011 da Fòrmula 1. Serão 20 corridas, o que faz da próxima temporada a mais longa da história. Tudo começa em março, como de costume, no Bahrein. A novidade, além do GP da Índia, é que o Brasil volta a ser a última parada do campeonato, no dia 27 de novembro. Desde 2008, o país tinhha perdido o posto para Abu Dhabi.

O calendário de 2011:

13/03  Bahrein
27/03  Australia
10/04  Malásia
17/04  China
08/05  Turquia
22/05  Espanha
29/05  Monaco
12/06  Canada
26/06  Europa (Valência)
10/07  Inglaterra
24/07  Alemanha
31/07  Hungria
28/08  Bélgica
11/09  Itália
25/09  Cingapura
09/10  Japão
16/10  Coreia
30/10  Índia
13/11  Abu Dhabi
27/11  Brasil

Postado por Gabriel Schmidt

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@rojaummmbahrein, malasia, china, turquia, cingapura, coreia, índia e abu dhabi... a F1 vai atrás de dinheiro e com isso sapateia sobre a tradição e perde fãs a cada ano...Postado às 11:42 do dia 08/09/2010
Joao20 ?!?! Sensacional! Podia só começar antes!Postado às 10:58 do dia 08/09/2010
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Terça-feira, 7 de setembro de 2010 | 12:01
Uma volta em Monza com Kubica

Monza é considerado o templo da velocidade, e pilotos que gostam de pista de alta têm especial prazer em correr lá. O polonês Robert Kubica, da Renault, é um deles, e num comunicado oficial da equipe deu uma bela explicação sobre o traçado e seus desafios.

"Monza é uma pista completamente diferente das demais e é por isso que eu gosto de correr lá. Você tem longas retas e a maior média de velocidade do calendário, mas é difícil porque não estamos acostumados a correr com tão pouca pressão aerodinâmica. Subitamente o carro fica muito leve e você precisa ter sensibilidade no manejo."

"No passado, quando nós podíamos testar uma semana antes da prova, você tinha a chance de se acostumar, porque com a baixa pressão aerodinâmica, você fica mais dependente da aderência mecânica do que em outras pistas."

"Você também precisa de um carro que seja bom sob freada e que tenha boa tração na saída das chicanes. Curvas seis e sete, as Lesmos, são muito difíceis, especialmente a segunda Lesmo, que é muito curta e muito fácil de escapar na saída, porque as zebras continuam sendo reduzidas. É uma curva muito difícil mesmo e você precisa de uma boa saída, porque é um longo caminho até a chicane Ascari. Parece uma curva simples, mas eu sempre encontro dificuldades lá."

"A última curva, é a famosa Parabólica, mas já não é tão desafiadora. É uma curva muito longa, mas bem aberta e por longo tempo você fica em aceleração plena. Ela tem uma saída importante e frequentemente você sai de traseira se retoma a aceleração muito cedo."

Em Monza, 73% da volta é feita a aceleração plena, mais do que em qualquer outro circuito, e a média de velocidade é de 250 km/h. Juan Pablo Montoya detém até hoje o recorde de velocidade em Monza ao atingir 372,6 km/h nos treinos que antecederam o GP da Itália de 2003.

O Vídeo acima é de uma volta em 2008, quando Kubica ainda estava na BMW, mas mostra claramente a aceleração quase permanente de Monza.
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Segunda-feira, 6 de setembro de 2010 | 12:09
Imagens de Monza (2)
Monza foi palco de algumas das grandes tragédias da Fórmula 1, como a morte de Ronnie Peterson, em 1978. Nesta foto, Peterson, de macacão amarelo, é socorrido na pista após o terrível acidente na largada do GP da Itália. Na colisão múltipla, a frente da Lotus foi arrancada, e Peterson sofreu fraturas e ferimentos nas duas pernas. Embora, à primeira vista, não parecesse correr riscos maiores, Peterson morreu no dia seguinte de embolia pulmonar.

A foto retrata o drama do momento, com Peterson deitado no asfalto junto aos destroços de seu carro; do Shadow, de Hans Stuck, em primeiro plano (nº17); do Surtees, de Vittorio Brambilla na grama, junto ao guard rail, e da McLaren de James Hunt, mais adiante. Stuck teve um choque após acidente e não participou da relargada. Hunt, que aparece de pé, um pouco atrás do atendimento a Peterson, foi quem tirou o piloto sueco do carro, mas teria sido o principal responsável pelo terrível acidente, que atribuiu a Riccardo Patrese.
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Luis Marcelosinistro!!Postado às 13:26 do dia 06/09/2010
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Terça-feira, 31 de agosto de 2010 | 10:48
Para a Ferrari, é tudo ou nada em Monza
Alonso sabe que vencer em Monza é a única chance de não ficar definitivamente para trás e fora da briga pelo título. Foto: Clive Mason/Getty Images
A Ferrari vai fazer testes de reta no circuito de Vairano para preparar o carro para Monza, o circuito mais rápido da temporada, onde pode se recuperar para o que resta do campeonato. A pista de Vairano é atravessada por uma longa reta, de 2 quilômetros, que a Ferrari utilizará para entender porque as inovações introduzidas em Spa não funcionaram como o esperado.

Para a Ferrari, Monza pode ser a última chance de recuperação da equipe, depois que Fernando Alonso não completou o GP da Bélgica e ficou a mais de 40 pontos de Lewis Hamilon e a 38 de Mark Webber. Monza é a corrida de casa da Ferrari, não só pela proximidade a Maranello, mas pelas características da pista que se adaptam perfeitamente ao F10, que tem excelente tração, é rápido em retas e eficiente na frenagem.

Alonso teve uma corrida desastrada em Spa, outro circuito que favorecia a equipe italiana. Os jornais italianos se mostraram pessimistas após o GP, considerando que as chances do tpitulo se foram, e o Il Giornale foi crítico a Alonso, ressaltando que "enquanto Kimi Raikkonen sempre guiou brilhantemente em Spa, seu sucessor escorregou numa poça."

A Ferrari, no entanto, não jogou a toalha, e o chefe da equipe Stefano Domenicalli também lembrou Raikkonen para manter o moral da equipe. "Eu me lembro de 2007 quando nós estávamos 17 pontos atrás a duas corridas do fim do campeonato e fomos campeões. Mais difícil que isso não há."

Monza será decisiva para a Ferrari. Se não vencer lá praticamente dará adeus ao título, pois a maioria das corridas a seguir são favoráveis à Red Bull, e o único circuito que poderia lhe favorecer um pouco mais seria o de Abu Dhabi, última etapa da temporada, quando o campeonato poderá já estar decidido.
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CarolinaRealmente, será um momento decisivo para os italianos e Alonso.

Estou na torcida para que a Ferrari e Alonso consigam um excelente resultado neste GP. Está difícil para a Scuderia, mas não impossível.
Postado às 14:04 do dia 02/09/2010
Leonbom, se Alonso não pegar a chance a scuderia pode descartar a chance do titulo esse ano.. Agora, se ele fica atras do Massa, vamos ver se eles vao disfarçar melhor as ordens de equipe dessa vezPostado às 14:33 do dia 31/08/2010
TiagoMenos Luciano, menos... Massa precisa comer muito feijão com arroz.Postado às 12:28 do dia 31/08/2010
LucianoTorço muito contra o Alonso! FORÇA FELIPE!!! VAMOS TERMINAR NA FRENTE DO ALONSO!!!!Postado às 11:21 do dia 31/08/2010
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Quarta-feira, 18 de agosto de 2010 | 10:04
Na reta final, vantagem da Red Bull
O RB6, aqui com Webber, é favorito em Cingapura, Suzuka e Coréia. Se não cometer erros, a Red Bull chega ao primeiro título mundial. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A revista alemã Auto Motor und Sport fez um interessante exercício sobre as possibilidades das três principais equipes nas sete provas que restam para o fim do campeonato, e concluiu que a Red Bull leva ligeira vantagem sobre as adversárias, com a Ferrari se aproximando na reta final e a McLaren com mais dificuldades.

O trunfo da Red Bull é, naturalmente, o mais equilibrado carro do grid, que só não teve chances de vencer em Xangai e Montreal. Das sete provas que faltam, a Red Bull levaria a melhor em três: Cingapura, Suzuka e Coréia. A Ferrari é a favorita para as próximas duas corridas, em Spa e Monza, e
também séria candidata à vitória em Abu Dhabi. Para a McLaren, restaria apenas Interlagos, o que reduz o favoritismo de seus pilotos.

Com a vantagem que construiu nos primeiros dois terços do campeonato e com o melhor carro do grid, a Red Bull parece caminhar para o seu primeiro título na Fórmula 1, que só seria perdido por erros táticos ou quebras inesperadas. O tempo parece muito curto para que Ferrari ou McLaren tirem alguma novidade surpreendente da cartola para virar o jogo a seu favor.

Vamos à análise de cada circuito que falta e a previsão da publicação alemã:

Spa - O circuito belga poderia ser comparado a Montreal. A montanha russa nas Ardenas pede uma pressão aerodinâmica média. Normalmente, quanto menos pressão é exigida, menor é a vantagem da Red Bull, como se viu no Canadá. Ano passado, o melhor que a equipe conseguiu foi um terceiro lugar com Sebastian Vettel. Christian Horner já admitiu que o carro da Red Bull perde na descida da Eau Rouge e nas retas longas. Como foram bem em Montreal, Ferrari e McLaren tendem a repetir o desempenho. A Ferrari leva vantagem pelo maior domínio do novo difusor, que aproveita os gases do escapamento, enquanto a McLaren
ainda não se acertou com o sistema.

Previsão: 1 Ferrari; 2 Red Bull; 3 McLaren

Monza - O parque de diversões da Ferrari. Não apenas por ser a corrida em casa, mas pelo pacote aerodinâmico único que o circuito mais rápido da Fórmula 1 exige. Os carros da Ferrari são rápidos na reta, bons nas freadas e têm excelente tração. Tudo que se precisa em Monza. A McLaren pode confiar totalmente na asa-duto para ganhar mais velocidade final nas retas e na potência do motor Mercedes. A Red Bull tende a sofrer com a deficiência do V8 da Renault e por ter a asa-duto menos desenvolvida.

Previsão: 1 Ferrari; 2 McLaren; 3 Red Bull

Cingapura - Ondulado, lento e de pouca aderência como Mônaco. Os carros andam com o máximo possível de asa. Vantagem total para a Red Bull. Nenhum outro carro tem um pacote tão efetivo com máxima pressão aerodinâmica. Nenhum carro é tão bom sobre ondulações e zebras. A McLaren tem um ponto fraco nesse tipo de circuito. A vitória de Lewis Hamilton ano passado foi enganadora. A janela aerodinâmica no atual carro é muito pequena para elevar tanto a pressão sem comprometer outros aspectos. Mônaco e Budapeste comprovam isso. A Ferrari deve se sair melhor. Os carros vermelhos se adaptam bem ao freia-acelera que caracteriza a pista.

Previsão: 1 Red Bull; 2 Ferrari; 3 McLaren

Suzuka - Uma pista ao feitio da Red Bull. O domínio de Vettel ano passado comprova isso. As curvas longas e suaves do primeiro setor devem dar uma vantagem considerável aos seus carros, algo como dois ou três décimos. Nas curvas de média e alta velocidade, a McLaren tende a ser ligeiramente superior à Ferrari desde que a equipe tenha a questão do difusor sob controle. A asa-duto também será um elemento
favorável à McLaren.

Previsão: 1 Red Bull; 2 Mclaren; 3 Ferrari

Coréia - A grande incógnita na decisão do título, já que o circuito será utilizado pela primeira vez. O desenho da pista mostra três longas retas, uma delas com 1.250 metros. Bom para a McLaren. As retas são interrompidas por curvas fechadas. Muita freada e aceleração. Bom para a Ferrari. A segunda metade do circuito de 5,6 km consiste de uma sequência de 14 curvas, cujas velocidades variam de 105 a 280 km/h. Esse trecho é muito parecido com Hungaroring. Bom para a Red Bull. No conjunto, o circuito coreano se assemelha ao de Istambul. A tendência é de uma corrida muito disputada com foi o GP da Turquia.

Previsão: 1 Red Bull e McLaren; 3 Ferrari

Interlagos - Corrida difícil de planejar porque o clima é imprevisível. A chuva sempre aparece quando ela pode ser decisiva. Em condições normais de pista seca, a McLaren deverá ter uma ligeira vantagem. O percentual de retas é maior que o de curvas. A Red Bull será imbatível no miolo do circuito, mas a longa subida para a reta dos boxes é mortal para o RB6. A McLaren também se sai bem nas curvas lentas do miolo, onde a Ferrari não enfrenta problemas. O clima e a estratégia decidirão essa corrida.

Previsão: 1 McLaren; 2 Red Bull; 3 Ferrari

Abu Dhabi - Curvas de verdade não existem em Abu Dhabi. O que há são três longas retas e muitas freadas fortes. Isso contribui coma Ferrari. A Red Bull ganhou ano passado, beneficiada pelo abandono de Hamilton, mas o carro da McLaren tinha a ajuda do Kers e tração melhor que o atual.
Isso pode ser um sério prejuízo para a McLaren.

Previsão: 1 Ferrari; 2 Red Bull; 3 McLaren
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J. MarazzoQue acabe logo esse intervalo, pelo amor!! Gostei das análises e estou particularmente animado com Monza e Coréia (que é novidade)Postado às 11:51 do dia 19/08/2010
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Terça-feira, 17 de agosto de 2010 | 9:59
Spa e Monza trazem riscos para Red Bull
Horner sabe que Red Bull perde nos trechos de alta. Foto: Getty Images
Os Grandes Prêmios da Bélgica e da Itália serão a grande oportunidade de Ferrari e McLaren desafiarem a supremacia da Red Bull. As duas pistas de alta não são as que se encaixam melhor ao carro da equipe do energético, muito mais eficiente em circuitos de alta pressão aerodinâmica.

Em Spa e Monza, os carros da Fórmula 1 andam com pouca asa, e o chefe da Red Bull, Christian Horner, está preocupado com os trechos de alta. Segundo comentou a Auto Motor und Sport, seus pilotos terão que buscar tempo nas curvas do segundo setor, onde o carro tende a ser melhor que todos os demais.
"Na descida da Eau Rouge, na longa reta e na volta à linha de largada nós vamos perder", afirmou.

Outro ponto crítico para a Red Bull nestes dois circuitos é o motor Renault, que perde em potência para o motor Ferrari e para os motores Mercedes, que também equipam a McLaren e a Force India, que foi  a surpresa ano passado em Spa e Monza.

Diria que a Ferrari, particularmente, pode se sair bem dessas duas corridas. Com o carro em franca progressão e já adaptado ao sistema de exaustão mais baixo lançado pela Red Bull, os carros vermelhos podem equilibrar o jogo e deixar Alonso bem mais perto de Webber e Vettel. A McLaren periga sair destas duas etapas em terceiro lugar, a não ser que consiga algo de extraordinário no pouco tempo que terá para trabalhar o carro. A equipe inglesa, por sinal, já reabriu sua fábrica ontem e o piloto de testes Gary Paffett começou a trabalhar no simulador.
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Zé MárcioSe o Alonso quiser continuar na disputa pelo titulo, essa é a hora!Postado às 16:36 do dia 17/08/2010
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Terça-feira, 29 de junho de 2010 | 14:30
Piores acidentes da F1

A revista GP Week, inspirada pelo acidente de Webber em Valência, elegeu os cinco piores acidentes da Fórmula 1.A lista deixa de fora alguns fatos marcantes, como o acidente de Senna, mas, polêmicas à parte, quem leva o título de pior de todos os tempos é a batida de Robert Kubica, em Montreal, três anos trás.

O escocês David Coulthard entra na lista pela confusão generalizada que provocou em Spa Francorchamps, em 1998, corrida vencida com dobradinha da Jordan e na qual apenas nove carros terminaram a prova.

Por sugestão do nosso amigo @rojaummm, incluo o acidente de Christian Fittipaldi, em Monza, em 1993, parecido com o vivenciado por Mark Webber no último domingo.

Alguém recomenda mais algum?

Robert Kubica, Grande Prêmio do Canadá, 2007

David Coulthard, Grande Prêmio da Bélgica, 1998

Martin Brundle, Grande Prêmio da Austrália, 1996

Gerhard Berger, Grande Prêmio de San Marino, 1989

Andrea De Cesaris, Grande Prêmio da Áustria, 1985

Christian Fittipaldi, Grande Prêmio da Itália, 1993

Postado por Gabriel Schmidt

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Gabriel SchmidtExatamente, Rojaummm e Rafaela. Na ocasião, a relargada demorou cerca de uma hora até recomeçar. Coulthard correu com o carro reserva e conseguiu se envolver em um outro acidente, com Schumacher. O episódio ficou famoso pelo acidente na largada e pela briga entre os dois: Schumacher saiu nervoso do carro e foi tirar satisfações nos boxes da McLaren.Postado às 12:45 do dia 06/07/2010
@rojaummmRafaela, na época existiam carros reservas. Em algumas condições valia "quebrou, trocou!"!Postado às 22:12 do dia 05/07/2010
Rafaela GomesSò não entendi ainda como o Coulthard conseguiu causar toda essa confusão, depois de ter largado em segundo, e terminar a prova em sétimo... Alguém me explica???Postado às 12:41 do dia 05/07/2010
Nelson TavaresSe fosse hoje em dia essa sobrevida do Fittipaldi ainda lhe renderia pontos... Prova de que brasileiro não desiste nunca!Postado às 12:31 do dia 05/07/2010
JoaquimO do Senna e do Lauda não poderia ter ficado de fora!Postado às 11:57 do dia 05/07/2010
AlbertoLembro bem desse do GP da Bélgica. SinistroPostado às 16:05 do dia 29/06/2010
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Quinta-feira, 6 de maio de 2010 | 11:15
Outros tempos
Quando os motorhomes não passavam de uma tenda que saía da lateral dos caminhões e os relacionamentos eram mais humanos na Fórmula 1, as equipes, principalmente as menores, se permitiam atividades conjuntas, como a que presenciei no GP da Itália de 1991, em Monza.

Minardi e Larousse, duas equipes comandadas por apaixonados pelo automobilismo, Giancarlo Minardi e Gerard Larousse, convidaram os jornalistas para uma festa no padoque, em que cada uma preparou pratos de seu país, como se vê no cardápio acima, que guardo até hoje como lembrança.

Minardi e Larousse eram escuderias de garagistas, como são chamados os chefes de equipe que se envolvem no automobilismo pela paixão e não têm suporte de nenhuma montadora. Eles são cada vez mais minoria na Fórmula 1, e talvez Frank Williams seja o último grande representante.

Pelo apetitoso cardápio (clique para visualizar melhor) e a qualidade dos vinhos, dá para imaginar como foi boa a festa.
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rojaumsou muito mais os garagistas... eles que fizeram a F1... eles q trouxeram toda essa paixão... gostava mto de tds eles, F. Williams, Minardi, Larousse, Sauber, mas o meu preferido era o Eddie Jordan... mto bom!!!Postado às 15:27 do dia 06/05/2010
Mauro CarvalhoPrefiri o cardápio da Minardi hein!Postado às 15:18 do dia 06/05/2010
Carlos PaesJoao, nao é só por causa da grana nao amigo, é a entrada da mentalidade de empresa no circuito, nas relaçoes entre pilotos, entre equipes... cada vez menos voce ve aquela amizade, aquela troca q tinha no padoque, q vc pode ver nas categorias menores... ta tudo ficando plástico demais, gostoso de menosPostado às 15:16 do dia 06/05/2010
JOão CarlosSensacional. Saudades de uma época da F1 que não vai voltar por causa da grana. Dinheiro nem sempre traz felicidade e coisa boa!
Dá para comparar F1 ao Flamengo. Todo mundo gosta hoje por causa do Zico nos anos 80. A F de hoje tem fãs pelo glamour excepcional que já teve em outras décadas.
Postado às 12:04 do dia 06/05/2010
LeoSENSACIONAL Mair! Tempos de uma F1 que nao volta mais! Quanto mais moderno fica, mais frieza se tem nas relações... Relíquia!Postado às 11:59 do dia 06/05/2010
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Domingo, 13 de setembro de 2009 | 11:11
O cavaleiro solitário
Kimi suportou a pressão de Sutil e acabou premiado com o quarto pódio consecutivo. Foto: Clive Rose/Getty Images
Kimi Raikkonen vem cumprindo à risca seu papel de piloto solitário da Ferrari desde a saída de Massa - Badoer foi um desastre e Fisichella mostrou que ainda precisa se adaptar melhor para chegar na zona de pontuação.

O finlandês conquistou em Monza o seu quarto pódio consecutivo, exibindo uma consistência que mantém vivo o objetivo da Ferrari de ser a terceira colocada entre os construtores. Nas últimas quatro corridas, desde que Massa ficou fora, Kimi marcou 30 pontos contra 31 de Hamilton e Kovalainen juntos. Com isso, a Ferrari continua em terceiro entre os construtores, com 62 pontos, contra 47 da McLaren.

Na corrida de hoje, Kimi administrou bem a pressão de Adrian Sutil, da Force India, e no final acabou premiado pelo acidente de Hamilton, que lhe entregou de bandeja o terceiro lugar.

Raikkonen poderia ter perdido a posição para Sutil no último pit stop, quando a Ferrari perdeu um pouquinho de tempo, mas a Force India também se atrapalhou, o que lhe garantiu a vantagem.

"Não teria sido o suficiente para superar a McLaren no pit stop, mas pudemos manter a Force India atrás", comentou o finlandês na coletiva dos vencedores.

Apesar de a Ferrari ter abandonado a evolução do carro, Kimi acha que em algumas das corridas que faltam para o fim da temporada ainda será possível lutar pela vitória.
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MairPois é, Jorge, o Button até foi perguntado sobre isso, mas evitou a armadilha e disse que o campeonato historicamente é disputado por pontos corrido e que teria que ganhá-lo assim.Postado às 13:30 do dia 14/09/2009
GabrielO terceiro lugar ter caído no colo dele na última volta já é um sinal de boa sorte para o resto da temporada... tomara!Postado às 08:17 do dia 14/09/2009
RaquelBom a Ferrari ter conseguido subir ao pódio em Monza! :)Postado às 17:35 do dia 13/09/2009
Willian CeolinKimi tem feito grandes corridas nas últimas provas. Eu até escrevi um artigo sobre isso no meu blog.
Nas últimas seis provas ele e Barrichello foram os que mais pontuaram: 31 pontos.
Enquanto Button fez apenas 19.
Postado às 17:19 do dia 13/09/2009
Jorge Pezzolooi mair
se aquele sistema de Bernie Ecclestone, que queria definir o campeão por vitórias, estivesse em vigor, Button poderia ser campeão em Cingapura. Bastava vencer ou torcer contra o companheiro e o alemão....
Postado às 15:05 do dia 13/09/2009
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Domingo, 13 de setembro de 2009 | 10:39
Vitória estratégica para a Brawn
A dobradinha da Brawn, com Barrichello em primeiro e Button em segundo, deixou a equipe com a mão no título. Foto: Clive Rose/Getty Images
A dobradinha da Brawn no Grande Prêmio da Itália, a primeira desde Mônaco, deixou a equipe em excelente situação para conquistar os títulos de piloto e de construtores, restando quatro provas para o final da temporada.

Mais uma vez, assim como em Valência, a escuderia inglesa venceu no acerto de suas decisões, confirmando que Ross Brawn continua sendo o melhor estrategista da Fórmula 1.

Além de estar com a mão nos dois títulos, a Brawn ainda tem uma disputa particular entre seus pilotos para ver quem será o campeão. Com a sua vitória em Monza, a segunda na temporada e a terceira no circuito italiano, Rubens Barrichello reduziu em mais dois pontos sua diferença para Jenson Button, mas o inglês voltou a andar bem, depois de cinco corridas abaixo do nível de um pretendente ao título.

A primeira decisão acertada da Brawn foi não trocar o câmbio do carro de Barrichello, que estava com torque excessivo. Se não tivesse corrido esse risco, a equipe levaria o piloto brasileiro a perder cinco posições no grid, o que inviabilizaria a sua corrida. Depois, na estratégia de uma só parada, contra duas dos rivais imediatos, a Brawn contou com a competência de Barrichello e Button, que não deixaram Lewis Hamilton abrir vantagem superior a 9 décimos de segundo, e ultrapassaram o piloto da McLaren em sua segunda parada.

A partir daí, foi só administrar, e na última volta Hamilton, na perseguição a Button, ainda perdeu o controle do carro e bateu na saída da primeira de Lesmo, levando a corrida a terminar com safety car.

Para melhorar o domingo da Brawn, a Red Bull, sua adversária nas duas disputas teve uma corrida para esquecer. Mark Weber ficou fora logo na largada, ao rodar depois de ser tocado por Robert Kubica, e Sebatian Vettel terminou em oitavo, conseguindo um pontinho graças ao acidente de Hamilton na última volta. Matematicamente, a Red Bull ainda poderia superar a Brawn, mas na prática ficou quase impossível.

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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:56
Kimi otimista
Na entrevista coletiva após o treino classificatório, Kimi Raikkonen se mostrou otimista para o GP da Itália, afirmando que o carro será mais forte na corrida do que foi neste sábado.

"O treino não foi perfeito, mas nos mostrou mais uma vez que quando colocamos combustível para corrida ele é mais forte que outros", disse o finlandês.

Apesar de alguns problemas, Kimi assegurou a terceira colocação, uma das melhores posições de largada da Ferrari na temporada.

"Foi um bom momento de se conseguir isso, porque essa é a nossa corrida em casa, o que nos permitirá lutar pelos três primeiros lugares", completou Kimi.
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AneliseKimi fez um bom qualifying, isso pode nos deixar com mais esperança para amanhã e quem sabe outra vitória.Seria interessante uma Ferrari vencer em casa principalmente com o Kimi, já que falam muito de sua saída da equipe.
Go Kimi!!!!!!!
Postado às 16:47 do dia 12/09/2009
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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:40
Brawn à frente da Red Bull
Na disputa particular entre os candidatos ao título, a Brawn levou a melhor sobre a Red Bull no treino final para o GP da Itália. Rubens Barrichello e Jenson Button fizeram o quinto e o sexto tempo, respectivamente, e dividem a terceira fila do grid.

Já Sebastian Vettel e Mark Weber, ficaram com o nono e 10º tempos e largam na sexta fila, tendo entre eles e os carros da Brawn a Force India de Vitantonio Liuzzi e a Renault de Fernando Alonso.

Aparentemente, a Brawn vai largar com os carros pesados, apostando em uma só parada. Ross Brawn deve ter pensado nesta estratégia como a única possível para levar vantagem sobre os carros com kers.

Button se mostrou satisfeito com o acerto do carro para Monza e disse que a Brwan não quer só marcar pontos, mas lutar pela vitória. O inglês reconheceu que o kers dá vantagem para os adversários e mostrou preocupação particular com Alonso, que larga bem atrás dele. "Estou certo que Alonso tentará uma ultrapassagem na largada. Nós temos a esperança de estarmos com mais combustível do que eles", disse Button, confirmando a estratégia de tentar uma só parada durante a corrida.

A Red Bull continua enfrentando a necessidade de preservar os motores que lhe restam até o fim da temporada e tem sido cautelosa. Como seus carros largam atrás de Liuzzi, com uma Force India bem adaptada ao circuito, e de Alonso, que volta a ter o kers na Renault, tudo indica que deverão ter uma corrida difícil.
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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:11
Favoritismo é de Hamilton
Hamilton (D) leva vantagem sobre Sutil por contar com o kers. Foto: Mark Thompson/Getty Images
A pole-position conquistada por Lewis Hamilton dá ao piloto inglês uma tremenda vantagem para o GP da Itália. Em primeiro lugar, porque ele conta com o kers, enquanto o piloto que está a seu lado na primeira fila, Adrian Sutil, da Force India, não tem o equipamento. Com isso, Hamilton dificilmente perde a posição, ainda mais considerando que o trecho da largada à primeira curva é longo, o que beneficia quem tem mais potência no motor.

Como Monza não é um circuito fácil de ultrapassagens, o pole leva vantagem para ser o vencedor. Nos últimos 10 GPs da Itália, por sete vezes a vitória foi do pole-position. E nos últimos seis, só deu pole. Acrescente-se a isso o bom desempenho de Hamilton e da McLaren durante todo o treino de sábado. Hamilton foi o segundo mais rápido no Q1 e no Q2 e conquistou a pole superando Sutil no finalzinho. Kovalainen colocou a outra McLaren na quarta posição.

Adrian Sutil confirmou a excelência da Force India em circuitos de pouca pressão aerodinâmica, e poderia até ter conquistado a pole se não tivesse cometido um erro na primeira de Lesmo em sua volta rápida. Mesmo assim, obteve a melhor posição de largada da sua carreira, mas o problema é que tem dois carros com kers logo atrás dele: Kimi Raikkonen, que fez o terceiro melhor tempo, e Kovalainen.

Na Ferrari, enquanto Kimi larga na segunda fila, Fisichella fez apenas o 14º tempo e não passou do Q2. O piloto italiano ainda está conhecendo as reações do F60, mas de qualquer forma o seu desempenho foi muito superior ao de Luca Badoer.

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Quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | 15:18
Ferrari aposta no kers

Sem novidades no carro que parou de desenvolver, a Ferrari aposta no kers para obter um bom resultado em Monza perante sua torcida. O equipamento que foi essencial para a vitória de Kimi Raikkonen em Spa poderá ter um papel importante nas longas retas de Monza.

A Ferrari aposta que as fortes freadas para as chicanes de Monza tornarão o kers ainda mais eficiente que nos demais circuitos. O kers armazena parte da energia gasta durante a frenagem e permite ao piloto utilizá-la num momento de ultrapassagem, acrescentando 80 cavalos a mais de potência ao motor.

A Ferrari também espera que a vantagem que o kers pode proporcionar por volta permita a seus pilotos uma aproximação mais suave das zebras, um ponto fraco da equipe nos últimos anos. Cortar as zebras vinha sendo essencial para uma volta rápida em Monza, mas para este ano a FIA mandou elevar as zebras, o que de qualquer forma exigirá uma melhor tomada das chicanes.

Em suma, essa será uma corrida para os carros que tem kers, o que levou a Renault a voltar a utilizá-lo.

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GabrielTorcerei pelo Fisichella, mas aposto na Mclaren.Postado às 16:39 do dia 09/09/2009
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Segunda-feira, 7 de setembro de 2009 | 19:48
Renault terá kers em Monza

Depois de ter abandonado o kers após o GP da Espanha, a Renault voltará a utilizá-lo em Monza, considerando as vantagens que o equipamento oferece no veloz circuito italiano.
A escuderia francesa tinha deixado o kers de lado por considerar que o seu peso não compensava os ganhos em potência. Mas para Monza, a equipe identificou três razões para aproveitá-lo: a ajuda na tomada de tempo, a vantagem que ele produz na largada e a força nas ultrapassagens.
"O que se poderá ganhar por volta com o kers estará em um quarto de segundo ou mais nas sessões de classificação. O piloto poderá acionar o kers alguns metros antes do início da volta cronometrada e depois durante a própria volta", disse o engenheiro da Renault, Pat Symonds, à Sport Auto.
Em relação à largada, como a distância do grid à primeira curva é longa, o kers, segundo o engenheiro, produzirá uma vantagem de mais de 15 metros comparado aos carros que não possuem o equipamento.
Sobre as ultrapassagens, Symonds considera que serão mais difíceis, mas o kers poderá ser útil.

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GabrielEssa idéia de usar o kers duas vezes na mesma volta pode ajudar bastante na classificação. Mas acho que a Renault nao vai conseguir muita coisa. Kers por kers, fico com a McLaren.Postado às 09:10 do dia 08/09/2009
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Quarta-feira, 26 de agosto de 2009 | 16:52
KERS pode voltar aos carros da Renault

O diretor técnico Bob Bell revelou que a Renault está considerando a possibilidade de trazer KERS de volta para o GP da Italia, em setembro. A equipe francesa retirou a tecnologia de seus carros logo no começo do ano, mas após a conquista da primeira vitória da McLaren durante o GP da Hungria, a vantagem em utilizar o sistema em certos circuitos se mostrou cada vez mais evidente.

Embora não esteja planejando correr com o KERS no GP da Bélgica, que acontece no próximo fim de semana, a Renault acredita que utilizar o sistema em Monza poderia trazer resultados benéficos para o desempenho de seus carros. O circuito italiano é o mais rápido do calendário.

"Não planejamos utilizar (o KERS) em Spa, mas estamos considerando a ideia para Monza, por acreditarmos que ele poderá fazer uma boa diferença lá", explicou Bell.

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GabrielAté adiantou para não ser ultrapassado pelo Vettel, mas no fim da corrida ele perdeu todas as posições que segurou durante a corrida. Tirou o doce da criança bem nas últimas voltas. Acho que em Spa pode até fazer diferença, mas não para a Renault.Postado às 10:03 do dia 28/08/2009
Fillipi PalmieriDiscordo um pouco de você Gabriel acho que o Kers tem sido bem aproveitado, é claro que ele não esta sendo utilizado em sua maioria para se obter uma ultrapassagem e sim pra se evitar ser ultrapassado, nessa mesma corrida que você citou o Massa passou 2/3 da prova usando o Kers contra o Vettel para não ser ultrapassado, sem contar as posições que eles ganham em largada usando o Kers. Acho que em Spa e Monza deve fazer uma diferença ainda maior a favor de quem o usaPostado às 14:31 do dia 27/08/2009
GabrielAnunciavam o Kers como a revolução da temporada 2009: os carros passarão a aproveitar a própria energia. Mas, até agora, não foi tão decisivo assim. O pobre do Massa ficou até sem gasolina por causa dele no início da temporada.Postado às 08:54 do dia 27/08/2009
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Mair Pena Neto
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
Gabriel Schmidt
Jornalista, fanático por automobilismo e caçador de novidades. Acompanha profissionalmente o automobilismo e o mercado desde 2008.
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