Segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 | 11:36
Schumacher testa GP2
Com o aval da FIA, Michael Schumacher participará dos três dias de desenvolvimento dos carros de GP2, categoria de acesso à Fórmula 1, no circuito de Jerez. O propósito é permitir ao heptacampeão mundial ganhar mais milhagem antes dos testes de inverno da F1, em fevereiro.
Os testes da GP2 estão programados para amanhã, quarta e quinta-feiras, e Schumacher deverá guiar um carro da equipe Super Nova. Para a GP2, os testes servem para desenvolver o carro que a categoria vai usar nos próximos três anos, avaliando diferentes configurações de suspensão e novos componentes.
Schumacher vai aproveitar a oportunidade para se readaptar aos monopostos, e a GP2 ganha um excelente piloto para testar seus componentes. É mais uma colher de chá para o alemão, mas sai todo mundo contente.
2 comentários
Comentários
Marcelo CostaComeço a choradeira...se os outros quiserem testar na GP2 ninguém vai impedir, porque não estão testando também? Seria por falta de interesse? Já li comentários de pessoas que não estão gostando de ver os pilotos de férias enquanto Schumacher esta testando. Se o Nico ou outro piloto quiser pode pilotar na GP2 ou em outra categoria, qual o problema? Vai do interesse...depois não reclamem no final que Schumacher vem forte! Ele sempre testou enquanto os outros tiravam férias, isso não é novidade ,na F1 ele já fazia isso e nunca teve reclamação de ninguém, pelo contrário. Schumacher sempre "acha" algo interessante nesses testes, ele mesmo disse que o carro da GP2 é o que mais lembra um F1. Se não fosse importante ele não testaria. Que eu me lembre nunca vi o Rubinho testar nas férias, mas via ele sempre reclamando e choramingando. Quem estuda mais, tira melhor nota...Postado às 01:17 do dia 14/01/2010 FabioAssim, até eu ganho! Muita mordomiaPostado às 13:03 do dia 11/01/2010 | Comentar este post
Novo Comentário
Sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 | 11:47
USF1 rumo ao fundo do grid
A nova equipe USF1 prossegue sua jornada para ser a última do grid e possivelmente o maior fracasso de 2010. Peter Windsor confirmou que a equipe disputará o próximo campeonato com dois pilotos estreantes, o que unirá a falta de experiência das duas partes.
O nome mais cotado é o do piloto argentino de Turismo Jose Maria Lopez, que teria 8 milhões de dólares de patrocínio. O britânico James Rossiter também vem sendo mencionado.
As suspeitas de que a USF1 não estará no grid na prova de abertura da temporada, no Bahrein, continuam, e a necessidade de dinheiro é evidente. Mesmo assim, Windsor refutou estar recorrendo a pilotos que pagam para correr. "Nós somos uma equipe nova e temos que observar qualquer oportunidade. Se existem empresas associadas a pilotos por terem apoiado suas carreiras ou por questões de nacionalidade temos que considerar isso."
Enquanto a Lotus optou por dois pilotos experientes, e a Virgin e a Campos por um experiente e um novato, a USF1 estréia com pilotos cuja experiência de Fórmula 1 se limita a poucos testes.
Para ajudar a USF1, a FIA autorizou a equipe a realizar três testes nos EUA, no circuito Barber Motorsport Park, no Alabama. Se o carro estiver pronto, estes testes acontecerão no início de fevereiro. A intenção da equipe é pegar o último teste de inverno na Europa, no fim de fevereiro, antes de seguir para o Bahrein.
2 comentários
Comentários
Marcelo CostaFico na torcida para que de tudo certo, quanto mais carros no grid melhor, divertido ver os líderes pegando uma fileira de retardatários no caminho. Mais carros mais chances para os que sonham em categoria de base.Postado às 00:54 do dia 10/01/2010 Roberto TinocoVai queimar o filme dos pilotos já de cara...Postado às 15:15 do dia 08/01/2010 | Comentar este post
Novo Comentário
Sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 | 11:26
Ligações perigosas
A Fórmula 1 precisaria de regras mais rígidas para evitar novos escândalos e conflitos de interesse como os que abalaram a categoria nos últimos anos. Mas isso parece bem distante a se julgar pelas últimas movimentações.
Agora mesmo, foi divulgado que Bernie Ecclestone, o todo-poderoso chefão da F1 é sócio da Genii Capital, que recentemente comprou a equipe da Renault, numa tentativa de arrematar a fabricante sueca de automóveis Saab.
Os ingênuos diriam que se trata de um investimento privado, desvinculado da Fórmula 1, mas o conflito de interesses é claro. Seria como se um time de futebol brasileiro fosse sócio da CBF e disputasse a primeira divisão. Teria a CBF interesse em que esse clube fosse mal, caíssse de divisão e perdesse arrecadação?
O grupo Genii Capital, com sede no paraíso fiscal de Luxemburgo, já entra na F1 de forma controversa. Ele tem um braço na administração da carreira de pilotos e agora conta com uma equipe para exibi-los. O mesmo era feito por Flavio Briatore, que administrava a carreira de Nelsinho Piquet e Romain Grosjean, entre outros, e arranjou lugar para eles na Renault, que então chefiava. Deu no que deu.
1 comentário
Comentários
MariO Grosjean, coitado, nem com empurrão. O cara é muuuuuuito ruim!
Ele fica na terceira divisão.Postado às 15:17 do dia 08/01/2010 | Comentar este post
Novo Comentário
Quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 | 12:07
Mais um sistema de pontuação?
A publicação alemã Auto Motor und Sport disse que um novo sistema de pontuação está em debate na Fórmula 1, enquanto o anterior, decidido em dezembro, sequer foi implantado.
Até o ano passado, eram contemplados os oito primeiros colocados com a seguinte pontuação: 10, 8, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Em dezembro, o Conselho Mundial da FIA decidiu mudar o sistema, beneficiando os 10 primeiros colocados da seguinte forma: 25, 20, 15, 10, 8, 6, 5, 3, 2, 1.
Segundo a revista alemã, uma nova variação estaria em debate, ampliando para sete pontos a vantagem do vencedor para o segundo colocado. A pontuação seria 25, 18, 15, 12, 10, 8, 6, 4, 2, 1.
A própria Auto Motor und Sport fez as contas e constatou que nada mudaria. Nos três modelos de pontuação, os campeonatos de 2006, 2007, 2008 e 2009 teriam o mesmo resultado. Em 2006, os oito primeiros colocados seriam os mesmos. Em 2007, os nove primeiros ficariam nas mesmas posições.
Em 2008, os quatro primeiros se manteriam e o quinto e sexto colocados trocariam de posição caso o sistema decidido em dezembro estivese em vigor. A única diferença é que Lewis Hamilton teria sido campeão com quatro pontos e não apenas um de vantagem sobre Felipe Massa. Na última temporada, nada mudaria. Sendo assim, para que mudar?
Quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 | 11:38
Lotus apresenta carro em Jerez

Gascoyne quer Lotus no pelotão intermediário. Foto: Getty Images
A Lotus anunciou que levará seu primeiro carro à segunda sessão de testes de inverno em Jerez, de 17 a 20 de fevereiro. O segundo carro deverá estar pronto para o último treino antes do início da temporada, de 25 a 28 de fevereiro, em Barcelona.
Em entrevista à Autosport, o chefe da equipe, Mike Gascoyne, ex-Jordan, Renault, Force India e Toyota, disse que com a experiência dos pilotos Jarno Trulli e Keikki Kovalainen, o objetivo da Lotus não é só ser a melhor entre as novatas, mas chegar ao pelotão intermediário e terminar a temporada superando Force India, Toro Rosso e até a Sauber.
Objetivo ambicioso, que precisará ser provado, mas Gascoyne baseia sua confiança na evolução do carro já prevista para o GP da Espanha. "Nós fizemos progressos muito rápidos e se mantivermos esse ritmo estaremos em boa situação quando chegarmos a Barcelona no meio da temporada."
Quarta-feira, 6 de janeiro de 2010 | 12:09
Mercedes sai na frente

A primeira flecha de prata do século 21 vai à pista no dia 1 de fevereiro, em Valência. Foto: Mercedes
A Mercedes vai apresentar seu carro para a temporada de 2010 no próximo dia 25 de janeiro, provavelmente no museu da fábrica alemã, em Stuttgart.
De acordo com a revista semanal alemã Sport Bild, o carro se chamará Mercedes Petronas RB1, com as letras referindo-se ao chefe da equipe, Ross Brawn.
O novo carro vai à pista logo nos primeiro testes da F1, de 1 a 3 de fevereiro, em Valência, com seus dois pilotos: Michael Scumacher e Nico Rosberg. Só não está definido quem pilotará no primeiro dia.
A Sauber, por sua vez, anunciou o lançamento de seu carro para o dia 31 de janeiro, em Valência, um dia antes do início dos testes de inverno. Está agendada uma entrevista com os pilotos, embora ainda paire dúvida sobre quem será o companheiro de Kobayashi. O nome mais cotado é o de Pedro de la Rosa.
2 comentários
Comentários
Marcelo CostaA Susi tem razão, muito chato identificar os carros na corrida, pelo menos tinha que mudar a cor do "bico" para saber quem é quem! Na Mercedes resta saber como vai ser a cor dos capacetes de Nico e Schumacher, acho que Schumacher pode ser prateado ou cinza com as as cores da bandeira da Alemanha.Postado às 00:50 do dia 10/01/2010 SusiTeremos dois carros prata esse ano? vai ficar ridículo! Tipo RBR e Toro Rosso. Mal dava para identificar os carros durante a transmissão!Postado às 08:51 do dia 08/01/2010 | Comentar este post
Novo Comentário
Quarta-feira, 6 de janeiro de 2010 | 11:40
Pano pra manga
A vitória de Flavio Briatore no Tribunal de Grande Instância de Paris não deve ficar sem troco. Em nota oficial, a FIA diz que a Corte francesa não reverteu a decisão da entidade de que Briatore e Pat Symonds conspiraram para um acidente proposital no GP de Cingapura de 2008.
Segundo a FIA, o tribunal de Paris questionou a autoridade da federação de banir Briatore e Symonds por razões processuais e pelo fato de eles não estarem sujeitos às regras da entidade. A FIA contesta esse argumento, afirmando que sua função de excluir aqueles que intencionalmente põem a vida de outros em risco jamais foi posta em dúvida.
A FIA afirma que a decisão da Corte francesa não entra em vigor até que todos os recursos possíveis sejam encerrados. A federação pretende aproveitar o episódio para definir ações apropriadas que assegurem que pessoas envolvidas em atividades perigosas e trapaças, como a protagonizada por Briatore e a Renault, jamais retornem à Fórmula 1.
Briatore, por sua vez, no seu estilo truculento de ser, já ameaçou processar Nelsinho Piquet, que revelou à FIA a armação de Cingapura, e os pilotos Lucas di Grassi e Heikki Kovalainen por terem rompido os contratos de gerenciamento de carreira que tinham com o italiano.
Terça-feira, 5 de janeiro de 2010 | 12:56
Não tem inocente na F1
Flavio Briatore venceu seu protesto contra a suspensão por toda a vida do automobilismo por conta de seu envolvimento na orquestração do acidente proposital de Nelsinho Piquet no GP de Cingapura de 2008.
A pena máxima fora imposta pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), mas Briatore recorreu ao Tribunal de Grande Instância, de Paris. Briatore ainda pleiteia um milhão de euros em reparação. Se conseguir, não demora muito estará desfilando novamente pelos padoques da F1.
1 comentário
Comentários
Marcelo CostaÉ muito difícil derrubar um "figurão" na Formula 1, quando acontece já estão em fim de carreira, o prejuízo é muito menor. Quem se ferrou mesmo foi o Nelsinho, podia estar em uma equipe pequena recomeçando do "zero", agora ficou difícil com o caso Singapura...Postado às 01:00 do dia 10/01/2010 | Comentar este post
Novo Comentário
Terça-feira, 5 de janeiro de 2010 | 12:04
Os pedidos de 2010

Massa enfrenta mais um recomeço após o acidente de 2009 e ainda terá como adversário o ex-companheiro de equipe, agora na Mercedes. Foto: Paul Gilham/Getty Images
Pilotos e equipes do primeiro pelotão da Fórmula 1 devem ter passado o Ano Novo fazendo pedidos para esta temporada, que promete ser das mais interessantes da história. Ninguém está na zona de conforto e todos terão que ralar para obter resultados.
Michael Schumacher - Precisa provar que continua o mesmo piloto que conquistou sete títulos mundiais, após uma parada de três anos. Seus adversários atuais me parecem mais fortes do que os anteriores.
Nico Rosberg - Terá que superar ou andar bem próximo de Schumacher para se confirmar na categoria. Tarefa das mais ingratas, pois além do talento indiscutível do companheiro do cockpit ao lado, terá a equipe voltada para Schumacher.
Fernando Alonso - Será o duelista de Schumacher. Mesmo nas pistas, há três anos não conquista nada. Na Ferrari, terá que conquistar o coração dos tifosi e andar muito, como na época do bicampeonato, para superar o alemão.
Felipe Massa - Depois de se estabelecer na Ferrari e quase ganhar o campeonato de 2008, teve a carreira posta em xeque pelo acidente no GP da Hungria. Para o brasileiro, 2010 é um recomeço. Terá que provar que ainda é rápido o suficiente, e enfrentar Alonso, parada mais dura do que Kimi Raikkonen.
Lewis Hamilton - Em tese, teria a situação mais tranquila, pois continua na mesma equipe, que funciona a seu redor. Só que o parceiro de equipe não será mais um piloto insosso, como Kovalainen, e sim o atual campeão mundial Jenson Button. A seu favor, tem o fato de já ter derrotado no interior da equipe um campeão muito superior, como Fernando Alonso.
Jenson Button - Comprou uma parada duríssima, a de enfrentar Hamilton dentro da casa dele. Quase ninguém aposta em Button, mas um campeão mundial nunca deve ser desprezado.
Sebastien Vettel - Precisa confirmar a velocidade de 2009 e se mostrar mais amadurecido para não perder corridas por erros desnecessários. Entre os aspirantes ao título, tem estrutura menos poderosa, mas conta com a genialidade de Adrian Newey, que pode lhe entregar um foguete em termos aerodinâmicos. Resta ver como se comportará o motor Renault.
2 comentários
Comentários
Marcelo CostaÓtimo post, parabéns pelo Blog todo Mair! Se vc cruzar com a Estela Craveiro mande um abraço! Vamos ver como Schumacher vai se sair nesse retorno, ele tem capacidade de conseguir seu objetivo, tem 3 anos para deixar o carro "afiado", muita calma nessa hora, precisa de tempo...Ele nem precisa mais de títulos, basta 2 vitórias em Mônaco que ele já vai fazer um "estrago monstro" no mundo, o Galvão ia ficar MUDO, os sennistas possessos de raiva...rs. Uma vitória já basta para ser o novo Rei de Mônaco, seria 6 vitórias com 3 carros diferentes, 4 motores diferentes e em épocas diferentes, não é questão de "números" e sim de qualidade. E dessa vez ele não vem de Ferrari, que aliás sempre foi tarefa dura para qualquer piloto vencer em Mônaco com Ferrari, a pista nunca foi favorável aos carros Ferraris em qualquer época, para ter uma idéia, somente 2 pilotos lendários conseguiram isso com Ferrari em Mônaco desde 1981. Gilles Villeneuve/81 e Schumacher/97Chuva e 99/01.Postado às 01:26 do dia 10/01/2010 Ricardo ArinolliO mais decepcionante vai ser o Button.Postado às 15:19 do dia 08/01/2010 | Comentar este post
Novo Comentário
Terça-feira, 29 de dezembro de 2009 | 23:29
Intervalo
O Speedblog faz um breve intervalo para as festas de Ano Novo e volta recarregado no dia 4 de janeiro. Feliz 2010 para todos!
Terça-feira, 29 de dezembro de 2009 | 22:02
Schumacher, para o bem e para o mal
O retormo de Schumacher à Fórmula 1 não é feito só de flores. Críticas partiram de vários lugares, inclusive da própria Mercedes, e o alemão terá que provar na pista que valeu a pena cada centavo investido na sua volta.
Um integrante da diretoria da Daimler, dona da Mercedes, disse que a contratação de Schumacher por 7 milhões de euros por ano é "duro de justificar". "Para alguns colegas, é inimaginável. O staff entenderia melhor se a Mercedes tivesse se retirado totalmente da Fórmula 1", afirmou este dirigente, sem meias palavras, a um jornal de Frankfurt.
A declaração deixa claro que a contratação de Schumacher não foi uma decisão unânime no board da Mercedes. Mas o chefe da divisão de competições da Mercedes, Norbet Haug, aposta que Schumacher contribuirá para a imagem da empresa a para a venda de muitos carros esportivos.
Neste sentido, Haug tem a seu favor a notícia de que as vendas para o GP da Alemanha de 2010 aceleraram após a contratação de Schumacher, a ponto de o circuito de Nurburgring ter que suspender férias para dar conta do súbito interesse. Para Haug, a presença de Scumacher atrairá atenção para a qualidade dos carros da Mercedes.
Pelo lado esportivo, o ex-campeão Damon Hill, adversáio de Schumacher nas pistas, disse às BBC que sempre houve a suspeita de que Schumacher era um pouco favorecido pela FIA, e que a entidade terá que afastar esta percepção. O novo presidente da FIA, Jan Todt, disse que sua relação com Schumacher é como pai e filho, mas assegurou que isso não interferirá em sua gestão.
Para o bem ou para o mal, a volta de Schumacher não pára de mexer com a Fórmula 1, embora as casas de aposta não o apontem como o favorito para o título de 2010.
2 comentários
Comentários
Marcelo CostaVou repetir o que disse no Blog do Octeto:
Esse diretor deve ser o Uwe Werner, ele devia saber que sua querida Alemanha quando vai a uma Copa do Mundo ou Olimpíada todo gasto é bancado pelo bolso alemão, quanto a Alemanha gasta dos contribuintes nesses eventos mundiais? 500, 600 milhões? E a Mercedes que eu saiba sobrevive de receita própria. Não acredito que ele se lembre de gastos no momento que um jogador marca um gol pela Alemanha ou quando um esportista leva uma medalha para seu país! Acho que ele esta trabalhando no lugar errado! Ele não deve gostar tanto assim de carros. Queria ver a cor de seus cotovelos...rs
Cotovelo roxo!!! ha ha ha
"Schumacher para uma Mercedes melhor...para o bem"Postado às 20:17 do dia 30/12/2009 Marcelo CostaMinha mãe disse que tudo isso é INVEJA!!!
"Nem Jesus Cristo e Michael Schumacher agradou a todos filho"
Mãe é mãe nunca mente...Postado às 20:09 do dia 30/12/2009 | Comentar este post
Novo Comentário
Sábado, 26 de dezembro de 2009 | 14:50
Estatísticas de retornos
Isnpirada pela volta de Michael Schumacher á Fórmula 1, em 2010, a Autosport levantou estatísticas curiosas de pilotos que retornaram à categoria, com histórias diferentes.
Os mais famosos a pararem e voltarem à F1 foram Froilan Gonzalez, Mike Hailwood, Dan Gurney, Alan Jones, Jacques Villeneuve, Niki Lauda, Nigel Mansell e Alain Prost. Destes, só Lauda, Mansell e Prost voltaram a vencer corridas. Lauda e Prost voltaram a ser campeões mundiais.
Três retornos incomuns foram registrados nos últimos tempos: Mika Hakkinen, Fernando Alonso e Felipe Massa foram relegados ao papel de pilotos de teste após o seu primeiro ano na Fórmula 1, e voltaram para fazer muito mais sucesso após essa experiência.
A volta de Schumacher marcará a primeira vez que um piloto de mais de 40 anos senta em um carro de Fórmula 1 durante um fim de semana de corrida desde que Chanoch Nissany testou pela Minardi no GP da Hungria de 2005, aos 42 anos.
O último piloto com mais de 40 anos a largar para uma corrida foi Nigel Mansell no GP da Espanha de 1995. Ele tinha 41 anos, 9 meses e seis dias.
O piloto mais velho a iniciar uma corrida na Fórmula 1 foi Louis Chiron, no GP de Mônaco de 1955, aos 55 anos, 9 meses e 19 dias.
Schumacher irá bater um dos mais antigos recordes da Fórmula 1, o de maior intervalo entre duas coridas na carreira. A marca pertence a Graham Hill, que a estabeleceu no GP do Brasil de 1975, quando largou para sua última corrida 16 anos, 8 meses e 8 dias depois de sua corrida de estréia, o GP de Mônaco de 1958. Quando largar no Bahrain, em 2010, Schumacher alcançará o intervalo de 18 anos, 6 meses e 17 dias.
Schumacher detém o recorde do mais longo intervalo entre vitórias, 14 anos, um mês e um dia entre o GP da Bélgica de 1992 e o GP da China de 2006.
4 comentários
Comentários
MairBem-vindo, MarceloPostado às 21:58 do dia 29/12/2009 Marcelo CostaOps, desculpa...MairPostado às 15:29 do dia 29/12/2009 Marcelo CostaQue legal achei o Speed Blog! Oie Meir, eu acompanhei esse Blog quando era da Estela Craveiro! Muito legal saber que o blog esta de volta, vou acompanhar sempre! Gosto do Schumacher e sou ferrarista, se não der Ferrari Campeã minha segunda opção é Schumacher, legal saber desses 2 recordes, nem tinha imaginado que existia, adoro estatísticas, vou copiar e colar...hehehe
IntéPostado às 15:00 do dia 29/12/2009 GabrielÉ o cara!Postado às 07:14 do dia 29/12/2009 | Comentar este post
Novo Comentário
Quinta-feira, 24 de dezembro de 2009 | 15:56
Fala, Schumacher!
O site oficial da Formula 1 fez uma longa entrevista com Schumacher logo após a confirmação de seu contrato com a Mercedes para voltar a correr em 2010. Reproduzo alguns trechos que traduzem bem o estado de espírito do alemão no seu regreso às pistas.
P: Michael, bem-vindo de volta à Fórmula 1. Sua assinatura no contrato ainda mal secou. Você pode dizer algo sobre o conteúdo do contrato?
MS: Sobre a duração, é de três anos. Nunca houve a intenção de apenas um ano. Há uma opção depois disso para se tornar um embaixador da marca Mercedes, o que faz sentido de certa maneira.
P: Como foram essas últimas semanas de negociação? Houve algum nível de excitação ou a Fórmula 1 te endureceu tanto que foi apenas mais um negócio?
MS: Endureceu? De jeito nenhum. Essa manhã, quando eu estava falando com o meu novo engenheiro de corrida, eu estava me sentindo como um menino de 12 anos que pula de satisfação com a perspectiva de um novo brinquedo. Falando sério, eu estarei com 41 anos, mas a combinação de Ross (Brawn) e Mercedes é algo em que acredito, assim como acredito em mim. Nunca houve um momento de dúvida.
P: Qual é a sua motivação para voltar?
MS: No fim de novembro, eu recebi um telefonema de Ross abordando uma opção de voltar a correr. Tendo recbido esa chamada dele e com a informação de que a Mercedes estaria envolvida, a motivação voltou. Em 2006, quando deixei as pistas, estava muito cansado, sem motivação e energia. Três anos de ausência recarregaram minhas baterias. Depois de ter brincado com motos, karts e outras coisas, sinto que estou pronto para coisas mais sérias.
P: Aos 40 anos você ainda tem aquela vontade feroz de vencer, que era tão predominante em você antes, e de disputar roda a roda com pilotos como Ferando Alonso e Lewis Hamilton?
MS: Estou absolutamente certo disso. Depois do acidente de moto, quando sentei num kart pela primeira vez, eu imediatamente recuperei o ritmo. Certamente, essa é uma pequena prova e terei que mostrar isso de novo num carro de verdade. E se isso significa disputar roda a roda com esses caras, será excitante. Eu estou querendo muito isso. Quando você considera as opiniões de fora, todo mundo parece estar convencido que eu ainda tenho que é necessário.
P: Você tem uma grande reputação. Nâo teme colocar tudo isso em jogo? As pesoas sempre te julgarão pelo que você fez antes...
MS: Eu espero que as pessoas me julguem pelo que fiz antes. E olhem para a atual situação. Eu estou com uma equipe que venceu os campeonatos desse ano, e o único caminho é defender esses dois títulos. Sim, haverá uma forte competição, que prevejo muito apertada de novo, como vimos nessa temporada, e eu estou empolgado de estar de volta nisso.
P: Você espera que a competição seja mais dura do que há alguns anos atrás?
MS: Provavelmente mais apertada, sim. Mais dura? Não, por que? Sempre existiram pilotos de ponta e isso nunca mudará. E eu vejo possibilidades de me incluir nesse perfil de novo. É por isso que estou de volta.
Quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 | 10:53
Schumacher confirmado, a saga chega ao fim

Schumacher assinou com a Mercedes por três anos e volta a trabalhar com Ross Brawn, com quem conquistou seus sete título mundiais. Foto: Divulgação
A Fórmula 1 recebeu nesta quarta-feira o seu melhor presente de Natal: a confirmação oficial do retorno de Michael Schumacher, agora pela Mercedes, que o apoiou em seus primeiros anos no automobilismo.
A notícia é extraordinária. Maior campeão da Fórmula 1 em todos os tempos, Schumacher volta aos 41 anos e todo mundo quer ver se ele ainda será o mesmo nas pistas. Com 248 GPs disputados, 91 vitórias, 154 podiums e 68 poles, o alemão fecha o seu ciclo no automobilismo, retornando à equipe que o projetou, e novamente ao lado de Ross Brawn, com quem conquistou os seus sete títulos mundiais.
Com a volta de Schumacher, o campeonato de 2010 promete ser disputa de gente grande. A Mercedes já desponta entre as favoritas, considerando o excelente desempenho da Brawn esse ano e as pequenas mudanças no regulamento que não alteram tanto os carros.
A Ferrari é a maior incógnita, mas é difícil que ela faça dois carros ruins seguidos. Diante do fracasso do F60 esse ano, a escuderia se antecipou na preparação do modelo de 2010, e tudo leva a crer que voltará a seus melhores dias. Com Alonso louco para voltar a disputar títulos e Massa querendo provar sua inteira recuperação, a equipe vai para as cabeças.
A McLaren também é forte no páreo, com os dois últimos campeõe mundiais duelando para ver quem é o melhor. Hamilton e Button terão à disposição um carro que encontrou o caminho na segunda metade da temporada, e que tem tudo para evoluir sem maiores dificuldades.
A disputa de 2010 traz ainda a Red Bull de Adrian Newey, que já foi super competitiva esse ano. Se o motor Renault for confiável, Sebastian Vettel estará no meio da disputa, confirmando que está na Fórmula 1 para vencer.
4 comentários
Comentários
Marcelo CostaAo Rojaum, tudo que vc deseja de bom ou ruim para os outros, sempre volta em dobro para vc, nunca se esqueça disso! Olha o imbecil do Galvão, sempre torcendo contra os pilotos só para ver os brasileiros se dando bem, não deu outra, Rubens levou outra surra e Massa foi quase para o além...
Postado às 15:07 do dia 29/12/2009 rojaumnos filmes, o campeão sempre volta pra morrer!!!Postado às 14:49 do dia 23/12/2009 JaqQue venha o alemão! Além de lindo, ele é demais no volante. Amo ele!Postado às 09:58 do dia 23/12/2009 Gabriel2010 será um dos melhroes anos da F1. Como diria o chato do Galvão, "haja coração!".Postado às 09:57 do dia 23/12/2009 | Comentar este post
Novo Comentário
Terça-feira, 22 de dezembro de 2009 | 17:59
Lançamento comum foi pro brejo
A idéia de uma lançamento conjunto de todos os carros de Fórmula 1 para 2010 no dia 31 de janeiro, em Valência, foi definitivamente enterrada.
Apresentado como uma grande espetáculo, a ser realizado um dia antes do início dos testes na pista espanhola, o lançamento comum dos carros das 13 equipes previstas para o ano que vem serviria também para reduzir os custos da categoria diante da crise (ver post anterior A Fórmula 1 e a crise).
Embora com um custo em torno de 2 milhões de euros, o que daria aproximadamente 150 mil euros por equipe, e uma contribuição financeira da cidade de Valência, a idéia foi abandonada por questões logísticas das pequenas equipes.
Em primeiro lugar, seria muito difícil as novas equipes terem seus carros prontos para apresentá-los em 31 de janeiro. A Lotus planeja seu primeiro teste para a segundasemana de fevereiro e uma incógnita repousa sobre os carros da Campos Meta, Virgin Racing e USF1.
Outra questão para as novatas seria a de ficarem ofuscadas pelas grandes equipes em um lançamento conjunto. Todos os olhos estariam voltados para Ferrari, McLaren e Mercedes, o que deixaria as equipes estreantes em segundo plano e com pouco retorno para os patrocinadores.
Com a decisão, cada equipe fará o lançamento de seus carros individualmente, prometendo custos mais baixos que o habitual, mas certamente bem acima da apresentação conjunta.