Largar na frente é sinônimo de vitória nas baterias da Formula Future em São Paulo
Nicolas Costa saiu na frente e ganhou a primeira bateria. À tarde, o grid se inverteu e quem ganhou foi Pavlak - Foto: Gabriel Schmidt
As duas baterias da Formula Future aqui em Interlagos foram marcadas por vitórias dos pilotos que largaram na frente. O carioca Nicolas Costa saiu em primeiro pela manhã e não teve problemas para vencer a prova, deixando o campeonato ainda mais apertado.
Na segunda bateria, o grid de chegada da primeira prova se inverteu e quem largou na pole foi Jahilton Pavlak. Pois não deu outra: ele chegou na frente, seguido por Nicolas, Vini Alvarenga e João Jardim.
O resultado oficial da prova, que acabou agora, ainda não foi divulgado (a organização precisa validar os resultados e aplicar punições impostas durante a corrida), mas os resultados de hoje deixam a briga pelo título ainda mais apertada. Não custa lembrar que o grande campeão da temporada ganha uma vaga na Ferrari Driver Academy e uma temporada paga na Formula Abarth.
A Hispania, de Bruno Senna, precisa de um carro e a Epsilon Euskadi já tem uma estrutura a nível de Fórmula 1. Foto: Clive Mason/Getty Images
A Epsilon Euskadi espera ser confirmada como a 13ª equipe da Fórmula 1 em 2011, mas caso não tenha sucesso poderá se fundir à Hispania formando uma escuderia espanhola mais forte do que cada uma individualmente.
Segundo a agência de notícias espanhola EFE, o chefe da Epsilon Euskadi, Joan Villadelprat, entrou em contato dias atrás com o dono da Hispania, Jose Ramon Carabante, para saber o que ele precisava, o que a sua equipe poderia oferecer e as possibilidades de colaboração.
A infraestrutura da Euskadi é considerada uma das melhores do mundo, ao nível das cinco melhores da Fórmula 1, mas a equipe ainda precisaria de 17 milhões de euros em investimento. A Hispania, por sua vez, rompeu com a Dallara, que construiu seu primeiro chassis, e está sem carro para o ano que vem. A equipe estaria em negociações com o braço esportivo da Toyota para conseguir um carro.
Uma fusão entre as duas equipes espanholas faria todo sentido. Ao invés de duas equipes claudicantes, a Espanha teria uma equipe mais bem estruturada, capaz de se firmar na Fórmula 1. É bem possível que a FIA considere isso na sua decisão sobre a nova equipe de 2001 para forçar esse movimento.
GabrielValeu, Rojaummm!
Corrigido!
AbsPostado às 11:18 do dia 24/08/2010
@rojaummmErros na última frase.... POSSÍCEL - 2001 ---- "É bem possícel que a FIA considere isso na sua decisão sobre a nova equipe de 2001 para forçar esse movimento."Postado às 17:24 do dia 23/08/2010
Carioca Nicolas Costa larga na frente em São Paulo
Nicolas Costa recebe os cumprimentos do experiente Guto Negrão, que lhe deu algumas dicas de pilotagem - Foto: Gabriel Schmidt
O carioca Nicolas Costa conquistou a pole nos treinos que definiram o grid de largada para a 5ª e a 6ª etapas do Racing Festival, em Interlagos. Assim como André Bragantini no Trofeo Linea, Nicolas já havia registrado os melhores tempos nos treinos livres de ontem. Hoje, dominou a classificação e impôs quatro décimos sobre o paulista Felipes Apezzatto, com quem dividirá a primeira fila.
Para Nicolas, "o bom desempenho em São Paulo está no trabalho feito em cima do carro durante os treinos livres". Questionado sobre a oportunidade de voltar com o F-Future em uma pista onde já havia treinado com o carro, o jovem piloto disse que Interlagos é uma pista onde muitos pilotos já têm bom conhecimento do traçado. Mas, independente disso, afirmou que "todos os autódromos do país deveriam facilitar os treinos".
Explicando o desempenho do carro, Nicolas ressaltou a grande influência que a temperatura da pista tem nos resultados. De acordo com ele, pela manhã, com a temperatura mais baixa, o carro consegue mais grip no alfalto, facilitando as manobras. "Conforme o dia avança e a temperatura da pista esquenta, o ppneu vai perdendo a aderência e chega a sair bastante em algumas curvas", frisou.
SÁBADO - 21 DE AGOSTO 09h00 - 09h30 - 3º Treino Livre - 600 Hornet 09h40 - 10h10 - 4º Treino Livre - Fórmula Future Fiat 10h20 - 11h20 - 3º Treino Livre - Trofeo Linea 11h30 - 12h00 - 4º Treino Livre - 600 Hornet 12h10 - 12h40 - 5º Treino Livre - Fórmula Future Fiat 14h00 - 14h30 - Treino Classificatório - 600 Hornet 14h40 - 15h10 - Treino Classificatório - Fórmula Future Fiat 15h20 - 15h40 - Treino Classificatório - Trofeo Linea 16h00 - Top Qualifying (volta lançada - seis melhores tempos) - Trofeo Linea
DOMINGO - 22 DE AGOSTO DE 2010 08h55 - Largada 1ª Bateria - 600 Hornet 09h30 - Pódio 1ª bateria - 600 Hornet 10h05 - Largada 1ª Bateria - Fórmula Future Fiat 10h40 - Pódio 1ª Bateria - Fórmula Future Fiat 11h10 - Largada 1ª Bateria - Trofeo Linea 11h45 - Pódio 1ª Bateria - Trofeo Linea 13h15 - Largada 2ª Bateria - 600 Hornet 13h50 - Pódio 2ª Bateria - 600 Hornet 14h25 - Largada 2ª Bateria - Fórmula Future Fiat 15h00 - Pódio 2ª Bateria - Fórmula Future Fiat 15h35 - Largada 2ª Bateria - Trofeo Linea 16h10 - Pódio 2ª Bateria - Trofeo Linea
Liberados os ingressos para o Racing Festival em São Paulo
Uma boa notícia para o pessoal de São Paulo que quer acompanhar o Racing Festival ao vivo é a de que os ingressos já estão liberados a partir de hoje. Apesar de ainda faltarem cerca de 15 dias para a corrida, é sempre bom garantir o lugar com antecedência. As corridas acontecem no dia 22, em Interlagos. Quem tem ingresso também pode assistir os treinos classificatórios de sábado, 21.
Os interessados nas categorias 600 Hornet, Fórmula Future e Trofeo Línea podem ir a um posto Shell, a uma revenda Honda ou uma concessionária Fiat e pedir por seu ingresso. Para saber se o estabelecimento é credenciado para a distribuição, basta clicar aqui.
A FIA vai se reunir com as equipes que disputam a 13ª vaga no grid da Fórmula 1 ano que vem, no próximo dia 13, em Paris. Depois disso, caso alguma realmente mostre condições de se sustentar na categoria, o nome deveria ser logo anunciado.
O prazo para a montagem de uma nova equipe começa a ficar apertado. Se as equipes atuais, com experiência na categoria, já começam a trabalhar em seus carros para 2011, o que dirá uma novata que construirá um carro do zero, com todas as dificuldades que isso implica.
A FIA precisa acelerar o processo para evitar a repetição do que aconteceu esse ano, quando a temporada começou com algumas das novas eqiuipes totalmente despreparadas. Ross Brawn, o chefe de equipe da Mercedes e integrante do corpo técnico da associação das equipes (Fota), alertou que o prazo está apertado e que lhe parece muito pouco tempo para uma nova equipe estar pronta para estrear em 2011.
Brwan considera que um grid com 24 carros, como o atual, é o suficiente, e que se uma 13ª equipe não estrear ano que vem não será nenhum desastre. "O que nós precisamos é manter as equipes que nós já temos", defendeu.
Essa é a questão. Ninguém sabe se todas as equipes sobreviverão até o ano que vem, e Bernie Ecclestone já admitiu que talvez mais de uma não chegue ao final da atual temporada.
Depois das desistências da ART e do grupo americano Cypher, as equipes candidatas a um lugar na F1 seriam a Villeneuve-Durango, a Epsilon Euskadi e a Stefan GP. A espanhola Epsilon Euskadi testou pela primeira vez, semana passada, um modelo em escala de um fórmula 1 no túnel de vento.
A Ferrari terá que reforçar sua asa dianteira para suportar o novo teste da FIA, mas garante que não perde competitividade. Foto: Clive Mason/Getty Images
As reclamações contra a asa dianteira flexível da Red Bull e da Ferrari vão se voltar contra todas as equipes. É que com a decisão da FIA de dobrar a carga utilizada para verificar a curvatura da asa, todo mundo será obrigado a reforçar a rigidez da peça aerodinâmica antyes do Grande Prêmio da Bélgica, no fim do mês.
Fotografias e imagens durante as duas últimas corridas mostraram que a asa dianteira da Red Bull, e a da Ferrari em extensão menor, se curvam em direção ao chão, o que contraria norma do regulamento técnico que estabelece que qualquer apêndice do carro deve ser rigidamente fixado a ele e se manter imóvel. A FIA testou as duas asas e não encontrou nenhuma flexibilidade superior a 10 milímetros sob pesos de 50 kg nos end plates.
Mas diante da continuação das queixas, decidiu reforçar o teste em Spa-Francorchamps, e as asas dianteiras de topdas as equipes terão que suportar pesos de 100 kg nos end plates com curvatura máxima de 20 milímetros. O jornal italiano La Stampa, com base em fontes anônimas, disse que quase todas as equipes terão que ajustar o atual desenho de suas asas dianteiras para passar no teste.
Uma fonte da Ferrari disse ao jornal que a equipe terá que se adaptar ao teste, mas que isso não afetará a sua competitividade. Até ontem, dia em que as equipes foram obrigadas a fechar suas instalações, Fernando Alonso estava trabalhando um novo pacote aerodinâmico no simulador, o que já pode incluir uma asa dianteira reforçada.
Tá certo que a Ferrari e o Schumacher não estão no auge de seu carisma depois das últimas polêmicas desta temporada, mas não podemos negar que, juntos, formavam um time de sucesso.
Entre as ações legais feitas nesta época, está o vídeo abaixo (creio que feito para algum filme publicitário...). Nele, um Fiat Bravo, uma Ferrari 575M e uma Ferrari F1 vão para a pista comparar seus desempenhos. Tudo friamente calculado
Dennisnao tinha visto esse... muito bom mesmo!Postado às 12:30 do dia 04/08/2010
César GomesNão sei se há algum vídeo também. Mas em 2009 ou 2008, Massa, Fittipaldi e Burti fizeram o mesmo em Interlagos, mas com um F1, uma F430 e um Fiat 500.Postado às 20:23 do dia 03/08/2010
Michel VictorMuito interessante esse vídeo, eu havia assistido uns anos atras... pelo capacete, aquele piloto do 2ª carro é o Eddie Irvane...Postado às 19:20 do dia 03/08/2010
Os adversários insistem que os end plates da asa dianteira da Red Bull e da Ferrari se curvam em alta velocidade. Foto: Paul Gilham/Getty Images
Os protestos contra o que seria uma flexibilidade não permitida na asa dianteira dos carros da Red Bull e da Ferrari voltaram a acontecer e a FIA deve fazer novos testes, mais rigorosos, durante o fim de semana do GP da Bélgica.
Diante de uma solicitação da McLaren e da Mercedes sobre a legalidade dos carros rivais, a FIA testou as asas antes dos grandes prêmios da Alemanha e da Hungria, e liberou a sua utlização.
McLaren e Mercedes alegam que a asa dianteira usada pela Red Bull e pela Ferrari se flexiona sob alta velocidade, aproximando suas extremidades (end plates) do solo, o que aumenta a pressão aerodinâmica do carro.
Acredita-se que o teste feito pela FIA consiste em colocar pesos de 50 Kg sobre os end plates , com a tolerância de uma flexibilidade máxima de 10 milímetros. O novo teste dobraria a força exercida, o que pode levar Red Bull e Ferrari a modificarem as asas dianteiras antes do GP da Bélgica.
Embora as asas tenham passado no teste, existe um artigo do regulamento técnico (3.15) que diz que qualquer apêndice do carro deve ser rigidamente fixado a ele e se manter imóvel. A regra ainda afirma que qualquer peça desenhada para reduzir a distância entre a parte principal do carro e o chão é proibida sob qualquer circunstância.
Com o domínio da Red Bull desde o início da temporada, as equipes rivais estão sempre tentando encontrar algo de ilegal que possa explicar sua vantagem. A FIA já foi instada a examinar os carros da escuderia do energético pela suspeita de que ela usava algum tipo de suspensão ativa, mas nada de irregular foi encontrado.
A Ferrari acaba de ser multada em US$ 100 mil e o Conselho Mundial de Esporte a Motor da FIA ainda vai decidir se novas sanções devem ser impostas à equipe pelas controversas ordens durante o Grande Prêmio da Alemanha.
Fernando Alonso venceu a prova depois que Felipe Massa recebeu informação condificada pelo rádio e abriu passagem para o piloto espanhol logo em seguida. A Ferrai alegou que não emitiu nenhuma ordem a Massa e que apenas lhe passou informações sobre a situação na pista, mas os comissários entenderam diferente.
Depois de ouvirem o chefe da equipe, Stefano Domenicali, o gerente Massimo Rivola, Alonso e Massa, os comissários da prova concluiram que houve quebra do regulamento. Em comunicado oficial, disseram que a Ferrari desrespeitou dois artigos do regulamento: o 39.1, que proíbe jogo de equipe, e o 151C, relacionado a atitudes que trazem descrédito para o esporte.
O que são 100 mil dólares para uma equipe de F1? Espero que essa multa ainda cresça muito. Abs!Postado às 09:55 do dia 26/07/2010
TatiKAí antes o povo dizia que historinha de substituição de asa dianteira é tiro no pé, que causa conflito interno na equipe não sei mais o que... E isso?? Tirar a vitória assim de mão beijada de um piloto é muita crueldade! E o climão que deve estar entre os dois? Revoltante essa atitude da Ferrari!!Postado às 18:55 do dia 25/07/2010
Os chefes da Ferrari foram convocados pela direção do GP da Alemanha para explicarem o que aconteceu entre seus dois pilotos na pista, depois que todo mundo viu que Massa deixou Alonso ultrapassá-lo, seguindo ordens da equipe. Algum tipo de punição pode ocorrer, já que o regulamento proiube expressamente o jogo de equipe.
Christian Horner, o chefe da Red Bull, disse não ter dúvida de que o que aconteceu foi orientado pela equipe e acha que alguma providência precisa ser tomada. "Essa foi provavelmente a ordem de equipe mais clara que já vi, especialmente quando você tem a equipe se desculpando com o piloto", disse Horner, que defendeu que a Ferrari tivesse deixado a situação se definir na pista, já que "Massa fez o melhor trabalho e estava na liderança".
O piloto brasileiro afirmou que merecia ter vencido a prova e respondeu indiretamente à pergunta sobre o que achava do comentário pelo rádio de seu engenheiro, Rob Smedley, afirmando que Alonso era mais rápido e se ele tinha entendido a mensagem. "Eu não acho que precise dizer nasa sobre isso."
Fernando Alonso foi questionado sobre a ordem durante a entrevista coletiva e procurou fugir do assunto dizendo que os pilotos são profissionais e devem trabalhar em equipe.
A expressão visivelmente contrariada de Massa no pódio revela como ele recebeu a ordem da Ferrari de entregar a vitória a Alonso. Foto: Andrew Hone/Getty Images
A Ferrari voltou a protagonizar uma grande marmelada na Fórmula 1 ao determinar que Felipe Massa entregasse a liderança do GP da Alemanha a Fernando Alonso, que não tinha conseguido a ultrapassagem na pista. A combinação ficou evidente pela comunicação de rádio entre os boxes e o piloto brasileiro e pela desaceleração clara de Massa para permitir a passagem do companheiro de equipe.
Foi justamente por uma armação de resultado da Ferrari no GP da Austria, de 2002, quando a escuderia obrigou Rubens Barrichello a deixar Michael Schumacher ultrapassá-lo que o jogo de equipe na Fórmula 1 ficou proibido. Com a manobra de hoje, a Ferrari reincidiu no erro e saiu da prova com sua imagem arranhada.
O GP da Alemanha se definiria na largada, quando Sebastian Vettel repetiu o que fizera com Mark Webber, em Silverstone, e espremeu Alonso contra o muro. Felipe Massa se aproveitou da situação e assumiu a liderança, com Alonso em segundo e Vettel em teceiro. Lewis Hamilton ultrapassou Webber para ganhar a quarta posição, e as Williams largaram mal, com Rubens Barrichello e Nico Hulkenberg, que estavam em oitavo e décimo no grid, respectivamente, perdendo três posições cada um.
Depois da rodada de pit stop, a situação era praticamente a mesma nas primeiras posições, apenas com Jenson Button, que foi um dos últimos a parar ganhando a quinta posição de Webber.
Como Massa sempre demora mais a conseguir aquecer os pneus duros, Alonso partiu para o ataque, e se valendo de um retardatário quase conseguiu a ultrapassagem sobre Massa, mas o brasileiro aproveitou a melhor tangência para a curva em seguida e defendeu a liderança.
Pouco depois, Alonso reclamou pelo rádio que aquela situação era ridícula, não ficando claro do que se tratava exatamente, mas já dando a entender que queria a liderança a qualquer custo.
Mesmo andando mais rápido que Massa, Alonso não conseguia uma aproximação que lhe permitisse a ultrapassagem. Na 48ª das 67 voltas, portanto com muita corrida ainda pela frente, o engenheiro de Massa, Rob Smedley, entrou em contato com o brasileiro e falou: "Fernando é mais rápido do que você. Você confirma que entendeu essa mensagem?"
Não era preciso dizer mais nada. Estava na cara que aquilo era uma ordem cifrada para Massa entregar a posição. Na volta seguinte ao comunicado por rádio, Massa deixou Alonso passar, o que ficou claro pela imagem oficial, que registra como Massa sai da curva a meia aceleração para permitir a ultrapassagem. Não bastasse todo o flagrante da combinação, Smedley ainda voltou ao rádio para agradecer a Massa e pedir desculpa.
A corrida terminou assim, e depois que Massa cruzou a linha de chegada em segundo lugar, Smedley ainda tentou agradar o piloto brasileiro, com a frase "Felipe está de volta", mas voltou a agradecer sua conduta, dizendo que ele tinha sido "magnânino". Ao chegar ao parque fechado, Massa mal cumprimentou Alonso, e seu ar de revolta era flagrante no pódio. Massa deu às costas a Alonso quando este lhe jogou champagne e foi comemorar com Vettel, o terceiro colocado.
Hamilton se manteve na liderança, com 157 pontos, seguido por Button, com 143. A dupla da Red Bull tem o mesmo número de pontos, 136, mas o terceiro lugar é de Webber, por ter uma vitória a mais do que Vettel. Alonso subiu para o quarto lugar, com 123 pontos, seguido por Nico Rosberg, com 94, e Robert Kubica, com 89. Massa é o oitavo colocado, com 85 pontos.
AlbertoMuito engraçadinho esse espanhol que nas últimas corridas rodou a baiana com a FIA, acusando-a justamente de manipulação. Agora sobe no pódio com cara de paisagem. Schumacher, há oito anos protagonizou a mesma vergonha e na hora de receber as "glórias" cedeu seu lugar no pódio a Rubinho. Mas descontar toda a frustração nos pilotos não é o caminho. A equipe manchou sua própria imagem e a do esporte. Agora, só podemos lamentar. Postado às 09:50 do dia 26/07/2010
RaquelTava demorando p isso acontecer...Postado às 22:25 do dia 25/07/2010
TatiKDeu muita dó ver a cara do Massa no segundo lugar do pódio!
Como Alonso consegue usufruir de uma vitória assim? E ele é tão orgulhoso que ficava resmungando no rádio, enquanto não conseguia ultrapassar o Felipe: "isso é ridículo!" O Massa não deveria ter se curvado perante aos caprichos da equipe... A Ferrari perdeu uma oportunidade de uma vitória limpa na Alemanha.. Postado às 18:47 do dia 25/07/2010
SergioMassa é o novo Barrichello! Bem que falaram em uma possível cláusula Rubinho no novo contrato dele.Postado às 14:14 do dia 25/07/2010
DennisUm absurdo!! por mais que a equipe tenha seguido uma lógica foi ridículo e escancarado, envergonhando a f1!!Postado às 12:57 do dia 25/07/2010
A FIA decidiu reintroduzir em 2011 a regra que exclui das corridas os pilotos cujo melhor tempo na classificação exceder em 107% o tempo do mais rápido no Q1.
A FIA ressaltou que em condições excepcionais, como o fato de o mesmo piloto ter feito um tempo compatível nos treinos livres, os comissários podem permitir que ele tome parte do grid. Seria uma maneira de evitar medidas injustas caso o piloto tivesse algum problema sério que o impedisse de fazer tempo no Q1.
No caso de mais de um piloto ser acolhido no grid nessas condições, caberá aos comissários determinar as posições de largada.
A regra dos 107% foi introduzida na Fórmula 1 em 1996 para evitar que carros muito lentos tomassem parte das corridas, como vem acontecendo este ano. Ela foi suprimida no fim de 2002, com a criação de uma única volta de classificação em 2003.
A medida obrigará que as novas equipes - as três que entraram esse ano e a que está prevista para o ano que vem - tenham desenvolvimentos melhores do que os apresentados nessa temporada.
O Conselho Mundial da FIA também vai criar um tempo máximo para uma volta durante os treinos de classificação, seja na de aquecimento ou na de saída após fazer o tempo. O objetivo é impedir que pilotos reduzam muito o ritmo, prejudicando quem está em busca do melhor tempo. Esse tempo máximo será determinado pelo diretor de prova a cada corrida e poderá ser modificado durante o fim de semana caso necessário.
Lewis Hamilton foi multado em US$ 10 mil e advertido por demorar a levar o carro de volta aos pits depois de fazer a pole-position no sábado, e a atitude do piloto levou a FIA a esclarecer a regra.
A multa a Hamilton foi por ter excedido o tempo para levar o carro aos pits, mas o problema mais grave segundo as outras equipes foi o fato de ele ter deixado o carro, que precisou ser empurrado pelos comissários de pista. (vídeo acima)
Hamilton fez isso intencionalmente para que ainda houvesse algum combustível no tanque para que uma amostra fosse extraída pela FIA. A situação foi discutida no domingo entre os chefes de equipe e o diretor de corridas da FIA, Charles Whiting.
Foi definido que a partir de agora qualquer carro que ficar sem combustível ao final do treino classificatório será investigado, correndo risco de penas mais severas se o motivo não for de força maior.
A equipe ART, que entre seus campeões na GP2 teve um tal Lewis Hamilton, entrou no grupo das favoritas ao lugar da USF1 em 2011. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Parece brincadeira, mas segundo o site grego gocar.gr nada menos que 15 equipes se inscreveram pelo último lugar no grid da Fórmula 1 em 2011. O prazo de inscrições vai até 21 de junho.
Se for verdade, o número é surpreendente. A Fórmula 1 abriu espaço para quatro equipes este ano, e praticamente todas se mostraram longe de ter condições de estar na categoria máxima do automobilismo. A USF1 faliu antes do início da temporada, a Hispania por muito pouco não teve o mesmo destino, e Lotus e Virgin foram adiante pelo apoio multimiliardário de seus donos.
As primeiras equipes a se inscrever na FIA para a vaga da USF1 foram a Durango, Stefan GP e Epsilon Euskadi, que apareciam como as candidatas mais fortes. Depois, surgiu a candidatura da ART, várias vezes campeã da GP2, e que pertence a Frederic Vasseur e Nicolas Todt, filho do atual presidente da FIA, Jean Todt.
Em tese, deste grupo deve sair a escolhida, mas a Fórmula 1 continua sonhando com uma equipe norte-americana para reforçar seu projeto de volta aos Estados Unidos a partir de 2012.
Dois candidatos dos EUA estariam entre os 15 interessados. Um é o Grupo Cypher, que se define como um grupo de projetistas e engenheiros especializados em Fórmula 1, que já anunciou ter um "parceiro global" capaza de viabilizar seu projeto. O outro é Parris Mulllins, consultor financeiro do fundador do YouTube, Chad Hurley, que tem se reunido com gente importante da Fórmula 1, como Luca di Montezemolo, que manifestou interesse em fornecer o motor Ferrari a uma equipe americana.
Depois do fiasco que foi a USF1, supõe-se que a FIA será mais cuidadosa em seus critérios. Ainda mais que o número de vagas pode aumentar caso a Hispania ou até mesmo a Sauber não tenham condições de continuar na categoria.
Ausente da Fórmula 1 desde 1991, a Pirelli receberá 1 milhão de euros de cada equipe por temporada, a partir de 2011. Foto: Divulgação
Depois de quase 20 anos fora da Fóirmula 1, a Pirelli voltará a ser a fornecedora exclusiva da categoria, em 2011. O anúncio ainda será feito pelo Conselho Mundial da FIA, mas tudo indica que a fabricante italiana ganhou a batalha contra a francesa Michelin.
A revista italiana Autosprint disse que a Pirelli receberá 1 milhão de euros de cada equipe por temporada para fornecer três tipos de pneus - macio, médio e duro - em igualade de condições.
O contrato inicial com a Pirelli irá até 2013, e no primeiro ano os pneus terão a mesma dimensão dos atuais da Bridgestone. A Pirelli voltou a se aproximar dos monopostos esse ano, fornecendo pneus à GP3. Em 2011, é provável que além da F1, a Pirelli também seja a fornecedora da GP 2.
A "escola de pilotos" tem tecnologia equivalente à das categorias mais avançadas (clique para ampliar) Ãrte: Agência Estado
A Formula Future começa neste fim de semana e a expectativa é grande em relação aos jovens talentos que vão competir. Se depender do equipamento, a turma pode ficar confiante para começar com o pé direito, já que tudo foi feito com materiais modernos e de alta tecnologia.
O motor, desenvolvido pela FTP, da Fiat, tem boa potência. Os 150 cv devem ser capazes de levar o modelo, abastecido com Shell V-Power Etanol, a mais de 200 km/h. Na parte aerodinâmica, os carros não ficam devendo nada para as categorias mais avançadas. Os modelos permitem o ajuste do aerofólio e da altura do assoalho por parte do piloto e o chassi é feito de fibra de carbono, que permite acertos mais rápidos. Os pneus são da Pirelli, com aro 13.
No sábado e no domingo, estaremos em Jacarepaguá, cobrindo os treinos e a corrida da primeira etapa e torcendo para que novos talentos despontem no automobilismo brasileiro. Bons nomes estarão na pista disputando o título que vale uma vaga na Ferrari Driver Academy.
EdwardDomingo eu to lá!!!Postado às 18:03 do dia 26/05/2010
Nelson TavaresEstarei lá sem falta...Postado às 20:47 do dia 24/05/2010
José CarlosParece que vão começar bem... A Stock Car já não é tão amadora e o kart também não faz esse papel de trampolim para as categorias mais famosas. Espero que o Future seja capaz de dar um gás maior nas corridas nacionais. Alguém aí sabe o nome de um substituto para o Massa?Postado às 17:08 do dia 24/05/2010
As restrições à aerodinâmica na Fórmula 1 em 2011 podem ir além da já decidida proibição do difusor duplo. Segundo a revista alemã Auto Motor und Sport, uma reunião dos engenheiros-chefes das principais equipes, na última quinta-feira, decidiu por mais cortes, que precisarão ser aprovados pelo Conselho Mundial da FIA.
Entre as idéias está o fim dos defletores laterais e de elementos auxiliares ao fluxo de ar sob o chassis. O mecanismo que permite aos pilotos regular a asa dianteira durante as corridas também desapareceria, e as asas dianteiras possivelmente teriam que ser menores.
Em compensação, seriam permitidos mecanismos de ajuste da asa traseira para redizir o arrasto aerodinâmico nas retas, como o que foi criado pela McLaren esse ano, com um ganho na velocidade final.
Os engenheiros voltam a se reunir em Montreal, durante o GP do Canadá, em meados de junho, para votar as mudanças, que deverão estar aprovadas até o fim de junho, já que várias equipes estão começando a construir o carro do ano que vem.
A FIA reconheceu que a regra sobre o procedimento dos carros nas corridas encerradas sob safety car não está clara e vai fazer uma emenda no regulamento, na próxima reunião do seu Conselho Mundial, dia 23 de junho, em Genebra.
A confusão se deu no GP de Mônaco, quando Schumacher ultrapassou Alonso assim que o safety car deixou a pista e acabou punido com a perda de 20 segundos. O entendimento dos comissários foi de que a ultrapassagem era proibida, porque a corrida terminou sob safety car, e ele só deixou a pista para não prejudicar as imagens da chegada.
Já a Mercedes considerou que a corrida foi reiniciada com a saída do safety car e que no reguilamento passou a constar esse ano que a ultrapassagem pode ser feita entre a linha do safety car, marcada próxima ao pit lane, e a linha de chegada.
O episódio mostrou à FIA a falta de clareza do regulamento, e a entidade reconheceu em comunicado a necessidade de esclarecimentos. "Ajustes ao regulamento são necessários para esclarecer o procedimento que os carros devem seguir quando a última volta é controlada pelo safety car, e também deve ser assegurada uma sinalização mais clara para equipes e pilotos."
O problema é quem pagou o pato pela confusão da regra foi Schumacher, que mesmo sem a ultrapassagem marcaria seis pontos pelo sétimo lugar, e com a manobra e a posterior punição, ficou sem nenhum.
Carlos PaesMas Iury, tá errado, a FIA q se enrolou, tem q voltar atrás!!! o schumi nao arriscaria os pontos se nao tivesse certeza do regulamentoPostado às 11:07 do dia 20/05/2010
IuryEu, eu, eu, o Schumacher se ferrou! Pagou o pato!Postado às 10:53 do dia 20/05/2010
Russella FIA se enrola tanto, mas tanto com essas regras... Postado às 10:44 do dia 20/05/2010
A Red Bull foi obrigada a mudar o desenho do difusor traseiro em Mônaco, mas Webber dominou a prova como fizera na Espanha. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A superioridade da Red Bull nessa temporada vem incomodando as outras equipes de ponta, que se esforçam por encontrar alguma irregularidade no carro projetado por Adrian Newey que justifique sua velocidade e equilíbrio tanto nas classificações quanto nas corridas.
Primeiro se levantou a hipótese de que o RB6 teria algum sistema de suspensão ativa, que lhe permitiria andar mais baixo na classificação e se elevar automaticamente com o tanque cheio para a corrida.
Por conta dessa suspeita, a FIA fez um exame completo no carro da Red Bull e nada encontrou. Agora, sabe-se que a Red Bull foi obrigada a modificar uma asa do difusor traseiro no Grande Prêmio de Mônaco.
A McLaren teria identificado um elemento do difusor traseiro do RB6, que não estaria de acordo com o regulamento. No grid para o GP da Espanha, o diretor de engenharia da McLaren , Paddy Lowe, suspeitou que alguma coisa estava irregular na traseira do carro e comunicou à FIA.
A Red Bull foi solicitada pelos comissários da FIA em Mônaco a modificar o design do difusor, mas também dominou a corrida, assim como fizera em Barcelona. O chefe da equipe, Christian Horner confirmou a mudança e foi irônico: "Tivemos que usar uma versão sem essas asas (do difusor) e descobrimos que ficou ainda melhor do que antes."
A parte traseira do carro da Red Bull tem sido constantemente observada pelos concorrentes, o que levou a equipe a colocar um batalhão de mecânicos atrás do carro quando ele está alinhado no grid. Segundo Christian Horner, a traseira do carro é muito sensível e a equipe faz o máximo para que as outras não a vejam em detalhes.
Mercedes desiste de apelar contra punição de Schumacher
A Mercedes não vai levar adiante a apelação contra a punição de 20 segundos imposta Schumacher no GP de Mônaco por ter ultrapassado Fernando Alonso quando a corrida estaria sob Safety Car.
Embora continue acreditando que a manobra do alemão foi legítima. a Mercedes desistiu da apelação diante da disposição da FIA de debater o regulamento referente ao Safety Car.
Num comunicado, a Mercedes disse que pode haver diferentes interpretações do artigo 40.13, que diz que nenhuma ultrapassagem é permitida se a corrida termina atrás do Safety Car. A equipe saudou o acordo com a FIA para que a regra seja discutida e esclarecida no próximo encontro do grupo de trabalho da federação.
HessSe fosse uma vitória até eu lamentaria, mas por um sexto lugar Schumacher nem liga, para ele o que vale é que esta superando Rosberg , um detalhe relevante...nos treinos muitos ATACARAM o Schumacher(diziam que com o carro velho Nico voltou a ser o melhor) mas o que vale é a corrida e Schumacher não deu chance ao Rosberg, NA PISTA o superou na largada e manteve a posição, Nico errou ao ficar na pista por muito tempo atrás de Webber por isso não conseguiu superar a posição de Schumacher...Nico na ESP/MON não manteve o bom nível do começo do ano e com Schumacher dando shows nas 2 ultimas corridas tem motivos para se preocupar, não vejo como grande feito Nico superar Schummy em 2010, é mais uma obrigação, pois o alemão começou enferrujado...Schumacher depois da ESP/MON mostrou que não esta morto, Nico sabe que a equipe não tem motivos para o sacanear, ele mesmo disse que as pessoas tem opinião errada sobre o Schumacher, essa reação do velho tedesco ia acontecer, era questão de tempo!Postado às 09:28 do dia 24/05/2010
A direção do Grande Prêmio de Mônaco acaba de punir Michael Schumacher com a perda de 20 segundos pela ultrapassagem sobre Fernando Alonso na última curva da corrida.
Os comissários consideraram que a corrida terminou sob Safety Car e que nenhuma ultrapassagem poderia ter acontecido entre a entrada do pit lane, onde o Safety Car deixou a pista, e a linha de chegada.
Com a punição, Schumacher caiu da sexta para a 12ª posição, e Sebastien Buemi, da Toro Rosso, subiu para o 10º lugar, conquistando seu primeiro ponto na temporada. Com o sexto lugar recuperado. Alonso passa a totalizar 75 pontos e fica apenas três atrás da dupla da Red Bull.
A Mercedes recorreu da decisão, que será julgada pela Corte de Apelação da FIA. A federação disse, no entanto, que o apelo é estritamente quanto à decisão e não à punição, já que os 12 segundos aplicados a Schumacher foram considerados um drive through pós-corrida e contra drive-through não existe recurso.
O melhor momento do GP de Mônaco foi a ultrapassagem de Schumacher sobre Alonso a poucos metros da linha de chegada. O heptacampeão teve um lampejo dos velhos tempos e mostrou a Alonso que a corida só termina com a bandeirada.
O chefe da Ferrari, Stefano Domenicali, acha que a manobra foi ilegal, pois a corrida terminou com Safety Car e a ultrapassagem não poderia acontecer.
Para mim, a ultrapassagem foi totalmente legal. Os pilotos receberam o aviso de que o Safety Car sairia naquela volta e e ele o fez antes que os carros cruzassem a linha de chegada. Portanto, a corrida voltou a acontecer naqueles metros finais, depois que o Safety Car entrou nos boxes.
O vídeo mostra claramente a luz verde na saída da Rascasse, quando Schumacher começa a colocar o carro por dentro. A ultrapassagem de fato acontece depois que o Safety Car já tinha deixado a pista, e foi uma manobra espetacular de Schumacher.
O que pode causar controvérsia é o regulamento, que diz que "se a corrida termina enquanto o Safety Car está em ação, ele vai entrar no pit lane ao fim da última volta e os carros receberão a bandeirada na posição que estão, sem ultrapassagem."
Mas Ross Brawn alega que existe uma nova regra esse ano que diz que você pode correr entre a linha de saída do Safety Car e a linha de chegada. "Nós fomos avisados antes do fim da corrida que o Safety Car estava entrando. Não houve nenhuma instrução de que a corrida terminaria com o Safety Car. Então, para nós, assim que recebemos o aviso de que o Safety Car estava deixando a pista, às 15:51, nós consideramos que a corrida estava aberta."
A FIA ainda não tomou nenhuma decisão. O piloto que atua junto aos comissários em Mônaco é Damon Hill, que foi jogado para fora da pista por Schumacher, na decisão do título de 1994, numa manobra desleal do alemão.
Uma falha no sistema de válvulas pneumáticas já deixou Alonso na mão e pode levar a Ferrari a revisar seu motor. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A Ferrari descobriu o problema no motor que falhou duas vezes com Fernando Alonso e considera pedir à FIA licença para modificá-lo, apesar da regra que congelou qualquer desenvolvimento de motor.
Segundo a revista alemã Auto Motor und Sport, se a Ferrari conseguir provar que o motor está sofrendo um problema geral de confiabilidade, poderá obter uma exceção para modificá-lo.
A Ferrari identificou uma falha no lacre das válvulas pneumáticas. Durante as corridas, muito ar escapa do sistema, e com a nova regra não há tempo sificiente de uma recarga durante o pit stop.
A publicação alemã afirma que o problema não é novo, e que na temporada passada o reservatório de ar era preenchido paralelamente ao reabastecimento de combustível. Com a proibição do reabastecimento, acabou o tempo para isso.
Outra questão é que as paradas para troca de pneus macios pelos mais duros geralmente acontece na primeira parte da corrida, quando o sistema pneumático tem ar suficiente. Com o desenrolar da prova, o óleo penetra no sistema, o que reduz o volume de ar e aumenta a pressão.
Se for bem sucedida junto à FIA, a Ferrari poderá fazer a melhora no motor. Mas as unidades já usadas por Alonso e Massa não podem ser alteradas.
MairO carro do Massa também teve problema de superaquecimento nos treinos no Bahrein. O motor dele e o de Alonso foram trocados antes da corrida.Postado às 11:56 do dia 23/04/2010
MMInteressante, somente aconteceu no carro do Alonso... Postado às 11:22 do dia 23/04/2010
Um porta-voz da FIA confirmou à Autosport que está em curso uma investigação sobre um evento relacionado ao campeonato da Fórmula 1 de 2008. Mesmo sem nomear o episódio, tudo aponta para uma suposta armação da Renault no Grande Prêmio de Cingapura, vencido por Fernando Alonso. Naquele GP, Alonso assumiu a liderança logo após um pit stop, beneficiado pela entrada na pista do safety car em virtude de acidente com Nelsinho Piquet, seu companheiro na Renault. O acidente de Piquet gerou teorias conspiratórias, já que ele rodara praticamente no mesmo lugar, na volta de apresentação, o que foi interpretado como um treinamento para o acidente real que aconteceria depois. O piloto brasileiro disse à época que o erro foi seu, mas tudo sugere que novas evidências foram encontradas, o que levou a FIA a abrir investigação. Seria muito estranho uma equipe ordenar que seu piloto batesse de propósito para beneficiar o outro, até porque as consequências de um acidente são imponderáveis. Também seria esquisito um piloto aceitar uma ordem como essa, o que implicaria em se tornar cúmplice da falcatrua. Seja o que for, a história volta a jogar lama na F1, que em 2007 já enfrentara o caso de espionagem da McLaren, flagrada com dados técnicos da Ferrari.
RaquelNossa, q vexame!! :( Espero que não seja verdade.... de qualquer forma, tem que ser mesmo investigado!!Postado às 11:34 do dia 31/08/2009
Jorge PiresQue papelão hein... Vergonha para os PiquetsPostado às 08:35 do dia 31/08/2009
GabrielEssa investigação pode sepultar carreiras. Terminar com a do Briatore e limar chances do Nelsinho de tentar mostrar serviço na F1.Postado às 08:34 do dia 31/08/2009
Novas regras da FIA para 2010: pit stop só para troca de pneus. Foto: Mark Thompson / Getty Images
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou novas regras para a temporada 2010 de F 1, que prometem trazer mais emoção aos amantes da velocidade, especialmente durante os treinos classificatórios. O reabastecimento no pit stop, por exemplo, será proibido e a parada servirá apenas para troca de pneus.
O formato dos treinos permanecerá no mesmo modelo da temporada atual, ou seja, a classificação continuará a ser dividida em três partes. No entanto, oito carros passarão a ser eliminados no Q1 e no Q2, em vez dos cinco atuais. Já no Q3. que reúne os 10 pilotos que lutam pela pole position, os competidores poderão estar com o tanque vazio, e enchê-los após o treino. Atualmente, entre o Q3 e a corrida, os competidores não podem colocar nem retirar combustível de seus carros.
O peso mínimo dos carros também será alterado, passando de 605kg para 620kg (sem combustível e incluindo o piloto). Esta alteração visa prever a utilização do sistema KERS, que continuará permitido - mesmo com o acordo da Associação das Equipes da Fórmula 1 (Fota) em não usar o acessório no próximo ano. Ao contrário do que se esperava, os cobertores elétricos para aquecimento de pneus não foram abolidos.
Além disso, derrota para Bernie Ecclestone, chefe comercial da categoria: será mantido o sistema de pontuação vigente. Ecclestone apoiava o sistema que daria o título ao pitolo que alcançasse o maior número de vitórias na temporada.
GabrielAinda bem que mantiveram a pontuação como critério...se não, poderíamos ter um campeão já na metade da temporada e o resto seria muito sem graça... Viva!Postado às 16:22 do dia 21/08/2009
AneliseCom essas novas regras, os pilotos não precisam ficar tão magros por causa do Kers. Coitados estão parecendo doentes (anorexicos), melhor assim, são atletas e precisam ter uma aparência saudável.
Go Kimi!!!!!
Absolvida pela FIA, a Renault correrá em Valência. Foto: Paul Gilham/Getty Images
Como os rumores já apontavam, a Renault foi absolvida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), na manhã desta segunda-feira. A escuderia francesa havia sido punida devido a um erro no pit stop, que fez com que uma das rodas do carro de Felipe Alonso se soltasse, durante o GP da Hungria e, por isso, não disputaria a próxima prova em Valência. Embora a Renault tenha admitido conduta insegura na apelação desta manhã, a corte decidiu que a penalidade era exagerada, sendo substituída por uma multa de US$50 mil, além de uma advertência.
Resta agora à equipe francesa divulgar o nome do substituito de Nelsinho Piquet, demitido recentemente. Tudo indica que o nome a ser anunciado será o de Romain Grosjean, piloto de testes da escuderia.
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
Gabriel Schmidt
Jornalista, fanático por automobilismo e caçador de novidades. Acompanha profissionalmente o automobilismo e o mercado desde 2008.