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Quarta-feira, 1 de setembro de 2010 | 10:04
Boatos voltam a envolver Massa e Kubica
De acordo com um portal da Catalunha, Kubica poderia ser o novo companheiro de Alonso na Ferrari em 2011, trocando de cockpit com Massa. Foto: Mark Thompson/Getty Images
A temporada de boatos parecia encerrada com a definição das principais equipes para 2011, mas o portal Televisió de Catalunya afirmou que pode haver uma troca de cockpits entre Felipe Massa e Robert Kubica, que renovaram seus contratos com a Ferrari e a Renault, respectivamente.

O movimento seria estranho e teria que envolver compensações por parte da Ferrari, já que a Renault não ganharia nada em liberar Kubica. Embora não venha fazendo uma boa temporada esse ano, Massa renovou seu contrato com a Ferrari até o fim de 2012. Kubica também acertou com a Renault por mais duas temporadas, mas está de olho numa equipe mais poderosa.

Outra novidade seria a volta da Renault, como montadora, que estaria disposta a recomprar a equipe que leva seu nome. Com a imagem seriamente afetada pelo escândalo do acidente proposital de Nelsinho Piquet, em Cingapura, e afetada pela crise econômica, a Renault vendeu ano passado 85% de sua equipe de Fórmula 1, com sede em Enstone, na Inglaterra, para o grupo de investimento Genii Capital, com sede em Luxemburgo.

O jornal finlandês Turun Sanomat afirma que a situação financeira da Renault melhorou tremendamente, a ponto de a equipe querer voltar com toda força à Fórmula 1. No meio dessa boataria toda, o atual chefe da equipe, Eric Bouiller, comentou em Spa que Kimi Raikkonen pode voltar à F1 ano que vem pela Renault.

Quem tem grandes chances de deixar a equipe é o russo Vitaly Petrov, que estreou esse ano na Fórmula 1 e ainda não convenceu. Uma das possibilidades é que Petrov se transfira para a Lotus, que deverá trocar o motor Cosworth pelo Renault, a partir do ano que vem.

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CarolinaCreio que sejam só especulações. Acho que Massa continua na Ferrari em 2011 e Kubica fica na Renault.

A Renault vem tendo nesta década uma relação dúbia com a F-1. Por isso, tenho minhas dúvidas se eles realmente querem recuperar essas ações.

P.S.: Adorei o blog. Vou voltar sempre para comentar.
Postado às 13:58 do dia 02/09/2010
felipenao sei nao... massa dobrou-se às vontades da equipe na alemanha, imagino que o contrato dele esteja certo, com clausula barrichello e tudo, rsrsPostado às 17:00 do dia 01/09/2010
GilbertoNinguem segura o Kubica numa FerrariPostado às 11:34 do dia 01/09/2010
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Quarta-feira, 21 de julho de 2010 | 10:22
Petrov tem duas corridas para mostrar serviço
Petrov precisa de bons resultados porque tem nada menos do que sete pilotos interessados no seu lugar. Foto: Malcolm Griffiths/Getty Images
Com a evolução surpreendente da Renault, um lugar na equipe francesa passou a ser motivo de cobiça de vários pilotos, e Vitaly Petrov vai ter que mostrar serviço nos GPs da Alemanha e da Hungria para assegurar seu lugar ao lado de Robert Kubica em 2011.

O piloto russo não vem fazendo uma temporada de todo ruim para um estreante, mas está longe de acompanhar o ritmo de Kubica. Até aí, seria exigir muito, mas Petrov também está aquém do equipamento, já que marcou apenas seis pontos, contra 83 de Kubica.

Oficialmente, a Renault diz que não tem pressa em definir a situação de Petrov, mas várias fontes falam que o período para Petrov convencer a equipe de sua permanência termina no intervalo de verão, logo após o GP da Hungria.

Muitos pilotos estão interessados no lugar de Petrov e vários já iniciaram conversações com a equipe. Heikki Kovalainen, Timo Glock, Kimi Haikkonen, Nick Heidfeld, Kamui Kobayashi, Christian Klien e Adrian Sutil são nomes que já foram cogitados como possíveis pilotos da Renault ano que vem.

Petrov sabe que a tarefa é dura e que precisa melhorar seu desempenho. "Como sempre, o primeiro objetivo é estar próximo do ritmo de Robert (Kubica). Então, eu tenho que classificar entre os dez primeiros e terminar as corridas."

Petrov levou patrocínio para a Renault, até o nome de um concorrente, a russa Lada, apareceu nos carros amarelos, mas nem assim seu lugar está assegurado.
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LeilaTem quem só trabalhe sob pressão, vamos ver se é o caso do Petrov!! Tá cruel essa disputa na F1 ein...Postado às 17:11 do dia 21/07/2010
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Segunda-feira, 19 de julho de 2010 | 11:23
F1 nas ruas do mundo

Nesse último fim de semana sem corrida, a Fórmula 1 andou se exibindo pelas ruas do mundo. Vejam os dois vídeos, com Sebastian Vettel em sua cidade natal, Heppenheim, e Jenson Button e Vitaly Petrov andando nas ruas de Moscou.

Vettel levou 120 mil pessoas às ruas de Heppenheim para vê-lo andando em ruas de paralelepípedo, entre cafés, numa daquelas ações promocionais que só a Red Bull sabe fazer. Já Button e Petrov atuaram para promover um futuro GP da Rússia, que seria disputado em 2012. Os dois pilotos andam pelo Kremlin e Petrov usa uma Renault com lugar para dois caronas. Quem será que foram os felizardos?

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LeilaAs equipes estão investindo mesmo nesses vídeozinhos promocionais né... quem ganha são os fãs!! adoooro!!Postado às 11:42 do dia 20/07/2010
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Quinta-feira, 17 de junho de 2010 | 9:42
Grandes não mudam em 2011
A renovação dos contratos de Felipe Massa, pela Ferrari, e de Mark Webber, pela Red Bull, definiu os pilotos das principais equipes para 2011 e encerrou a "sily season" mais cedo do que se esperava.

As equipes grandes manterão sua dupla de pilotos ano que vem, e mesmo as médias não devem mudar tanto. A Williams vai ficar com Rubens Barrichello e Nico Hulkenberg, e a Renault vai segurar Robert Kubica, nome mais envolvido numa possível transferência, mas que agora ficou sem lugar fora da equipe francesa.

Vitaly Petrov, embora tenha se revelado um piloto promissor, tem sua posição ameaçada, já que a Renault poderá reforçar a equipe tentando atrair Adrian Sutil, da Force India. A revista italiana Autosprint falou também de uma possível volta de Kimi Raikkonen à Fórmula 1 pela Renault, mas parece pouco provável que o finlandês volte em uma equipe intermediária.

Se Sutil sair da Force India, a equipe indiana poderá ser a que mais mudará, já que o alemão é seu principal piloto, o que a obrigaria buscar algum nome de relativo peso. Vitantonio Liuzzi não tem o lugar totalmente assegurado, já que seu desempenho tem sido instável. Enquanto Sutil marcou 23 pontos, Liuzzi tem apenas 12.

A Lotus tende a manter seus pilotos para continuar sua evolução, e nas outras novatas tudo pode acontecer, já que o fator financeiro pesa na escolha dos pilotos.
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Sexta-feira, 11 de junho de 2010 | 10:11
Uma corrida para Kubica
Kubica gosta de correr perto dos muros e seu terceiro lugar em Mônaco confirma isso. O polonês pode repetir a performance no Canadá. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A McLaren e a Red Bull dividem o favoritismo no Grande Prêmio do Canadá, mas Robert Kubica, que vem fazendo uma temporada excelente, corre por fora por sua predileção pela pista de Montreal, que não agrada qualquer piloto.

Na entrevista coletiva de quinta-feira, Kubica confirmou seu gosto pelo circuito, uma combinação de Mônaco e Monza, com curvas apertadas e de baixa velocidade e uma longa reta. Os carros terão que reduzir a pressão aerodinâmica, mas precisarão de uma boa aderência mecânica.

Kubica gosta particularmente das freadas fortes, que no Canadá levam os pilotos de 300 km/h para pouco mais de 100 km/h e acha que as características do carro da Renault e do circuito se encaixam bem no seu estilo de guiar, o que o deixa otimista.

Como cada piloto tem sua mania, Kubica também gosta dos muros próximos à pista e da pouca área de escape. "Eu gosto quando os muros estão perto e há uma pequena margem de erro, o que é sempre desafiador e dá, pelo menos para mim, mais prazer de guiar", comentou.

Kubica sabe muito bem do que está falando, porque foi justamente no Canadá que deu um pancadão em 2007, do qual só sobreviveu pela ressistência e segurança de um fórmula 1 moderno. Mas no ano seguinte, Kubica vencia em Montreal sua única corrida na F1 até hoje.

O piloto polonês lembrou que gostava de correr perto dos muros na Fórmula 3, em Macau e outros circuitos de rua. "Parece que quando eu vou para circuitos de rua ou pistas com baixa aderência eu corro bem."

Se lembrarmos que em Mônaco ele largou na primeira fila e chegou em terceiro lugar, atrás da dupla da Red Bull, dá para acreditar que em Montreal suas chances de um bom resultado são reais.


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Sexta-feira, 4 de junho de 2010 | 9:48
Chassis x motor
A eficiência do chassis do RB6 vem compensando uma desvantagem de potência do motor Renault estimada em 30 cavalos. Foto: Malcolm Griffiths/Getty Images
A eficiência do chassis do carro da Red Bull é tamanha que a equipe fez as seis poles e venceu três corridas até agora mesmo com uma desvantagem de potência do motor Renault em torno de 30 cavalos para os demais.

No início da temporada, a Red Bull pediu à FIA uma equalização do motor Renault, que estaria com uma diferença de potência de 3,5% a 4% para o Mercedes, quando a regra permite uma diferença máxima de 2%. A FIA negou o pedido, com base no congelamento do aumento de potência dos motores, mas a Renault pode aprimorar o motor em termos de confiabilidade.

Christian Horner condena o congelamento da maneira como está, pois criou vantagens e desvantagens. "Os fabricantes precisam se reunir e encontrar uma maneira de ir adiante", defendeu o chefe da Red Bull, acrescentando que isso será determinante para a equipe permanecer com a Renault ano que vem.

Horner disse que pode parecer irônico se queixar de falta de potência no motor quando a Red Bull lidera o campeonato, com seis poles consecutivas, mas atribiu o sucesso ao trabalho que vem sendo feito no chassis.

"No momento, nós temos uma vantagem no chassis, que pode não estar acontecendo mais em duas ou três corridas. E aí, o motor se torna um fator determinante", disse Horner à Autosport.

Em contrapartida, o V8 da Renault é o mais eficiente no consumo, o que permitia à equipe largar com menos combustível. Essa diferença parece ter sido reduzida, já que na Turquia, os carros da Red Bull entraram no modo de economizar combustível antes da McLaren. Ou melhor, entrariam, já que Vettel ainda estava à plena potência quando bateu em Mark Webber.
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Segunda-feira, 24 de maio de 2010 | 10:02
Webber e Massa movem a silly season
Nicolas Todt, empresário de Massa, teria iniciado negociações com a Renault para 2011. Foto: Mark Thompson: Getty Images
De agora até julho, os boatos sobre mudanças de equipe vão aumentar ainda mais. Muitos não passarão disso mesmo, mas é preciso acompanhá-los, pois na F1, muitas vezes onde há fumaça há fogo. Mark Webber, que após as quatro primeiras corridas era praticamente considerado peça fora do baralho, virou figura determinante após as vitórias consecutivas em Barcelona e Mônaco.

O lugar de Webber era um dos mais cobiçados, mas a Red Bull já avisou que gostaria de manter sua dupla de pilotos para 2011. Webber, porém, não descarta mudar de equipe ao fim desse ano, quando termina seu contrato. Um interesse da Ferrari no australiano já foi mencionado e até uma troca com Felipe Massa, que iria para seu lugar na Red Bull. Webber espera que seu futuro na F1 esteja definido até o GP da Inglaterra, dia 11 de julho.

Se corre o risco de perder Webber, a Red Bull nem quer ouvir falar de uma saída de Vettel. O jovem piloto alemão é a aposta da Red Bull, que usa um discurso sedutor para mantê-lo. Segundo Helmut Marko, conselheiro esportivo da equipe, porque Vettel trocaria uma situação confortável na Red Bull por uma disputa acirrada com Alonso, na Ferrari, por exemplo. Marko lembrou que a Red Bull vem com um carro vencedor desde 2008 e que tem condições de manter essa situação nos próximos anos.

A menção freqüente à Ferrari confirma que a posição de Massa é mesmo a mais ameaçada. O brasileiro gostaria de continuar na escuderia italiana, mas diante dos boatos, seu empresário, Nicolas Todt, teria iniciado conversas com a Renault, segundo informações do jornal finlandês Turun Sanomat.

Nesse caso, mais uma vez, Massa poderia trocar de lugar com outro piloto. Robert Kubica deixaria a Renault para se mudar para a Ferrari, e o brasileiro ocuparia seu lugar na equipe francesa. McLaren e Mercedes, por enquanto, se mantêm fora das especulações. A equipe inglesa tem uma dupla de campeões mundiais e não teria razão para mudar, a não ser que o relacionamento entre Button e Hamilton desandasse, o que não parece ser o caso. Já a Mercedes aposta em Nico Rosberg e só mudaria algo se Schumacher, frustrado com sua fraca temporada, decidisse abreviar sua volta à Fórmula 1.

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Carminomassa na renault??? [2]

kubica na ferrari ia fazer um estrago, eu queria o massa na redbul com o vetel, ia ser uma boa dupla!
Postado às 12:26 do dia 24/05/2010
IuryMassa na Renault? Está fadado ao fracasso!
Se for para a RBR, ainda pode sonhar com alguma coisa.
É o Barrichello do futuro!
Postado às 10:49 do dia 24/05/2010
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Terça-feira, 11 de maio de 2010 | 8:11
Mônaco terá 5 ex-vencedores
Qualquer estatística sobre Mônaco exige muita pesquisa, já que corridas de Fórmula 1 são disputadas lá desde 1929, mas talvez não seja muito arriscado dizer que possivelmente um GP em Monte Carlo não teve tantos ex-vencedores alinhados no grid como acontecerá no próximo domingo.

Nada menos que cinco pilotos que largarão nesta edição já foram vencedores nas ruas do Principado. O maior deles é Michael Schumacher, que com cinco primeiros lugares lá se igualou a Graham Hill, apelidado de Mr. Mônaco pela sua sequência de vitórias. À frente dos dois na história, só Ayrton Senna, que venceu seis vezes.

Mas Schumacher dificilmente terá chances de voltar a vencer esse ano, assim como Jarno Trulli, cuja única vitória na Fórmula 1 aconteceu justamente em Mônaco, pela Renault, em 2004. Schumacher, na Mercedes, e Trulli, na Lotus, não têm equipamento para sonhar com a vitória esse ano.

Já os outros três vencedores estão no páreo. A dupla da McLaren venceu nos últimos dois anos. Lewis Hamilton, em 2008, e Jenson Button, em 2009, quando corria pela Brawn. Os dois pilotos gostam de correr em Monte Carlo e classificam suas vitórias lá como pontos altos de suas carreiras. Hamilton chega a afirmar que seu sucesso na chuva em 2008 foi provavelmente sua melhor vitória na Fórmula 1.

Fernando Alonso já saboreou por duas vezes a champagne no camarote dos Grimaldi, e por duas equipes diferentes. Venceu em 2006 pela Renault, em em 2007 pela McLaren. Com mais uma vitória, inscreveria seu nome no livro dos recordes do mais charmoso circuito da F1, ao lado de Jackie Stewart e Stirling Moss.
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João CarlosAposto na vitória de uma RBR. Largando na frente, dificilmente serão ultrapassadas.Postado às 10:32 do dia 11/05/2010
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Segunda-feira, 3 de maio de 2010 | 10:21
Hispania precisa de grana
Yamamoto também leva patrocínio para a HRT. Foto: Getty Images
A Hispania fez a aposta errada de entrar na Fórmula 1 com dois pilotos estreantes, mas assim como isso se deveu ao fator financeiro, a situação se repete agora com o piloto Sakon Yamamoto, que guiará o carro nos treinos de sexta-feira.

Todo mundo estranhou quando a equipe, depois de anunciar que precisava de um piloto mais experiente para desenvolver o carro, disse que o escolhido era Yamamoto, um piloto de passagem discreta pela Spyker e Super Aguri, que também testou para a Renault em 2008.

O chefe da Hispania, Colin Kolles, contou que o japonês de 27 anos também está trazendo patrocínios para a equipe, assim como Bruno Senna e Karun Chandhok. "Nós não podemos pagar pilotos como Jarno Trulli e Heikki Kovalainen, como a Lotus fez. Nós precisamos de pilotos que sejam bons, mas que também tragam orçamento", disse Kolles, com todas as letras.

Assim como as demais equipes, a Hispania também levará novas partes para Barcelona, mas Kolles reconhece que ainda será necessário muito trabalho para tornar o carro rápido. Embora a Virgin também venha revelando um certo amadorismo, acho difícil que a Hispania consiga escapar dos dois últimos lugares do grid.
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Quinta-feira, 29 de abril de 2010 | 10:01
Kers volta em 2011 pelas mãos de Renault e Ferrari
A BMW foi uma das que desenvolveu o Kers a custos astronômicos. Foto: Getty Images
Suspenso este ano por acordo entre as equipes, o Kers deve voltar em 2011, fornecido pela Renault e pela Ferrari. As duas escuderias fizeram uma apresentação a todas as equipes mostrando que podem produzir o equipamento por menos de um milhão de euros.

O uso do Kers, que armazena a energia gerada nas freadas e a reintroduz para aumentar a potência do motor durante aceleração, foi suspenso pelo seu alto custo, que não compensava o benefício. Ano passado, apenas Ferrari, McLaren, Renault e BMW o utilizaram, quando seu desenvolvimento estava avaliado entre 10 e 20 milhões de euros.

A Renault disse que pode fornecer o novo Kers, mais barato e eficiente, a qualquer equipe da Fórmula 1, e a Ferrari às equipes que utilizem o seu motor.

Sistemas similares ao Kers já estão sendo usado em carros de passeio, chamados de carros híbridos, produzidos por Toyota, Honda e BMW.

A Fórmula 1 também está para decidir o fornecedor de pneus da categoria em 2011, no lugar da Bridgestone, que anunciou sua retirada. A disputa está entre Michelin e Avon. A fabricante francesa tem experiência recente na F1, mas a Avon está oferecendo os compostos a um custo mais barato.
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Carlos Paeso Kers é um equipamento mt legal, a FIA deveria pensar em como seu poder de influência poderia fomentar o uso em tds os setoresPostado às 11:05 do dia 29/04/2010
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Segunda-feira, 26 de abril de 2010 | 13:44
Pilotos táticos
Para Kubica, estratégia é pensar a corrida inteira. Foto: Getty Images
As duas vitórias de Jenson Button nas quatro primeiras corridas e sua liderança no campeonato já tinham revelado que essa temporada exigirá muita estratégia e inteligência dos pilotos na administração das corridas. Robert Kubica, outro piloto que vem sem beneficiando disso, com um carro inferior, confirmou que o novo regulamento beneficia os pilotos que sabem poupar equipamento.


O fim do reabastecimento obriga os pilotos a usarem os pneus em trechos mais longos, e é preciso saber economizá-los. Em entrevista à Autosport, Kubica afirmou que a lição das quatro primeiras corridas foi que é preciso pensar a prova inteira e não simplesmente ir atrás de voltas rápidas.


Com 40 pontos no campeonato, colado em Massa e bem à frente de Mark Webber, Kubica atribui a essa questão tática o bom desempenho da Renault até agora. "Esse ano é muito importante cuidar dos pneus e guiar da forma mais inteligente, não apenas forçar por duas ou três voltas porque os pneus degradam rapidamente".


Lewis Hamilton também concordou com essa necessidade ao reconhecer que seu estilo agressivo não trouxe os mesmos resultados que a suavidade de Button. Embora tenha sido o homem-show da temporada e feito nada menos que 32 ultrapassagens, Hamilton viu seu companheiro de equipe ser mais eficiente e obter melhores resultados.

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Segunda-feira, 26 de abril de 2010 | 10:50
Hulkenberg reverencia Barrichello
Hulkenberg fica impressionado com os tempos de Barrichello. Foto: Getty Images
O fato é pouco comum entre novatos que chegam à Fórmula 1 acreditando que irão repetir logo o sucesso que tiveram nas categorias menores. Por isso, merecem registro os elogios que Nico Hulkenberg fez publicamente a Rubens Barrichello.

Campeão da GP2 ano passado, Hulkenberg diz que tem procurado extrair o máximo de Barrichello. "É enigmático como ele consegue pilotar o carro apenas oito décimos mais lento que os da frente", disse Hulkenberg à revista alemã Auto Motor und Sport. "E quando o carro está realmente difícil, Rubens consegue uma volta que me faz imaginar como ele consegue isso", acrescentou.

O carro da Williams está longe do pelotão dianteiro e, mesmo no intermediário, vem sendo superado por Renault e Force India. Barrichello pontuou nas duas primeiras provas, e na China quase chegou ao Q3. Hulkenberg marcou um ponto na Malásia.

O jovem píloto alemão, 22 anos, vê como positiva a oportunidade de ser companheiro de equipe do brasileiro e sonha alcançá-lo. "Ele é um piloto experiente, que venceu corridas ano passado com um carro vencedor. Se eu o acompanhá-lo na classificação e superá-lo na corrida será um sucesso."


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CarloDa mesma maneira que ser presidente é destino, ser campeão da F1 também é. Tudo tem que conspirar a favor: carro, clima, adversários... O Rubinho nunca teve estrela, e isso é fundamental Postado às 17:14 do dia 26/04/2010
MairBarrichello suportou a carga de ser o principal brasileiro na F1 após a morte de Senna. Depois, ter sido companheiro de Schumacher, quando o alemão estava no auge e a Ferrari voltada para ele. Mas é o melhor piloto brasileiro depois dos três campeões mundiais: Emerson, Piquet e Senna.Postado às 11:14 do dia 26/04/2010
Paulo Joséjá reparou como só os torcedores e os piadistas falam contra o rubinho? toda a galera da f1 gosta do caraPostado às 11:09 do dia 26/04/2010
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Sábado, 24 de abril de 2010 | 12:01
McLaren 100%
Reproduzo coluna do SpeedBlog na edição de hoje do jornal Campeão.

Com os primeiros quatro grandes prêmios completados, a revista alemã Auto Motor und Sport elaborou um interessante ranking de confiabilidade, bastante revelador do atual estágio das equipes da Fórmula 1. A McLaren é a única das 12 equipes da temporada com 100% de aproveitamento, o que explica sua liderança entre os construtores e a de Jenson Button no campeonato de pilotos.


A equipe inglesa tem duas vitórias, quatro pódios e seus dois pilotos chegaram ao fim de todas as corridas na zona de pontuação. Button e Lewis Hamilton completaram as 438 voltas das quatro corridas somadas, um total de 2.562 km, sem que seus carros apresentassem qualquer defeito ou se envolvessem em acidentes.


A Ferrari, mesmo enfrentando problemas de confiabilidade no motor, tem 99,5% de aproveitamento, já que o propulsor de Fernando Alonso explodiu a 11 km do fim do Grande Prêmio da Malásia.A Red Bull, que teve o carro mais rápido nas quatro primeiras corridas, está em terceiro no ranking, com 405 voltas completadas e aproveitamento de 92,4%.


O grande desastre da temporada até agora é a Sauber, que só viu a bandeira quadriculada uma vez, na Austrália, e conseguiu completar apenas 112 voltas das 438 possíveis, o que corresponde a um quarto da distância percorrida (25,5%). A Sauber fez uma boa pré-temporada e chegou a pintar como uma possível surpresa. Mas bastou o campeonato começar para ver que ela estava abaixo do pelotão intermediário, condição agravada pela falta de confiabilidade do motor Ferrari que a equipe utiliza.


Peter Sauber, o dono da equipe, confessou que seus carros andaram com pouco combustível na pré-temporada para conseguir bons tempos e atrair patrocinadores. O tiro saiu pela culatra. O carro da Sauber continua branquinho como um lençol lavado e os resultados não vieram até agora.


A situação da equipe é tão dramática, que a posição do piloto espanhol Pedro de La Rosa está ameaçada. Peter Sauber declarou publicamente que um dos problemas da equipe é sua dupla de pilotos, que não está se comunicando bem com os engenheiros. Sauber apostou no veterano De La Rosa, 37 anos, e no jovem Kamui Kobayashi, 23, e se revelou insatisfeito, sobretudo, com o primeiro. "O que nós provavelmente subestimamos foi o tempo de familiarização dos pilotos com a equipe. Pedro, depois de muitos anos como piloto de teste, está voltando a correr agora, e o processo de adaptação é mais desafiador do que nós prevíamos."


A Sauber conseguiu a proeza de ter um rendimento inferior ao da Virgin, cujo carro tem um erro de projeto na dimensão do tanque de combustível que lhe impede de chegar ao fim das corridas com um ritmo forte. Apesar de todos os problemas de um carro novo, concebido inteiramente por computador, sem um teste sequer em túnel de vento, Timo Glock e Lucas di Grassi conseguiram percorrer 148 voltas, equivalentes a 818 km.


Entre as novatas, a sensação é a Lotus, que completou 327 voltas, desempenho superior ao da Force Índia e da Toro Rosso. O ranking da confiabilidade também serve para demonstrar a diferença abissal entre as equipes grandes e pequenas. Enquanto McLaren e Ferrari percorreram mais de 2.500 km, Virgin e Sauber, que foi rebaixada à pequena, não chegaram nem a um terço disso.
 

Estatística de confiabilidade após 4 das 19 corridas

 

Equipe 

Chegadas

Quebras

Acidentes

Voltas

Km percorridos

McLaren 

8/8

0

0

438 (100%)

2562,6 km

Ferrari

7/8

1

0

436 (99,5 %)

2551,5 km

Red Bull 

7/8

1

0

405 (92,4 %)

2387,7 km

Mercedes

7/8

1

0

391 (89.2 %)

2302,1 km

Williams

7/8

0

1

377 (86,0 %)

2138,5 km

Renault

5/8

2

1

329 (75,1 %)

1943,4 km

Lotus

5/8

3

0

327 (86,0 %)

1861,7 km

Toro Rosso

5/8

1

2

321 (73,3 %)

1831,4 km

Force India

5/8

2

1

289 (65,9 %)

1653,9 km

HRT

5/8

2

1

286 (65,2 %)

1575,4 km

Virgin

1/8

6

1

148 (33,8 %)

818,1 km

Sauber

1/8

5

2

112 (25,5 %)

636,5 km

 

 

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Quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 11:22
Alonso: despedida emocionada
Alonso afirma estar emocionado em despedir-se da Renault. Foto: Getty Images

Faltando apenas uma etapa para o fim da temporada 2009, o bicampeão Fernando Alonso prepara-se para trocar a Renault pela Ferrari, onde pretende encerrar sua carreira. O piloto espanhol adimitiu ao site da revista Autosport que o fim de semana em Abu Dhabi será de grande emoção por despedir-se da escuderia francesa.

"Será uma corrida emocionante pois levo grandes recordações graças a este time e estou deixando para trás muitos amigos", afirmou. "Eu adoraria encerrar a temporada e minha passagem pela Renault com um bom resultado".

Alonso conquistou seus dois títulos mundiais pela Renault, nas temporadas de 2005 e 2006. Após sua breve e conturbada passagem pela McLaren em 2007, o piloto retornou è equipe francesa, sendo anunciado, em setembro deste ano, como novo piloto da Ferrari.

"A Renault é uma das maiores equipes da Fórmula 1 e estou animado em poder disputar contra eles nos próximos anos", acrescentou.

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Segunda-feira, 26 de outubro de 2009 | 10:04
Piquet: Nelsinho não fez pior do que Senna
Piquet exige desculpas da Renault. Foto: Getty Images
O tricampeão mundial Nelson Piquet disse à publicação alemã Auto Motor und Sport não entender a celeuma em torno do acidente proposital provocado por seu filho, Nelsinho Piquet, no GP de Cingapura de 2008.

Embora considere errado o que Nelsinho fez, Piquet afirmou que o também tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna fez coisa semelhante sem tanta condenação. "Ayrton Senna venceu dois campeonatos assim. Em 1983, ele venceu o campeonato inglês de Fórmula 3 jogando o carro sobre o do rival Martin Brundle. E em 1990, ele se tornou campeão mundial de Fórmula 1 após jogar Alain Prost para fora da pista deliberadamente."

Piquet exige agora que a Renault peça desculpas publicamente por ter apoiado a intenção de Flavio Briatore de processá-lo junto com o filho por calúnia e extorsão. "A Renault tem duas semanas. Se nada acontecer nesse prazo, haverá uma ação legal", ameaçou.
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EdwardNa minha opinião ele tem o mesmo problema do Pelé. Os dois sempre precisam que os holofotes estejam apontados para eles.Postado às 00:44 do dia 29/10/2009
Cristiano TorresCaros amigos,
Sou fã do tri-campeão Nélson Piquet, mas parece que ele não consegue superar o recalque em relação à Senna. Tudo que é assunto ele acha de alfinetá-lo. Tá pagando a língua com o filho, infelizmente. Talvez ele não saiba dar valor a si mesmo, pois suas conquistas foram conquistadas com méritos dentro de um ambiente de muita competição, rivalidade e muitos segredos, assim como ocorreu com Ayrton Senna. Ficar comparando um com o outro é besteira, cada um te o seu valor.
Postado às 15:45 do dia 27/10/2009
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Terça-feira, 20 de outubro de 2009 | 17:01
Bruno e Di Grassi vão testar Renault
Os brasileiros Bruno Senna e Lucas di Grassi irão participar em um dos três dias de testes pós-temporada da Renault, que usará as sessões para definir quem será o companheiro de Robert Kubica em 2010.

Senna e Di Grassi não serão os únicos convidados da Renault, mas se conseguirem um bom desempenho, um deles poderá substituir Romain Grosjean, que não agradou a equipe, e não teria chegado à Fórmula 1 se não fosse pupilo de Flavio Briatore.

Segundo a Autosport, além da Renault, Senna continua em tratativas com a Campos e a Manor, e está otimista em ter uma boa idéia de seu futuro em duas semanas.

"Nós estamos falando com a maioria das equipes novas, menos a USF1, e com algumas das atuais equipes. Mas as maiores chances estão com as novas equipes, e é nelas que estamos focando mais", afirmou Bruno Senna à revista inglesa.
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Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 | 11:25
Renault diz que fica
Em comunicado à FIA, durante a reunião do Conselho Mundial, na segunda-feira, em Paris, a Renault afirmou que continuará na Fórmula 1 apesar dos danos causados pela farsa da equipe no GP de Cingapura de 2008.

No comunicado, a Renault diz que a equipe de Fórmula 1 e sua empresa mãe levaram seriamente em consideração se deveriam continuar no esporte depois do prejuízo causado à imagem da corporação pela trapaça de Cingapura, além das pressões financeiras que levaram à retirada de outros construtores. "A conclusão foi de que devemos ficar na Fórmula 1 e continuar a dar uma importante contribuição para o esporte", assinalou a escuderia.

A Renault anunciou que vai rever suas estruturas e seus procedimentos internos para assegurar que esse tipo de incidente nunca mais se repita.

O advogado da Renault disse que o processo criminal por chantagem contra Piquet e Nelsinho foi retirado pela empresa, embora Briatore tenha mantido a questão.
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Terça-feira, 22 de setembro de 2009 | 19:02
Testemunha X
A divulgação completa pela FIA da investigação sobre o GP de Cingapura do ano passado mostra que uma quarta pessoa estava a par do acidente proposital de Nelsinho Piquet, acertado em uma reunião antes da corrida com o chefe da Renault, Flavio Briatore, e o diretor técnico, Pat Symonds.

Segundo a FIA, esta pessoa, chamada de Testemunha X, "não era um conspirador, mas estava a par da conspiração no momento do Grande Prêmio de Cingapura de 2008."

A Testemunha X confirmou à FIA que "Briatore estava implicado na conspiração, porque ela esteve pessoalmente presente a uma reunião pouco depois da qualificação de 27 de setembro de 2008, quando Symonds mencionou a posibilidade de um acidente proposital a Briatore."

A FIA decidiu manter em segredo a identidade dessa testemunha para que ela não sofesse pressão dos diretamente envolvidos com a trama, e porque ela "não teve um papel ativo na conspiração, e que, ao contrário, se opôs e manteve distância da questão"

Pelo que a testemunha disse à FIA, fica evidente se tratar de alguém de dentro da Renault, cujo depoimento ganhou importância por ser supostamente neutro e confirmar os envolvidos na farsa montada pela equipe.
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RaquelRáa..pegadinha do malandro!Postado às 10:42 do dia 23/09/2009
GabrielSenhores, façam suas apostas!Postado às 09:15 do dia 23/09/2009
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Terça-feira, 22 de setembro de 2009 | 10:23
Futuro da Renault é incerto
A ING deixa a Renault no momento em que a equipe tem sua imagem comprometida pela farsa de Cingapura. Foto: Clive Rose/Getty IMages
A amaciada que a FIA deu na punição a Renault pela farsa montada no GP de Cingapura de 2008 pode sair pela culatra, já que o futuro da equipe francesa na Fórmula 1 parece incerto.

A FIA evitou um afastamento da Renault de algumas corridas e mesmo uma pesada multa financeira para assegurar a permanência da equipe na Fórmula 1. Quando a McLaren se envolveu em espionagem de dados da Ferrari, dois anos atrás, teve que pagar 100 milhões de dólares de multa e perdeu todos os seus pontos no Mundial de construtores. Já a Renault, à frente do que foi considerado por muitos o maior escândalo da história da F1, saiu com uma suspensão simbólica, sob sursis, e se comprometeu a pagar os custos da investigação, na casa de 1,5 milhão de dólares.

Mas a mancha que o episódio deixou na Renault pode ser determinante quanto ao seu futuro na F1. A escuderia francesa perde no fim do ano o patrocínio do grupo financeiro holandês ING e poderá ter problemas para encontrar um novo patrocinador para 2010.

"Ninguém, seja fã ou patrocinador, quer associar o seu nome a uma marca acusada de trapaça", disse Jonathan Neill, diretor de relações públicas Generate Sponsorship, segundo a agência de notícias GMM.

A Renault, como montadora de automóveis, está enfrentando os efeitos da crise financeira global, e o abalo causado pelo episódio de Cingapura poderá ser determinante na sua decisão de manter o investimento na Fórmula 1 ano que vem.
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SteveTêm que sair mesmo! Vergonha para a F1 continuar com uma equipe que arma falcatruas para ganhar corridas.Postado às 16:05 do dia 22/09/2009
AlessandroAcho que a Renault já não corre em 2010. Vai abrir espaço para a Sauber.Postado às 16:04 do dia 22/09/2009
Jorge MansurTudo indica que a equipe vai sair de fininho pela porta de trás, à francesa, sem avisar.........Postado às 15:52 do dia 22/09/2009
GabrielSem ING vai ficar dificil. Nem o Santander (espanhol) quer saber deles!Postado às 12:35 do dia 22/09/2009
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Quarta-feira, 16 de setembro de 2009 | 9:58
Renault demite Briatore e Symonds
A situação ficou insustentável para Briatore (D) e Symonds, e a demissão dos dois confirma a armação em Cingapura. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A Renault anunciou a demissão do chefe da equipe, Flavio Briatore, e do engenheiro Pat Symonds e disse em nota oficial que não vai contestar as acusações de manipulação de resultado no GP de Cingapura do ano passado.

Com a medida, a Renault admite indiretamente que a batida de Nelsinho Piquet foi proposital e que a ordem partiu do comando de sua equipe na Fórmula 1. As evidências tornaram-se muito fortes e a imagem da fábrica francesa estava sendo manchada diariamente pelo noticiário sem fim.

As demissões não encerram a audiência do Conselho Mundial da FIA, no próximo dia 21, mas é bem provável que Briatore e Symonds sejam considerados culpados, podendo receber a pena máxima que é o banimento do esporte.

A Renault, como escuderia, não deve sofrer sanções mais drásticas, e apostaria em uma multa elevada, como a que a McLaren pagou ano passado por espionagem. À Fórmula 1, interessa ter uma fábrica como a Renault no grid por sua importância na indústria automobilística e por ser a única equipe francesa.
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GabrielLegal o comentário da Marcela. Tá na hora de acabar com essas briguinhas de bastidores e levar a disputa para a pista, de onde nunca deveria ter saído...
A demissão dos dois já é um avanço, mas não pode parar por aí. Acho que o Nelsinho merece algum tipo de punição também.
Postado às 13:32 do dia 16/09/2009
MarcelaDifícil entender como as coisas funcionam na F1... Jamais pensaria que um piloto bateria de propósito a mando da própria equipe! Se Briatore e Symonds foram demitidos, é pq eles tem alguma culpa no cartório! O que nos entristece é saber que fatos como esse tiram totalmente o crédito e o respeito de nós, fãs. Nos últimos anos, os problemas políticos têm invadido a F1 e, infelizmente, estão se tornando mais importantes que a própria competição. Exemplo disso foi o total descrédito de alguns na conquista do campeonato mundial de 2007 de Kimi Raikkonen! Uma injustiça, no meu ponto de vista... Só espero que isso tudo não seja grande o suficiente para acabar com a categoria.Postado às 10:34 do dia 16/09/2009
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Terça-feira, 15 de setembro de 2009 | 10:35
Renault oferece a cabeça de Briatore
A conta, enfim, chega nele. Foto: Getty Images
Uma reviravolta pode estar acontecendo no caso do acidente proposital de Nelsinho Piquet, no GP de Cingapura do ano passado. Segundo o jornal espanhol As, a Renault teria oferecido à FIA a cabeça de Flavio Briatore para encerrar a questão e evitar a exclusão da equipe francesa da Fórmula 1.

O jornal espanhol já fala inclusive nos possíveis substitutos de Briatore, que seriam Frederic Vasseur, o chefe da equipe ART, com a qual Niko Hulkenberg acaba de ganhar o título da GP2, ou Alain Prost, que perguntado sobre a possibilidade em Monza respondeu: "Só sei que existe o rumor, já veremos o que vai acontecer."

Já o jornal britânico The Times diz que a FIA também teria oferecido imunidade ao engenheiro da Renault, Pat Symonds, se ele colaborar com as investigações. Symonds teria insinuado aos comissários da FIA saber muito mais sobre o caso, mas evitou as respostas para não se incriminar.
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GabrielMuito fácil jogar um no fogo e deixar o resto do povo ileso. Tem que punir TODO MUNDO !Postado às 12:10 do dia 15/09/2009
RaquelE que todos os culpados sejam devidamente punidos!!Postado às 11:31 do dia 15/09/2009
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Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | 13:10
Nelsinho diz não ter o que temer
Nelsinho disse que não será intimidado. Foto: Getty Images
Nelsinho Piquet soltou um comunicado em que reconhece o poder de seus adversários, mas diz que não tem nada a temer, referindo-se a ação criminal que a Renault anunciou contra ele e seu pai, o ex-campeão mundial Nelson Piquet.

"Como eu estou dizendo a verdade, eu não tenho nada a temer, nem da Renault, nem de Briatore, e embora eu esteja ciente do poder e da influência dos que estão sendo investigados e dos amplos recursos que têm à disposição, eu não vou ser intimidado novamente a tomar uma decisão de que me arrependa", disse Nelsinho no comunicado.

"Eu tenho confiança na investgação da FIA e do Conselho Mundial e não farei mais comentários até a conclusão da audiência de 21 de setembro", acrescentou.
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GabrielAlguém está mentindo nessa história...Postado às 15:27 do dia 11/09/2009
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Segunda-feira, 7 de setembro de 2009 | 19:48
Renault terá kers em Monza

Depois de ter abandonado o kers após o GP da Espanha, a Renault voltará a utilizá-lo em Monza, considerando as vantagens que o equipamento oferece no veloz circuito italiano.
A escuderia francesa tinha deixado o kers de lado por considerar que o seu peso não compensava os ganhos em potência. Mas para Monza, a equipe identificou três razões para aproveitá-lo: a ajuda na tomada de tempo, a vantagem que ele produz na largada e a força nas ultrapassagens.
"O que se poderá ganhar por volta com o kers estará em um quarto de segundo ou mais nas sessões de classificação. O piloto poderá acionar o kers alguns metros antes do início da volta cronometrada e depois durante a própria volta", disse o engenheiro da Renault, Pat Symonds, à Sport Auto.
Em relação à largada, como a distância do grid à primeira curva é longa, o kers, segundo o engenheiro, produzirá uma vantagem de mais de 15 metros comparado aos carros que não possuem o equipamento.
Sobre as ultrapassagens, Symonds considera que serão mais difíceis, mas o kers poderá ser útil.

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GabrielEssa idéia de usar o kers duas vezes na mesma volta pode ajudar bastante na classificação. Mas acho que a Renault nao vai conseguir muita coisa. Kers por kers, fico com a McLaren.Postado às 09:10 do dia 08/09/2009
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Domingo, 30 de agosto de 2009 | 13:21
Novo escândalo na F 1?
Um porta-voz da FIA confirmou à Autosport que está em curso uma investigação sobre um evento relacionado ao campeonato da Fórmula 1 de 2008. Mesmo sem nomear o episódio, tudo aponta para uma suposta armação da Renault no Grande Prêmio de Cingapura, vencido por Fernando Alonso.
Naquele GP, Alonso assumiu a liderança logo após um pit stop, beneficiado pela entrada na pista do safety car em virtude de acidente com Nelsinho Piquet, seu companheiro na Renault.
O acidente de Piquet gerou teorias conspiratórias, já que ele rodara praticamente no mesmo lugar, na volta de apresentação, o que foi interpretado como um treinamento para o acidente real que aconteceria depois.
O piloto brasileiro disse à época que o erro foi seu, mas tudo sugere que novas evidências foram encontradas, o que levou a FIA a abrir investigação.
Seria muito estranho uma equipe ordenar que seu piloto batesse de propósito para beneficiar o outro, até porque as consequências de um acidente são imponderáveis. Também seria esquisito um piloto aceitar uma ordem como essa, o que implicaria em se tornar cúmplice da falcatrua.
Seja o que for, a história volta a jogar lama na F1, que em 2007 já enfrentara o caso de espionagem da McLaren, flagrada com dados técnicos da Ferrari.
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RaquelNossa, q vexame!! :( Espero que não seja verdade.... de qualquer forma, tem que ser mesmo investigado!!Postado às 11:34 do dia 31/08/2009
Jorge PiresQue papelão hein... Vergonha para os PiquetsPostado às 08:35 do dia 31/08/2009
GabrielEssa investigação pode sepultar carreiras. Terminar com a do Briatore e limar chances do Nelsinho de tentar mostrar serviço na F1.Postado às 08:34 do dia 31/08/2009
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Quarta-feira, 26 de agosto de 2009 | 16:52
KERS pode voltar aos carros da Renault

O diretor técnico Bob Bell revelou que a Renault está considerando a possibilidade de trazer KERS de volta para o GP da Italia, em setembro. A equipe francesa retirou a tecnologia de seus carros logo no começo do ano, mas após a conquista da primeira vitória da McLaren durante o GP da Hungria, a vantagem em utilizar o sistema em certos circuitos se mostrou cada vez mais evidente.

Embora não esteja planejando correr com o KERS no GP da Bélgica, que acontece no próximo fim de semana, a Renault acredita que utilizar o sistema em Monza poderia trazer resultados benéficos para o desempenho de seus carros. O circuito italiano é o mais rápido do calendário.

"Não planejamos utilizar (o KERS) em Spa, mas estamos considerando a ideia para Monza, por acreditarmos que ele poderá fazer uma boa diferença lá", explicou Bell.

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GabrielAté adiantou para não ser ultrapassado pelo Vettel, mas no fim da corrida ele perdeu todas as posições que segurou durante a corrida. Tirou o doce da criança bem nas últimas voltas. Acho que em Spa pode até fazer diferença, mas não para a Renault.Postado às 10:03 do dia 28/08/2009
Fillipi PalmieriDiscordo um pouco de você Gabriel acho que o Kers tem sido bem aproveitado, é claro que ele não esta sendo utilizado em sua maioria para se obter uma ultrapassagem e sim pra se evitar ser ultrapassado, nessa mesma corrida que você citou o Massa passou 2/3 da prova usando o Kers contra o Vettel para não ser ultrapassado, sem contar as posições que eles ganham em largada usando o Kers. Acho que em Spa e Monza deve fazer uma diferença ainda maior a favor de quem o usaPostado às 14:31 do dia 27/08/2009
GabrielAnunciavam o Kers como a revolução da temporada 2009: os carros passarão a aproveitar a própria energia. Mas, até agora, não foi tão decisivo assim. O pobre do Massa ficou até sem gasolina por causa dele no início da temporada.Postado às 08:54 do dia 27/08/2009
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Terça-feira, 18 de agosto de 2009 | 11:27
Renault confirma Grosjean
O piloto de 23 anos substitui o brasileiro Nelsinho Piquet. Foto: Mark Thompson / Getty Images.

A Renault anunciou que seu terceiro piloto Romain Grosjean irá correr pela escuderia a partir do GP da Europa e até o fim da temporada. Grosjean correrá ao lado de Fernando Alonso e substitui o brasileiro Nelsinho Piquet, que revelou seu desligamento da equipe no início do mês. 

"Estou muito orgulhoso de a Renault ter me dado essa chance de me tornar um piloto de corrida" disse Grosjean. "Estou ansioso para correr em uma R29 e ajudar o time a alcançar os melhores resultados possíveis. Além disso, é uma honra ser colega de time de Fernando Alonso e fazer minha estreia na Fórmula 1 ao lado de um bi-campeão mundial é uma motivação a mais".

O piloto de 23 anos já possui alguns títulos expressivos em seu currículo. Grosjean passou a integrar a equipe da Renault em 2006, após conquistar o título da Fórmula Renault. Em 2007, foi campeão pela Formula 3 Euro Series e em 2008, venceu o GP2 Asia Series. Na atual temporada, corria novamente pelo GP2 e conquistou duas vitórias consecutivas antes de ser chamado para sua estreia na F 1.

"Estamos muito felizes de dar essa oportunidade a Romain", comentou o diretor da equipe, Flavio Briatore. "Ele é um jovem de talento impressionante".

Briatore também agradeceu a Nelsinho Piquet por sua participação na temporada, ignorando as recentes declarações polêmicas feitas pelo piloto brasileiro.

"Gostaríamos também de agradecer ao Nelson por sua contribuição ao time durante o tempo que esteve conosco e desejamos o melhor para seu futuro".

A demissão do brasileiro já havia sido anunciada há 2 semanas, porém a escuderia francesa aguardou para anunciar seu substituto devido a indefinição quanto a sua participação no GP da Europa, que será realizado neste fim de semana, em Valência. A equipe, que tinha sido suspensa após o GP da Hungria, teve sua punição revertida na manhã de ontem.

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RaquelBriatore parece ter mta confiança nele!! Acho que ele deve pontuar, ao contrário do Nelsinho. Masss vamos ver...Postado às 16:09 do dia 18/08/2009
GabrielNão conheço o Grosjean, mas, de qualquer jeito, o carro da Renault não rende muito. De vez em quando, o Alonso ainda tira uma cartada do bolso ou um pouco de combustível do tanque para conseguir uma volta melhor. Vamos esperar para ver...Postado às 15:57 do dia 18/08/2009
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Segunda-feira, 17 de agosto de 2009 | 13:38
Renault absolvida
Absolvida pela FIA, a Renault correrá em Valência. Foto: Paul Gilham/Getty Images

Como os rumores já apontavam, a Renault foi absolvida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), na manhã desta segunda-feira. A escuderia francesa havia sido punida devido a um erro no pit stop, que fez com que uma das rodas do carro de Felipe Alonso se soltasse, durante o GP da Hungria e, por isso, não disputaria a próxima prova em Valência. Embora a Renault tenha admitido conduta insegura na apelação desta manhã, a corte decidiu que a penalidade era exagerada, sendo substituída por uma multa de US$50 mil, além de uma advertência.

Resta agora à equipe francesa divulgar o nome do substituito de Nelsinho Piquet, demitido recentemente. Tudo indica que o nome a ser anunciado será o de Romain Grosjean, piloto de testes da escuderia.

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GabrielNinguém está com peito para punir severamente uma equipe. Qualquer faísca, vira incêndio.Postado às 15:31 do dia 17/08/2009
Rafael SoaresNão passou de um teatrinho!! quem aí achou q a punição iria continuar valendo??até parece.........Postado às 14:04 do dia 17/08/2009
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Segunda-feira, 3 de agosto de 2009 | 12:12
Nelsinho Piquet: "Briatore foi o meu carrasco"
Piquet: "Fui sempre tratado como aquele que pilotava o outro carro"

Nelson Piquet Júnior não é mais piloto da Renault. O brasileiro recebeu hoje o comunicado oficial da equipe e saiu atirando em Flavio Briatore, o chefe da Renault, a quem classificou de seu carrasco.

Em seu site, Piquetzinho reconheceu estar desapontado, mas manifestou alívio pelo fim do "pior período" de sua carreira. Ele agardeceu ao "pequeno grupo" que o apoiou na Renault e disse que sempre soube trabalhar em equipe, o que pode ser testemunhado por muitas pessoas, "exceto a pessoa que teve mais influência em minha carreira na Fórmula 1".

Piquetzinho disse que ele e seu pai, o tricampeão Nelson Piquet, fizeram um contrato de gerenciamento com Flavio Briatore, acreditando ser a melhor opção pelos contatos que ele tinha na F 1. "Infelizmente, foi aí que o período negro da minha carreira começou".

Nelsinho Piquet se queixou de ter sempre sido tratado como "aquele que pilotava o outro carro" e que sofria ameaças de Briatore se não conseguisse bons resultados. Este ano, assinou um contrato baseado em desempenho, pelo qual teria que obter 40% dos pontos de Fernando Alonso até a metade da temporada.

"Eu estava confiante de que, se eu tivesse as mesmas condições, alcançaria facilmente os 40% dos pontos exigidos pelo contrato. Infelizmente, as promessas não se transformaram em realidade novamente. Com o carro novo eu completei 2.002 km de testes, contra os 3,839 quilômetros de Fernando. Apenas três dos meus dias de teste foram com pista seca e bom tempo, apenas um dos testes do Fernando foi em pista molhada. Eu testava sempre com o carro pesado, pneus duros, principalmente no primeiro dia (quando a pista é lenta ou a confiabilidade pequena), ou então com o tempo ruim. Fernando testava um carro leve, pneus moles, pista seca e em boas condições. Eu nunca tive a chance de estar preparado para classificar no sistema que utilizamos", afirmou.

O piloto brasileiro disse que continua acreditando em seu talento e só deu essas explicações pela "situação injusta" que viveu nos dois últimos anos. "Eu sempre acreditei que ter um manager seria fazer parte de uma equipe e que teria nele um parceiro. Um manager deve encorajar, apoiar e fornecer oportunidades. No meu caso foi o contrário, Flávio Briatore foi o meu carrasco."

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cacaVai correr de bicicleta nenem......Postado às 13:12 do dia 22/09/2009
EvandroAi Nelsinho falta resulatdo mesmo, não adianta botar culpa so no maneger, concordo com que você falou sobre sua situação. Sem duvidas Nelsinho Piquet tem competencia de estar na F1 porém falta resultado.Postado às 10:07 do dia 14/08/2009
Rogerio NogueiraCom certeza ele merece uma chance, sempre torcemos pelo sucesso dos brasileiros na F1...
Espero que ele possa continuar na categoria no próximo ano em qlq escuderia q seja, pq pior do q pilotar um carro ruim, é não ter carro para pilotar, o que pode decretar um fim prematura nas chances dele na F1...
Postado às 22:14 do dia 04/08/2009
MairÉ a velha história de ir bem nas categorias inferiores e ter dificuldades na principal. Mas acho que Nelsinho tem talento e merece mais uma chancePostado às 11:52 do dia 04/08/2009
Rogerio Nogueiraeles sempre fizeram assim... na F3 SA, na Inglesa e na GP2, Papai Piquet sempre deu o carrinho para o filho correr...
polêmicas à parte, ele tb sempre se mostrou competente, foi campeão nas duas F3 e foi vice da GP2, perdendo o título para o Hamilton... pelo menos nas categorias de base ele não correu só pq tinha um sobrenome, mostrou-se competente para isso...
só q treino é treino e jogo é jogo!!!
Postado às 10:43 do dia 04/08/2009
AlbertoSe o paizão comprar equipe para o filho correr, vai ficar feio pro moleque...melhor pegar outra equipe pequena do que correr só porque é filho do dono...Postado às 08:27 do dia 04/08/2009
Rogerio NogueiraE vai o Nelsão comprar equipe para o filho correr...Postado às 19:20 do dia 03/08/2009
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Segunda-feira, 27 de julho de 2009 | 11:52
Punição da Renault
Alguém imagina uma corrida na Espanha sem a presença de Fernando Alonso?

A Renault está suspensa do Grande Prêmio da Europa, dia 23 de agosto, em Valência, por ter deixado Fernando Alonso sair dos boxes com a roda dianteira direita não fixada adequadamente. Os comissários da FIA consideraram que a Renault foi negligente.

A punição me parece excessiva. O que aconteceu foi um acidente, típico de pit stops. Quem nunca viu um pneu se soltar após uma parada nos boxes por erro dos mecânicos? Se a Renault soubesse que a roda não estava bem presa não teria deixado Alonso sair. Afinal, ele liderava a corrida e o problema acabou com suas chances.

Acho que a FIA agiu com rigor excessivo por conta dos recentes acidentes com John Surtees, na Fórmula 2, e com Felipe Massa. Os dois foram vítimas de objetos que se desprenderam de outros carros. Mas esses dois acidentes foram involuntários e ninguém pode ser responsabilizado por eles.

A Renault vai recorrer e duvido que a suspensão seja mantida. Ou alguém imagina uma corrida na Espanha sem a presença de Fernando Alonso?

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JR PIT BOY CPF14933389861WWW.WASHINGTONTIMES.COM/USERS/JRPITBOYCPF14933389861/Postado às 20:33 do dia 30/11/2009
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Mair Pena Neto
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
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Jornalista, fanático por automobilismo e caçador de novidades. Acompanha profissionalmente o automobilismo e o mercado desde 2008.
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