Vídeo: Os primeiros testes de Ayrton Senna na Fórmula 1
Nesta semana em que a Fórmula 1 está comemorando marcos importantes, como os 300 GPs de Rubens Barrichello, vale a pena olhar para trás e rever alguns momentos importantes de pilotos brasileiros. Exemplo bom desse revival são as imagens dos primeiros testes de Ayrton Senna na F1.
Reparem como naquela época Ayrton já demonstrava personalidade forte, conhecimento da categoria e valorização de seu talento. Frank Williams e Ron Dennis puderam sentir na pele.
Barrichello criou novo visual no carro, macacão e capacete para comemorar os 300 grandes prêmios na Fórmula 1. Foto: Paul Gilham/Getty Images
Apesar das controvérias que envolvem a marca histórica, Rubens Barrichello celebra seus 300 grandes prêmios neste fim de semana, em Spa, e preparou uma indumentária especial para o evento. O macacão recebeu uma bandeira do Brasil estilizada e o capacete traz uma nova pintura, também com a bandeira do Brasil e a inscrição "300 Grand Prix" no lugar de "Ordem e Progresso".
O carro da Williams também traz as cores da bandeira brasileira na tomada de ar, e todos os fornecedores da equipe se envolveram nas comemorações. A Cosworth presenteou Barrichello com uma bicicleta elétrica com as cores da Williams e a marca da fabricante britânica de motores, que foi encomendada há um mês e entregue ao brasileiro em Spa.
A Cosworth tem um longo relacionamento com Barrichello, iniciado quando o brasileiro correu pela Stewart, de 1997 a 1999, nos quais conquistou um incrível segundo lugar em Mônaco e outros pódios em San Marino, França e Malásia. O fim de semana é de festa para Barrichello, que poderá ser completa se conseguir um bom resultado no GP da Béligica.
O site oficial da F1 diz que Barrichello completa 300 GPs, no domingo, em Spa. Mas revista alemã considera que serão 298, e estatístico contabilizará 297. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Surgiu uma polêmica se Rubens Barrichello estará ou não completando 300 grande prêmios na Fórmula 1, neste domingo, em Spa-Francorchamps. Duas fontes respeitáveis contestam o número redondo, que poderá ser atingido esse ano, mas não no GP da Bélgica.
A revista alemã Auto Motor und Sport afirma que Barrichello tem 297 grandes prêmios e que os 300 só serão completados em Cingapura, no final de setembro. Diz a publicação que os GPs da Espanha e da França, de 2002, não podem ser contabilizados pelo piloto brasileiro porque ele sequer completou a volta de apresentação por problemas técnicos na Ferrari.
O argumento da revista faz sentido, pois um grande prêmio só é considerado disputado se o piloto participa da largada, mesmo que abandone ainda na primeira volta. A Auto Motor und Sport argumenta que contabilizar estas duas corridas para Barrichello seria o mesmo que dizer que os 14 carros que foram para os boxes antes da largada do infame GP dos EUA de 2005, em Indianápolis, disputaram a corrida.
O jornalista suíço Jacques Deschenaux, autor do Grand Prix Guide, a mais completa estatística da Fórmula 1, atualizada anualmente, considera que Barrichello disputou 296 grandes prêmios, pois aos dois contestados pela Auto Motor und Sport acrescenta o GP da Bélgica de 1998, em Spa, quando o brasileiro não tomou parte da relargada por ter se ferido. Esta corida, disputada sob chuva, foi aquela em que ocorreu um dos maiores acidentes de largada da F1, quando David Coulthard bateu em meio ao spray levantado pelos carros e provocou a colisão de outros 12 carros, o que levou à interrupção da prova.
O regulamento, à época, estabelecia que qualquer corida interrompida nas primeiras duas voltas teria sua largada anulada e uma nova largada teria que ser feita para que os pilotos disputassem a distância original da prova. Barrichello, então na Stewart, e Eddie Irvine, na Ferrari, foram os únicos que se machucaram no acidente, mas o irlandês participou da relargada e o brasileiro não.
Com isso, o argumento de Deschenaux faz sentido e Barrichello só completaria 300 GPs no Japão, no dia 10 de outubro. Mas antes que alguém acuse Barrichello de estar iludindo as estatísticas, o próprio site oficial da Fórmula 1 considera que ele completa 300 grandes prêmios neste fim de semana. Barrichello vai celebrar a marca com um capacete especial e também preparou uma camiseta comemorativa.
andreTapressado come cru... ele podia ter esperado dois gpzinhos e evitado essa polemica toda.Postado às 16:40 do dia 26/08/2010
EdwardEssa discussão também ocorreu quando ele foi bater o recorde do Riccardo Patrese.Postado às 11:11 do dia 26/08/2010
LeilaTudo é relativo... se o número for de GPs em que ele participou, estava lá no grid e tudo mais, pode até ser. Aí tem o criterio de GPs disputados e esse da Bélgica de 1998 estaria fora pq nem participou da relargada... E por fim, dizer 300 GPs completos seria um equívoco... pra que ansiedade, se esse ano ele bate esse recorde?Postado às 10:43 do dia 26/08/2010
Barrichello preparou camiseta especial para celebrar 300 GPs, no fim do mês, em Spa-Francorchamps. Foto: Twitter do piloto
Aos 38 anos, dos quais os últimos 18 na Fórmula 1, Rubens Barrichello completa 300 grandes prêmios no próximo dia 29, em Spa-Francorchamps, e considera natural a renovação de seu contrato com a Williams para continuar na categoria ano que vem, ampliando ainda mais seu recorde de permanência.
Barrichello pode ter carimbado o passaporte para mais uma temporada com a ousada ultrapassagem sobre Michael Schumacher no GP da Hungria, na qual mostrou toda a sua coragem e experiência para resistir à agressiva manobra de defesa do alemão. Se já dava à Williams a sua experiência no desenvolvimento do carro, com a ultrapassagem mostrou todo o seu comprometimento e disposição de lutar pela melhor posição até o final.
Frank Williams e o diretor técnico da Williams, Sam Michael, também consideram que a renovação do contrato de Barrichello é uma tendência natural, pois estão satisfeitos com a contribuição do brasileiro e com seus resultados. Barrichello foi quarto colocado em Valência, quinto em Silverstone, e vem pontuando com alguma regularidade. Tem 30 pontos no campeonato, três vezes mais que o companheiro de equipe, o jovem alemão Nico Hulkenberg.
Barrichello diz já estar trabalhando no carro da Williams para 2011 e atravessa uma fase de muito otimismo e confiança. Para celebrar os 300 Gps, confeccionou uma camiseta comemorativa, que exibiu em seu twitter junto com os filhos Eduardo e Fernando.
Com dois vice-campeonatos, Barrichello não chegou ao nível de Emerson, Piquet e Senna, mas vai deixar sua marca na Fórmula 1 com um recorde de longevidade difícil de ser superado. E ninguém permanece tanto tempo na F1 se não tiver muito talento.
Parr defende parceria com montadora. Foto: Getty Images
Mesmo sem vencer uma corrida há seis temporadas, a Williams quer continuar sendo uma equipe independente na Fórmula 1, mas associada a algum fabricante que forneça os motores e algum patrocínio.
Essa fórmula funcionou maravilhosamente bem quando a Williams trabalhou com a Honda e a Renault, e o novo presidente da escuderia, Adam Parr, acha que esse é o modelo a segguir, sem abrir mão da independência.
"No longo prazo, o melhor modelo para uma equipe independente é formar uma parceria com um fabricante de automóveis que forneça os motores e um pouco de patrocínio, e nós nos responsabilizamos pelas corridas", disse Parr aos site da Motorsport Aktuell.
A Williams não conquista um título mundial desde 1997, com Jacques Villeneuve, e muitos chegaram a apostar que seria vendida para uma montadora. Mas Frank Williams resistiu bravamente e existem rumores de que uma parceria com a Volkswagen está a caminho.
@rojaummmJá disse mais de uma vez aqui, nessas equipes independentes que mora o charme da F1. Frans Williams conseguiu ser o mais durão de todos e resiste até os dias de hoje. Nas últimas temporadas foi abandonado por velhos parceiros, mas ganhou a companhia de Vijay Mallya que, para muitos, seria mais um aventureiro, e hoje mostra nas pistas o contrário.
A Williams vêm evoluindo e na última prova conseguiu, contando com um pouco de sorte, pontuar com os dois carros.Postado às 20:18 do dia 13/07/2010
A Red Bull enfrenta pela primeira vez a necessidade de administrar a rivalidade interna entre Webber e Vettel e garante que não vai pivilegiar nenhum. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Com a liderança nos campeonatos de pilotos e de construtores, a Red Bull passou a ter um problema que desconhecia: administrar a disputa interna entre seus próprios pilotos.
O que normalmente acontece em qualquer equipe é um piloto ter como referência inicial o próprio companheiro. Se for mais rápido do que ele, passa a competir com os adversários das outras equipes. O problema é quando essa diferença não se estabelece clramente e a disputa interna se transforma numa enorme rivalidade.
Todas as grandes equipes já experimentaram isso e sofreram para administrar a questão. A Ferrari viu um embate entre Gilles Villeneuve e Didier Pironi, nos anos 70, que acabou em tragédia. A disputa entre Nelson Piquet e Nigel Mansell custou à Williams o título mundial de 1986. E Lewis Hamilton e Fernando Alonso mostraram que a convivência era impossível dentro da McLaren em 2007.
Para a Red Bull essa situação é novidade. Primeiro porque a equipe só se estabeleceu como uma das grandes no ano passado. E depois, porque uma ordem natural se impôs com a vantagem constante de Sebastian Vettel sobre Mark Webber na maior parte das provas.
Mas essa situação se alterou agora com o bom momento de Webber, que venceu as duas últimas corridas e está empatado com Vettel na liderança do campeonato, com a vantagem de uma vitória a mais.
Dieter Mateschitz, o dono da Red Bull, não só da equipe mas do próprio fabricante do energético, surgiu para dar o veredito. Segundo ele, a equipe não vai favorecer nenhum de seus pilotos. "Ao invés disso, o melhor ou o mais sortudo vencerá", afirmou ao jornal alemão Bild am Sonntag.
Para o consultor esportivo da equipe e ex-piloto Helmut Marko, a rivalidade entre os pilotos da equipe é crucial para o sucesso dela e deles. Vettel, por sua vez, diz que a melhor situação é ter o companheiro de equipe como oponente, porque se sabe extamente com que recursos ele conta.
Até agora tudo muito bem, mas à medida que o campeonato começa a se definir a situação não é tão tranquila assim. Vettel não andou nada feliz após as duas vitórias consecutivas de Webber, e a Red Bull falou de um problema de chassis no carro do alemão, que soou como desculpa para o piloto não ficar mal.
Na Turquia já é possível prever uma disputa acirrada entre Vettel e Webber pela pole-position e na corrida. Ano passado, Vettel fez a pole, mas cometeu um erro e ficou atrás de Webber e de Button.
Aplaudido por Jackie Stewart, Mark Webber comemora a vitória em Mônaco, que confirma sua plenitude aos 33 anos. Foto: Paul Gilham/Getty Images
Numa época em que os talentos na Fórmula 1 são cada vez mais precoces, e que o recorde de juventude entre os campeões mundiais vem sendo batido com frequência depois de ficar longos anos em posse de Emerson Fittipaldi, é curioso ver um piloto como Mark Webber atingir sua melhor forma aos 33 anos.
Antes do início da atual temporada, a opinião generalizada era de que esse seria o último ano de Webber na Fórmula 1. Superado ano passado por Sebastian Vettel na disputa interna da Red Bull, seu papel parecia o de coadjuvante, o que com a sua idade não garante futuro na categoria.
As primeiras quatro corridas do ano reforçaram essa impressão, com Vettel sempre pontuando mais, à exceção da Austrália, onde abandonou, e vencendo o GP da Malásia. A estrela do jovem piloto alemão reluzia, enquanto o australiano dava sinais de se encaminhar para o ostracismo.
A volta de Kimi Raikkonen à F1 ocupando o seu lugar na Red Bull passou a ser cogitada, até que começou a temporada européia. Webber fez duas poles e venceu as duas corridas, não só assumindo a liderança do campeonato, como se revelando forte candidato ao título.
Sua ressureição levou a Red Bull a iniciar as negociações para mantê-lo na equipe em 2011, o que confirma a confiança na sua capacidade de obter bons resultados por mais uma temporada.
Mark Webber é um piloto que chegou à plenitude com a experiência. Patrick Head, sócio de Frank Williams, de cuja equipe Webber foi dispensado após duas temporadas frustrantes, disse que o australiano era muito rápido em uma volta, mas tinha tendência de cometer erros nas corridas e sair delas.
"No primeiro ano na Red Bull, ele foi o mesmo. Mas no segundo ano, nós percebemos que esses erros desapareceram", disse Head ao The Guardian.
Webber está agora por cima da carne seca e é o primeiro australiano a liderar um mundial de F1 desde Alan Jones, em 1981. Se porventura se tornar campeão entrará na galeria dos heróis do país, ao lado de Jones e do tricampeão Jack Brabham.
HessUns chegam e ARREBENTAM, casos de Piquet/Prost/Senna/Schumacher/Alonso/Lewis/Vettel...outros levam + tempo para fazer sucesso(Button/Webber)mas isso se deve pq são poucas as equipes que brigam pelo título, mas também é verdade que uns são melhores que os outros, quando um piloto FAZ ACONTECER isso enche os OLHOS da equipe, Rosberg que se cuide, pois até aqui só levou o carro até a bandeirada, não fez um grande lance até agora, nem mesmo uma bela ultrapassagem(depois reclamam que a equipe vai toda para o alemão). Button sempre foi um belo piloto e demostrou seu valor em 2009/2010, Webber vem fazendo o mesmo, sabe que 2010 pode ser sua ultima chance de ser campeão, vem sim dando trabalho ao Vettel, o mesmo acontece em outras equipes. Fica cada dia mais FEIO para o Rubinho, todos se impõe ao seu companheiro de equipe(foram muitos os casos nos últimos anos, sempre foi assim na F1), mas com Rubens nunca aconteceu, Button o SURROU em 06/07/09 e Galvão nem tem como culpar o alemão e a FerrariPostado às 08:44 do dia 24/05/2010
IuryO cara é bom!Postado às 10:01 do dia 18/05/2010
Webber e Vettel fizeram a segunda dobradinha do ano e cada um tem 78 pontos. A vantagem é do australiano, com uma vitória a mais. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Não fossem as entradas do Safety Car o Grande Prêmio de Mônaco seria um tédio. Bastaria republicar a foto do post do treino de classificação, que os três primeiros estariam lá, quase na mesma ordem: Webber, Vettel e Kubica.
Mas foram os acidentes que mudaram um pouco a história da corrida. E Fernando Alonso, particularmente, experimentou a dor a e a delícia da interrupção da prova.
Logo após a largada, quando Vettel ultrapassou Kubica e estabeleceu o domínio da Red Bull que permaneceria inalterado até a chegada, Nico Hulkenberg, da Williams, deu um pancadão dentro do túnel, obrigando a primeira entrada do Safety Car.
Alonso, que largara do pit lane, na última posição, aproveitou para fazer logo sua troca por pneus duros, o que lhe possibilitaria ir até o final sem parar mais. Ainda com o carro de segurança na pista, Button abandonou a prova com o motor superaquecido porque a McLaren esqueceu de tirar a tampa do duto que não precisaria ser usado em Monte Carlo.
Alonso começou uma série de ultrapassagens sobre as equipes mais lentas, todas na saída do túnel, na freada para a chicane, e depois da parada geral para trca de pneus já era o sexto colocado. Para quem realmente só podia sonhar em chegar na zona de pontuação, a corrida estava ganha.
Outros dois Safety Cars ainda entraram na pista sem alterar muito as posições, mas a quatro voltas do final, Trulli e Chandhok se enroscaram na Rascasse, quando o piloto da Lotus forçou a ultrapassagem sobre o indiano. Novo Safety Car e parecia que a corrida terminaria assim, mas a luz verde foi acesa na última volta, exatamente após a curva Rascasse, a poucos metros da linha de chegada. Schumacher aproveitou bem essa relargada, botou o carro por dentro da Ferrari de Alonso e tirou do espanhol a sexta colocação, dois pontinhos que podem fazer falta no final do campeonato.
A Red Bull fez sua segunda dobradinha no ano, e finalmente assumiu a liderança nos campeonatos de pilotos e construtores. Webber e Vettel têm 78 pontos cada um, e a liderança é do australiano por ter duas vitórias contra uma do alemão.
Alonso é o terceiro, com 73 pontos, seguido por Button, com 70, e Massa, quarto colocado em Mônaco, com 61. Kubica é o sexto colocado, com 59 pontos, mesma pontuação de Hamilton. Rosberg é o oitavo, com 54 pontos, e Schumacher, o nono, com 30.
Alonso foi o mais rápido nas duas sessões de hoje e pode até ter garantido a pole se o treino de sábado for sob chuva. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A chuva temida não passou de algumas gotas ao final da sessão, e o primeiro treino oficial em Mônaco confirmou Ferrnando Alonso na ponta, comprovando que o espanhol vem com vontade para aproveitar um circuito onde a vantagem da Red Bull não é tão flagrante.
Alonso, que já tinha sido o mais rápido no treino livre da manhã, foi o único a entrar na casa de 1 minuto e 14 segundos, com uma volta limpa, com pneus macios. O espanhol foi 109 milésimos mais rápido que Nico Rosberg, que por sua vez deixou Sebastian Vettel na terceira posição.
Massa, que foi atingido pela Lotus de Kovalainen no final da sessão, fez o quarto melhor tempo, seguido por Schumacher e Kubica. A McLaren não encontrou o melhor ritmo e deixou Hamilton em sétimo, e Button, em nono, com a Force India de Adrian Sutil entre eles.
Pior foi o desempenho de Mark Webber, que fez apenas o 10º tempo, quase alcançado por Petrov. Bruino Senna continua enfrentando sérios problemas no carro e conseguiu completar apenas 11 voltas, contra 35 de Chandhok, seu companheiro na Hispania. O resultado foi o último tempo
Veja os tempos finais do 1º treino em Mônaco:
1. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min14s904
2. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min15s013
3. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min15s099
4. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min15s120
5. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min15s143
6. Robert Kubica (POL/Renault) - 1min15s192
7. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min15s249
8. Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min15s460
9. Jenson Button (ING/McLaren) - 1min15s619
10. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min15s620
11. Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1min15s746
12. Sebastian Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min16s276
13. Nico Hulkenberg (ALE/Williams) - 1min16s348
14. Rubens Barrichello (BRA/Williams) - 1min16s522
15. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) - 1min16s528
16. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber) - 1min16s599
17. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - 1min16s818
18. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - 1min17s023
19. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - 1min18s184
20. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin) - 1min18s478
21. Jarno Trulli (ITA/Lotus) - 1min18s667
22. Timo Glock (ALE/Virgin) - 1min18s721
23. Karun Chandhok (IND/Hispania) - 1min20s313
24. Bruno Senna (BRA/Hispania) - 1min21s688
Joananada a ver, eu lembro do de la rosa sim pq ele falou mal de monaco e naum fez nada... vai dar alonso!Postado às 17:16 do dia 13/05/2010
Carlos PaesE falo mais! Dá Vettel! Postado às 17:15 do dia 13/05/2010
Leofalou e disse hahahaPostado às 17:15 do dia 13/05/2010
Carlos PaesEsquece o De la rosa, Alonso fez a pole mas a Mercedes que mandou bem, rosberg em 2º é um resultado mt acima do esperado, schumi tb nao foi mal. o problema é que é sempre assim, vai a turma, faz bonito, chega no sábado, o webber e o vettel papam tudoPostado às 17:14 do dia 13/05/2010
JoanaDe la rosa fala, fala, e nunca sai do mesmo lugarPostado às 16:56 do dia 13/05/2010
RusselAlonso botando abaixo dos 14s... mt triste pela williams, que situação horrorosaPostado às 15:23 do dia 13/05/2010
Quando os motorhomes não passavam de uma tenda que saía da lateral dos caminhões e os relacionamentos eram mais humanos na Fórmula 1, as equipes, principalmente as menores, se permitiam atividades conjuntas, como a que presenciei no GP da Itália de 1991, em Monza.
Minardi e Larousse, duas equipes comandadas por apaixonados pelo automobilismo, Giancarlo Minardi e Gerard Larousse, convidaram os jornalistas para uma festa no padoque, em que cada uma preparou pratos de seu país, como se vê no cardápio acima, que guardo até hoje como lembrança.
Minardi e Larousse eram escuderias de garagistas, como são chamados os chefes de equipe que se envolvem no automobilismo pela paixão e não têm suporte de nenhuma montadora. Eles são cada vez mais minoria na Fórmula 1, e talvez Frank Williams seja o último grande representante.
Pelo apetitoso cardápio (clique para visualizar melhor) e a qualidade dos vinhos, dá para imaginar como foi boa a festa.
rojaumsou muito mais os garagistas... eles que fizeram a F1... eles q trouxeram toda essa paixão... gostava mto de tds eles, F. Williams, Minardi, Larousse, Sauber, mas o meu preferido era o Eddie Jordan... mto bom!!!Postado às 15:27 do dia 06/05/2010
Mauro CarvalhoPrefiri o cardápio da Minardi hein!Postado às 15:18 do dia 06/05/2010
Carlos PaesJoao, nao é só por causa da grana nao amigo, é a entrada da mentalidade de empresa no circuito, nas relaçoes entre pilotos, entre equipes... cada vez menos voce ve aquela amizade, aquela troca q tinha no padoque, q vc pode ver nas categorias menores... ta tudo ficando plástico demais, gostoso de menosPostado às 15:16 do dia 06/05/2010
JOão CarlosSensacional. Saudades de uma época da F1 que não vai voltar por causa da grana. Dinheiro nem sempre traz felicidade e coisa boa!
Dá para comparar F1 ao Flamengo. Todo mundo gosta hoje por causa do Zico nos anos 80. A F de hoje tem fãs pelo glamour excepcional que já teve em outras décadas.Postado às 12:04 do dia 06/05/2010
LeoSENSACIONAL Mair! Tempos de uma F1 que nao volta mais! Quanto mais moderno fica, mais frieza se tem nas relações... Relíquia!Postado às 11:59 do dia 06/05/2010
A Sauber pode ser a única, além da McLaren, a ter o F-duto no seu carro em Barcelona, já que precisa desesperadamente de mais velocidade em reta. Foto: Clive Mason/Getty Images
É bem capaz de a Sauber ser a única a conseguir levar para Barcelona um sistema eficiente de duto para rivalizar com a McLaren na reta. Todas as outras equipes continuam enfrentando problemas para fazer o sistema funcionar adequadamente.
A Sauber já utilizou o sistema no carro de Kobayashi, na China, mas ele não provocou o efeito esperado. A equipe tem um sério problema de falta de velocidade em reta e está acelerando o desenvolvimento do duto, chamado de F-duto pelas equipes.O cálculo da equipe é o que sistema acrescentará aos carros quatro a cinco km/h na velocidade final.
Na Mercedes, Ross Brawn admite que o sistema pode não estar pronto para o Gp da Espanha. A equipe usou um sistema passivo na China, sem intereferência do piloto, mas o trabalho na fábrica prossegue para um modelo ativo, como o da McLaren.
A Ferrari também levou partes do seu sistema para a China e continua trabalhando nele para Barcelona, embora sua utilização não esteja confirmada. Alonso disse à imprensa espanhola que o sistema não é fácil, mas que a Ferrari trabalha duro para disponibilizá-lo o mais rápido possível.
A Williams foi outra que teve problemas no desenvolvimento do sistema, e o diretor técnico da equipe, Sam Michael, comentou que ainda levará uns dois meses para ele funcionar adequadamente.
Hulkenberg fica impressionado com os tempos de Barrichello. Foto: Getty Images
O fato é pouco comum entre novatos que chegam à Fórmula 1 acreditando que irão repetir logo o sucesso que tiveram nas categorias menores. Por isso, merecem registro os elogios que Nico Hulkenberg fez publicamente a Rubens Barrichello.
Campeão da GP2 ano passado, Hulkenberg diz que tem procurado extrair o máximo de Barrichello. "É enigmático como ele consegue pilotar o carro apenas oito décimos mais lento que os da frente", disse Hulkenberg à revista alemã Auto Motor und Sport. "E quando o carro está realmente difícil, Rubens consegue uma volta que me faz imaginar como ele consegue isso", acrescentou.
O carro da Williams está longe do pelotão dianteiro e, mesmo no intermediário, vem sendo superado por Renault e Force India. Barrichello pontuou nas duas primeiras provas, e na China quase chegou ao Q3. Hulkenberg marcou um ponto na Malásia.
O jovem píloto alemão, 22 anos, vê como positiva a oportunidade de ser companheiro de equipe do brasileiro e sonha alcançá-lo. "Ele é um piloto experiente, que venceu corridas ano passado com um carro vencedor. Se eu o acompanhá-lo na classificação e superá-lo na corrida será um sucesso."
CarloDa mesma maneira que ser presidente é destino, ser campeão da F1 também é. Tudo tem que conspirar a favor: carro, clima, adversários... O Rubinho nunca teve estrela, e isso é fundamental Postado às 17:14 do dia 26/04/2010
MairBarrichello suportou a carga de ser o principal brasileiro na F1 após a morte de Senna. Depois, ter sido companheiro de Schumacher, quando o alemão estava no auge e a Ferrari voltada para ele. Mas é o melhor piloto brasileiro depois dos três campeões mundiais: Emerson, Piquet e Senna.Postado às 11:14 do dia 26/04/2010
Paulo Joséjá reparou como só os torcedores e os piadistas falam contra o rubinho? toda a galera da f1 gosta do caraPostado às 11:09 do dia 26/04/2010
Reproduzo coluna do SpeedBlog na edição de hoje do jornal Campeão.
Com
os primeiros quatro grandes prêmios completados, a revista alemã Auto Motor und Sport elaborou um
interessante ranking de confiabilidade, bastante revelador do atual estágio das
equipes da Fórmula 1. A
McLaren é a única das 12 equipes da temporada com 100% de aproveitamento, o que
explica sua liderança entre os construtores e a de Jenson Button no campeonato
de pilotos.
A
equipe inglesa tem duas vitórias, quatro pódios e seus dois pilotos chegaram ao
fim de todas as corridas na zona de pontuação. Button e Lewis Hamilton
completaram as 438 voltas das quatro corridas somadas, um total de 2.562 km, sem que seus
carros apresentassem qualquer defeito ou se envolvessem em acidentes.
A
Ferrari, mesmo enfrentando problemas de confiabilidade no motor, tem 99,5% de
aproveitamento, já que o propulsor de Fernando Alonso explodiu a 11 km do fim do Grande Prêmio
da Malásia.A Red Bull, que teve o carro mais rápido nas quatro primeiras
corridas, está em terceiro no ranking, com 405 voltas completadas e aproveitamento
de 92,4%.
O
grande desastre da temporada até agora é a Sauber, que só viu a bandeira
quadriculada uma vez, na Austrália, e conseguiu completar apenas 112 voltas das
438 possíveis, o que corresponde a um quarto da distância percorrida (25,5%). A
Sauber fez uma boa pré-temporada e chegou a pintar como uma possível surpresa.
Mas bastou o campeonato começar para ver que ela estava abaixo do pelotão
intermediário, condição agravada pela falta de confiabilidade do motor Ferrari
que a equipe utiliza.
Peter
Sauber, o dono da equipe, confessou que seus carros andaram com pouco
combustível na pré-temporada para conseguir bons tempos e atrair
patrocinadores. O tiro saiu pela culatra. O carro da Sauber continua branquinho
como um lençol lavado e os resultados não vieram até agora.
A
situação da equipe é tão dramática, que a posição do piloto espanhol Pedro de La Rosa está ameaçada. Peter
Sauber declarou publicamente que um dos problemas da equipe é sua dupla de
pilotos, que não está se comunicando bem com os engenheiros. Sauber apostou no
veterano De La Rosa,
37 anos, e no jovem Kamui Kobayashi, 23, e se revelou insatisfeito, sobretudo,
com o primeiro. "O que nós provavelmente subestimamos foi o tempo de
familiarização dos pilotos com a equipe. Pedro, depois de muitos anos como
piloto de teste, está voltando a correr agora, e o processo de adaptação é mais
desafiador do que nós prevíamos."
A
Sauber conseguiu a proeza de ter um rendimento inferior ao da Virgin, cujo
carro tem um erro de projeto na dimensão do tanque de combustível que lhe
impede de chegar ao fim das corridas com um ritmo forte. Apesar de todos os
problemas de um carro novo, concebido inteiramente por computador, sem um teste
sequer em túnel de vento, Timo Glock e Lucas di Grassi conseguiram percorrer
148 voltas, equivalentes a 818
km.
Entre
as novatas, a sensação é a Lotus, que completou 327 voltas, desempenho superior
ao da Force Índia e da Toro Rosso. O ranking da confiabilidade também serve
para demonstrar a diferença abissal entre as equipes grandes e pequenas.
Enquanto McLaren e Ferrari percorreram mais de 2.500 km, Virgin e Sauber,
que foi rebaixada à pequena, não chegaram nem a um terço disso.
Estatística de confiabilidade após 4 das 19 corridas
O site da Autosport diz em sua edição de hoje que Barrichello está próximo de fechar um acordo com a Williams para 2010, trocando de lugar com Nico Rosberg, cuja transferência para a Brawn é dada como certa.
Fontes da Autosport disseram que Barrichello visitou recentemente a fábrica da Williams, em Grove, e que um acordo entre as partes já foi acertado ou está perto de ser concluído.
O diretor-técnico da Williams, Sam Michael, afirmou em Cingapura que a preferência da equipe é ter uma dupla de pilotos que una experiência à juventude. "Se você tem alguém com muita experiência, isso é ótimo para o acerto e evolução do carro. E se você tem alguém que é jovem, ele traz entusiasmo."
Como a Williams deve entregar um de seus carros ao estreante Nico Hulkenberg, Barrichello seria o piloto experiente a seu lado. O acordo entre o brasileiro e a Williams seria somente para a temporada de 2010.
A Autosport não descarta, porém, que Barrichello possa continuar na Brawn caso a virtual campeã não renove com Jenson Button por divergência no valor do contrato. Mas ressalta que o brasileiro pode preferir garantir logo um lugar na Williams do que ficar esperando o desenlace entre Button e Brawn, que pode se arrastar para depois do fim da temporada.
A Williams não concorda que Michael Schumacher teste o atual carro da Ferrari por um dia antes do GP da Europa, dia 23 de agosto, em Valência. Segundo o site da Austosport, a Williams alega que a autorização contraria as regras da Fórmula 1, que impede qualquer teste durante a temporada. A Ferrari solicitou às demais equipes que autorizassem um dia de testes para que Schumacher se familiarizasse com o F60. Frank Williams, o chefe da equipe, lembrou que foi por esta proibição que o novato Jaime Alguersuari pilotou pela primeira vez um carro de F 1, no GP da Hungria, sem fazer nenhum teste antes pela Toro Rosso. Com o veto da Williams, Schumacher só conhecerá o F60 em Valência, já que o teste só se realizaria com o apoio unânime das equipes.
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
Gabriel Schmidt
Jornalista, fanático por automobilismo e caçador de novidades. Acompanha profissionalmente o automobilismo e o mercado desde 2008.