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Segunda-feira, 30 de novembro de 2009 | 21:06
Lista não tem Toyota nem Sauber
A FIA divulgou a lista provisória das equipes participantes do Mundial de Fórmula 1 em 2010 sem os nomes da Toyota (ver post abaixo) e da Sauber. Na quarta-feira, a comissão de F1 se reunirá em Paris para definir os critérios de entrada de qualquer nova equipe.

A lista incluiu uma observação sobre a Toyota, afirmando que a equipe continua formalmente ligada ao compromiso do Pacto de Concórdia de participar com uma equipe, embora tenha indicado que não estará em condições de fazer isso.

O único fato novo foi a Manor já aparecer com o nome de Virgin Racing, o que ainda será oficialmente anunciado.
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Segunda-feira, 30 de novembro de 2009 | 13:24
Sauber x Toyota

 

De volta à Fórmula 1 após dias intensos no Desafio das Estrelas de kart, em Florianópolis, encontro o cenário nebuloso quanto às equipes que participarão do Mundial do ano que vem.

 

Peter Sauber comprou a BMW, afastando a incerteza quanto à consistência do grupo financeiro Qadback, mas ainda não conseguiu um lugar no grid. Sauber está confiante que sua equipe estará presente em 2010, com motores e transmissão da Ferrari, mas a FIA não confirmou sua presença.

 

Da Alemanha, vem a notícia de que o nome da Sauber não aparecerá na lista provisória dos participantes da F1 em 2010, a ser divulgada hoje, mais tardar amanhã. Duas publicações especializadas, a Blick e a Auto Motor und Sport afirmam que para evitar a multa de 150 milhões de dólares por ter rompido o Pacto de Concórdia, pelo qual se comprometia a se manter na F1 até 2012, a Toyota estaria tentando vender sua operação para a equipe sérvia Stefan Grand Prix.

 

A nova equipe usaria as instalações da Toyota em Colônia, na Alemanha, e ainda teria os motores japoneses em 2010 e 2011 ao preço de 5 milhões de euros. O projeto do carro da Toyota para 2010 também seria oferecido, e o piloto japonês Kamui Kobayashi entraria na negociação com um patrocínio de 5 milhões de dólares.

 

Seria um negócio vantajoso para a equipe sérvia, próximo ao que a Brawn fez com o espólio da Honda. Ross Brawn levou mais vantagem, porque além de herdar toda a estrutura na Inglaterra, ainda recebeu um considerável apoio financeiro da Honda para se manter em seu primeiro ano na Fórmula 1.

 

O nome da Toyota na lista provisória da F1 para 2010 estaria condicionado a uma aprovação do Conselho Mundial da FIA, em meados de dezembro. O ingresso da Sauber dependeria dessa decisão ou da ampliação do grid para 14 equipes, o que já foi rejeitado pela Williams.

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Domingo, 29 de novembro de 2009 | 13:34
Massa para Schummy: "Você sempre ganha!"

Feliz com a vitória na segunda bateria do Desafio das Estrelas, mas reconhecendo a superioridade de Schumacher durante o fim de semana, Massa virou-se para o alemão durante a entrevista coletiva e disse: "Acho que você tem um problema. Você sempre ganha! Já foi campeão sete vezes na Fórmula 1 e agora ganha aqui também."

Schumacher riu, mas não se fez de rogado: "Três vezes aqui e dois títulos é uma boa estatística."

O alemão gostou da corrida e festejou muito a vitória de Massa, inclusive jogando o brasileiro para o alto após cruzarem a linha de chegada. "Me senti de volta aos velhos tempos dividindo o pódio com Felipe", afirmou.

Massa também ficou satisfeito com seu desempenho, principalmente por ter vindo de trás e chegado à liderança. "Não larguei bem, perdi duas posições e no final tive que me defender do Michael, que chegou em mim e estava mais rápido", disse Massa, reconhecendo a mãozinha do alemão para a sua vitória.

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Domingo, 29 de novembro de 2009 | 12:16
Schumacher sobre a Fórmula 1: "Quem sabe?"

O SpeedBlog perguntou diretamente a Michael Schumacher se ele estava considerando voltar à Fórmula 1 em 2010, e se a Mercedes seria uma opção real. "Por enquanto, só considero corridas de kart", respondeu.

Outros jornalistas foram adiante na tentativa de extrair algo do alemão sobre seu futuro. O seu pescoço está totalmente recuperado do acidente de moto no início do ano? "Sem problemas", disse Schumacher.

Você já está fora das competições e parece ganhar tudo que disputa. Você poderá voltar a competir ano que vem? "Quem sabe?", comentou, mantendo as respostas curtas e inconclusivas.

O uso de expressões como "por enquanto", "sem problemas" e "quem sabe" poderia ser entendido como uma possibilidade de volta à Fórmula 1. Mas qual seria a necessidade de manter o suspense? Por que não responder sim ou não com mesma secura das outras respostas.

Um possível retorno de Schumacher passou a ser considerado quando ele foi cogitado para substituir Felipe Massa, na Ferrari, após o acidente do brasileiro na Hungria. Schumacher chegou a se preparar, mas foi dito à época que o seu pescoço ainda não estava 100% para suportar uma corrida de Fórmula 1.

Depois, a Ferrari lançou a proposta de três carros por equipe, que foi rejeitada pelas outras escuderias. Quando o assunto parecia encerrado, surgiu a Mercedes comprando a Brawn e ficando sem um piloto de ponta para 2010.

Schumacher é historicamente ligado à Mercedes, mas para poder pilotar pela equipe alemã teria que se desligar da Ferrari, com quem tem contrato até 2012. A volta de Schumacher é pouquíssimo provável, mas o piloto ainda mantém suspense. 

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Domingo, 29 de novembro de 2009 | 11:35
Massa ganha bateria; Scumacher é bi no Desafio

Em sua volta às pistas, Felipe Massa mostrou a competitividade de sempre e venceu a segunda bateria do Desafio das Estrelas, hoje, em Florianópolis. O título da competição, no entanto, ficou com Michael Schumacher, que somou mais pontos com o segundo lugar de hoje e a vitória na primeira bateria, no sábado.

O bicampeonato de Schumacher no Desafio das Estrelas - ele vencera em 2007 - foi justíssimo. O  alemão foi o melhor piloto na pista durante os dois dias, e até poderia ter tentado uma ultrapassagem sobre Massa, mas o segundo lugar já lhe era suficiente.

Massa e Schumacher fizeram uma corrida à parte. O brasileiro largou em sexto lugar e o alemão, em oitavo. Desde o início da prova, foram agressivos, efetuando uma série de ultrapassagens. Massa passou Liuzzi e Meira, e Scumacher ultrapassou Di Grassi e Pizzonia.

Depois, Massa passou Kanaan e Scumacher fez o mesmo. Massa ainda ultrapassou Meira e Barrichello até chegar à liderança. Schumacher fez a mesma sucessão de ultrapassagens e ficou atrás de Massa até cruzarem a linha de chegada.

Schumacher terminou o Desafio das Estrelas com 42 pontos, contra 36 de Massa. Vitor Meira foi o terceiro colocado, com 26 pontos, seguido por Barrichello, com 23.

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Domingo, 29 de novembro de 2009 | 9:52
Marcos Gomes é o mais rápido no warm up
Marcos Gomes conseguiu um bom acerto de seu kart no warm up e superou Massa por dois milésimos de segundo. Foto: Paulo Backes

O paulista Marcos Gomes, atualmente na Stock Car, surpreendeu os favoritos e foi o mais rápido no warm up para o Desafio das Estrelas de kart, em Florianópolis.

No warm up, os karts andam de tanque cheio, em condições de corrida, mas os tempos foram mais baixos do que nos treinos classificatórios. Isso pode ser atribuído ao forte calor deste domingo, com a pista seca e bem emborrachada.

Marcos Gomes marcou 55s221 na sua melhor volta, a 78,68km/h. Gomes superou Massa por dois milésimos de segundo no finzinho da sessão. Massa ficou em segundo, com 55s223, seguido por Christian Fittipaldi, com 55s302.

Vitantonio Liuzzi ficou em quinto lugar, com 55s510; Barrichelo, em sexto, com 55s516; Schumacher, em 12º, com 55s738, e Nelsinho Piquet, em 15º, com 55s797. Dos 25 pilotos, apenas três não conseguiram entrar na casa dos 55 segundos: Tarso Marques, Popó Bueno e Eduardo Berlanda.

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Sábado, 28 de novembro de 2009 | 17:17
Schummy bem humorado

Feliz com a vitória na primeira bateria do Desafio das Estrelas, Schumacher fez graça na entrevista coletiva e agradeceu a Liuzzi pelo erro que lhe permitiu ultrapassá-lo e assumir a liderança da prova.

"Sou grato por Liuzzi ter feito isso", brincou Schumacher. O alemão contou que era mais rápido do que Vitor Meira e Liuzzi, que estavam à sua frente, mas sabia que não seria fácil ultrapassar. "Esperei para ver o que ia acontecer, torcendo por um erro."

Para Schumacher, o que aconteceu entre Liuzzi e Meira foi uma típica situação de corrida. "A pista estava escorregadia fora da linha, Liuzzi saiu um pouco e aproveitei", afirmou.

Liuzzi confirmou o erro. O italiano contou que estava atuando em duas frentes, perseguindo Meira, com Schumacher em sua sombra, e que acabou errando e perdendo a posição para Schumacher. "Não esperava chegar no pódio pelos problemas que tive na classifcação e o saldo foi positivo", resumiu.

Massa disse que sua corrida foi intensa pelo fato de largar atrás e que acabou sendo sensacional para ele. "Depois de várias ultrapassagens, achei que o quarto lugar estava bom, mas tinha uma disputa entre o Liuzzi e o Meira na frente, eles se estranharam e ganhei mais uma posição."   

Na segunda bateria, amanhã, Schumacher larga em oitavo lugar, Liuzzi, em sétimo, Massa, em sexto, e assim por diante, de acordo com a classificação da primeira bateria. "Essa inversão de posições vai tornar a prova de amanhã super emocionante", apostou Schumacher.

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Sábado, 28 de novembro de 2009 | 16:33
Show de Schumacher em Floripa

Quem sabe, sabe. Com uma sensacional ultrapassagem, por dentro, sobre Vitor Meira e Vitantonio Liuzzi, juntos, Michael Schumacher venceu a primeira bateria do Desafio das Estrelas e leva 25 pontos para a última bateria, amanhã.

Quem também deu espetáculo foi Felipe Massa, que saiu em 18º lugar e acabou em terceiro, subindo no pódio com Schumacher e Liuzzi.

Nelsinho Piquet largou na pole e manteve a posição no primeiro terço da prova. Liuzzi e Vitor Meira iniciaram uma disputa que marcaria toda a prova. Liuzzi tirou o segundo lugar de Meira logo na primeira volta, mas levou o troco pouco depois. Schumacher, por sua vez, ultrapassou Lucas di Grassi e passou a observar a disputa dos três primeiros.

Vitor Meira passou a atacar Nelsinho e conseguiu a ultrapassagem na 15ª volta. Logo em seguida, Nelsinho deu uma espalhada na pista e perdeu posição para Liuzzi e Scumacher. A partir daí, Neelsinho cometeu outros erros e foi perdendo posições.

A cinco voltas do fim, numa disputa entre Liuzzi e Meira pela primeira posição, Schumacher colocou o kart por dentro e assumiu a liderança que levou até o fim. Mais atrás, Massa passava Grassi e na penúltima curva ultrapassou  Meira e garantiu o terceiro lugar. 

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Sábado, 28 de novembro de 2009 | 14:54
Nelsinho é o pole no Desafio das Estrelas
Nelsinho Piquet foi o último a se garantir no top qualifying e acabou premiado com a pole-position. Foto: Paulo Backes

Nelsinho Piquet é o pole-position da primeira bateria do Desafio das Estrelas, que se realiza daqui a pouco no kartódromo da Arena Sapiens, em Florianópolis. No top qualifyiing, disputado com pista seca, os 10 pilotos andaram na casa dos 57 segundos, e Nelsinho marcou 57s043.

A seu lado na primeira fila, sai Vitor Meira, o mais rápido dos treinos classificatórios, mas que no top qualifying não repetiu o excelente tempo, mas garantiu o segundo lugar, com 57s063.

Na segunda fila, largam Lucas di Grassi, que abandonou o capacete aerodinâmico, e marcou 57s135, e Antonio Pizzonia, com 57s145.

Vitantonio Liuzzi (57s232) e Michael Schumacher (57s237) dividem a terceira fila, seguidos por Rubens Barrichello (57s293) e João Paulo Oliveira (57s384). Tony Kanaan (57s566) e Rafael Matos (57s835) fecham o primeiro pelotão.

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Sábado, 28 de novembro de 2009 | 14:26
Sol e chuva no treino classificatório

A diferença do clima nos treinos classificatórios interferiu diretamente no resultado da sessão e dos pilotos que foram para o top qualifyng. Enquanto o grupo 1 de pilotos andou com garoa fina, o grupo 2 pegou pista seca e fez os melhores tempos.

A exceção foi Vitor Meira, piloto do grupo 1, que fez o melhor tempo da sessão, com 56s849. Daí para trás, até o 10º colocado, eram todos do G2. Como cinco de cada grupo passavam para o top qualifying, vários pilotos do G2, que fizeram tempos melhores, ficaram de fora.

Os classificados para o top qualifying que define os 10 primeiros do grid da primira bateria foram: Vitor Meira, Tony Kanaan, Rubens Barrichello, Rafael Matos, Antonio Pizzonia, Vitantonio Liuzzi, Lucas di Grassi, João Paulo Oliveira, Michael Schumacher e Nelsinho Piquet.

Felipe Massa fez o 18º tempo e larga nesta mesma posição. Já Christian Fittipali, que fez o sétimo tempo, mas foi o sexto colocado no G2, sai em 11º lugar.

Na segunda bateria, no domingo, os oito primeiros colocados na primeira bateria invertem suas posições no grid. O oitavo passa a ser o pole, o sétimo larga em segundo e assim sucessivamente.

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Sábado, 28 de novembro de 2009 | 11:13
Schumacher voa na chuva
Schumacher exibiu o velho talento sob chuva e cravou o melhor tempo dos treinos livres para o Desafio das Estrelas. Foto: Paulo Backes

Michael Schumacher mostrou o conhecido talento sob chuva e terminou a sessão de treinos livres para o Desafio das Estrelas, em Florianópolis, com o melhor tempo: 1:00.685.

Max Wilson foi a surpresa do treino, ficando em segundo lugar, com 1:00.692, seguido por Rubens Barrichello, com 1:00.967. Os três primeiros colocados foram os únicos a rodar abaixo de 1min01.

Felipe Massa foi o quarto colocado, com 1:01.124, e Felipe Giaffone, o quinto, com 1:01.169. O treino livre do grupo 2 foi mais rápido que o do grupo 1. Luciano Burti, que tinha sido o primeiro colocado no grupo 1, caiu para nono na soma dos tempos.

Continua chovendo em Florianópolis, e os treinos serãp retomados às 13h30, com as sessões classificatórias para o grid. Os pilotos serão novamente divididos em dois grupos, e depois haverá um top qualifying com os mais rápidos. A primeira bateria do Desafio está marcada para 16 horas.

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Sábado, 28 de novembro de 2009 | 10:35
Burti anda bem na chuva

Luciano Burti fez o melhor tempo do grupo 1 de pilotos no treino livre de hoje para o Desafio das Estrelas. Com pista molhada, Burti marcou 1:01.535, ficando à frente de Ricardo Zonta, com 1:01.898, e Tony Kanaan, com 1:01.900.

Durante os treinos, os 25 pilotos do Desafio das Estrelas estão divididos em dois grupos. O grupo 1, com 13 pilotos, e o grupo 2, no qual estão Felipe Massa, Michael Schumacher e Rubens Barrichello, com 12 pilotos.

No grupo 1, além dos três primeiros colocados, apenas Henrique Bernoldi (1:01.909) e Bia Figueiredo (1:01.994) andaram na casa de 1 minuto e 1 segundo. Christian Fittipaldi, Lucas di Grassi e Nelsinho Piquet, entre outros, rodaram na casa de 1min02s, enquanto Vitantonio Liuzzi foi o último colocado da sessão, com 1:03.709.

O grupo 2 faz o seu treino livre neste instante.

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Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 | 19:44
Barrichello domina treinos livres

Barrichello andou sempre na frente e é sério candidato à pole-position no Desafio das Estrelas. Foto: Miguel Costa Junior/VipComm

Rubens Barrichello confirmou a boa forma exibida durante a última temporada da Fórmula 1 e foi o piloto mais rápido nos treinos livres para o Desafio das Estrelas, nesta sexta-feira, em Florianópolis.

Barrichello dominou as duas sessões e fechou o dia com o tempo de 55s601, a uma velocidade média de 78.149 km/h.

Os brasileiros foram os mais rápidos do dia, com Felipe Massa em segundo (55s756); Antonio Pizzonia em terceiro (55s821), e Nelsinho Piquet, em quarto (55s832).

Vitantonio Liuzzi, que teve confirmada hoje a sua renovação de contrato com a Force India, fez o quinto melhor tempo (55.833), seguido por Michael Schumacher, com 55s873.

"Está todo mundo muito perto, a pista deve gomar mais e ficar ainda mais rápida", previu Barrichello. Felipe Massa também prevê tempos melhores no sábado. "A pista já melhorou da primeira para a última saída e vai melhorar mais. A disputa será boa." 

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Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 | 19:32
Nelsinho gostaria de dupla Piquet-Senna

Nelsinho Piquet veria com bons olhos uma dupla Senna-Piquet correndo junta na Fórmula 1. Essa hipótese, defendida pelo todo-poderoso da categoria, Bernie Ecclestone, seria possível se Nelsinho conseguisse se juntar a Bruno Senna, na Campos, que tem uma de suas vagas em aberto para o ano que vem.

"Seria maravilhoso para o Brasil e para os patrocinadores brasileiros, mas vai depender da estratégia da equipe", disse Nelsinho, com uma ponta de esperança.

O filho do tricampeão Nelson Piquet já teve contato com a Campos, mas disse que a conversa não prosperou muito porque ele não tinha patrocinador para levar. "Além disso, acho que eles querem um piloto espanhol", acrescentou.

Outra equipe com quem Nelsinho conversou foi a Force India, mas a negociação esbarrou no mesmo tipo de problema. "A crise econômica favorece pilotos que têm dinheiro", afirmou.

Nelsinho disse que continua em busca de um lugar na Fórmula 1, e que semana que vem viaja para a Europa para novos contatos. "As chances existem. Preferia trabalhar com uma equipe com mais experiência, mas temos que examinar todas as possibilidades."

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Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 | 17:49
Capacete futurista
Lucas di Grassi usou um capacete aerodinâmico para buscar tempo, semelhante ao dos ciclistas, mas não foi tão rápido assim. Foto: Paulo Backes

Não é só pista que Lucas di Grassi anda projetando. Nos treinos livres para o Desafio das Estrelas, o brasileiro usou um capacete futurista, desenhado por ele mesmo e inspirado nos que os ciclistas usam.

Di Grassi disse que ainda não deu para medir o ganho de tempo, mas acredita que o projeto vá funcionar. "Se para os ciclistas funciona, por que não?"

Pelo que se viu no primeiro treino livre, o capacete não funcionou tanto assim. Di Grassi fez apenas o 15º tempo, a 766 centésimos de Barrichello.

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Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 | 17:10
Barrichello leva a melhor no primeiro treino livre

No primeiro contato dos pilotos com a nova pista do Kartódromo Arenas Sapiens, em Florianópolis, Rubens Barrichello foi mais rápido no primeiro treino livre desta tarde.

Barrichello fez o tempo de 56.289 segundos a uma velocidade de 77.194 km/h. O segundo lugar ficou com o alemão Michael Schumacher (56.531 segundos), seguido por Felipe Massa com 56.577 segundos.

Entre os pilotos que não competem na Fórmula 1, o melhor foi Marcos Gomes, da Stock Car, que fez o quarto tempo com 56.606.

O segundo treino livre está sendo finalizado nesse momento.

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Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 | 13:06
Da régua e compasso ao aval de Tilke

Autor do desenho da nova pista do kartódromo da Arena Sapiens, em Florianópolis, Lucas di Grassi contou que fez o croquis no papel, com régua e compasso, e depois acrescentou algumas mudanças com base nas sugestões de outros pilotos, como Felipe Massa.

"Juntei curvas que mais gosto em vários circuitos, como China, Turquia e Interlagos, e o sentido anti-horário de Interlagos", contou Di Grassi, na entrevista coletiva do Desafio das Estrelas.

Depois do desenho feito, Di Grassi encontrou o designer alemão Herman Tilke, na Espanha, e lhe mostrou o traçado. O responsável pelas mais modernas pistas da Fórmula 1 atual, aprovou. "É isso aí, pode tocar que está bem legal", teria respondido Tilke, segundo o piloto brasileiro.

Alguns jornalistas lembraram que algumas pistas de Tilke são bem chatas, com poucos pontos de ultrapassagem, como a de Abu Dhabi, mas Di Grassi acredita que será diferente no kartódromo. Rubens Barrichello saiu em defesa do projeto de Abu Dhabi. "A pista é boa. Só não aconteceram muitas ultrapassagens porque era a última prova do ano, os carros já tinham evoluído tudo que podiam e estavam muito próximos em termos de desempenho. Se fosse no início do ano teria sido diferente."

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Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 | 12:55
Massa espera temporada competitiva

Felipe Massa disse esperar uma temporada super competitiva da Fórmula 1 em 2010, com a participação tradicional da Ferrari e da McLaren e a ascensão da Brawn e Red Bull.

Para o piloto da Ferrari, o campeonato tende a ser equilibrado também porque não haverá grandes modificações no regulamento.

"A Fórmula 1 sofreu com a saída de algumas equipes, mas teve a chegada da Mercedes. A disputa vai ser equilibrada e espero estar nessa briga", disse Massa, na coletiva da Shell no Desafio das Estrelas, em Florianópolis.

Com o fim do reabastecimento, Massa disse que o consumo de combustível ganhará ainda mais relevância. "O trabalho no consumo do motor será tão importante quanto a aerodinâmica", previu.

Massa comentou que os pilotos terão o desafio de treinar com o tanque vazio no sábado, em busca do melhor tempo na classificação, e largar com o carro super pesado. "Na largada, os caros estarão quatro segundos mais lentos", estimou.

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Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 | 11:24
Brawn não lutou por seus pilotos

Apesar do compromisso de todos com o projeto da Brawn, que acabou recompensado com os títulos de piloto e de construtores, a escuderia de Ross Brawn, antes de ser vendida para a Mercedes, não se empenhou em manter sua dupla de pilotos.

Essa avaliação foi feita por Rubens Barrichello durante a entrevista coletiva para o Desafio das Estrelas, em Florianópolis.

"A Brawn deixou a situação no ar. A maior prova disso foi a decisão do Button", afirmou Barrichello, que irá correr pela Williams ano que vem.

Barrichello disse que tomou sua decisão muito cedo pelo pacote técnico oferecido pela Williams e que estva seguro de sua decisão, mesmo depois de saber da compra da Brawn pela Mercedes.

"Se eu fosse o dono da Brawn, teria lutado pelos dois pilotos", disse Barrichello, enfatizando o pouco caso da equipe, que acabou ficando na mão, sem um piloto de ponta.

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Quinta-feira, 26 de novembro de 2009 | 17:01
Kartódromo de primeira
Em meio a um bosque, o novo kartódromo de Santa Catarina lembra, por sua localização, o autódromo de Monza

Os posts demoraram a entrar hoje, pois estava no caminho entre o Rio e Florianópolis para o Desafio das Estrelas. De hoje até domingo, o SpeedBlog estará reportando daqui, com um olho no kart e outro na Fórmula 1.

Depois de ter ouvido tanto falar da nova pista de Florianópilis, a primeira impressão foi a melhor possível. A Arena Sapiens Parque, especialmente projetada para a disputa, fica integrada a uma área verde e chega a lembrar, guardadas as  proporções, o autódromo de Monza.

O local é de padrão internacional, com arquibancada para 14 mil pessoas, mais os camarotes, que comportam outras seis mil. A pista atende todos os requisitos da FIA em termos de extensão, largura, zebras e demais instalações e está apta a receber o Mundial de kart.

Antonio Pizzonia, o primeiro a chegar ao kartódromo, deu 15 voltas de moto para conhecer o traçado. Dudu Massa, irmão de Felipe Massa, será o primeiro a andar com um kart na nova  pista. Ele rodará amanhã de manhã para testar componentes e ver qual a melhor das três opções disponíveis de coroa e pinhão.

Amanhã, teremos coletiva com Felipe Massa pela manhã, e treinos livres à tarde. As baterias para valer serão no sábado, às 16 horas, e domingo, às 11 horas. Para quem quiser acompanhar pela TV, a bateria de sábado será transmitida ao vivo pelos canais SporTV e Eurosport. A bateria final, no domingo, terá transmissão da Rede Globo e Eurosport.

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Quarta-feira, 25 de novembro de 2009 | 12:11
Kobayashi pode ajudar Renault
Uma das necessidades da Renault para se manter na Fórmula 1 seria um patrocínio significativo, estimado em 50 milhões de dólares. Parte disso pode ser viabilizado pelo jovem piloto japonês Kamui Kobayashi, 23 anos, que teria o apoio da Panasonic e da KDDI para levar adiante sua carreira.

Kobayashi disputou as duas últimas coridas de 2009 pela Toyota e chamou atenção por seu estilo agressivo. A saída da equipe japonesa da F1, no entanto, o deixou sem opções, mas as duas empresas japonesas estariam dispostas a bancá-lo, segundo a revista Auto Hebdo.

A Panasonic era a principal patrocinadora da Toyota e tem condições de aportar um bom dinheiro para que Kobayashi seja o companheiro de Kubica em 2010. A KDDI, uma empresa de telecomunicação, também está disposta a investir em Kobayashi, que se confirmar os sinais exibidos no Brasil e em Abu Dhabi poderá se tornar um herói em seu país.
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Quarta-feira, 25 de novembro de 2009 | 10:51
Nelsinho Piquet corre no Desafio das Estrelas
Nelsinho já foi pole e vice no Desafio
Convidado por Felipe Massa, Nelsinho Piquet é mais uma atração do Desafio Internacional das Estrelas, que acontece neste fim de semana, em Florianópolis.

Nelsinho vem de um oitavo lugar no evento de super kart, em Las Vegas, onde enfrentou os melhores kartistas do mundo e ficou uma posição atrás de Michael Schumacher. Nelsinho foi pole-position do Desafio das Estrelas de 2007, vencido justamente por Schumacher.

O piloto alemão também é presença confirmada no Desafio das Estrelas. Schumacher chega afiado, pois andou muito de kart este ano na Itália e participou do evento em Las Vegas.

O Desafio das Estrelas se realiza desde 2005, e teve vencedores diferentes em cada uma de suas quatro edições. Em 2005, foi Daniel Serra, filho de Chico Serra, que passou pela Fórmula 1 nos anos 80; em 2006, a vitória foi de Felipe Massa, o idealizador do evento; em 2007, ganhou Schumacher, e em 2008, Rubens Barrichello.
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Terça-feira, 24 de novembro de 2009 | 17:42
Massa: "Nas pistas, F1 ainda é um esporte"
Massa sempre teve os melhores pilotos do mundo como companheiros e quer que disputa com Alonso fique na pista. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Felipe Massa foi entrevistado pela revista alemã Auto Motor und Sport e saiu-se com a frase que dá título a esse post para demonstrar como deve ser sua relação com Fernando Alonso, que será seu companheiro de equipe na Ferrari, em 2010.

Essa questão é sempre colocada a Massa, desde que o bicampeão mundial foi anunciado pela Ferrari, e o brasileiro tem sido elegante e sincero nas respostas. Massa sabe que na Fórmula 1 não existe inocência, que o jogo é pesado, mas inverte o papel ao desafiar Alonso para um duelo na pista.

"Nas pistas, isso obviamente ainda é um esporte. Ele tentará estar à minha frente e eu tentarei estar à frente dele", disse Massa, quando perguntado se temia alguma coisa diferente na Ferrari com a chegada de Alonso.

A revista alemã lembrou que Alonso teve problemas com Hamilton na McLaren e tentou sentir se Massa se preocupava com isso. "Não, porque eu sei como as coisas são na Ferrari", respondeu ele. "A coisa mais importante é que nos dois trabalhemos para ter o melhor carro na pista. Manobras políticas não são a melhor maneira para conseguir as coisas. Isso tem a ver com trabalho e espero que Fernando também pense assim", acrescentou.

Na entrevista, foi destacado o fato de que Massa sempre teve como companheiros de equipe na Ferrari os melhores pilotos do mundo: Michael Schumacher, Kimi Raikkonen e em 2010, Fernando Alonso.

Contra Schumacher é covardia comparar, mas Massa conseguiu se impor diante de Raikkonen, e nos dois últimos anos foi superior. Perguntado se preferia que as coisas fossem mais fáceis nesse sentido, demonstrou confiança: "Eu posso dizer com certeza que eu nunca tive vida fácil na Fórmula 1. Eu sempre tive fortes companheiros de equipe. Mas eu me sinto numa boa posição para lutar."
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GabrielMandou bem o baixinhoPostado às 09:34 do dia 25/11/2009
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Terça-feira, 24 de novembro de 2009 | 12:46
Nas entrelinhas Ghosn sinaliza saída
A entrevista de Carlos Ghosn, CEO da Renault, pode sugerir a saída definitiva da Renault da Fórmula 1. Ao afirmar que a categoria não está respondendo a desafios importantes para indústria (post abaixo), Ghosn estaria preparando o terreno para o fim da equipe.

A Renault deveria ter decidido seu futuro na F1 em reunião de emergência realizada após o anúncio da saída da Toyota, mas acabou adiando a decisão para o fim do ano. Consta que nesta reunião, Ghosn teria sido o único a defender a permanência da equipe na F1. O restante da diretoria teria optado pela retirada.

Além de duas temporadas muito fracas em 2008 e 2009, a Renault ainda sofreu um golpe na sua imagem com o escândalo do GP de Cingapura de 2008, quando Nelsinho Piquet recebeu ordens para bater propositalmente seu carro e beneficiar Fernando Alonso. O caso veio à tona esse ano e foi para no tribunal da FIA. A equipe acabou poupada, mas o dano foi irreversível.

Uma das hipóteses cogitadas foi de que a Renault ficasse apenas como fornecedora de motores. Para sua manutenção como equipe completa foi exigido um pacote de 50 milhões de dólares de patrocínio que viabilizasse a operação sem tanto dinheiro da montadora. O prazo seria o fim do ano e Ghosn estaria esperando apenas isso para anunciar a decisão.
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Terça-feira, 24 de novembro de 2009 | 12:16
Montadoras esperam mais da Fórmula 1
A evasão das grandes montadoras da Fórmula 1 certamente está ligada à recente crise econômica global, ainda não superada, mas existem outros aspectos que os fabricantes gostariam de ver para continuar na categoria.

A advertência foi feita pelo brasileiro Carlos Ghosn, CEO da Renault, cujo futuro na F1 continua incerto. Ghosn dise que a Fórmula 1 precisa responder a certos desafios para se manter interessante às montadoras.

Estes desafios estariam ligados, sobretudo, a questões ambientais, sobre as quais as montadoras também precisam encontrar respostas. "Você pode chegar à emisão zero com a  tecnologia usada na Fórmula 1?", indagou Ghosn em entrevista à Forbes Índia.

Para Ghosn, sem responder a essas preocupações, a Fórmula 1 deixaria de ser importante não apenas para a Renault, mas para todos os fabricantes. "Três montadoras deixando a Fórmula 1 em um ano é muito. Isso significa que existem muitas questões que precisamos resolver", afirmou Ghosn, referindo-seàs saídas da Honda, BMW e Toyota.

Ghosn disse que o futuro da Renault na Fórmula 1 será decidido antes do dim do ano. A escuderia contratou Robert Kubica, mas o polonês não ficaria sem emprego no caso de desistência da equipe francesa. A Mercedes já demonstrou interesse em tê-lo em seu carro nesse caso.


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Segunda-feira, 23 de novembro de 2009 | 16:14
Filhos de peixe
Confirmado oficialmente na Mercedes, Nico Rosberg terá o desafio de repetir o sucesso do pai, Keke, campeão mundial em 1982. Foto: Peter Fox/Getty Images
Com o anúncio oficial de que pilotará pela Mercedes em 2010, Nico Rosberg terá pela frente o desafio de se tornar um piloto vencedor e repetir o sucesso do pai, Keke Rosberg, campeão mundial em 1982.

Carregar um sobrenome famoso na Fórmula 1 já é um fardo, que torna-se ainda mais pesado quando o pai foi campeão mundial. Além do sobrenome, Nico tem outra semelhança com o pai. Quando Keke foi contratado pela Williams, em 1982, ele já vinha de quatro temporadas na F1: 1978 (Theodore/ATS), 1979 (Wolf) e 1980/81 (Fittipaldi). Com um carro vencedor nas mãos, Keke foi campeão logo em seu primeiro ano na Williams, embora comn apenas uma vitória, no GP da Suíça, em Dijon-Prenois.

Nico também tem quatro temporadas completas na Fórmula 1, sempre pela Williams, nas quais se revelou um piloto promissor, mas ainda sem conhecer a vitória. Na Mercedes (ex-Brawn) terá que confirmar seu talento ou integrar a lista de filhos de peixe que morreram na praia.

O mais bem sucedido filho de campeão mundial foi Damon Hill, que em 1996, na Williams, repetiu o título mundial que o pai, Graham, tinha conquistado em 1962, com BRM, e 1968, com Lotus.

Damon é até hoje o único filho de campeão mundial a repetir a proeza, e poderia até ter sido bicampeão, se em 1995 Michael Schumacher não tivesse jogado seu Benetton contra a Williams do inglês na última prova da temporada, na Austrália.

Outros filhos de campeões não honraram o nome dos pais na Fórmula 1. David Brabham, filho mais novo do australiano Jack Brabham, tricampeão em 1959/60/66, teve uma experiência muito pouco competitiva pela Brabham, em 1990, e foi para outras catgeorias.

Michael Andretti, que foi campeão da Indy em 1991, passou pela F1 em 1993, pela McLaren, mas nem chegou perto do sucesso do pai, Mario, campeão mundial em 1978. O caso mais recente foi o de Nelsinho Piquet, que não venceu corridas e ainda se envolveu em um dos maiores escândalos da Fórmula 1 ao bater propositalemnte no muro no GP de Cingapura de 2008. Nelsinho ficou anos-luz distante do pai, Nelson, tricampeão mundial em 1981/83 e 87.

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Segunda-feira, 23 de novembro de 2009 | 15:29
Quiz #06

Vamos seguir em ritmo acelerado! Já está no ar a sexta edição do Quiz SpeedBlog! Os amantes da Fórmula 1 têm mais uma oportunidade para mostrar que sabem muito sobre o esporte. Além do reconhecimento, o vencedor levará uma linda mochila recheada de brindes!

Vale lembrar, novamente, que as respostas não deverão ser publicadas pelos comentários, que serão deletados e desconsiderados. Elas devem ser enviadas exclusivamente para o e-mail quiz@speedblog.com.br, juntamente com o nome completo, telefone e endereço do participante. Após o recebimento das respostas, será enviado um e-mail de confirmação. Vence aquele que enviar a resposta certa primeiro.

O desafio tem início hoje e as respostas deverão ser enviadas até o dia 02 de dezembro. O resultado será divulgado na quinta-feira, 03. Não perca tempo!

Pergunta Quiz #06:

O doutor Sid Watkins, médico da FIA, precisou certa vez ser duro com um piloto que insistia em disputar uma corrida após um grave acidente nos treinos. O médico disse para ele: "Apenas lembre-se que duas horas após o acidente você sequer sabia que era um piloto de corridas. Esqueça!"

 

Quem era o piloto, que carro guiava e em que Grande Prêmio aconteceu o episódio?

Enviem suas respostas para quiz@speedblog.com.br. Boa sorte!

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Segunda-feira, 23 de novembro de 2009 | 7:41
Di Grassi mais próximo da Manor
A julgar pelas palavras do chefe da Manor, John Booth, em entrevista à Autosport, em Macau, o brasileiro Lucas di Grassi está com um pé na equipe para ser o companheiro de Timo Glock em 2010.

Di Grassi já tinha dito que suas maiores chances estavam na Manor, e Booth confirmou isso com declarações elogiosas ao brasileiro.

"Lucas seria uma ótima opção por uma série de razões. Ele é um ex-piloto da Manor e venceu para nós aqui em Macau", disse Booth, referindo-se à espetacular vitória do brasileiro, em 2005, quando ultrapassou Kubica a duas voltas do fim, numa corrida em que Vettel foi o terceiro colocado.

"Ele também tem experiência como piloto de testes da Fórmula 1. Alguém como Lucas seria perfeito", acrescentou Booth, sem no entanto confirmar o nome do brasileiro.

A conclusão das negociações entre a Manor e Virgin estão para ser confirmadas a qualquer hora, e, junto com ela, poderá vir o anúncio do segundo piloto.
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Segunda-feira, 23 de novembro de 2009 | 7:23
Compra da Sauber rumo ao fracasso
O que todo mundo já suspeitava parece se concretizar. O tal grupo Qadbak, que teria comprado a Sauber e aguardava uma vaga no grid da Fórmula 1 em 2010, não tem fundos suficientes para levar adiante a operação.

Segundo o jornal suíço Sonntagszeitung, a Qadback não está amparada por saudáveis investidores do Orinete Médio, e a principal figura por trás do consórcio, Russel Kin, já esteve preso por fraude na área de seguros e teve seus bens congelados pelo tribunal.

Apesar da saída da Toyota, a FIA não atribuiu a vaga no grid à Sauber, temerosa com a real situação financeira da Qadbak. Ao invés de aportar fundos, o consórcio estaria mais interessado em por a mão no que a BMW-Sauber teria direito pelo sexto lugar entre os construtores.
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Sexta-feira, 20 de novembro de 2009 | 13:08
Brawn/Mercedes em enrascada
A saída de Jenson Button deixou a ex-Brawn, agora Mercedes, numa enrascada. Um dos melhores carros de 2009 e, possivelmente, mais uma vez competitivo em 2010, está disponível, mas faltam pilotos.

Ross Brawn disfarça, diz que não há pressa na definição, alegando que o cockpit livre (o outro é de Nico Rosberg) é o mais atraente do mercado. É verdade. Mas também é verdade que os melhores pilotos da atualidade já se acomodaram, e o único ainda disponível é Kimi Raikkonen.

Continuo acreditando que a Mercedes irá atrás do finlandês. Norbert Haug, da Mercedes, comentou que Kimi tem seu telefone e pode ligar a hora que quiser. A situação ficou favorável para Kimi numa suposta negociação. Ele tanto pode pedir um caminhão de dinheiro, já que não restam outras opções, como se livrar das tarefas de RP que o aborrecem profundamente.

Em meio ao impasse da Mercedes, aumentaram os boatos de um retorno de Michael Schumacher, ligado à fábrica alemã desde os tempos anteriores à Fórmula 1. A porta-voz de Schumacher negou a possibilidade no início da semana, mas agora o jornal italiano Gazzetta dello Sport voltou a falar do assunto.

Uma volta de Schumacher parece pouco provável, principalmente considerando sua atual ligação com a Ferrari. Se fosse para voltar, seria pela equipe italiana, onde conquistou cinco títulos mundiais e tem todas as portas abertas. A notícia parece apenas lenha no fogo para aquecer o notíciário pós temporada.
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Quinta-feira, 19 de novembro de 2009 | 14:31
Quiz #5 tem vencedor
Willian Freitas foi o vencedor do Quiz #5 do SpeedBlog e irá receber uma mochila em casa. Ele foi o primeiro a responder corretamente à difícil pergunta, que teve pouquíssimos acertadores.

A partir da frase "Embora eu particularmente não concorde com o seu estilo temerário, ele fez mais pelas corridas este ano do que todos os outros pilotos juntos", a pergunta era quem a proferiu e a que piloto se referia.

A resposta correta era Frank Williams sobre Gilles Villeneuve. O ano era 1979, mas não fazia parte da pergunta.

Villeneuve foi a sensação daquela temporada, na qual, ironicamente, o título mundial acabou nas mãos de seu companheiro na Ferrari, Jody Schekter. O piloto canadense venceu três grandes prêmios - África do Sul, EUA-Oeste e EUA-Leste -, mas o que mais marcou sua presença naquele ano foi a espetacular corrida em Zandvoort, no GP da Holanda.

Em primeiro lugar, Villeneuve fez uma inacreditável ultrapassagem sobre Alan Jones na temível curva Tarzan, considerada uma das melhores de todos os tempos e que pode ser vista no You Tube.

Pouco depois, porém, ele teve o pneu traseiro esquerdo furado e continuou na pista enquanto a borracha se desintegrava e mesmo após isso, acelerando em três rodas até que a supensão traseira foi destruída, obrigando-o a ir para os boxes.


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Willian FreitasEssa foi dificil de achar. Achei no Continental Circus :D

(:
Postado às 13:58 do dia 19/11/2009
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Quinta-feira, 19 de novembro de 2009 | 13:26
Vettel, o melhor do ano
Mesmo sem o título, Vettel ganhou a votação. Foto: Getty Images
O alemão Sebastien Vettel, da Red Bull, foi eleito o melhor piloto de 2009 pelos chefes de todas as equipes da Fórmula 1, ouvidos pela revista inglesa Autosport para a sua edição de balanço da temporada.

Os chefes de equipe votaram sigilosamente do primeiro ao décimo melhor piloto, e a Autosport utilizou o mesmo tipo de pontuação do campeonato até o oitavo colocado. Dez pontos para o primeiro, oito para o segundo, seis para o terceiro, cinco para o quarto e assim sucesivamente.

Vettel somou 76 pontos, nove a mais que o campeão mundial Jenson Button. O resultado foi o seguinte: 1. Vettel, 76; 2. Button, 67; 3. Hamilton, 65; 4. Alonso, 39; 5. Barrichello, 35; 6. Raikkonen e Weber, 30; 8. Massa, 19; 9. Kubica, 10, e 10. Sutil, 8.

O resultado foi equilibrado, mas cometeu certas injustiças. A meu ver, Barrichello seria o quarto colocado pelo significado do seu renascimento para a Fórmula 1 e pelas duas vitórias que conquistou.

Alonso tirou leite de pedra com uma Renault para esquecer, mas por mim ainda ficaria atrás de Raikkonen e Weber. A se destacar o oitavo lugar de Massa, que só disputou nove grandes prêmios e mesmo assim figurou entre os melhores.
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DanielQuestiono ainda o Hamilton na frente do Rubinho.
E o weber, na minha opinião, foi melhor do que o Haikonen, de longe.
Talvez seja minha implicância com o "simpático" finlandês.
Postado às 11:32 do dia 20/11/2009
GabrielNão concordo com Alonso na frente do Barrichello. As vitórias do brasileiro, principalmente em Valência, o deixam bem na frente do galã espanhol...Postado às 13:25 do dia 19/11/2009
MairMas só o fato de ele estar entre os 10 disputando meia temporada é louvável. Poderíamos supor que se tivesse participado da temporada toda teria uma posição bem melhor.Postado às 12:46 do dia 19/11/2009
Nelson TavaresAcho a classificação para o Massa, no mínimo, injusta... Isso levando em conta simplesmente que ele ficou atrás do Raikkonen... Ele vinha mostrando uma perfomance muito melhor que o companheiro de equipe... Não teria como ele entrar num ranking sendo comparado aos que disputaram o campeonato inteiro e tiveram mais corridas para ajustar o carro e se ajustar a ele... Postado às 12:42 do dia 19/11/2009
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Quinta-feira, 19 de novembro de 2009 | 11:50
Kimi e a Mercedes
Kimi ainda tem uma possibilidade de ficar na Fórmula 1 pela Mercedes, embora acredite que a equipe terá uma dupla de pilotos alemã. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Na terça-feira, escrevi aqui no blog que a possível ida de Jenson Button para a McLaren, que se confirmou no dia seguinte, abriria caminho para Kimi Raikkonen na Mercedes. A questão ganhou força e está em debate em toda a mídia.

O movimento seria natural. Sem Button, a Mercedes não teria nenhum outro piloto de ponta para seu ambicioso projeto, que não Raikkonen. E a questão financeira, que fazia parte do discurso da Brawn, cairia por terra com os recursos da fábrica alemã.

Kimi, por sua vez, disse o tempo todo que só ficaria na Fórmula 1 em um carro competitivo, que lhe permitisse ganhar corridas e lutar pelo campeonato. Com a porta da McLaren fechada, a única opção nesse sentido seria a Mercedes.

O empresário de Raikkonen, Steve Robertson afirmou que o finlandês pensaria sobre uma oferta da Mercedes. Kimi, no estilo evasivo, não disse sim nem não, mas revelou em entrevista ao site oficial da F1 que sua percepção é a de que a Mercedes terá uma dupla de pilotos alemães em 2010.

Me parece temerário a Mercedes estrear seu projeto de equipe própria sem um piloto de ponta. Mesmo que o carro prometa, ela estaria em desvantagem em relação à McLaren, com dois campeões mundiais, e à Ferrari, com Alonso e Massa.

Ross Brawn não tem um coelho para tirar da cartola, como fez esse ano com o difusor duplo. O regulamento não traz grandes novidades e a tendência é a de um campeonato mais equilibrado que o de 2009, com carros mais semelhantes. Depois do sucesso desse ano, deixar de lutar pelo bicampeonato por falta de pilotos seria o fim da picada.,




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mairSó que agora a grana curta da Brawn foi substituída pelo poderio financeiro da Mercedes. O negócio é não perturbar muito o Kimi com funções de relações públicas que ele odeia. Talvez nem precise aquela grana todaPostado às 13:54 do dia 19/11/2009
GabrielAcho que o Ross não topa pagar o que o Kimi pede...Postado às 13:19 do dia 19/11/2009
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Quarta-feira, 18 de novembro de 2009 | 14:48
Montezemolo encalha Ferrari na brita
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GabrielTinha que ser o presidente!Postado às 15:34 do dia 18/11/2009
Raquelahahahah essa foi muito boa!!! Ferrari encalhada!! de que adianta tanto poder nas mãos sem saber usar corretamente? hahahPostado às 15:20 do dia 18/11/2009
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Quarta-feira, 18 de novembro de 2009 | 14:44
Russos querem 40% da Renault

A Renault teria recebido uma oferta de investidores russos para vender 40% de sua equipe de Fórmula 1, disse o jornal finlandês Turun Sanomat. A Renault estaria precisado de 30 milhões de euros (cerca de 50 milhões de dólares) para levar adiante sua operação de F1 em 2010, o que seria viabilizado pela venda parcial da equipe.

 

Se concretizado, o negócio levaria o piloto russo Vitaly Petrov a ficar com a segunda vaga da Renault, ao lado de Robert Kubica. Timo Glock, ex-Toyota, era candidato à vaga, e sua decisão de assinar com a Manor pode ser explicada por uma suposta imposição russa ao nome de Petrov.

 

A Renault ainda não anunciou sua permanência em 2010, o que deixa a Fórmula 1 em suspense. A Red Bull ainda não pode anunciar oficialmente que continuará usando os motores Renault, embora Adrian Newey já tenha desenhado o novo modelo em torno do propulsor francês.

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Quarta-feira, 18 de novembro de 2009 | 11:08
Button é da McLaren, Kimi não corre em 2010
Button e Hamilton formarão a primeira dupla de britânicos campeões em uma mesma equipe desde Jim Clark e Graham Hill na Lotus, em 1968. Foto: Clive Mason/Getty IMages
Duas notícias sacudiram a Fórmula 1 hoje. Jenson Button foi oficialmente confirmado como piloto da McLaren em 2010, e o empresário de Kimi Raikkonen afirmou que o finlandês não competirá na próxima temporada.

Os dois movimentos estão associados. Ao ser substituído por Fernando Alonso na Ferrari, Raikkonen disse que só a McLaren interessava. Como a negociação com a equipe inglesa fracassou, decidiu ficar fora da F1 ano que vem, embora não descarte retornar à categoria em 2011.

Foi uma pena Kimi não ter considerado a Brawn, ainda mais com a compra da equipe pela Mercedes. Mas se a Brawn não quis dar um aumento substancial a Button, que dizer da fortuna exigida por Raikkonen, o piloto mais bem pago da Fórmula 1.

Nessa história toda, quem saiu perdendo foi a Brawn. Enquanto a McLaren tem agora dois campeões mundiais, e a Ferrari um campeão e outro pilot vencedor, a Brawn terá que apostar suas fichas no sucesso de Nico Rosberg, um piloto promissor, mas que ainda não ganhou corridas.

A Brawn paga por sua hesitação em renovar logo com Button, que não estava pedindo nada de mais para os padrões da Fórmula 1. O piloto inglês, agora na condição de campeão mundial, queria apenas recuperar o que ganhava nos tempos de Honda e abriu mão para viabilizar a existênmcia da Brawn. A equipe de Ross Brawn falou muito em parceria em lealdade, mas expôs o campeão mundial e acabou perdendo.

Para Button, o grande desafio será enfrentar Lewis Hamilton como companheiro de equipe. Hamilton é cria da McLaren e a equipe funciona muito à suas volta. Vários ex-pilotos experientes alertaram Button sobre o risco dessa mudança.

Por outro lado, a McLaren permite um confronto aberto entre seus pilotos. Foi assim com Senna e Prost até que a convivência se tornou insustentável. Tudo indica que Hamilton deva sair em vantagem por ter participado ativamente do desenvolvimento do carro desse ano, que começou um desastre e terminou vencedor. Os testes do inverno europeu são muito poucos para Button conhecer suficientemente o carro. Mas se com as poucas mudanças para 2010, o carro já vier vencedor, Button, com seu estilo suave, poderá conseguir bons resultados e fazer frente a Hamilton.
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RaquelBem que você já tinha adiantado essa possibilidade, Mair! Gostei!!Postado às 15:12 do dia 18/11/2009
RojaumR$80.000.000,00 pra gastar em festinhas e vodka.. É só isso que o Kimi quer, porque que ninguém aceita pagar?Postado às 12:37 do dia 18/11/2009
Gabriel SchmidtÉ, a McLaren conseguiu uma dupla capaz de fazer frente à da Ferrari!!!Postado às 10:54 do dia 18/11/2009
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Terça-feira, 17 de novembro de 2009 | 13:24
Dica para o Quiz #5
O SpeedBlog reconhece que o desafio lançado no Quiz#5 estava muito enigmático. Como se aproxima a data final para a resposta e ainda não temos acertadores, decidimos incluir mais algumas dicas na pergunta. Boa sorte.

"Embora eu particularmente não concorde com o seu estilo temerário, ele fez mais pelas corridas este ano do que todos os outros pilotos juntos."

Esta frase foi proferida no final da década de 70 por um famoso chefe de equipe, que conviveu muito com brasileiros, sobre um também famoso piloto que viria a marcar época por sua audácia. Quem foi o autor da frase e a que piloto se referia. O ano exato fica de lambuja.

As respostas devem ser enviadas para quiz@speedblog.com.br ! Quem acertar primeiro leva!
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Willian FreitasNão recebi o email confirmando a resposta. Mas mandei dia 17 de novembro de 2009 Às 13:42:10.

(:
Postado às 13:08 do dia 17/11/2009
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Terça-feira, 17 de novembro de 2009 | 12:25
Ingleses apostam em Buton na McLaren
A ida de Button para a McLaren, a se confirmar, poderia abrir espaço para Kimi Raikkonen na Brawn. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A mídia inglesa, em diferentes tons, aposta que Jenson Button será piloto da McLaren em 2010, levando para Woking o valoroso número 1 de campeão mundial.

O The Guardian é o jornal que vai mais longe na história, afirmando que um contrato de 18 milhões de libras por três anos está pronto para ser assinado por Nutton, encerrando o litígio do piloto com a Brawn.

O Daily Mail também aposta no acerto e diz que a negociação pode ser concretizada antes do fim da semana. Button estaria desapontado com a recusa da Brawn em elevar mais o seu salário, mas o The Times, com base em fontes da Brawn, afirma que a equipe lhe teria oferecido 8 milhões de libras. Nesse caso, o salário da Brawn seria dois milhões de libras superior ao da McLaren.

O diretor da Brawn, Nick Fry, duvida que a McLaren tenha oferecido um negócio melhor para Button, e disse que o piloto precisa decidir quanto vale a lealdade o apoio que tem na Brawn e quanto vale o dinheiro se ele puder ganhar mais em outro lugar.

Em entrevista à BBC, Fry negou o interesse por uma dupla de pilotos alemã após a compra da equipe pela Mercedes. Norbert Haug, da Mercedes, que vinha conversando com Nick Heidfeld, também negou o interesse por uma equipe inteiramente alemã, dizendo que o objetivo é ter os melhores pilotos.

De acordo com essa filosofia, é estranho a Brawn dispensar Button e ficar apenas com Rosberg e um outro piloto a ser definido. A única opção melhor que o atual campeão seria contratar Kimi Raikkonen, cuja pretensão salarial assusta a McLaren, mas não seria problema para a Mercedes.
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Terça-feira, 17 de novembro de 2009 | 12:08
Glock assina com Manor. Di Grassi quer segunda vaga
O alemão Timo Glock foi anunciado hoje como principal piloto da estreante Manor Motorsport para 2010. O brasileiro Lucas di Grassi espera ficar com a segunda vaga e disse que suas chances são boas.

A estratégia da Manor era ter um piloto com experiência em algum carro da Fórmula 1 em 2009 para ajudar no desenvolvimento do primeiro modelo da escuderia. Timo Glock cumpre bem o papel, já que foi titular da Toyota, e só não correu as três últimas corridas por causa do acidente nos treinos para o GP do Japão, logo após ter sido o segundo colocado em Cingapura.

Campeão da GP2 em 2007, Glock já disputou 37 grandes prêmios pela Jordan e Toyota, mas ainda precisa se afirmar na Fórmula 1. Seu nome chegou a ser considerado como segundo piloto da Renault, ao lado de Kubica, mas ele dise ter confiança no projeto da Manor. O contrato de Glock seria de dois anos com opção para mais um.

Já Lucas di Grassi precisaria aportar algum dinheiro para conseguir o segundo cockpit. O brasileiro sabe que não é o único piloto considerado para a vaga, e a decisão da Manor não levará em conta apenas talento. Di Grassi espera uma resposta da manor para a próxima semana.
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Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 | 12:21
Flechas de prata
A pintura reproduz a estréia das flechas de prata, em Reims, 1954, com a vitória de Fangio (à frente) e o segundo lugar de Kling
Na Fórmula 1 moderna, a Mercedes só participou com equipe própria em 1954 e 1955, e o fez de forma tão dominante, que a sua volta anunciada agora deve preocupar os adversários.

No ano e meio em que esteve na F1, porque em 1954 só esterou na terceira corrida, já em julho, a Mercedes disputou 15 grandes prêmios e venceu 12, com sete dobradinhas.

Essa hegemonia se deu com um carro excepcional, o W196S, que tinha duas carrocerias, uma fechada, para os circuitos mais velozes, e outra aberta para as pistas mais sinuosas.

O projeto da Mercedes era ser vencedora logo de cara e a equipe não enonomizou fundos para isso. Sua primeira medida foi contratar o melhor piloto do mundo, Juan Manuel Fangio. O W196S não estava pronto no início da temporada, e Fangio foi liberado para correr as duas primeiras provas - Argentina e Bélgica - pela Maserati. Fangio venceu as duas, antes de estrear o carro da Mercdes, no GP da França, em Reims.

O cartão de visitas não poderia ter sido melhor. Fangio fez a pole e a Mercedes estreou com dobradinha. O argentino em primeiro e Karl Kling em segundo, numa demonstração de superioridade que marcaria o resto da temporada. Fangio ainda venceria na Alemanha, Suíça e Itália, conquistando o título com quase o dobro de pontos que o também argentino Froilan Gonzalez, da Ferrari.

Fangio continuou na equipe em 55 - ele não seria louco de abandonar o melhor carro da F1 - e passou a ter a companhia de outro grande piloto, o inglês Stirling Moss. Era o dream team da época.

Fangio começou vencendo em casa em uma prova em que só ele e o também argentino Roberto Mieres, com Maserati, chegaram ao fim sob um calor de rachar. A vitória de Maurice Trintignant, com Ferrari, em Mônaco, deu um intervalo, mas as Mercedes dominariam o resto da temporada, com vitórias de Fangio na Bélgica, Holanda e Itália, e de Moss, na Inglaterra.

A Mercedes tinha tudo para manter seu domínio no ano seguinte, mas decidiu se retirar depois do terrível acidente nas 24 Horas de Le Mans de 1955, no qual morreu o piloto francês Pierre Levegh e mais de 80 pessoas, quando pedaços de seu carro voaram sobre o público.

A Mercedes só voltaria à Fórmula 1 em 1994, mas apenas como fornecedora de motores à equipe Sauber.

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MairOk, Ylan, vou incluir o link. Legal o blog.Postado às 12:34 do dia 17/11/2009
Ylan MarcelBravo, Mair. Hoje venho a seu blog para saber se você se importaria em colocar o link de meu blog (www.motorizado.wordpress.com) em sua vasta link de blogs. Desde já agradeço. A gente vai se falando! Abração!Postado às 17:38 do dia 16/11/2009
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Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 | 11:36
Mercedes volta a ter equipe própria
O último título da Mercedes na F1 foi com Fangio, em 1955, quando os carros alemães eram chamados de flechas de prata
Pela primeira vez, desde 1955, quando Juan Manuel Fangio conquistou seu terceiro título mundial, a Mercedes volta a ter uma equipe própria na Fórmula 1. A fabricante alemã acaba de anunciar a compra de 75,1% da Brawn GP, que será renomeada Mercedes Grand Prix.

O negócio já anunciado foi finalizado com a compra de 45,1% das ações da Brawn pela Daimler e 30% pela Aabar, acionista da Mercedes. O restante da participação continuará com os atuais acionistas, Ross Brawn, Nick Fry e outros.

A Mercedes continuará como fornecedora de motores da McLaren até o fim do contrato, em 2015, mas venderá a participação de 40% que tem na equipe inglesa nos próximos dois anos.

Ross Brawn continuará como chefe da equipe, que contará com voz ativa de Norbert Haug, comandante da divisão de motores da Mercedes.A sede da equipe continuará em Brackley, na Inglaterra.

A Mercedes ainda não anunciou seus pilotos, mas aumentam os rumores de uma equipe inteiramente alemã, com Nico Rosberg e, possivelmente, Nick Heidfeld. Norbert Haug disse à agência de notícias alemã DPA que Heidfeld é um dos pilotos com quem vem conversando.

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Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 | 11:02
Massa volta a pilotar a F60
Massa deu 20 voltas na Ferrari que pilotou esse ano até o acidente nos treinos para o GP da Hungria. Foto: Ferrari
Foram apenas 20 voltas, mas o suficiente para deixar o piloto super animado. Felipe Massa voltou a pilotar o F60, no Ferrari Day, ontem, em Valência, pela primeira vez desde o acidente no GP da Hungria.

Massa dera algumas voltas num Ferrari de 2008 com pneus de GP2, em outubro, na pista de Fiorano, mas ontem foi a primeira vez que voltou a experimentar o carro que pilotou na primeira metade da temporada e com o qual se acidentoiu nos treinos para o GP da Hungria.

"Foi fantástico e estou muito feliz. Embora tenham sido poucas voltas, eu realmente curti estar aqui", disse Massa ao final do dia. "Estou muito motivado. Foi exatamente como antes do acidente em Hungaroring."

Massa deu 20 voltas, primeiro acompanhado pelos pilotos de teste da Ferrari, Marc Gené, Luca Badoer e Giancarlo Fisichella, e depois de um par de pit stops guiou sozinho.

"Felipe tem um incrível gosto pela vitória", disse ao site da Ferrari o seu engenheiro de pista, Rob Smedley. "Esse foi mais um pequeno passo à frente na preparação para o seu retorno às corridas. Os tempos de volta? Eu nem prestei atenção a isso", brincou o engenheiro.

No mesmo evento, que teve a participação de Fernando Alonso, embora ainda sem poder vestrir as cores da Ferrari, Luca di Montezemolo disse que a Ferrari terá a melhor dupla de pilotos em 2010, e que não o preocupa o fato de serem dois pilotos latinos, de temperamento forte.

"Os dois sabem muito bem que primeiro de tudo eles estão guiando para a Ferrari e não para eles mesmos", advertiu. "Eu sempre gosto de lembrar que aqui nós temos um verdadeiro espírito de equipe, e um exemplo é o relacionamento com uma pessoa como Michael Schumacher, que esse ano não hesitou em se colocar à disposição para ajudar a equipe num momento difícil."
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Domingo, 15 de novembro de 2009 | 14:34
Mercedes vai deixar McLaren
Com o investimento direto da Mercedes, a Brawn tende a brilhar ainda mais em 2010. Foto: Clive Mason/Getty Images
O ex-piloto Martin Brundle escreveu um artigo no The Sunday Times, no qual afirma que a Mercedes anuncia esta semana que vendeu sua participação acionária na McLaren, e que passa a ser majoritária na Brawn.

O que já vinha sendo especulado ganha contornos definitivos e passa a ter um peso importante na temporada de 2010. Se a Brawn já deixava de ser surpresa pelo título de 2009 e a possibilidade de construir um carro ainda melhor, já que totalmente desenvolvido em torno do motor Mercedes, agora ela passa a ser a própria Mercedes, com todo o poderio da fábrica alemã.

Isso certamente será levado em conta por Jenson Button em sua decisão, já que o piloto e seu procurador vêm afirmando que o objetivo principal é ter um carro vencedor. Ross Brawn deve estar jogando com isso para não chegar à cifra desejada por Button. Nem a visita de Button à McLaren deve abalar o dono da Brawn, que deixa o campeão à vontade caso deseje abrir mão de continuar na equipe campeã.

Por outro lado, Brawn sabe que o carro não anda sozinho e que o conhecimento que Button tem de toda a sua evolução é importante. Nico Rosberg é um piloto rápido e promissor, mas ainda não venceu uma corida e a adaptação a um novo carro nem sempre acontece de forma imediata.

Button, Brwan e até a a McLaren estão esgrimindo para ver quem tira o melhor possível para 2010. Se tivesse que apostar, diria que Button fica na Brawn, e o pepino maior é da McLaren, que além de precisar chegar a bom termo com Kimi Raikkonen, terá que enfrentar a Mercedes como adversária, embora ainda com os motores alemães.
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GabrielSerá que a McLaren aceita ficar como coadjuvante de motores por muito tempo?? Acho que não... Com a troca da Mercedes pela Brawn, ela assume quase um status de "Force India" para a montadora...é esperar para verPostado às 07:48 do dia 16/11/2009
RojaumPula para um lado, pula para o outro e depois pula fora.Postado às 18:12 do dia 15/11/2009
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Sábado, 14 de novembro de 2009 | 12:15
Button esteve na McLaren
Jenson Button e seu procurador, Richard Goddard, estiveram na sede da McLaren, em Woking, na última sexta-feira, segundo confirmou a própria equipe.

O campeão do mundo, que estava de férias no Japão, desembarcou no aeroporto de Heathrow e foi direto para a McLaren, onde fez um tour pela fábrica. A mídia britânica aposta muito na possibilidade de uma dupla inglesa na McLaren, embora Kimi Raikkonen também tenha visitado a equipe no início da semana.

A negociação entre Button e a Brawn continua emperrada e a proposta de Ross Brawn de não elevar o salário do piloto e apenas lhe dar mais liberdade para negociar patrocínios foi muito mal recebida. O procurador de Button disse que o piloto sempre teve controle sobre os seus direitos de imagem, e que a postura da Brawn é preocupante.

"Se a Brawn vai vender a equipe e haverá um grande ingresso de dinheiro, por quê Button não vai fazer parte disso?", indagou Goddard, referindo-se à suposta entrada da Mercedes no capital da escuderia inglesa.
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Sábado, 14 de novembro de 2009 | 11:44
Bruno Senna visita Dallara
Bruno sentou no cockpit do primeiro carro da Campos, na fábrica da Dallara, e tirou as medidas para o banco. Foto: Dallara/MF2
Bruno Senna visitou a fabrica da Dallara, em Parma, na Itália, para conhecer de perto o carro que pilotará ano que vem. O piloto brasileiro achou que o carro está bem desenvolvido e a Campos Meta espera estar com um dos carros prontos para os testes no início de fevereiro, em Valência.

Adrian Campos acredita que o segundo carro estará concluído duas semanas depois, para os testes em Barcelona. A Campos Meta entregou a construção do carro à Dallara, tradicional forncedora de várias categorias do automobilismo.

Bruno disse já ter corrido com carros da Dallara, e usou a visita para tirar suas medidas no cockpit do carro. Aparentemente, o carro da Campos é o mais desenvolvido entre as novas equipes, o que aumenta as esperanças de uma boa temporada de estréia.
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Sexta-feira, 13 de novembro de 2009 | 15:34
Bruno não paga para correr mas também não recebe
Bruno espera atrair patrocinadores. Foto: Getty Images
Bruno Senna não vai pagar para correr pela Campos Meta, mas também não receberá salários da equipe espanhola. O próprio piloto falou que não receberá nenhum pagamento da Campos, mas poderá ter patrocinadores pessoais.

Senna, 26 anos, disse que espera ajudar a equipe a conquistar patrocinadores. "Eu conversei com todas as equipes, à exceção da Ferrari, e quase todas pediram uma contribuição de 5 milhões de euros em patrocínios. No final, cheguei a um acordo com Campos, porque eles acreditam em mim e pensam que meu nome pode ajudar a conseguir patrocínios", disse Bruno.

A opção por Bruno Senna nessas condições dificultou o desejo de Adrian Campos de contar com o experiente Pedro de La Rosa em sua escuderia. O espanhol não tem patrocinadores necessários para contribuir com a equipe.

Adrian Campos deixou claro que as alternativas vêm da Rússia e da Venezuela, numa referência a Vitaly Petrov e Pastor Maldonado. Do primeiro, vice-campeão da GP2 esse ano, fala-se que teria condições de levantar 15 milhões de euros em patrocinadores russos. Maldonado correu três anos na GP2, inclusive na Piquet Sports, em 2008, ano em que obteve sua melhor classificação.
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Sexta-feira, 13 de novembro de 2009 | 8:46
Estatísticas curiosas
Jenson Button e a Brawn estabeleceram uma série de novas marcas ao longo da temporada Foto: Paul Gilham/GettyImages
A revista francesa Sport Auto compilou estatísticas curiosas sobre a atual temporada da Fórmula 1. Reproduzo algumas, bem interessantes.

A Brawn venceu sua corrida de estréia na Fórmula 1. Situação semelhante não acontecia desde o GP da Argentina de 1977, com a Wolf. Na Malásia, a Brawn se tornou a primeira equipe da história a ganhar as suas duas primeiras corridas. A Brawn também fez a pole nas suas duas primeiras corridas. A última estreante a fazer uma pole em sua primeira corrida foi a March, no GP da África do Sul de 1970. A Brawn ainda foi a primeira equipe a conquistar os dois títulos (pilotos e construtores) na sua primeira temporada.

A Brawn e a Red Bull ganharam suas primeiras corridas e fizeram suas primeiras poles. A Force Índia fez sua primeira pole e seu primeiro pódio. Entre os pilotos, Mark Weber foi o único a conquistar a primeira vitória e a primeira pole. Nenhum piloto obteve seu primeiro pódio.

Sebastien Buemi foi o único estreante no início da temporada, situação que não acontecia desde 1995, Ele foi seguido depois, já com a temporada em andamento, por Jaime Alguersuari, Romain Grosjean e Kamui Kobayashi. Apenas Buemi e Kobayashi marcaram pontos.

Na Hungria, Alguersuari se tornou o mais jovem piloto da história da Fórmula 1, com 19 anos, 4 meses e 3 dias, superando Mike Tackwell, que estreou em 1980 com 19 anos, 5 meses e 29 dias.

Um único piloto conseguiu a pole com o carro mais pesado no Q3: Sebastien Vettel, em Silverstone.

Antes desta temporada, Lewis Hamilton jamais disputara três corridas consecutivas sem um pódio. Este ano, ficou nove corridas seguidas sem chegar no pódio. Ele também jamais disputara quatro corridas seguidas sem marcar pontos, o que aconteceu este ano entre Espanha e Alemanha.

A Mercedes conquistou poles com as três equipes para as quais forneceu motores este ano: Brawn, McLaren e Force Índia. Desde 1981 que isso não acontecia. Naquele ano, Williams, Brabham e Arrows fizeram o mesmo com Ford-Cosworth.

Jenson Button venceu quatro corridas consecutivas, o que não acontecia desde 2006. Somente 11 pilotos conseguiram isso na carreira.

Os dois pilotos que marcaram mais poles - Jenson Button e Sebastien Vettel - terminaram a temporada com quatro poles cada. Isso não acontecia desde 1983, quando René Arnoux e Patrick Tambay também obtiveram quatro poles cada.

Foi a quinta vez na história da F1 que dois campeões do mundo sucessivos são diferentes mas da mesma nacionalidade.

Seis equipes fizeram poles este ano, o que não acontecia desde 2005. Da Turquia à Bélgica, as seis corridas tiveram seis vencedores diferentes. Isso não acontecia desde 1999/2000.

Jenson Button pontuou 16 vezes este ano. Foi a sétima vez na história que um piloto pontua em tantas corridas em uma só temporada. A última vez que isso aconteceu foi com Fernando Alonso em 2007.

Jenson Button conquistou o título em sua 10ª temporada, assim como Mario Andretti. Apenas Nigel Mansell levou mais tempo para ser campeão, em sua 13ª temporada.

Nick Heidfeld igualou esse ano um recorde pouco glorioso, o de maior número de pódios (12) sem uma vitória sequer. Ele se juntou a Stefan Johansson na "façanha".

A Ferrari não conquistou uma única pole esse ano, o que não acontecia desde 1993.

Os dois últimos campeões tinham o número 22. Antes deles, pilotos com esses números só tinham ganho três corridas, na Espanha, em 1951; França, em 1954, e Inglaterra, em 1968. Button e Hamilton compartilham ainda a mesma nacionalidade e o fato de serem campeões com motores Mercedes e de chegarem ao título com um quinto lugar.

Ao conquistar o título de construtores, a Brawn encerrou uma série de 30 temporadas dominadas por somente quatro equipes: Ferrari, McLaren, Williams e Benetton/Renault.

Ao abandonar em Cingapura, Nick Heidfeld pôs fim a uma série de 41 corridas em que sempre chegou ao fim. É um recorde na Fórmula 1.

Mark Weber conseguiu a primeira vitória em seu 130º grande prêmio, e Jarno Trulli assinalou sua primeira melhor volta em corrida no seu 203º GP. Antes deles, nenhum piloto levou tanto tempo para obter tais conquistas.

Em Suzuka, Rubens Barrichello se tornou o quarto piloto da história a ultrapassar a barreira dos 600 pontos marcados, depois de Michael Schumacher, Alain Prost e Ayrton Senna.
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gabrielAinda não tinha me tocado que a Ferrari nao fez nenhuma pole este ano. O carro era ruim mesmo...Postado às 14:18 do dia 13/11/2009
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Quinta-feira, 12 de novembro de 2009 | 14:06
Vende-se um fórmula 1
A Toyota não pensa em passar adiante a estrutura de sua ex-equipe de Fórmula 1, em Colônia, na Alemanha, mas estaria disposta a vender o projeto de seu carro para 2010, que teria sido desenvolvido antes da decisão de abandonar a categoria.

As principais candidatas a se interessar pelo projeto seriam as novatas Manor e USF1, que parecem as mais atrasadas para conseguirem estar no grid na primeira etapa do campeonato do ano que vem. As duas estariam na estaca zero em tremos de testes aerodinâmicos, enquanto a Campos tem seu chassis construído pela Dallara, e a Lotus conta com o túnel de vento da Aerolab.

A USF1, sobre quem pesam as maiores desconfianças, depositou na FIA a taxa de ingresso na Fórmula 1, de 440 mil dólares. A equipe norte-americana ainda não anunciou nenhum piloto, e tudo que foi ventilado sobre seu carro pareceu muito elementar.


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RojaumSerá que todo mundo vai aparecer na etapa de abertura? Será que todo mundo que participar da abertura vai continuar até o final?
Postado às 13:51 do dia 12/11/2009
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Terça-feira, 10 de novembro de 2009 | 21:35
Senna x Senna
Bruno Senna foi apresentado em Murcia, na Espanha, como  piloto da Campos Meta, que pretende ser a melhor equipe entre as estreantes da Fórmula 1 em 2010. Bruno assinou um contrato de dois anos e garante que não paga para correr.

O jovem piloto brasileiro carrega uma responsabilidade muito grande que é o sobrenome de um dos maiores pilotos de todos os tempos. Queira ou não queira, será sempre comparado ao tio, o que será inevitável, embora de uma injustiça tremenda.

Excluindo o sobrenome, não há termo de comparação entre Ayrton e Bruno. O tio revelou-se um talento natural desde o kart, e quando chegou à Fórmula 1 já tinha uma carreira consistente na Inglaterra. Foi campeão da Fórmula Ford 1.600, da Fórmula Ford 2.000 e da Fórmula 3, vencendo tantas vezes em Silverstone, nas diferentes configurações do circuito, que ganhou o apelido de Silvastone.

Bruno, ao contrário, tem uma carreira curta no automobilismo, teve pouco tempo de kart, e não conquistou nenhum título na Europa. Sua melhor posição foi o vice-campeonato da GP2 há dois anos.

Uma semelhança que poderia ser considerada é o fato dos dois pilotos não terem começado na Fórmula 1 por uma das grandes equipes. Mas mesmo assim, há diferenças consideráveis. A Toleman já tinha disputado duas temporadas completas quando Senna chegou, em 1984. A Campos é uma completa novata, cujo desempenho é um mistério.

Senna fez 13 pontos em sua temporada de estréia, com o inesquecível segundo lugar de Mônaco, e no ano seguinte já estava na Lotus. De Bruno não se pode esperar desempenho semelhante e será preciso paciência com seu aprendizado. Na sua apresentação pela Campos, Bruno disse que o tio é um espelho, mas que não quer ser olhado como o que não é. "O tempo dirá as diferenças entre um e outro", afirmou Bruno.
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RojaumApenas para lembrar que quando o Bruno Senna foi vice-campeão da GP2, o DiGrassi foi 3º colocado tendo começado a correr apenas a partir da 7ª prova do campeonato. A maior injustiça é ver o DiGrassi sem vaga confirmada até o momento, se ele tivesse sobrenome de campeão da F1 já tinha cockpit garantido.Postado às 22:09 do dia 12/11/2009
Nelsoné, Gabriel, parece q é consenso...Postado às 16:26 do dia 12/11/2009
NelsonÉ, Mair... é só tirarmos pelo Nelsinho e já logo se vê que um sobrenome de peso não garante nada. É preciso muito mais... Tomara que o Bruno surpreenda a todos e apague da memória o vexame do Piquet...Postado às 16:26 do dia 12/11/2009
GabrielSe ele não bater o carro para ajudar o companheiro já vai ser um grande avanço! Os últimos "prodígios" com sobrenome não se deram muito bem... não é, Piquet?Postado às 16:25 do dia 12/11/2009
RaquelMuita sorte ao Bruno!!Postado às 15:18 do dia 11/11/2009
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Terça-feira, 10 de novembro de 2009 | 16:05
Caça talentos

A Fórmula 1 fará de 1 a 3 de dezembro, em Jerez, um teste para jovens pilotos, autorizado pela FIA, no qual apenas aqueles com menos de três corridas na categoria podem participar. O brasileiro Lucas di Grassi, piloto de teste da Renault, será um dos participantes.

 

Di Grassi precisa de um bom desempenho no teste para ter a chance de ser o segundo piloto da Renault ano que vem, ao lado de Robert Kubica. Isso se a montadora francesa decidir continuar na Fórmula 1, o que ainda está para ser confirmado. Além do brasileiro, a Renault testará o belga Bertrand Baguete, campeão da Renault World Series.

 

A Ferrari dará vez aos três primeiros colocados da Fórmula 3 italiana: Roman Zampieri, Marco Zipoli e o mexicano Pablo Sanchez-Lopes. A BMW, mesmo deixando a Fórmula 1, cumprirá o compromisso assumidos com os campeões mundial e europeu da F-BMW, Alexander Rossi e Esteban Gutierrez.

 

A Williams testará o campeão da Fórmula 2, Andy Soucek, que depois passará o carro ao novo piloto da escuderia, o alemão Nico Hulkenberg. Já a Red Bull dará oportunidade ao australiano Daniel Riccirado, campeão da Fórmula 3 inglesa, enquanto a Toro Rosso cederá o cockpit para o neozelandês Brendon Hartley.

 

A Force Índia deve levar a Jerez o indiano Karun Chandhok e o suíço Neel Jani, cujo pai é indiano. A Toyota iria testar Kamui Kobayashi, a sensação dos dois últimos GPs do ano, mas diante da decisão de deixar a Fórmula 1 sua presença não está confirmada. McLaren e Brawn não anuciaram que pilotos levará ao circuito espanhol.

 

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Terça-feira, 10 de novembro de 2009 | 13:27
Vem aí o Desafio das Estrelas
Com as presenças de Felipe Massa, Rubens Barrichello e Michael Scumacher, o Desafio Internacional das Estrelas volta a acontecer no próximo dia 29, no kartódromo de Santa Catarina, que terá uma nova pista, com 1.027 metros de extensão e nove metros de largura.

O novo traçado foi idealizado por Felipe Massa e segue os padrões da FIA. Além da pista, as arquibancadas também foram aumentadas, e o kartódromo contará com camarotes e paddocks para convidados.

O Desafio das Estrelas marca a volta de Massa às competições após o acidente na Hungria. Outros brasileiros que correram na Fórmula 1, como Ricardo Zonta e Luciano Burti, estão confirmados.
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EdnelsonAlguém sabe se a Globo vai passar?Postado às 14:45 do dia 10/11/2009
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Terça-feira, 10 de novembro de 2009 | 11:30
Clima quente na McLaren
Whitmarsh pode pagar o pato. Foto: Getty Images
O clima não anda nada tranquilo na McLaren, e Martin Whitmarsh, que aprovou o contrato de dois anos da Mercedes com a Brawn, pode estar com a cabeça a prêmio.

Segundo a revista alemã Auto Motor und Sport, a decisão do atual chefe da McLaren não foi bem digerida, e Ron Dennis, que já deu as caras em Abu Dhabi, pode voltar à linha de frente em 2010.

Toda a polêmica se dá em torno das relações com a Mercedes. A fábrica alemã tem contrato de exclusividade com a McLaren até o fim de 2011, mas não está nada satisfeita. Embora seja a maior acionista da McLaren, com 40% das ações, a Mercedes estaria preparando a retirada. A Auto Motor und Sport afirma que o estilo centralizador de Ron Dennis, o escândalo da espionagem em 2007 e a disputa pelo sucessor do esportivo SLR foram os "passos finais no caminho para o divórcio".

A estratégia da Mercedes, que já comentamos aqui no blog, seria comprar 75% das ações da Brawn GP. Mesmo que a McLaren tente impedir a aquisição, ela seria feita pelo acionista Aabar Investmente, de Abu Dhabi.

A publicação alemã aposta que a Brawn já será prateada em 2010 para marcar a presença da Mercedes. Também corre o boato de que a McLaren viria com o tradicional laranja, sacramentando o caminho para o divórcio. A equipe inglesa já anunciou publicamente que pretende construir seus próprios motores em breve, assim como faz a Ferrari.

Quanto a Whtimarsh, ele pagaria o pato. Ninguém poderia imaginar que a Brawn seria tão competitiva este ano. Em conversa com Jenson Button, Bernie Ecclestone disse que quando o inglês andou bem logo nos primeiros testes, todos pensaram que estava com pouco combustível para arranjar patrocínio.
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Segunda-feira, 9 de novembro de 2009 | 15:50
Quiz #05

Está no ar a quinta edição do Quiz SpeedBlog! Os amantes da Fórmula 1 têm mais uma oportunidade para mostrarem que sabem muito sobre o esporte. Além do reconhecimento, o vencedor levará uma linda mochila recheada de brindes!

Vale lembrar, novamente, que as respostas não deverão ser publicadas pelos comentários, que serão deletados e desconsiderados. Elas devem ser enviadas exclusivamente para o e-mail quiz@speedblog.com.br, juntamente com o nome completo, telefone e endereço do participante. Após o recebimento das respostas, será enviado um e-mail de confirmação. Vence aquele que enviar a resposta certa primeiro.

O desafio tem início hoje e as respostas deverão ser enviadas até o dia 18 de novembro. O resultado será divulgado na próxima quinta-feira, 19. Não perca tempo!

Pergunta Quiz #05:

"Embora eu particularmente não concorde com o seu estilo temerário, ele fez mais pelas corridas este ano do que todos os outros pilotos juntos."

Esta frase foi proferida, na década de 70, por um famoso chefe de equipe sobre um também famoso piloto, que viria a marcar época. Quem foi o autor da frase, a que piloto se referia e em que ano foi dita?

Enviem suas respostas para quiz@speedblog.com.br. Boa sorte!

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NelsonA mochila é irada, mas a pergunta impossível... só sendo enciclopédia ambulante...Postado às 14:39 do dia 10/11/2009
StevePutz...só não sei o ano...Postado às 16:01 do dia 09/11/2009
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Segunda-feira, 9 de novembro de 2009 | 13:23
Dobradinha inglesa
A família Hill contribuiu com um terço dos títulos ingleses. Damon ganhou um (1996), e seu pai, Graham (na estátua), foi bicampeão (1962-1968). Foto: Mark Thompson/Getty Images
Tanto se falou do primeiro título de uma equipe estreante, que um outro dado estatístico interessante da Fórmula 1 ficou meio de lado após a conquista do campeonato de 2009 por Jenson Buton. Foi a primeira vez nos 60 anos de história da categoria que dois ingleses, e não britânicos, conquistaram títulos consecutivos.

Ao contrário da Copa do Mundo de futebol, onde os países da Grã Bretanha competem separados, na Fórmula 1, todos disputam pela mesma bandeira. Assim, os britânicos têm 14 títulos mundias de F1, mas apenas 9 são de ingleses. Os outros cinco são de pilotos escoceses. Aliás, apenas dois, já que três títulos são de Jackie Stewart e dois de Jim Clark.

Com os campeonatos de Lewis Hamilton, em 2008, e Jenson Button, esse ano, a Inglaterra fez pela primeira vez uma dobradinha. Nem nos anos 60, quando os britânicos foram dominantes, isso aconteceu. De 1962 a 1965, eles venceram tudo, mas de forma intercalada. Graham Hill foi campeão em 62; Jim Clark, em 63; John Surtees, em 64, e novamente Clark, em 65. Hill conquistaria o bi em 68, seguido por Jackie Stewart, que conquistaria em 69 o primeiro de seus três títulos.

O triunfo de Button em 2009 também levou a Inglaterra a ultrapassar o Brasil em títulos mundiais. Agora são 9 dos ingleses (Hawthorn, Graham Hill (2), Surtees, Hunt, Mansell, Damon Hill, Hamilton e Button), contra 8 dos brasileiros (Emerson (2), Piquet (3) e Senna (3)).

Ingleses e brasileiros são os maiores campeões da Fórmula 1, seguidos pelos alemães, ou melhor, pelo alemão Michael Schumacher, com 7 títulos; pelos escoceses e pelo argentino Juan Manuel Fangio, com 5, e pelos australianos, finlandeses, austríacos e franceses, com 4. A França também é representada por um só piloto, Alain Prost.
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Segunda-feira, 9 de novembro de 2009 | 11:55
Disputa pela Lotus
A Lotus volta a exercer fascínio sobre os pilotos que sonham em correr ou voltar à Fórmula 1. Foto: Pascal Rondeau/Allsport
As novas equipes que entrarão na Fórmula 1 em 2010 poderão se dar ao luxo de escolher quem vai sentar em seus cockpits, tamanha a oferta de pilotos.

A nova Lotus, que da antiga e tradicional equipe inglesa só tem o nome, parece estar inclinada a assinar contrato com Jarno Trulli, mas tem muita gente demonstrando interesse em correr por ela.

O japonês Kamui Kobayashi, que estava apostando suas fichas na Toyota, disse que a Lotus seria uma boa opção para 2010, mas a equipe não confirmou sequer um contato com o piloto, que deixou boa impressão nos GPs do Brasil e de Abu Dhabi.

Na última corida do ano, Mike Gascoyne, foi procurado por Jacques Villeneuve e Christien Klien. O canadense e ex-campeão mundial busca voltar à Fórmula 1, que deixou há três anos. Villeneuve confirmou o contato, mas disse que foram apenas conversas preliminares.

Klien, por sua vez, era piloto de testes da BMW e também gostaria de voltar como piloto titular de alguma equipe. O austríaco estreou na F1 em 2004, guiando pela Jaguar, disputou partes das temporadas de 2005 e 2006 pela Red Bull e depois virou piloto de teste da Honda, em 2007, e da BMW, em 2008 e 2009.

Outro nome mencionado foi o do japonês Takuma Sato, que esteve na Fórmula 1 de 2002, a 2008, correndo pela Jordan, BAR e Super Aguri. Sato foi terceiro colocado no GP dos Estados Unidos de 2004, pela BAR, e é o piloto japonês com mais pontos na F1
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MenezesMe preocupa o desenho e as cores do novo team. Ao que parece, teremos um banner da petronas com 4 rodas.

Se o carro for bom, torço para Kobayashi assinar com eles. quero ver até onde o japones pode ir!

www.seuczar.org/esporteeumsaco
Postado às 02:31 do dia 10/11/2009
Reinaldo ZafiraSempre tive uma atração pela Lotus.....Desde os tempos do autorama...Se fosse piloto daria tudo pra entrar num(a) Lotus e me deliciar pelas curvas dos autódromos de todo o mundo! Apenas um sonho!
Abração
Postado às 15:40 do dia 09/11/2009
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Sexta-feira, 6 de novembro de 2009 | 18:12
Um gostinho de Ferrari
Fernando Alonso fez hoje uma visita à sede da Ferrari, em Maranello, para um primeiro contato com as tradições de sua nova equipe. Por questões contratuais, Alonso ainda não pode aparecer com as cores da Ferrari.

O piloto espanhol foi recebido pelo chefe da equipe, Stefano Domenicali e depois conheceu o modelo do carro 2010, que está sendo trabalhado no túnel de vento, aproveitando a oportunidade para fazer os primeiros ajustes de seu banco no cockpit do carro.

Alonso guiou a nova Ferrari 458 Italia na pista de Fiorano, antes de ser recebido pelo presidente Luca di Montezemolo.
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Quinta-feira, 5 de novembro de 2009 | 18:21
Renault adia decisão
A Renault decidiria hoje o seu futuro na Fórmula 1, mas adiou a decisão e prometeu uma posição antes do fim do ano. Com a saída da Toyota, aumentou o suspense em torno da continuidade da Renault na categoria, depois de uma temporada ruim e ainda manchada pela revelação do escândalo de Cingapura.

Uma das hipóteses em exame na Renault seria continuar apenas como fornecedora de motores, abandonando a equipe própria. Enquanto o CEO da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, pede paciência para uma decisão, o diretor da operação de Fórmula 1 da montadora, Jean-François Caubet, garante que o orçamento para 2010 está aprovado e que a equipe estará presente ano que vem.

A Renault contratou o polonês Robert Kubica e assinou o Pacto de Concórdia se comprometendo com a Fórmula 1 até 2012. Mas isso deixou de ser uma garantia depois que a Toyota, que assumira o mesmo compromisso, anunciou ontem a sua retirada imediata da categoria. Até o anúncio oficial, tudo é possível.
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Quinta-feira, 5 de novembro de 2009 | 8:11
Ferrari vê ameaças à Fórmula 1
A Ferrari atribuiu a saída da Toyota, BMW e Honda da Fórmula 1 a uma guerra contra as grandes montadoras conduzida pelos que administraram o esporte nos últimos anos. A farpa foi dirigida diretamente ao ex-presidente da FIA, Max Mosley, mas também serve como recado da Ferrari ao novo presidente da entidade, Jean Todt.

Para a tradicional escuderia italiana, a saída abrupta dessas equipes não está relacionada à crise econômica, como alegado, mas a uma insatisfação com os rumos da Fórmula 1.

Em seu site oficial, a Ferrari afirma que a entrada de novos participantes não compensa a saída de nomes de peso, e que o futuro da Manor, Lotus, Campos e USF1 é uma incógnita. "Temos que ver quantas equipes estarão no grid do Bahrein ano que vem e quantas chegarão ao final da temporada."

A Ferrari comparou a situação da F1 atual à da novela "Os dez indiozinhos", de Agatha Christie, salientando que a realidade é muito mais séria.

"No romance policial de Christie, o culpado só é descoberto quando todos os demais morrem, um apó o outro. Nós vamos esperar que isso aconteça ou deveríamos escrever um capítulo final diferente no livro da Fórmula 1?"
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Quarta-feira, 4 de novembro de 2009 | 11:44
Espionagem de volta
A semelhança entre o atual carro da Force India e o modelo de escala da Lotus 2010 é impressionante. Fotos: Force India e Lotus F1 Racing
A temporada de 2009 mal terminou e uma nova suspeita de espionagem já ronda a Fórmula 1, desta vez envolvendo uma equipe que ainda nem estreou na categoria.

A Force India manifestou preocupação com a tremenda semelhança entre o projeto que a nova equipe Lotus testa no túnel de vento e o seu atual modelo VJM-02.

O atual diretor-técnico da Lotus, Mike Gascoyne, trabalhava para a Force India e participou do desenvolvimento da aerodinâmica do VJM-02 no túnel de vento da Fondtech, onde foi deixado um modelo em escala.

A Force India parou de trabalhar com a Fondtech, cujas instalações são usadas agora pela Lotus para testes de túnel de vento. Mike Gascoyne foi perguntado sobre o assunto pela revista suíça Motorsport Aktuell e se limitou a responder que "isso é uma questão legal entre a Fondtech e a Force India".

A comparação entre os dois carros mostra a semelhança, e também causou estranheza o fato de apenas um mês depois de ter seu ingresso confirmado na Fórmula 1, a equipe já estar trabalhando no túnel de vento em um modelo de escala para 2010.
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Quarta-feira, 4 de novembro de 2009 | 10:47
Toyota dá adeus
O brasileiro Cristiano da Matta foi um dos pilotos que passaram pela Toyota nos oito anos em que a fábrica japonesa esteve na Fórmula 1. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Depois da Honda e da BMW chegou a vez de a Toyota dar adeus à Fórmula 1. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, a montadora japonesa anunciou sua retirada imediata da categoria, atribuindo a decisão à atual situação econômica.

Apesar do caminhão de dinheiro que botou em seu projeto na Fórmula 1, a Toyota não conseguiu vencer uma só corrida nas oito temporadas que disputou desde 2002. Foram 13 pódios e 87 pontos durante esse tempo, menos do que a Brawn conseguiu em seu primeiro ano.

A retirada da Toyota vitima, principalmente, a jovem promessa japonesa Kamui Kobayashi, que substituiu Timo Glock nas duas últimas corridas do ano. O piloto japonês mostrou agressividade e rapidez para ter uma chance na Fórmula 1. Kobayashi não tem dinheiro para pagar por um cockpit e contou que se a chance na Toyota não tivese aparecido voltaria a trabalhar no restaurante de sushi do pai, em Tóquio. Ele merece uma chance melhor.

Com a saída da Toyota, abre-se um lugar no grid de 2010, que interessa à Sauber-BMW, comprada por um obscuro grupo investidor chamado Qadback. Essa equipe poderia manter o emprego de Nick Heidfeld e dar uma chance a Kobayashi.
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Terça-feira, 3 de novembro de 2009 | 14:29
Conselho de Jackie Stewart
"Se eu fosse Jenson, eu não faria isso", disse Jackie Stewart sobre uma possível transferência de Jenson Button para a McLaren. "Quando eu estava correndo, eu não me juntaria à Lotus de jeito nenhum, embora ela fosse uma equipe muito competitiva. Mas era a equipe de Jim Clark, tinha sido construida em torno dele. O mesmo acontece com a McLaren e Lewis. Jenson não precisa disso."

Quem avisa amigo é.
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Terça-feira, 3 de novembro de 2009 | 14:05
Red Bull fica com motor Renault
A Red Bull decidiu continuar com os motores Renault em 2010 depois de cogitar trocá-los pelos Mercedes ou Cosworth. A McLaren vetou o fornecimento dos motores Mercedes à concorrente, já preocupada com a Brawn, que levou o título deste ano empurrada pelos propulsores alemães.

Quanto à Cosworth, a Red Bull considerou arriscada a mudança em termos de potência, confiabilidade e eficiência de combustível. Foram essas questões que levantei sobre a mudança de Barrichello para a Williams, que vai usar motores Cosworth.
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Terça-feira, 3 de novembro de 2009 | 11:02
Lembranças da Williams
Proibido de disputar corridas, o Williams de seis rodas é atração no museu da equipe, que Barrichello conheceu. Foto: Divulgação
A visita de Rubens Barrichello à sede da Williams, em Grove, na qual lhe impressionou o museu da escuderia, me fez lembrar a que fiz à equipe, em 1991, quando ela ainda se localizava em Didcot, ao sul de Oxford.

Fui lá para a primeira de duas grandes entrevistas que tive a oportunidade de fazer com Frank Williams. Era a primeira vez que conhecia a sede de uma equipe de Fórmula 1, e me lembro de todos os detalhes. Quando o trem que me levava de Londres para Didcot chegou ao destino, me assustei com as enormes chaminés de uma usina elétrica, cujo formato me fez pensar que se tratava de uma usina nuclear. Depois, soube que era uma planta movida a carvão e gás natural.

A estrutura da Williams em Didcot já era bem moderna, o que nos permite supor que a atual, em Grove, deve ser espetacular. Visitei toda a fábrica. Fui na sala dos projetistas, que trabalhavam no desenvolvimento do carro em computadores cad cam, nos quais visualizavam o carro em todos os seus ângulos.

Depois vi a montagem dos compostos, os fornos e a oficina, tudo organizadíssimo e funcionando as mil maravilhas. Mas, assim como Barrichello, o que me encantou mais foi o museu da Williams. Sobre um piso quadriculado preto e branco, simulando a bandeira de chegada das corridas, estavam todos os modelos da Williams de que tinha lembrança.

Olhei com detalhes cada um deles, principalmente os de Piquet e Mansell dos anos 1986 e 1987. Mas o que mais me chamou a atenção, principalmente porque era a primeira vez que o via, foi o Williams de seis rodas, que a equipe desenvolveu no fim de 1981, início de 1982, e que nem chegou a disputar corridas.

Em desvantagem em relação às equipes que tinham motores turbo, o projetista e sócio de Frank Williams, Patrick Head, desenvolveu um carro de seis rodas, com duplo eixo traseiro. Assim, ao contrário do famoso Tyrrel P34, de 1976, que tinha quatro pequenas rodas na frente, o Williams tinha quatro  rodas atrás, um pouco menores que as normais.

O carro já nasceu voador, e logo nos primeiros testes, ainda em 1981, Keke Rosberg bate o recorde do circuito de Paul Ricard. A Williams não consegue preparar o carro para 1982, e no verão europeu daquele ano volta a testá-lo. Rosberg  pulveriza todos os recordes da pista de Donington, o que leva a FIA a se assustar com a velocidade do carro e proibir carros de seis rodas na Fórmula 1.

Eu o vi lá no museu da Williams, com a pintura do patrocinador árabe do início dos anos 80, guardado como uma relíquia que não teve a chance de disputar uma prova sequer.
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Segunda-feira, 2 de novembro de 2009 | 22:07
Será que foi uma boa?
Barrichello terá um grande desafio na Williams. Foto: Getty Images
A transferência de Barrichello para a Williams era pedra cantada, e a questão é tentar saber o que representará essa mudança para o experiente piloto brasileiro.

A Williams vem mal das pernas há um bom tempo e iniciará a temporada de 2010 totalmente renovada, com uma nova dupla de pilotos e os motores Cosworth substituindo o Toyota. O desempenho dos Cosworth ainda é um mistério. O fabricante inglês tem uma super tradição na Fórmula 1, mas andava há muito tempo afastado da categoria. Parece pouco provável que reestreie com a mesma eficácia dos Mercedes, dos Ferrari e até de outros motores com mais tempo na categoria.

Nesse sentido, a troca da Brawn para a Williams não foi um bom negócio para Barrichello. A atual campeã mundial tem tudo para voltar forte ano que vem, com condições de proporcionar vitórias a quem estiver no cockpit de seus carros. Da Williams, não se pode dizer o mesmo. A equipe tende a continuar num papel de coadjuvante, a não ser que traga um carro revolucionário em 2010, o que será difícil com poucas mudanças no regulamento.

Por outro lado, certamente, Barrichello precisou tomar uma decisão, pressionado pela incerteza de seu futuro na Brawn. O piloto brasileiro já tinha sofrido uma angústia grande no início desse ano, sem saber se continuaria na Fórmula 1, e preferiu não arriscar o incerto.

O contrato da Williams com Barrichello é de um ano, com opção para mais um. Talvez 2010 seja a sua última temporada na Fórmula 1
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fabioO que na verdade está faltando à Williams é justamente o que o Rubinho tem a oferecer:- Experiência. Carros bem nascidos precisam de pilotos que saibam afiná- los e assim torná- los vencedores. Nos ultimos anos, não vimos ninguém com o esse perfil sentado em um de seus carros. É isto que Frank Williams e Patrick Head procuram nos dias de hoje. Acharam o Rubinho. Boa Sorte, Garoto.Postado às 13:05 do dia 07/11/2009
MairQuem sabe? A Michelin tem andado meio discreta em termos de automobilismo e talvez seja a hora de retornar em grande estilo.Postado às 12:02 do dia 03/11/2009
GabrielMair, a Bridgestone vai sair da F1 em 2010. Será que teremos o retorno e um "monopólio da Michelin"?Postado às 00:52 do dia 03/11/2009
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Domingo, 1 de novembro de 2009 | 13:27
Kobayashi vem aí
Esse japonês promete. Foto: Getty Images
A Toyota encontrou um bom motivo para continuar na Fórmula 1 em 2010: um piloto japonês competitivo, que em apenas três corridas chamou a atenção por seu ímpeto e velocidade.

Kamui Kobayashi não mostrou a menor timidez em chegar à principal categoria do automobilismo, e deixou sua marca. Depois de ter sido bem agressivo no Brasil, o japonês voltou a demonstrar personalidade, com uma espetacular ultrapassagem sobre Jenson Button.

O campeão mundial voltava de sua primeira parada e começou a ser atacado por Kobayashi, que usou a estratégia de apenas um pit-stop. Button ainda tentou resistir, mas acabou superado. O piloto da Toyota chegou a ser o mais rápido na pista quando se aproximava o momento de sua parada, mas não conseguiu repetir o desempenho com o tanque novamente cheio. Mesmo assim, foi quem mais ganhou posições, largando em 12º lugar e cruzando a linha de chegada em sexto.

Ainda é cedo para dizer onde Kobayashi pode chegar, mas ele tem tudo para se tornar, no mínimo, o melhor japonês que já passou pela Fórmula 1.
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fabioSe eu estivesse à frente da Renault, levaria sem medo o Kamui para lá e de quebra arrastaria a Panasonic com ele.O garoto é arrojado e ao que me parece tem um carisma brilhante, tudo o que uma grande empresa precisa para arrastar um grande numero de fãs. Imagina a Renault que é parceira da Nissan pisando no GP do Japão com esse garoto a tira- colo. Será um Sucesso absoluto. Apostem. . . Postado às 13:13 do dia 07/11/2009
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Domingo, 1 de novembro de 2009 | 13:14
Campeonato terminou no Brasil
O vice-campeonato de pilotos e o terceiro lugar entre os construtores estavam em jogo em Abu Dhabi, mas a situação se manteve inalterada, com todos mantendo as posições com que deixaram o Brasil.

Na disputa entre Vettel e Barrichello pelo vice-campeonato, o alemão chegou a Abu Dhabi com dois pontos a mais, e só ampliou a vantagem, com sua quarta vitória. Fechou a temporada com 84 pontos, contra 77 de Barrichello, que só somou mais cinco com o quarto lugar.

Entre os construtores, a McLaren conseguiu manter o ponto de vantagem que tinha sobre a Ferrari na luta pelo terceiro lugar. Tudo indicava que a McLaren abriria uma grande vantagem com a pole-position e o favoritismo de Lewis Hamilton, mas o inglês teve um problema no freio traseiro direito do carro e foi obrigado a abandonar. Como nem seu companheiro de equipe, Heiki Kovalainen, nem a dupla da Ferrari, Kimi Raikkonen e Giancarlo Fisichella, marcaram pontos, ficou tudo como dantes. McLaren, com 71 pontos, e Ferrari, com 70.

A Brawn, que já era a campeã de construtores, chegou a 172 pontos, e a Red Bull, também com o vice garantido, somou 153,5 pontos. Fecho de ouro para as duas equipes que dominaram a temporada, superando com folga as tradicionais Ferrari e McLaren, que nem que somassem seus pontos alcançariam as vencedoras.
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Domingo, 1 de novembro de 2009 | 13:01
Pódio simbólico
Vettel e Button dominaram a temporada, e com 10 vitórias somadas mereceram dividir o pódio em Abu Dhabi. Foto: Paul Gilham/Getty Images
O pódio do GP de Abu Dhabi foi representativo da história do campeonato, embora não em sua ordem natural. A última corrida do ano foi dominada pelas duas equipes mais bem classificadas, com a Red Bull em uma sensacional arrancada final e Button marcando sua presença como campeão mundial.

Barrichello, como terceiro colocado no campeonato, poderia estar no pódio, mas a presença da dupla da Red Bull fez jus ao desempenho final da equipe, que venceu as três última corridas. Sebastien Vettel conquistou sua quarta vitória na temporada, se confirmando como um dos grandes pilotos da atualidade e pinta de futuro campeão. Mark Weber ganhou duas, mas é inferior a Vettel, e terá que se contatar com o trabalho de equipe em 2010.

Jenson Button fechou bem sua temporada, voltando ao pódio e marcando o final da corrida com uma perseguição a Weber, que por muito pouco não resultou em ultrapassagem. Barrichello fez uma corida discreta e foi o único que manteve a posição de largada. Saiu e chegou em quarto, depois de perder um pedaço do spoiler dianteiro nom toque com Weber, na largada. Buton, que largou uma posição atrás do brasileiro, o ultrapassou e restabeleceu a ordem natural das coisas.
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RaquelRubinho não conseguiu nem o vice, uma pena!Postado às 17:31 do dia 01/11/2009
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Perfil
Mair Pena Neto
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
Gabriel Schmidt
Jornalista, fanático por automobilismo e caçador de novidades. Acompanha profissionalmente o automobilismo e o mercado desde 2008.
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