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Quarta-feira, 30 de setembro de 2009 | 19:48
Gil de Ferran pendura o capacete
Gil venceu quatro corridas este ano. Foto:Getty Images
Um grande piloto brasileiro dá adeus às pistas no próximo dia 10 de outubro, em Laguna Seca, e será homenageado com todas as honras. Gil de Ferran, duas vezes campeão da Indycars e vencedor das 500 Milhas de Indianápolis, em 2003, deixa o cockpit para cuidar de sua equipe, a De Ferran Motosport, que disputa a American Le Mans Series (ALMS).

Gil será o mestre de cerimônias da prova de encerramento da ALMS, em Laguna Seca, e dará o tradicional comando de "liguem os motores" no início da prova. Além disso, fará uma homenagem ao seu mentor nas corridas norte-americanas, Jim Hall, ostentando em seu Acura a pintura branca do mítico Chaparral do piloto americano nos anos 60.

O brasileiro venceu sua primeira corrida na Indy, em 1995, na equipe de Jim Hall, e o considera um dos grandes mentores de sua carreira, ao lado de Roger Penske e Jackie Stewart.

Além das homenagens, Gil, ao lado de seu companheiro de equipe, Simon Pagenaud, ainda tentará o título da categoria. A dupla está em segundo lugar, 21 pontos atrás de David Brabham e Scott Sharp, com 25 pontos em jogo na corrida de quatro horas em Laguna Seca.

Depois de ser campeão da Fórmula 3 britânica, em 1992, pela equipe de Paul Stewart, tudo indicava que Gil iria para a Fórmula 1, mas ele só conseguiu um teste na Williams e outro na Footwork, e depois de duas temporadas na Fórmula 3000, acabou aceitando convite para correr nos Estados Unidos, onde acabou se consagrando.

O brasileiro voltou à F1 como diretor esportivo da BAR-Honda em 2005, onde ficou por dois anos. Em 2008, ele voltou ao cockpít na ALMS e este ano se mostrou muito competitivo, vencendo quatro corridas seguidas, em Long Beach, Utah, Lakeville e Mid-Ohio
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Quarta-feira, 30 de setembro de 2009 | 15:04
Alonso era para 2011
Fernando Alonso e a Ferrari confirmaram que os entendimentos iniciais entre as partes, feitos no verão europeu, eram para uma transferência do piloto em 2011, quando terminariam os contratos de Kimi Raikkonen e Felipe Massa.

Segundo disse Alonso em seu site, a situação mudou nos últimos dias e "nós decidimos antecipar minha chegada a Maranello em um ano". Stefano Domenicali, chefe da Ferrari, confirmou a história. "Começamos a conversar com Fernando sobre uma possível mudança em 2011, mas surgiram as condições de antecipar nosso relacionamento e preferimos aproveitar a oportunidade.

Nenhuma das partes falou sobre que mudança foi essa no cenário, e a única dedução possível nos remete à entrada do Santander como patrocinador da Ferrari. Para o banco espanhol, ter Alonso na equipe é a melhor estratégia de marketing, e ele teria aberto os cofres para viabilizar a operação.

A rescisão do contrato de Raikkonen incluía somas vultosas e o jornal espanhol El Pais acredita que o finlandês receberá 45 milhões de euros para deixar a Ferrari antes do tempo. A Ferrari não fez referência à rescisão de Raikkonen, mas negou que os números divulgados sobre o contrato de Alonso sejam verdadeiros.

A mídia espanhola falou que Alonso ganharia 25 milhões de euros por temporada, e que ainda teria uma opção por mais três anos na Ferrari, que lhe dariam um total de 150 milhões de euros.

"Os números falados não tem absolutamente nada a ver com a realidade. É fácil escrever números, esquecendo que o mundo mudou recentemente", disse a Ferrari em seu site oficial, referindo-se à recente crise financeira global,

A Ferrari também negou que Alonso esteja levando com ele engenheiros de sua preferência, "como se não houvesse profissionais em Maranello capazes de planejar e gerenciar carros e pilotos vitoriosos."

A se confirmar essa informação, ela é positiva para Felipe Massa, que teria uma sinalização de tratamento igual na equipe. Se Alonso já chegasse mandando em Maranello, ia ficar esquisito para o brasileiro.
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Quarta-feira, 30 de setembro de 2009 | 12:38
Dupla dinâmica
Massa e Alonso são pilotos velozes e dispostos a correr riscos. Resta saber até quando irá durar essa relação fraterna. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Com a confirmação de Alonso, resta saber se a Ferrari terá um bom carro em 2010. O F60 foi um carro difícil de guiar - Badoer e Fisichella que o digam -, e a Ferrari abandonou seu desenvolvimento para se concentrar no próximo modelo. A decisão terá se mostrado acertada se Alonso e Massa tiverem um foguete nas mãos.

A dupla da Ferrari unirá experiência, velocidade e vontade de vencer. Fernando Alonso ainda é o melhor piloto no grid e quer voltar a ter a chance de disputar um título mundial. Com um carro vencedor, pode até repetir Schumacher.

Felipe Massa, por sua vez, quer chegar ao primeiro título, que seria seu por merecimento ano passado, mas acabou lhe escapando das mãos por questões alheias a sua vontade e competência.

Os dois pilotos são rápidos e dispostos a correr riscos. Se a Ferrari administrar bem os conflitos que costumam surgir em duplas tão competitivas poderá viver anos gloriosos.
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GabrielVai ter briga de ego.Postado às 08:14 do dia 01/10/2009
RaquelNinguém segura a Ferrari em 2010! uhuuu!!Postado às 18:20 do dia 30/09/2009
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Quarta-feira, 30 de setembro de 2009 | 11:58
Ferrari confirma Alonso
Antes mesmo do previsto, a Ferrari confirmou que Fernando Alonso será seu piloto nos próximos três anos, em dupla com Felipe Massa. Giancarlo Fisichella será o terceiro piloto da equipe.

"Estamos muito orgulhoso de dar as boas vindas a outro piloto vencedor, que tem demonstrado o seu incrível talento, vencendo dois campeonato mundiais em sua carreira até agora", disse o chefe da Ferrari, Stefano Domenicali.

Nas despedidas oficais, Domenicali agardeceu a contribuição de Kimi Raikkonen, que deixa a Ferrari após três anos e um título mundial em 2007. O finlandês disse que de comum acordo, ele e a Ferrari decidiram antecipar o fim do contrato previsto para 2010.

Kimi deve rumar para a McLaren, que será a maior adversária da Ferrari em 2010 e a única com uma dupla de pilotos capaz de rivalizar com os ferraristas.

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GabrielBoa dupla a da McLaren. Um piloto frio e um arrojado. Já a Ferrari, acho que vai ter problemas com Alonso, caso queira privilegiar Massa, como em 2008.Postado às 08:12 do dia 01/10/2009
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Quarta-feira, 30 de setembro de 2009 | 10:31
Barrichello e Williams
O site da Autosport diz em sua edição de hoje que Barrichello está próximo de fechar um acordo com a Williams para 2010, trocando de lugar com Nico Rosberg, cuja transferência para a Brawn é dada como certa.

Fontes da Autosport disseram que Barrichello visitou recentemente a fábrica da Williams, em Grove, e que um acordo entre as partes já foi acertado ou está perto de ser concluído.

O diretor-técnico da Williams, Sam Michael, afirmou em Cingapura que a preferência da equipe é ter uma dupla de pilotos que una experiência à juventude. "Se você tem alguém com muita experiência, isso é ótimo para o acerto e evolução do carro. E se você tem alguém que é jovem, ele traz entusiasmo."

Como a Williams deve entregar um de seus carros ao estreante Nico Hulkenberg, Barrichello seria o piloto experiente a seu lado. O acordo entre o brasileiro e a Williams seria somente para a temporada de 2010.

A Autosport não descarta, porém, que Barrichello possa continuar na Brawn caso a virtual campeã não renove com Jenson Button por divergência no valor do contrato. Mas ressalta que o brasileiro pode preferir garantir logo um lugar na Williams do que ficar esperando o desenlace entre Button e Brawn, que pode se arrastar para depois do fim da temporada.

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pezzoloalonso e massa na Ferrari é a melhor dupla de pilotos desde senna e prost.. Postado às 12:17 do dia 30/09/2009
GabrielSe for verdade mesmo, resta torcer para que a Williams volte aos velhos tempos de campeã.Postado às 11:14 do dia 30/09/2009
RaquelSou mais a permanência dele na Brawn! ;)Postado às 10:53 do dia 30/09/2009
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Quarta-feira, 30 de setembro de 2009 | 10:06
Toyota pode sair
Nem o segundo lugar de Glock, em Cingapura, melhorou a situação da equipe japonesa, que está sem orçamento para 2010. Foto: Clive Mason/Getty Images
Depois da Honda e da BMW, a Toyota pode ser a próxima grande montadora a deixar a Fórmula 1. O chefe da equipe, Tadashi Yamashina, admitiu com todas as letras que a participação da equipe ano que vem é incerta, e que depende dos resultados financeiros da empresa.

A Toyota já tinha dado sinais de problemas ao não exercer a opção que tinha para renovar o contrato do alemão Timo Glock. Os dois pilotos da equipe estão à procura de novos postos, e Glock disse que a Toyota ainda precisava esclarecer certas coisas, o que agora se entende como o próprio futuro da equipe japonesa na F1.

A Toyota assinou o Pacto de Concórdia, se comprometendo com a Fórmula 1 até o fim de 2012, mas pode perfeitamente deixar a categoria se não tiver orçamento para prosseguir a operação. Se a equipe japonesa deixar a F1, seu lugar será ocupado pela BMW-Sauber comprada por investidores do Oriente Médio e da Europa.
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Terça-feira, 29 de setembro de 2009 | 15:56
Massa volta a pilotar kart

A forte chuva que interrompeu o primeiro reencontro de Felipe Massa com as pistas, na tarde de ontem, deu uma trégua e o piloto brasileiro pôde aproveitar a manhã desta terça-feira no kartódromo da Granja Vianna, em São Paulo. Acompanhado pelo irmão Eduardo e o amigo Popó Bueno (Stock Car), Massa deu diversas voltas na pista e não se queixou de cansaço físico ao sair do kart. Sinal de que a recuperação total e o retorno à F1 não demoram.

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JR PIT BOY CPF14933389861WWW.BUREAUDV.COM.BRPostado às 17:42 do dia 01/10/2009
JR PIT BOY CPF14933389861WWW.BUREAUDV.COM.BRPostado às 17:42 do dia 01/10/2009
JR PIT BOY CPF14933389861WWW.BUREAUDV.COM.BRPostado às 17:42 do dia 01/10/2009
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Terça-feira, 29 de setembro de 2009 | 10:09
Aberta a temporada de trocas
O destino de Barrichello é o mais enigmático. Foto: Getty Images
A transferência de Alonso para a Ferrari, a ser anunciada em Suzuka, vai abrir o troca-troca de pilotos para a temporada de 2010. Nenhuma mudança será tão impactante quanto a do piloto espanhol, mas a temporada de boatos já está aberta.

A Ferrari está definida com Alonso e Massa. A McLaren deve ter Hamilton e Raikkonen. O finlandês não gosta de Ron Dennis, mas como o ex-chefão da McLaren está fora das operações de pista, isso não deve ser problema. Ainda mais com o gosto que a Mercedes demonstra pela volta do piloto.

A Brawn deverá alinhar com Button e Rosberg. O piloto inglês tenta melhorar o seu salário na equipe, mas com o provável título deste ano deve conseguir um bom acordo. Rosberg é pedido da Mercedes, que vai aumentar sua participação na equipe para além dos motores.

A Red Bull, que fez um bom campeonato, vai manter a dupla Vettel e Weber, assim como sua irmã menor, a Toro Rosso, ficará com Buemi e Alguersuari.

A Renault vai contratar Robert Kubica, e Grosjean, que era piloto de Flavio Briatore, deve dançar. Trulli está de olho nessa vaga, que bem poderia ser também de Barrichello.

O destino do brasileiro é o maior enigma. A Williams aparece como grande opção. A escuderia contratou o campeão da GP2, Nico Hulkenberg, e precisará de um piloto experiente para contrabalançar. Acontece que Nick Heidfeld, que já foi piloto da equipe, gostaria de voltar e conta com apoio interno. E a notícia mais bombástica relativa à Williams surgiu do empresário de Kubica, Daniele Morelli, que acredita que Nelsinho Piquet conseguiu dinheiro de um patrocinador para correr pela equipe.

Se não tiver lugar para Barrichello na Williams, a Toyota surge como opção. A equipe pode se desfazer de seus dois pilotos. Trulli parece mesmo descartado, e a equipe não exerceu sua opção por Glock, mesmo após o segundo lugar do alemão em Cingapura. Outra alternativa para Rubinho seria a Force India, que deverá manter Sutil, mas Liuzzi só fica se mostrar resultado nas três corridas que faltam. Com motor Mercedes, a Force India evoluiu muito e pode ser mais competitiva em 2010.

Ainda restariam as três ou quem sabe quatro novas equipes, loucas por pilotos experientes para desenvolver seus carros, principalmente diante da proibição de testes. O nome de Barrichello já esteve ligado a Manor, que poderá vir com o nome de Virgin Racing. Richard Branson, o milionário dono da Virgin, conheceu o brasileiro ao patrocinar a Brawn este ano e estaria disposto a oferecer um caminhão de dinheiro para tê-lo na nova equipe.
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Terça-feira, 29 de setembro de 2009 | 9:38
O homem de 150 milhões de euros
Alonso: 25 milhões de euros por ano. Foto:Getty Images
A imprensa espanhola afirma que Fernando Alonso poderá ficar até seis anos na Ferrari, com um salário de 25 milhões de euros por temporada. Todas as versões correntes até agora falavam em contrato de três anos, mas a mídia espanhola diz que o contrato incluirá a opção de renovação automática por mais dois anos, com uma cláusula de opção condicional até o fim de 2015.

Se Alonso ficar todo esse tempo na Ferrari, provavelmente encerrará sua carreira na escuderia italiana, com 34 anos. A Ferrari costuma manter longas relações com alguns de seus pilotos. Alboreto, no tempo das vacas magras, ficou cinco anos na escuderia, e Schumacher bateu o recorde, permanecendo por 11 anos na equipe.
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MairObrigado, Rogério, viajei no tempoPostado às 09:59 do dia 30/09/2009
RogérioSchumacher chegou à Ferrari em 1996...Postado às 21:33 do dia 29/09/2009
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Segunda-feira, 28 de setembro de 2009 | 16:46
Legião alemã
Depois do sucesso de Schumacher os alemães não pararam mais de chegar à F1. Foto: Getty Images
Os pilotos alemães continuarão sendo maioria na Fórmula 1 em 2010, e ainda ganharão um sexto representante, Nico Hulkenberg, no cockpit da Williams. Esta é uma consequência do efeito Schumacher, que com seus títulos mundiais atraiu uma legião de jovens pilotos, que acabaram chegando à Fórmula 1.

Antes de Schumacher, a Alemanha teve um grande piloto no pré-guerra, Rudolf Caracciola, e alguns talentos isolados depois que a Fórmula 1 se oficializou. Wolfgang Von Trips foi um nome forte na virada dos 50 para os 60, mas morreu em 1961, no GP da Itália, quando sua carreira deslanchava. Jochen Mass despontou nos anos 70, mas acabou com uma solitária vitória no GP da Espanha de 75.

Stefan Bellof talvez fosse o mais promissor de todos, mas morreu precocemente nos 1.000 Km de Spa, em 1985, quando fazia sua segunda temporada na F1. Foi com o sucesso de Schumacher, a partir de 1994, que os alemães chegaram em bando à F1 e dominaram a categoria em número de pilotos. No ano que vem, estarão na pista Sebastien Vettel, Nico Rosberg, Timo Glock, Nick Heidfeld, Adrian Sutil e Nico Hulkenberg.

Estes movimentos são históricos na Fórmula 1. Quando Emerson Fittipaldi foi campeão do mundo, abriu as portas da categoria para os brasileiros, e em seu rastro vieram novos campeões, como Piquet e Senna, que por sua vez estimularam outras gerações.

O mesmo fenômeno se deu após o título de Keke Rosberg, em 1982, que trouxe para a F1 os finlandeses historicamente mais ligados ao rali. Depois de Keke, a Finlândia fez campeões como Mika Hakkinen e Kimi Raikkonen, e não deixou mais a categoria.
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Segunda-feira, 28 de setembro de 2009 | 10:24
Problemas à vista
Mansell e Piquet duelaram tanto em 1986 que acabaram entregando o título de bandeja para Prost. Foto: Simon Bruty/Allsport
Ferrari e McLaren terão as duplas mais fortes de pilotos para a temporada 2010. A escuderia italiana deve anunciar a contratação de Fernando Alonso na próxima quinta-feira, em Suzuka. O espanhol será o companheiro de equipe de Felipe Massa. Já a McLaren, terá dois campeões mundiais: Lewis Hamilton e Kimi Raikkonen, que deixa a Ferrari para dar lugar a Alonso.

O ideal de qualquer equipe é ter dois pilotos de alto nível em seus carros, mas na prática isso nem sempre dá certo. Um dos exemplos mais conhecidos é o de Nelson Piquet e Nigel Mansell, que se desentenderam tanto na Williams, que o título de 1986 acabou nas mãos de Alain Prost, que não tinha o melhor carro.

Prost e Senna também brigaram como gato e rato na McLaren. Depois de uma primeira temporada juntos, em 1988, na qual venceram 15 das 16 corridas, passaram a se enfrentar verbal e tecnicamente, até que Prost jogou o seu carro sobre o de Senna em Suzuka para que o brasileiro não ganhasse o título de 1989.

Para Felipe Massa, a parceria com Alonso precisará ser muito bem administrada. O espanhol está habituado a ter privilégios, que sempre desfrutou na Renault, e não digere bem ser superado pelo companheiro de equipe. Surpreendido pelo talento do então novato Lewis Hamilton, em 2007, ficou apenas um ano na McLaren, inconformado com o apreço que a equipe tinha pelo piloto inglês. Naquele ano, a McLaren perdeu o título para a Ferrari por apenas um ponto.

Hamilton ainda não se revelou uma prima dona, mas sabe que correr ao lado de Kimi Raikkonen é outra questão. Este ano ele teve o conforto de ser sempre mais rápido que Kovailanen, mas Raikkonen é muito superior, e em seus melhores dias é praticamente imbatível. A sorte de Hamilton é que Raikkonen não é muito chegado a disputas internas. O finlandês está na Fórmula 1 para se divertir, quer fazer o dele e ir para casa.

Dois talentos numa mesma equipe não significam necessariamente problema. Mas Ferrari e McLaren precisarão pulso forte para não deixar a situação descambar para conflitos de egos que costumam não terminar bem.

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MairExato, Athos. Obrigado.Postado às 17:26 do dia 28/09/2009
AthosBelo post. Se não me engano, em 1988 foram 16 provas na temporada, com 15 vitórias para a Mclaren (Senna 8x7 Prost) e uma da Ferrari de Berger em Monza.Postado às 16:13 do dia 28/09/2009
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Domingo, 27 de setembro de 2009 | 19:23
"Renault sentirá falta de Alonso"
Caubet: "Ele também sentirá a nossa falta". Foto: Getty Images
O novo diretor-geral da Renault, Jean-François Caubet, deu hoje em Cingapura o sinal mais evidente de que Fernando Alonso não será mais piloto da escuderia em 2010. Em entrevista à emissora francesa de televisão TF1, Caubet destacou o terceiro lugar de Alonso em Cingapura e deu a deixa: "Eu creio que a sua família será sempre a Renault. Nós sentiremos a falta dele, mas ele também sentirá a nossa falta."

Caubet, que acompanhou o seu primeiro grande prêmio na nova função, disse ter sido um prazer ver a equipe voltar ao mais alto nível e foi só elogios para Alonso. "É verdadeiramente um grande campeão. Ele fez a melhor volta (da corrida) e seguiu a estratégia de maneira impecável."

Fernando Alonso conquistou seus dois títulos mundiais pela Renault, mas a equipe francesa não lhe deu mais um carro em condições de disputar o título. O piloto espanhol teve uma temporada infeliz na McLaren, voltou para a Renault, e agora tentará viver novamente seus melhores momentos na Ferrari. Pelo menos é o que dá para depreender das declarações feitas até agora tanto por integrantes da Renault, quanto da escuderia italiana.
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Rafael SoaresEntão parece cada vez mais certa sua ida para a Ferrari. Pela escuderia italiana, acho que Alonso terá mais chances de voltar a brilhar!!Postado às 10:33 do dia 28/09/2009
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Domingo, 27 de setembro de 2009 | 11:37
Button estanca sangria
Barrichello chegou uma posição atrás de Button e diferença entre os dois agora é de 15 pontos. Foto: Clive Mason/Getty Images
Depois de ver seu companheiro de equipe reduzir significativamente a distância na pontuação e ameaçar o título mundial que lhe parecia certo, Jenson Button voltou a chegar à frente de Barrichello, o que além de garantir sua vantagem pode servir psicologicamente para que recupere o ritmo perdido.

O fim de semana parecia problemático para Button, que conseguiu apenas a 12ª posição no grid, atrás de Barrichello, que perdeu cinco posições por ter sido obrigado a trocar o câmbio do carro. A vantagem psicológica de Barrichello era tremenda até a largada da corrida, mas Button acabou sendo o piloto que mais conseguiu ganhar posições na prova.

Com Heidfeld largando dos boxes, Barrichello saiu em nono e Buttton, em 11º. Ao fim da corrida, Barrichello tinha ganho três posições, e Button, cinco. A vantagem que Barrichello chegou a construir na primeira metade da corrida acabou nas paradas de boxe. Button largou mais pesado, teve melhores oportunidades de desfrutar voltas com pouco combustível, e após sua última parada, a 10 voltas do fim, voltou à frente de Barrichello. O brasileiro contou após a corrida que seu motor morreu no segundo pit stop, quando não conseguiu engatar ponto morto, o que lhe tirou preciosos segundos. O problema foi confirmado por Ross Brawn.

O inglês ainda teve problemas de freio, o que permitiu que Barrichello se aproximasse bem, mas já era tarde para tentar uma ultrapassagem. Button tem agora 84 pontos, contra 69 de Barrichello. Restando três corridas, a disputa está em aberto, mas Button tem excelentes condições de administrar essa vantagem de 15 pontos.
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Domingo, 27 de setembro de 2009 | 11:18
Corrida monótona
Hamilton ganhou mais uma e provou que tem carro para disputar novas vitórias nas três corridas que faltam. Foto: Clive Mason/Getty Images
Hamilton venceu sua segunda corrida na temporada sem um pingo de preocupação, liderando de ponta a ponta uma prova pra lá de monótona. Timo Glock, em segundo, e Alonso, em terceiro, foram as surpresas do pódio. Os dois largaram juntos, na terceira fila, e se beneficiaram das penas impostas a Rosberg e Vettel.

O piloto da Red Bull ainda obteve um quarto lugar, que o manteve matematicamente vivo na disputa pelo título mundial, mas Rosberg, que fez uma excelente largada, ultrapassando Vettel, perdeu todas as suas chances ao passar sobre a zebra, fora da linha branca, na sua saída do primeiro pit stop, e ser punido com um drive through.

Button e Barrichelo, sem seu duelo particular, ficaram em quinto e sexto lugares, respectivamente, e Kovalainen e Kubica completaram a zona de pontuação.

A corrida de Cingapura confirmou a competitividade de Hamilton nessa reta final do campeonato, que o deixa em condições de brigar por mais vitórias nas três corridas que faltam. O inglês é o sexto colocado e tem tudo para ultrapassar Kimi Raikkonen, que está apenas três pontos a sua frente, e pode até ameaçar Mark Weber, que ficou fora da disputa pelo título e não pontua há quatro provas.

A Ferrari deve sofrer com a falta de evolução no carro nas corridas que restam, e ontem viu Raikkonen chegar em 10º lugar, enquanto Fisichella, ainda tentando se entender com o F60, chegou em 13º entre os 14 carros que completaram a prova.
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Sábado, 26 de setembro de 2009 | 17:16
Peso ajuda Hamilton
Lewis Hamilton larga com o carro mais pesado entre os primeiros do grid, o que lhe permitirá parar mais tarde (20ª volta) e lhe garantir a vitória em Cingapura se fizer uma largada limpa com a vantagem da pole-position.

Em um circuito de difícil ultrapassagem, a largada será fundamental. E uma boa briga se anuncia desde já. Vettel, que sai em segundo lugar, no lado sujo da pista, deverá ser atacado por Nico Rosberg, o terceiro colocado. Os dois pilotos farão suas paradas com duas voltas de diferença, Vettel na 17ª e Rosberg na 19ª, e quem chegar na frente na primeira curva ficará em boa condição no primeiro stint.

Na Brawn, apesar de todo o esforço de Barrichello na classificação e de ter conseguido ficar duas posições à frente de Button, a estratégia de paradas é vantajosa para o inglês. Button larga bem mais pesado e deve parar 11 voltas depois de Barrichello, que precisaria ser muito rápido no primeiro stint para manter sua vantagem, o que não é fácil em um circuito apertado e cheio de tráfego como o de Cingapura.

Veja abaixo o peso com que cada carro larga:

 1. Hamilton     McLaren-Mercedes   660,5
 2. Vettel          Red Bull-Renault     651
 3. Rosberg      Williams-Toyota       657,5
 4. Webber       Red Bull-Renault      654,5
 5. Barrichello    Brawn-Mercedes       655,5
 6. Alonso         Renault                   658
 7. Glock           Toyota                    660,5
 8. Heidfeld       BMW-Sauber            650
 9. Kubica         BMW-Sauber             664
10. Kovalainen  McLaren-Mercedes     664,5
11. Nakajima    Williams-Toyota        680,7
12. Button        Brawn-Mercedes        683
13. Raikkonen  Ferrari                      680,5
14. Buemi        Toro Rosso-Ferrari     678
15. Trulli          Toyota                     690,9
16. Sutil           Force India-Mercedes 693
17. Alguersuari Toro Rosso-Ferrari     683,5
18. Fisichella    Ferrari                      678,5
19. Grosjean    Renault                    683
20. Liuzzi         Force India-Mercedes 656
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Sábado, 26 de setembro de 2009 | 16:34
Santander bancaria Kimi na McLaren
Kimi diz que Ferrari quer conversar sobre seu contraro. Foto: Getty Images
Para abrir espaço para Fernando Alonso na Ferrari, o banco espanhol Santander, novo patrocinador da escuderia, estaria disposto a pagar 25 milhões de euros para a McLaren oferecer um de seus carros ao piloto finlandês.

O suposto negócio foi revelado pela Sport Bild, ressaltando que a Ferrari tem três pilotos para apenas dois carros - Felipe Massa, Kimi Raikkonen e Fernando Alonso -, enquanto a McLaren tem apenas Lewis Hamilton, já que a escuderia inglesa não está satisfeita com o desempenho de Heiki Kovalainen.

De acordo com a publicação alemã, o negócio seria excelente para a McLaren, que com 25 milhões de euros pagaria o salário anual de Raikkonen. Ainda segundo a revista, Norbert Haug, o chefe da Mercedes, vê com bons olhos o retorno do finlandês à McLaren. O Santander continua como patrocinador da McLaren.

Para reforçar sua teoria, a Sport Bild cita ainda uma frase de Raikkonen em Cingapura: "Eu tenho um contrato válido para 2010, mas acho que a Ferrari quer conversar sobre isso."
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Sábado, 26 de setembro de 2009 | 12:42
Hamilton faz pole, mas Rosberg merecia
Rosberg (E) foi o mais rápido no sábado, mas acabou perdendo a pole para Hamilton ao ter sua volta voadora abortada pelo acidente de Barrichello. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Lewis Hamilton fez a sua terceira pole do ano, em Cingapura, mas o grande destaque do treino foi Nico Rosberg, da Williams, que ficou com o terceiro tempo, mas bem poderia ter conquistado o principal lugar do grid.

Rosberg fez o melhor tempo do treino no Q2, com 1:46.197, e vinha numa volta voadora no Q3, quando o treino foi interrompido por bandeira vermelha pelo acidente de Barrichello. Rosberg, que foi o segundo colocado em 2008, mostrou que a Williams anda bem em Cingapura, e classificou seu carro entre as Red Bull de Vettel e Weber.

Hamilton também demonstrou consistência ao longo do dia. O inglês tinha sido o mais veloz na primeira sessão de sábado, e repetiu o desempenho no Q1. A pole acabou sendo um prêmio para ele, que tem condições de vitória após duas corridas sem completar.
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Sábado, 26 de setembro de 2009 | 12:22
Cenário complicado para a Brawn
Barrichello precisou trocar o câmbio do carro e perdeu cinco posições no grid. Foto: Clive Mason/Getty Images
Líder dos campeonatos de pilotos e construtores, a Brawn chegou à Cingapura como favorita, principalmente pela melhor adaptação de seus carros a circuitos de alta pressão aerodinâmica, contra os da Red Bull, que desempenham melhor em pistas de alta velcidade e baixa pressão aerodinâmica.

Mas o que se viu nos dois dias de treinos em Cingapura foi extamente o oposto. A Red Bull andou bem desde a sexta-feira, e colocou seus dois carros bem à frente da Brawn. Sebastien Vettel larga na primeira fila (2ª posição) e Mark Weber na segunda fila (4ª posição).

Enquanto isso, Barrichello sai na 10ª posição, perdendo cinco lugares no grid por ter sido obrigado a trocar o câmbio, que já apresentava problemas desde Spa. Button, por sua vez, foi eliminado no Q2 e larga na 12ª posição. Na disputa particular entre os dois, o resultado foi melhor para Barrichello, mas em um cenário normal de corrida será muito difícil que se aproximem do pódio.

O último treino para o GP de Cingapura já começou complicado para Barrichello, que precisou trocar o câmbio e sabia que perderia cinco posições por conta disso. Para o brasileiro, era tudo ou nada e foi o que fez no Q2, quando uma volta espetacular no finzinho do treino o deixou entre os 10 primeiros. Button já ficou fora nessa sessão, e as esperanças da equipe estavam em Barrichello.

Mas na disputa da superpole, o brasileiro bateu forte a 26 segundos do fim da sessão, o que encerrou definitivamente o treino. Ele ficou com o quinto melhor tempo, mas com a pena pela troca do câmbio larga em 10º lugar, duas posições à frente de Button.
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RaquelComplicou pro Rubinho!! Mas ambos os carros da Brawn não colaboraram muito ontem... Será que Button consegue garantir o título em Suzuka??Postado às 12:25 do dia 28/09/2009
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Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 | 14:46
Quiz #3

Chegamos a mais uma edição do Quiz SpeedBlog! Essa é sua chance de faturar uma coleção completa das miniaturas Ferrari! Para isso, basta provar que sabe muito sobre Fórmula 1.

Vale lembrar, novamente, que as respostas não deverão ser publicadas pelos comentários, que serão deletados e desconsiderados. Elas devem ser enviadas exclusivamente para o e-mail quiz@speedblog.com.br, juntamente com o nome completo, telefone e endereço do participante. Após o recebimento das respostas, será enviado um e-mail de confirmação. Vence aquele que enviar a resposta certa primeiro.

O novo desafio tem início hoje e as respostas deverão ser enviadas até dia 8 de outubro. O resultado será divulgado na sexta-feira, 9

Quiz #3:

Quem é o autor da seguinte frase:
"Eu sou de uma época diferente, portanto eu não tive a chance de ver Fangio. Mas olhando a sua carreira, para mim ele é indiscutivelmente o número um. Lauda foi outro excepcional piloto, e Prost é o próximo. Os quatro campeonatos que ele conquistou são uma realidade. Ninguém pode contestar isso".

Enviem suas respostas para quiz@speedblog.com.br. Boa sorte a todos! 

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Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 | 12:13
Red Bul surpreende
Vettel foi o mais rápido no treino de sexta e a adaptação do carro da Red Bull à pista de Cingapura foi acima do esperado. Foto: Mark Thompson/Getty Images
O desempenho da Red Bull surpreendeu as demais equipes em Cingapura, e Sebastian Vettel foi o mais rápido no último treino da sexta-feira, com boa vantagem sobre a Brawn, rival direta na disputa pelo título mundial.

As características de forte pressão aerodinâmica do circuito de Cingapura são mais benéficas aos carros da Brawn, mas a Red Bull mostrou boa adaptação e foi competitiva desde a primeira sessão. O dia parecia favorável à Brawn, que fez os dois melhores tempos da primeira sessão, com Barrichello e Button, respectivamente.

Mas no treino seguinte, Vettel foi o mais rápido, e Weber, que acabou em sexto, poderia ter baixado o seu tempo se não tivesse rodado e batido na saída da última curva. Até o acidente, Weber era o piloto mais rápido da Red Bull.

Button foi o quinto colocado, mais de meio segundo atrás de Vettel, e Barrichello ficou em 11º, quase um segundo depois do alemão. Alonso fez o segundo melhor tempo, seguido por Kovalainen e Heidfeld. A Ferrari não andou bem, deixando Raikkonen em 14º e Fisichella, em 16º lugares.
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GabrielRubinho na frente do Button na primeira sessão. Parece que agora vai!Postado às 16:04 do dia 25/09/2009
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Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 | 11:22
Massa volta no Desafio das Estrelas
Felipe Massa tinha previsto o seu retorno às pistas nas 500 Milhas da Granja Viana, competição de kart em Cotia (SP), em dezembro, mas diante de sua melhora anunciou que vai correr no Desafio das Estrelas, de 27 a 29 de novembro, evento que organiza em Florianópolis.

Massa confirmou ainda as presenças de Michael Schumacher e Rubens Barrichello, entre outros pilotos de primeira linha. A pista onde será disputado o desafio foi desenhada por Massa e Lucas di Grassi, piloto de testes da Renault. Em um vídeo promocional do evento, Massa ainda brincou com o seu acidente na Fórmula 1. "Vai ser uma grande festa. O kart é a escola, é o começo. Para quem está assistindo uma corrida dessas é muito legal, com ultrapassagem a toda hora, batidas, mas não feias como a minha, por exemplo. Todo mundo chega lá para ganhar."

Embora o desafio seja uma competição amistosa, será legal ver Massa de volta e sentir como estão seus reflexos e velocidade após longa inatividade.
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Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 | 10:01
Grosjean roda onde Nelsinho bateu
Grosjean deixa sua Renault, já sem patrocínio, após bater na fatídica curva 14 e interromper o primeiro treino em Cingapura.
Essa foi a melhor do dia. No primeiro treino para o Grande Prêmio de Cingapura, o segundo piloto da Renault, Romain Grosjean, rodou e bateu seu carro exatamente no mesmo local do choque proposital de Nelsinho Piquet ano passado. O acidente provocou gargalhadas na sala de imprensa.

A curva 14, que vem sendo chamada ironicamente de Curva Piquet, virou uma das atrações do circuito de rua, e o acidente de Grosjean obrigou a interrupção do treino porque não há um guindaste no local para retirar os carros.

Foi justamente por este motivo que Nelsinho foi orientado a bater nesta curva no último GP, já que o acidente obrigaria a entrada do Safety Car. O acidente de Grosjean foi causado pela falta de aderência na pista, ainda sem a borracha deixada após os primeiros treinos.
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Jorge MansurOra, se é dia de treino nada mais normal, atualmente, do que treinar batidas também!!!Postado às 15:08 do dia 25/09/2009
RaquelQue comédia...hahahaPostado às 10:48 do dia 25/09/2009
GabrielArmação! Feio isso hein!Postado às 10:47 do dia 25/09/2009
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Quinta-feira, 24 de setembro de 2009 | 17:54
Piloti, che gente...
O título do famoso livro de Enzo Ferrari é perfeito sob todos os aspectos. Pilotos são pessoas extraordinárias no que se refere à entrega ao esporte e aos riscos que assumem, mas por outro lado quase nada sabem além do mundo das corridas.

Nos anos 70, os pilotos pareciam mais atuantes, capazes de se organizar e fazer greves em nome de maior segurança nas pistas. Atitudes assim vem rareando ao longo do tempo, e os pilotos da Fórmula 1 ficam cada vez mais parecidos e sem identidade.

Se o universo das corridas já os alienava de assuntos extra-pista, a situação parece ter se agravdo a ponto de não terem opinião nem sobre o que acontece em volta deles. Foi o que se viu hoje na coletiva de imprensa, em Cingapura, quando abordados sobre o episódio da Renault ano passado, que acaba de ser julgado pela FIA e ainda está quente no noticiário.

Diante de respostas monótonas e evasivas, os jornalistas quase foram ao desespero, tentando arrancar alguma coisa forte de quatro pilotos escolhidos para a entrevista. Mark Fogarty, da Auto Action, apelou para Lewis Hamilton e Kimi Raikkonen, na condição de campeões mundias, para saber se não se sentiam ultrajados com o que acontecera, mas não obteve mais do que desculpas, tipo "isso não é o nosso trabalho" e "não há nada que eu possa fazer para mudar isso."

Joris Fioriti, da AFP, perguntou se eles não tinham vontade de gritar contra isso , como pilotos e como fãs, se não achavam chocante o que tinha acontecido, e o máximo que conseguiu arrancar de Mark Weber foi que ninguém estava orgulhoso disso, mas que os quatro pilotos naquela sala nada tinham a ver com o episódio.

Nico Rosberg ainda comentou que irregularidades acontecem em todos os esportes e na vida, e encerrou o assunto dizendo que agora era a hora de tratar da corrida que vem pela frente.

Ou seja, nem de um assunto que lhes diz respeito diretamente os pilotos atuais ousam falar. Funcionam como máquinas alienadas, sem pensamento próprio ou independência para manifestar o que sentem. Os pilotos, realmente, são uma gente muito diferente.
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Rafael SoaresEstão piores do que os jogadores de futebol rsrsrs..Postado às 10:43 do dia 25/09/2009
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Quinta-feira, 24 de setembro de 2009 | 16:41
Renault perde patrocínios
O envolvimento da Renault na farsa do GP de Cingapura do ano passado já começou a trazer prejuízos para a equipe. O grupo financeiro holandês ING, principal patrocinador da escuderia francesa, antecipou o fim do contrato, com efeito imediato.

O ING não estaria mais com a Renault em 2010, mas decidiu se retirar antes, aproveitando cláusulas contratuais que obrigariam a Renault a seguir as regras da FIA para a Fórmula 1. Com a manipulação do resultado de Cingapura e o acidente deliberado de Nelsinho Piquet, o patrocinador se retirou.

"ING está profundamente desapontado com o rumo dos acontecimentos, especialmente no contexto de um patrocínio que era bem sucedido", disse o grupo holandês, em comunicado.

Pouco antes, o grupo segurador espanhol Mutua Madrilena também decidira cancelar seu contrato de patrocínio com a Renault. A empresa espanhola pediu em carta à equipe que o patrocínio, estimado em 3,5 milhões de euros, fosse encerrado imediatamente, e o logo da companhia já não aparecia nos carros em Cingapura.
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RaquelA situação tá feia mesmo...Postado às 17:13 do dia 24/09/2009
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Quinta-feira, 24 de setembro de 2009 | 14:24
Button ainda não se permite sonhar com título
Jenson Button já é o campeão mundial, na opinião de Schumacher. Foto: Getty Images

O piloto inglês Jenson Button declarou que não está se permitindo sonhar com a possibilidade de uma conquista antecipada do título mundial de pilotos de 2009. Dependendo dos resultados, o título poderá ser alcançado após a corrida do GP do Japão, que acontece na próxima semana.

"Isso é um sonho. Poderia acontecer, mas eu encaro cada corrida individualmente", disse o piloto da Brawn aos repórteres em Cingapura. "Ainda há muito para acontecer. Estou animado para as próximas quatro corridas".

Se Button ainda não crê nesta possibilidade, o maior campeão da história da F1 prevê que o título será mesmo do inglês. O ex-piloto alemão Michael Schumacher declarou à revista Autosport que Jenson Button tem tudo para ser o campeão de 2009.

"É muito difícil tirar isso (o título) dele, particularmente sabendo dos problemas e questões de confiabilidade que a Red Bull tem tido", avaliou Schumacher. "Analisando a situação, eu teria quase certeza de que Jenson concretizará este título".

Faltando quatro provas para o término da temporada, Button possui 80 pontos e 14 de vantagem sobre o segundo colocado, seu companheiro de equipe Rubens Barrichello.

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Quinta-feira, 24 de setembro de 2009 | 8:28
Você conhece Fórmula 1? (3)
Qual é o piloto, o carro, o ano e o circuito da foto acima?
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MairPerfeito, Filipi, você conhece mesmo Fórmula 1. Já estava até pensando em postar novamente o desafio, mas você desvendou a charada. Fique atento, que em breve lanço mais um.Postado às 12:18 do dia 26/09/2009
Fillipi PalmieriPiloto: Brian Redman
Carro: De Tomaso 505
Circuito: Hockenheim
Ano:1970
Postado às 14:10 do dia 25/09/2009
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Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 | 16:56
Ferrari entre Kimi e Alonso
Quem será o companheiro de Massa em 2010? A Ferrari promete uma decisão para breve. Foto: Clive Mason/Getty Images
O presidente da Ferrari, Luca di Montezmolo, disse a jornalistas em um evento hoje, em Florença, que está entre o finlandês Kimi Raikkonen e o espanhol Fernando Alonso como companheiro de Felipe Massa na escuderia, em 2010.

A declaração de Montezemolo deixou claro que o único titular da equipe ano que vem é o piloto brasileiro. "Um piloto espanhol ou finlandês? Vamos tomar uma decisão em poucas semanas", disse o presidente da Ferrari, segundo o jornal italiano La Stampa.

"O que é certo", acrescentou, "é que nós teremos um piloto brasileiro, que merece outra chance, porque graças a Deus ele está bem agora."

Raikkonen chegou a ser considerado carta fora do baralho por sua fraca atuação na primeira metade da temporada e por um aparente desinteresse em continuar na Fórmula 1. Mas o piloto finlandês se recuperou a partir do acidente de Massa e vem pontuando com constância, o que complica a decisão da Ferrari.

O contrato com Raikkonen vai até o fim de 2010, e se decidir trocá-lo por Alonso, a Ferrari terá que negociar sua saída, o que não é nenhum mistério para a mais poderosa equipe da Fórmula 1.
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MairVerdade. Ele vinha dizendo que um dia Alonso iria para a Ferrari, mas agora foi mais objetivo.Postado às 16:25 do dia 24/09/2009
GabrielPrimeira vez que ele admite isso, não?Postado às 08:28 do dia 24/09/2009
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Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 | 14:46
Será que vai chover?

A previsão da meteorologia para Cingapura prevê chuvas para sexta-feira e sábado e tempestade com raios e trovões no domingo. A se confirmar este tempo, a Fórmula 1 enfrentará uma situação desconhecida na corrida noturna, que é o efeito da iluminação na visibilidade da pista em caso de chuva.

"Inevitavelmente, nesta parte do mundo, a previsão do tempo para esta semana menciona a possibilidade de tempestades, mas teremos que esperar para ver se chegarão durante as atividades na pista", disse a Ferrari em comunicado sobre a prova, revelando a preocupação com um fator desconhecido em Cingapura. As temperaturas no fim de semana deverão variar entre 22 e 31 graus Celsius.

Independentemente das condições em que será disputado o GP de Cingapura, a Ferrari intensificou a preparação de Giancarlo Fisichella, que fará sua segunda corrida pela escuderia italiana. Enquanto Kimi Raikkonen descansou em sua casa na Suíça, Fisichella teve uma semana intensa, trabalhando segunda-feira no simulador do Centro de Pesquisa da Fiat, em Turim; se reunindo na quarta-feira com os engenheiros da Ferrari, em Maranello; e acompanhando os últimos testes aerodinâmicos da temporada, na pista de Vairano, na quinta-feira.

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Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 | 11:25
Renault diz que fica
Em comunicado à FIA, durante a reunião do Conselho Mundial, na segunda-feira, em Paris, a Renault afirmou que continuará na Fórmula 1 apesar dos danos causados pela farsa da equipe no GP de Cingapura de 2008.

No comunicado, a Renault diz que a equipe de Fórmula 1 e sua empresa mãe levaram seriamente em consideração se deveriam continuar no esporte depois do prejuízo causado à imagem da corporação pela trapaça de Cingapura, além das pressões financeiras que levaram à retirada de outros construtores. "A conclusão foi de que devemos ficar na Fórmula 1 e continuar a dar uma importante contribuição para o esporte", assinalou a escuderia.

A Renault anunciou que vai rever suas estruturas e seus procedimentos internos para assegurar que esse tipo de incidente nunca mais se repita.

O advogado da Renault disse que o processo criminal por chantagem contra Piquet e Nelsinho foi retirado pela empresa, embora Briatore tenha mantido a questão.
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Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 | 10:08
Brawn mais rápida em Cingapura
Se a novidade aerodinâmica entregar o ganho esperado, os carros da Brawn serão imbatíveis em Cingapura. Foto: Clive Rose/Getty Images
A Brawn anunciou uma novidade aerodinâmica para seus carros no Grande Prêmio de Cingapura, que poderá acrescentar um ganho de 0,3 segundos.

"Nós teremos uma novidade aerodinâmica significativa neste fim de semana que deverá nos trazer outro bom passo em performance nas últimas corridas da temporada", disse o chefe da equipe, Ross Brawn.

Na edição de setembro da revista francesa Sport Auto, o responsável pelo departamento aerodinâmico da Brawn, Loic Bigois, já tinha comentado o ganho e disse que só faltava superar um pequeno problema de fabricação da nova peça, que parece ter sido resolvido.

O carro da Brawn já se mostrara muito bom em circuitos de alta pressão aerodinâmica, vide a dobradinha em Mônaco, e se a novidade a ser introduzida em Cingapura acrescentar mesmo 0,3 segundos, ele se tornará praticamente imbatível.


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RaquelOpa, mais uma boa chance pro Rubinho!!Postado às 10:49 do dia 23/09/2009
GabrielTomara que o Button não esteja tão imbatível assim. Alguém conhece um piloto que tope um acidente proposital com o inglês?

Vamos torcer pelo Rubinho !!
Postado às 10:46 do dia 23/09/2009
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Terça-feira, 22 de setembro de 2009 | 19:02
Testemunha X
A divulgação completa pela FIA da investigação sobre o GP de Cingapura do ano passado mostra que uma quarta pessoa estava a par do acidente proposital de Nelsinho Piquet, acertado em uma reunião antes da corrida com o chefe da Renault, Flavio Briatore, e o diretor técnico, Pat Symonds.

Segundo a FIA, esta pessoa, chamada de Testemunha X, "não era um conspirador, mas estava a par da conspiração no momento do Grande Prêmio de Cingapura de 2008."

A Testemunha X confirmou à FIA que "Briatore estava implicado na conspiração, porque ela esteve pessoalmente presente a uma reunião pouco depois da qualificação de 27 de setembro de 2008, quando Symonds mencionou a posibilidade de um acidente proposital a Briatore."

A FIA decidiu manter em segredo a identidade dessa testemunha para que ela não sofesse pressão dos diretamente envolvidos com a trama, e porque ela "não teve um papel ativo na conspiração, e que, ao contrário, se opôs e manteve distância da questão"

Pelo que a testemunha disse à FIA, fica evidente se tratar de alguém de dentro da Renault, cujo depoimento ganhou importância por ser supostamente neutro e confirmar os envolvidos na farsa montada pela equipe.
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RaquelRáa..pegadinha do malandro!Postado às 10:42 do dia 23/09/2009
GabrielSenhores, façam suas apostas!Postado às 09:15 do dia 23/09/2009
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Terça-feira, 22 de setembro de 2009 | 16:16
Raikkonen, sobre Cingapura
Raikkonen: "ainda tenho contas a acertar com essa corrida!", lembrando da batida em 2008, ao tentar ultrapassagem sobre Glock. Foto: Getty Images

O circuito:
"É um circuito de rua e, quanto mais lento o circuito neste ano, melhor para nós. Veja Valência e Mônaco - não há nenhuma razão pela qual não será a mesma coisa em Cingapura. A primeira corrida à noite foi ótima para todos.  Tirando alguns pontos, todo o traçado era iluminado perfeitamente. Não há nenhuma nenhuma diferença em relação à luz do dia".

Batida em 2008:
"Ainda tenho contas a acertar com essa corrida! Ano passado, no fim da corrida, bati contra um muro enquanto tentava ultrapassar Glock e conseguir a quarta colocação. Não gosto dessa lembrança".

Kers:
"Como em todas as pistas desse tipo, as ultrapassagens são quase impossíveis. O Kers será uma vantagem, mas acho que não fará a mesma diferença como fez em Spa ou em Monza. É verdade que a F60 é mais competitiva nas pistas lentas. Também é verdade que as outras equipes apresentarão melhoras, por isso a situação será mais difícil para nós. Temos que tentar utilizar o que temos da melhor maneira possível e achar a melhor maneira".

Construtores:
"Conseguimos um lugar no pódio em cinco corridas consecutivas. Vamos torcer para que consigamos manter esse ritmo até o fim da temporada. Seria ótimo garantir a terceira posição no Campeonato de Construtores, mas isso também será algo bem difícil. Nos quatro últimos GPs tivemos apenas um carro pontuando, agora precisamos de da colaboração de um segundo carro".

Fisichella:
"Estou certo de que, graças a sua experiência, Giancarlo poderá nos ajudar. Acredito que das quatro corridas restantes, Cingapura irá melhor servir à Ferrari. Se queremos vencer, precisamos fazer o mais perfeito possível e de um pouco de sorte também".

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AneliseGo Kimi!!!!!Postado às 09:54 do dia 23/09/2009
GabrielE agora, Fisichella?Postado às 16:43 do dia 22/09/2009
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Terça-feira, 22 de setembro de 2009 | 10:23
Futuro da Renault é incerto
A ING deixa a Renault no momento em que a equipe tem sua imagem comprometida pela farsa de Cingapura. Foto: Clive Rose/Getty IMages
A amaciada que a FIA deu na punição a Renault pela farsa montada no GP de Cingapura de 2008 pode sair pela culatra, já que o futuro da equipe francesa na Fórmula 1 parece incerto.

A FIA evitou um afastamento da Renault de algumas corridas e mesmo uma pesada multa financeira para assegurar a permanência da equipe na Fórmula 1. Quando a McLaren se envolveu em espionagem de dados da Ferrari, dois anos atrás, teve que pagar 100 milhões de dólares de multa e perdeu todos os seus pontos no Mundial de construtores. Já a Renault, à frente do que foi considerado por muitos o maior escândalo da história da F1, saiu com uma suspensão simbólica, sob sursis, e se comprometeu a pagar os custos da investigação, na casa de 1,5 milhão de dólares.

Mas a mancha que o episódio deixou na Renault pode ser determinante quanto ao seu futuro na F1. A escuderia francesa perde no fim do ano o patrocínio do grupo financeiro holandês ING e poderá ter problemas para encontrar um novo patrocinador para 2010.

"Ninguém, seja fã ou patrocinador, quer associar o seu nome a uma marca acusada de trapaça", disse Jonathan Neill, diretor de relações públicas Generate Sponsorship, segundo a agência de notícias GMM.

A Renault, como montadora de automóveis, está enfrentando os efeitos da crise financeira global, e o abalo causado pelo episódio de Cingapura poderá ser determinante na sua decisão de manter o investimento na Fórmula 1 ano que vem.
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SteveTêm que sair mesmo! Vergonha para a F1 continuar com uma equipe que arma falcatruas para ganhar corridas.Postado às 16:05 do dia 22/09/2009
AlessandroAcho que a Renault já não corre em 2010. Vai abrir espaço para a Sauber.Postado às 16:04 do dia 22/09/2009
Jorge MansurTudo indica que a equipe vai sair de fininho pela porta de trás, à francesa, sem avisar.........Postado às 15:52 do dia 22/09/2009
GabrielSem ING vai ficar dificil. Nem o Santander (espanhol) quer saber deles!Postado às 12:35 do dia 22/09/2009
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Segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 12:29
Sobre a decisão da FIA
As decisões do Conselho Mundial da FIA sobre a armação da Renault no GP de Cingapura de 2008 tiveram erros e acertos. O mais acertado foi o banimento de Flavio Briatore do automobilismo, indiscutivelmente o maior responsável pela falcatrua. Além de ser o chefe da equipe, Briatore teve a postura cínica de negar o que se tornou evidente e merecia o castigo. Sua expulsão do esporte também serviu para acabar com o conflito de interesses entre chefe de equipe e administrador da carreira de pilotos.

Para Pat Symonds, os cinco anos sairam baratos. Ele foi tão culpado quanto Briatore e era o segundo na hierarquia da equipe. Nelsinho Piquet disse que foi ele quem lhe mostrou exatamente o local em que o acidente deveria se produzir. Sua pena merecia ser equivalente a de Briatore.

Em relação à Renault, a FIA foi condescendente. A equipe sequer foi multada, como a McLaren à época da espionagem dos dados da Ferrari. Tudo bem que a montadora francesa ignorasse a armação perpetrada na escuderia, mas quem estava em julgamento era a equipe de F 1 e não a fabricante de automóveis. A suspensão de dois anos com direito a sursis foi branda demais. A FIA deve ter temido que uma decisão mais forte, principalmente financeira, precipitasse a saída da Renault da F 1.

Nelsinho Piquet também saiu ileso do caso. Como abriu o bico sobre a história, se beneficiou da delação premiada. Para o brasileiro, o maior castigo foi o dano a sua reputação. Dos três diretamente envolvidos no caso, é o único que poderá voltar à categoria, embora suas chances pareçam remotas.
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GabrielAcho que a do Briatore foi a única que ficou dentro do esperado. O Symonds merecia mais e o Nelsinho deveria pegar um gancho de pelo menos um ano.
De qualquer maneira, acho que o filhote querido do Piquetzão não volta mais para a F1. Mesmo que o pai crie uma equipe, os outros pilotos não vão gostar de tê-lo por perto.
Postado às 08:46 do dia 22/09/2009
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Segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 11:04
2010 terá 19 corridas
A FIA anunciou hoje o calendário da Fórmula 1 para 2010 com mais duas corridas. O GP do Canadá volta a ser realizado em Montreal, embora ainda sujeito a concluir as negociações com Bernie Ecclestone.

A novidade do calendário é a inclusão da Coréia do Sul, que torna a F 1 ainda mais asiática. As corridas na Ásia e no Oriente Médio já se igualam às européias, onde nasceu a Fórmula 1.

O GP do Brasil volta a encerrar a temporada, e a Austrália deixa de ser a prova de abertura, que ano que vem estará a cargo do Bahrain.

Eis o calendário:
14/3 Bahrain
28/3 Austrália
04/4 Malásia
18/4 China
09/5 Espanha
23/5 Mônaco
30/5 Turquia
13/6 Canadá
27/6 Europa (Valência)
11/7 Inglaterra
25/7 Alemanha
01/8 Hungria
29/8 Bélgica
12/9 Itália
26/9 Cingapura
03/10 Japão
17/10 Coréia do Sul
31/10 Abu Dhabi
14/11 Brasil
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GabrielÓtimo! Com a disputa animada, como nos últimos anos, ser a última é ótimo para o BrasilPostado às 08:48 do dia 22/09/2009
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Segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 10:41
Nelsinho quer recomeçar do zero
Nelsinho espera que alguma equipe lhe dê oportunidade de confirmar o que prometera como piloto na F3 e GP2. Foto: Pascal Le Segretain/Getty Images
Sem punição da FIA, por ter revelado toda a história do acidente que causou no GP de Cingapura, Nelsinho Piquet sabe que será difícil retomar sua carreira na Fórmula 1, mas espera que alguma equipe compreenda o que passou e que lhe dê uma oportunidade.

O piloto brasileiro disse após a audiência do Conselho Mundial da FIA que não espera ser perdoado por seu envolvimento no episódio de Cingapura, mas assegurou que seu amor pela Fórmula 1 e a vontade de correr novamente estão vivos.

"Sei que vou ter que recomeçar minha carreira do zero. Só posso esperar que alguma equipe reconheça o quanto eu fui sufocado na Renault e me dê a oportunidade de mostrar o que eu prometi na F3 e na GP2. O que eu posso assegurar é que não existe piloto na Fórmula 1 tão determinado quanto eu para provar sua capacidade."

As chances de um regresso de Nelsinho não são muito fáceis, mas ele poderia encontrar espaço em alguma das novas equipes que entram na Fórmula 1 em 2010. O problema é que sua imagem saiu extremamente prejudicada e o epísódio ainda está muito recente. Se conseguir um caminhão de dinheiro, pode conquistar um lugar até em equipes maiores.
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Raquel

Eu não concordo com o fato de Nelsinho não ter sofrido nenhuma punição concreta. Até concordaria que a delação pudesse ateunar a punição, mas sair como se nada tivesse acontecido é demais pra mim.

De qualquer forma, a maior punição será a mancha em sua carreira, e isso jamais será esquecido!

Postado às 11:28 do dia 21/09/2009
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Segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 9:55
Briatore é banido e Renault, suspensa
Briatore também não poderá mais cuidar da carreira de pilotos e por os pés em eventos da FIA. Foto: Clive Mason/Getty Images
O Conselho Mundial da FIA atribiu a Flavio Briatore, o ex-chefe da Renault, a pena mais severa relativa à armação da equipe no GP de Cingapura do ano passado.

Briatore foi banido de qualquer evento automobilístico e terá seu acesso negado em todas as áreas sob a jurisdição da FIA. O ex-chefe da Renault também será obrigado a encerrar suas atividades de gerenciamento da carreira de pilotos, já que a FIA advertiu que não concederá ou renovará superlicenças a qualquer piloto ligado a Briatore. No momento, estão nessa condição, Fernando Alonso, Mark Weber, Heikki Kovalainen e Romain Grosjean.

O diretor técnico da Renault, Pat Symonds, pegou uma suspensão de 5 anos do automobilismo, pois a FIA levou em conta sua admissão de ter participado da trama e sua declaração de "eterno arrependimento e vergonha" por isso.

A Renault também admitiu sua culpa, pediu desculpas à FIA pelos danos ao esporte e se comprometeu a pagar os custos da investigação, assim como contribuir financeiramente a projetos da FIA relativos à segurança. Com isso, recebeu a pena de dois anos de suspensão, com direito a sursis. Ou seja, só será efetivamente suspensa se cometer alguma outra irregularidade.

Nelsinho Piquet teve confirmado o benefício da delação premiada, além de também ter expressado seu arrependimento. Fernando Alonso foi inocentado de qualquer envolvimento na conspiração.
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GabrielFoi pouco...Postado às 08:40 do dia 22/09/2009
Rodrigo SoaresPra Alonso pesou o fato de ter dois títulos mundiais no bolso, senão tinha pego um gancho de 2 anos no mínimo.Postado às 10:52 do dia 21/09/2009
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Domingo, 20 de setembro de 2009 | 10:42
Alonso é convocado a depor
Convocação foi uma "enorme surpresa" para Alonso, segundo jornais britânicos. Foto: Getty Images

Embora a FIA tenha dito não ter evidências da participação de Fernando Alonso na armação do acidente de Nelsinho Piquet, no GP de Cingapura do ano passado, o piloto espanhol foi convocado para a reunião do Conselho Mundial do Automobilismo, que examinará o caso amanhã, em Paris.

Jornais britânicos disseram que a convocação para Fernando Alonso depor foi feita na sexta-feira e foi uma "enorme surpresa" para ele.

Alonso negou qualquer envolvimento com a trama e os comissários da FIA que o ouviram preliminarmente consideraram que dizia a verdade. Nelson Piquet, no entanto, considerou estranho o espanhol não saber de nada, já que, no mínimo, deveria ter questionado a estratégia que o faria parar na 12ª volta, quando largava na 15ª fila em um circuito de rua.

Além do acidente, Alonso será questionado sobre a sua relação com Flavio Briatore, que deixou a Renault, mas continua gerenciando a carreira de vários pilotos. O Conselho Mundial poderá analisar o conflito de intereses de chefes de equipe que cuidam da carreira de pilotos.

Estranhamente, circulou a informação de que o ex-diretor técnico da Renault, Pat Symonds, não será ouvido. O engenheiro está metido na história até o pescoço e, segundo Nelsinho, foi quem lhe mostrou o exato lugar em que deveria bater para provocar a entrada do safety car na prova.

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GabrielSe o Symonds não for chamado, todo mundo vai achar que a F1 virou bagunça. Daqui a pouco, ele vira candidato a algum cargo em Brasília.Postado às 08:13 do dia 21/09/2009
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Domingo, 20 de setembro de 2009 | 10:25
Kimi em negociações com a McLaren
Raikkonen abandonará a Ferrari em 2010? Foto: Getty Images

São cada vez maiores os rumores de que Kimi Raikkonen poderá voltar à McLaren em 2010. O finlandês seria recebido de braços abertos, como o bom filho que à casa torna. "Kimi é um extraordinário piloto para qualquer equipe. Ele é provavelmente o maior talento de todos se ele tem a vontade de se concentrar 100% no trabalho", disse o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh.

Raikkonen deixou a McLaren em 2006 e no ano seguinte foi campeão mundial pela Ferrari. Em 2008, foi largamente superado por Felipe Massa, o que vinha se repetindo este ano até o brasileiro se acidentar, na Hungria. A partir de então, Kimi parece ter voltado à velha forma e tem feito excelentes corridas pela Ferrari, com um carro que parou de ser desenvolvido.

A questão é que Raikkonen tem contrato com a Ferrari até o fim de 2010 e não está disposto a abrir mão dos 50 milhões de dólares de salários a que teria direito. Para deixar a Ferrari e abrir espaço para Fernando Alonso vai querer que a escuderia italiana lhe pague esses salários.

Tudo isso, porém, pode ser fogo de palha, e Raikkonen gostaria mesmo é de deixar o ambiente tenso da Fórmula 1 e se divertir correndo de rali na Finlândia.

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AneliseSinceramente gostaria que Kimi permanecesse na Ferrari, mas caso não seja possível, seria legal se fosse pra McLaren só assim poderíamos ter mais tempo de Iceman na F1.Ele ainda é muito jovem pra se aposentar.

Abraços!!!!!!!!
Postado às 15:21 do dia 20/09/2009
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Sábado, 19 de setembro de 2009 | 18:21
Hulkenberg na Williams
A publicação alemã Auto Bild Motorsport garante que a Williams confirmou a opção que tinha sobre o campeão da GP2, Niko Hulkenberg, e que o jovem piloto alemão estará na Fórmula 1 ano que vem.

A notícia faz sentido. A Williams deverá perder Nico Rosberg, que a Mercedes deseja ver na Brawn, o que abre uma vaga na equipe. Hulkenberg foi durante dois anos piloto de testes da Williams

No último fim de semana, em Monza, Hulkenberg disse que com certeza estaria na Fórmula 1 em 2010, Segundo a Auto Bild, a negociação com a Williams teria sido concluída na terça-feira passada.

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MairO negócio é o que o Nakajima aporta. Mas como a Williams deve mudar de motor ano que vem, o Naka deve perder o posto.Postado às 12:12 do dia 21/09/2009
GabrielA Williams vai insistir no Nakajima? Tão ameba quanto o Kovalainen...Postado às 08:32 do dia 21/09/2009
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Sábado, 19 de setembro de 2009 | 13:46
Cingapura: "escândalo não manchará prova"
Grande procura pelo GP de Cingapura: de acordo com os organizadores, 90% dos ingressos já foram vendidos. Foto: Mark Thompson/Getty Images

O governo de Cingapura está confiante de que o escândalo a respeito da armação orquestrada pela equipe Renault em 2008 não afetará a imagem do Grande Prêmio local. Aquele foi o ano de estreia da prova na Fórmula 1, que se repete no próximo fim de semana.

"Pelo que entendi, essa é uma questão específica às táticas da equipe e, desta maneira, não haverá nenhum impacto sobre Cingapura. É um problema entre a FIA e as equipes" destacou S. Iswaran, ministro da indústria e do comércio de Cingapura. "Somos os anfitriões da prova, nosso trabalho é garantir um bom espetáculo para que os visitantes venham e se divirtam".

O acontecimento realmente parece não ter afetado a busca pelos ingressos: organizadores do evento afirmam que cerca de 90% dos 85 mil convites colocados à venda para a corrida já estão esgotados. Para os representantes locais, a única preocupação é com a neblina, consequência de incêndios ocorridos na Indonésia.

O presidente da associação de automobilismo de Cingapura, Tan Teng Lip, afirmou que, na pior das hipóteses, a corrida poderá ser paralisada caso a neblina venha a afetar a visibilidade dos pilotos.

"Na verdade, está é uma situação semelhante a quando temos fortes chuvas durante a corrida, como ocorreu em Sepgang (GP da Malásia), no começo do ano",  relembrou Tan Teng Lip. "Mas é claro que isso precisa ser decidido pelos comissários da FIA".

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Sábado, 19 de setembro de 2009 | 9:35
Peça de ficção
Ed Gorman, que faz um blog de Fórmula 1 para o The Times, encontrou entre seus alfarrábios o press release que a Renault soltou após a vitória de Fernando Alonso no GP de Cingapura do ano passado.

Agora que se sabe que o acidente de Nelsinho Piquet foi armado e que o resultado da corrida foi fruto de uma grande conspiração, a leitura do release revela-se uma peça ficcional de um cinismo sem par.

Como observou Gorman, tudo o que constava no release estava envolto pelas logomarcas de 26 patrocinadores, que acabaram iindiretamente atingidos em sua imagem corporativa. Vale a transcrição.

Grande Prêmio de Cingapura, Domingo

"A ING Renault F1 conquistou sua primeira vitória na temporada hoje, com Fernando Alonso produzindo uma brilhante corrida tática para vencer o Grande Prêmio de Cingapura, a primeira corrida noturna do esporte."

Fernando Alonso P1

"Foi um resultado fantástico - meu primeiro pódio na temporada; minha primeira vitória e estou muito feliz, embora eu ainda vá precisar de vários dias para realizar o que nós conquistamos. Vencer o grande prêmio aqui parecia impossível, porque nós perdemos nossa chance ontem, na qualificação, mas nós tivemos muita sorte hoje e é um resultado espetacular para a equipe. Nós escolhemos uma estratégia agressiva e tivemos uma ponta de sorte, mas nós tínhamos o ritmo e o carro foi fantástico durante todo o fim de semana."

Nelson Piquet DNF

"Desde o início da corrida as coisas foram complicadas e eu tinha muita bolhas (nos pneus) e a situação foi ficando cada vez pior. A equipe pediu para eu aumentar o ritmo, o que eu tentei fazer e finalmente eu perdi a traseira do carro. Eu bati no muro violentamente, mas estou bem. Eu estou desapontado com a minha corrida, mas obviamente muito feliz pela equipe esta noite."

Flavio Briatore, Diretor ING Renault F1 Team

"Esta é uma incrível vitória para a Renault e para Fernando. Desde sexta-feira nós sabíamos que o carro era muito competitivo e nós ficamos muito desapontados ao final da classificação. Hoje o carro estava extremamente rápido, mais forte que Ferrari e McLaren, e embora tenhamos contado com um pouco de sorte quando o safety car entrou, nós merecemos essa vitória. É um resultado muito importante para a Renault após duas temporadas difíceis e isso ajuda a nos prepararmos para 2009 da melhor maneira possível."

Pat Symonds, Diretor Executivo de Engenharia

"Eu acho que a sorte que nós tivemos no início da corrida foi quase uma compensação da má sorte que tivemos ontem. O carro provou isso e Fernando também. O resultado é um tributo a equipe, e este maravilhoso circuito é um tributo a Cingapura."
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RaquelCaramba!! É muita cara de pau pra uma equipe só!! Postado às 12:26 do dia 19/09/2009
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Sexta-feira, 18 de setembro de 2009 | 17:57
Quiz #2 tem vencedora
A vencedora do Quiz #2 do SpeedBlog é Bárbara Franzin, que foi a primeira a responder corretamente a pergunta e ganhou uma coleção de miniaturas da Ferrari. Aguarde, que você receberá a coleção em casa.

A pergunta premiada era: Já na era da Fórmula 1 oficial, a partir de 1950, houve um grande prêmio muito acidentado, em que uma multidão cercou a pista, e após um carro perder o controle 10 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Os números são controversos. Outra versão fala em 9 mortos e 40 feridos.

Que corrida foi essa, quem foi o piloto envolvido no acidente e que carro guiava?

A resposta certa, cravada por Bárbara, era: Grande Prêmio da Argentina de 1953, Giuseppe Farina, com Ferrari.

Este foi um dos GPs mais acidentados da história da Fórmula 1. A corrida inaugurou o novo autódromo de Buenos Aires e 350 mil pessoas compareceram ao evento, cortando as cercas e invadindo a pista.

Correr naquela situação era uma loucura, mas suspender a prova diante de tamanha multidão seria temerário. A corrida começou assim mesmo e na volta 32, um garoto cruzou a pista à frente de Farina, que desviou sua Ferrari para não atropelá-lo, perdeu o controle e atingiu a multidão que estava junto à pista. Os números oficiais falam em nove e 10 mortos, mas estima-se que tenham sido mais.

Incrivelmente, a corrida prosseguiu com a vitória de Alberto Ascari (Ferrari), seguido por Luigi Villoresi (Ferrari) e Froilan Gonzalez (Maserati).

Em breve, novo quiz. Aguardem.

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Wagner Pucha e eu que achei que tinha ganhado eu acertei a respota e achei que tinha sido rápido. Dica: Mair, você poderia dizer também quando que a pessoa vencedora enviou a resposta correta deixando assim a competição mais transparente. Valeu, tô adorando o Blog e a promoção também. A próxima coleção é minha rs..Postado às 09:47 do dia 20/09/2009
pezzolodroga, eu nunca acerto!
quem sabe a próxima...
Postado às 15:01 do dia 19/09/2009
Bárbara FranzinOba, ganhei! o/

Fiquei super feliz, parabéns pela excelente promoção!
Postado às 18:50 do dia 18/09/2009
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Sexta-feira, 18 de setembro de 2009 | 14:02
Lotus quer malaio e piloto experiente
Atualmente na Fórmula Renault World Series, Fairuz Fauzy é cotado para Lotus 2010

A Lotus pretende definir seus pilotos para 2010 no fim de outubro e o objetivo da equipe é ter um piloto malaio junto a outro mais experiente. O nome mais cotado para a equipe é o de Fairuz Fauzy, ex-piloto de testes da Spyker na F 1, em 2007, que correu pela equipe da Malásia na A1 GP e atualmente está na Fórmula Renault World Series.

"Minha preferência é para alguém com muita experiência, mesmo que esteja em fim de carreira", disse à Reuters o empresário Tony Fernandes, que dirige a companhia aérea Air Asia e estará à frente da nova Lotus até a montagem completa da equipe.

O perfil descrito por Fernandes se encaixa perfeitamente em Rubens Barrichello, que tem nas novas equipes mais oportunidades de trabalho caso não permaneça na Brawn em 2010.

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Sexta-feira, 18 de setembro de 2009 | 8:57
Ficha corrida
Você compraria um carro usado deste sujeito? Foto: Getty Images
O jornal alemão Bild traçou um perfil de Flavio Briatore nada recomendável. Ao que parece, ninguém se mostrou muito surpreso com o episódio de Cingapura, ano passado, já que a vida pregressa de Briatore não o recomendava. Transcrevo alguns trechos do Bild.

Antes de chegar à Fórmula 1, Briatore trabalhou como instrutor de ski, barman e corretor da Bolsa. Por "atividade fraudulenta", foi condenado a 18 meses de prisão em Bergamo e depois condenado a 3 anos em Milão.

Mas Briatore não foi para a prisão. Ele escapou das acusações e foi para os Estados Unidos onde se tornou chefe regional da Benetton. Com o sucesso da Benetton nos EUA, ele se tornou um milionário e passou a viver a vida do jet set.

Briatore foi convidado a ser o chefe da equipe Benetton de Fórmula 1, na qual venceu os campeonatos mundiais de 1994 e 1995, e iniciou sua controvertida carreira. Já em 1994, Michael Schumacher perdeu sua vitória em Spa por irregularidades técnicas no carro.

Na última corrida da temporada, em Adelaide, na Austrália, Briatore gritou para Schumacher pelo rádio algo como tira o Hill, referindo-se ao inglês Damon Hill, com quem o alemão disputava o título. Os dois bateram a Schumacher foi campeão por um ponto de vantagem.

Em 1997, a Renault deixou Briatore partir devido a "irregularidades financeiras", mas acabou contratando-o de volta em 2000. Em 2006, ele fez uma saudação nazista no padoque e suas demonstrações de simpatia pela ultradireita italiana o obrigaram a se desculpar.

Em 2007, o engenheiro espião da McLaren levou a Briatore segredos da equipe inglesa, possivelmente vislumbrando bons negócios.

Por esses motivos, não houve muita surpresa quanto à armação de Cingapura. "Pessoalmente, eu sempre soube que Flavio ia além dos limites, por isso não estou desapontado. O que é surpreendente é que ele continuava trapaceando até agora. Foi incrível a quantidade de mentiras que ele disse durante o fim de semana em Monza, sem corar", comentou o ex-campeão Niki Lauda.

Jean Alesi, que guiou para a Benetton sob o comando de Briatore é citado pelo Bild descrevendo o ex-chefe como um "ser humano obsceno".
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AneliseE tem gente colocando a culpa somente no Nelsinho, como se fosse ele que tivesse planejado tudo.Symonds e Briatore, se aproveitaram da situação que Nelsinho vivia no momento, que por sua vez era de muita pressão para planejar toda essa falcatrua.Claro que ele não foi nenhum santo, poderia ter chutado tudo pro alto e não aceitar, mas quem somos nós para julgarmos????Diante de certas situações é complicado simplesmente "atirar as pedras".

Abraços!!!!!
Postado às 10:43 do dia 18/09/2009
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Quinta-feira, 17 de setembro de 2009 | 17:34
Massa quer disputar 500 Milhas de kart

Massa planeja retorno em 500 Milhas de kart. Foto: Getty Images

Mesmo com a Ferrari afirmando que o retorno de Massa às pistas só acontecerá em 2010, o piloto brasileiro pode voltar competir nas pistas ainda este ano. Não pela Fórmula 1, mas em um kart. Massa afirmou, nesta quinta-feira, que se liberado pelos médicos, irá disputar a 13ª edição das 500 Milhas da Granja Viana, em Cotia, São Paulo. O evento está marcado para o 5 de dezembro.

"Se eles derem o OK, estarei lá", afirmou o piloto à Agência Estado.

Tradicional prova do kartismo brasileiro, as 500 Milhas da Granja Viana são disputadas desde 1997. Massa conquistou o título duas vezes. 

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GabrielDesde que o Rubinho não esteja na frente dele soltando molas por aí, tudo bem.Postado às 08:18 do dia 21/09/2009
RaquelAguardamos ansiosamente!!Postado às 18:19 do dia 17/09/2009
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Quinta-feira, 17 de setembro de 2009 | 15:45
Dirigente espanhol ataca os Piquet

Em entrevista à rádio espanhola Onda Cero, o presidente da Real Federação de Automobilismo, Carlos Gracia, criticou duramente os Piquet. Para o dirigente espanhol é inadmissível que Nelsinho Piquet saia do caso como vítima e uma possível imunidade para piloto seria "uma falta de vergonha total para a FIA".

"É uma questão inconcebível. Nunca escutei que um diretor ou engenheiro tenha pedido a um piloto para se chocar contra um muro. Mas a atitude mais intratável dessa história é de Nelsinho Piquet. Se dependesse de mim, este garoto não serveria nem para ajudar um cego a andar na calçada".

Sobre as declarações de Nelson Piquet, pai, afirmando que Fernando Alonso sabia sobre a armação, Gracia disse: "o pai tem uma criança incontrolável e ele é um pai ressentido. Quanto mais pessoas atingirem, melhor (para eles)".

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Tristan Augusto BorgesE você dá espaço para a opinião de um palhaço espanhol pretendendo proteger um "alienado" ou "desonesto" espanhol.Postado às 19:07 do dia 17/09/2009
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Quinta-feira, 17 de setembro de 2009 | 14:38
Salut Gilles
Esta bela foto me foi enviada por Jorge Mansur, jornalista, fotógrafo e cineasta, que cobriu os testes de verão da Fórmula 1, em Jacarepaguá, em 1981 e 1982. Jorge gentilmente me cedeu os contatos, que contêm outras pérolas que irei soltando ao longo do tempo.

A expressão de Gilles Villeneuve, em 1982, mãos sobre a cabeça, revela a preocupação do piloto com o acerto do carro para uma temporada que se revelaria trágica. Villeneuve só viria a pontuar na quarta etapa, em San Marino, quando chegou em segundo lugar, atrás do companheiro de Ferrari, Didier Pironi.

Esta corrida marcaria Villeneuve, que se considerou traído por Pironi, que o ultrapassou, quando estava na liderança, contrariando ordens da equipe. Durante os treinos para a etapa seguinte, em Zolder, na Bélgica, Villeneuve morreria, deixando uma legião de fãs que o considera até hoje o mais bravo piloto da Ferrari de todos os tempos.
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RianovQue foto Mair!
Muito boa mesmo. Seu blog aliás, já esta especialista em postar grandes fotos.

Um abração meu rapaz
Postado às 00:19 do dia 19/09/2009
LudySimplesmente linda a foto! Gilles foi um piloto muito especial. Inesquecível!!!

Parabéns pelo post.

bjs, Ludy
Postado às 19:46 do dia 18/09/2009
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Quinta-feira, 17 de setembro de 2009 | 11:14
Piquet x Briatore
Piquet: Briatore achou que nada o atingia. Foto: Getty Images
Depois de ser dispensado pela Renault, Flavio Briatore não mencionou mais o processo que teria iniciado, junto à fabricante francesa, contra Nelson Piquet e Nelsinho por chantagem e falso testemunho. Mas o tricampeão mundial, ouvido pela revista alemã Auto Motor und Sport, disse que tem dinheiro preparado para contratar os melhores advogados.

"E sobre o que ele quer se queixar? Sobre a verdade?", disse Piquet à revista. Perguntado por que Briatore tomaria tal medida contra ele e Nelsinho estando envolvido na fraude do GP de Cingapura, Piquet respondeu que "a partir de um certo ponto, pessoas como Briatore ganham tanto poder que acreditam que podem andar sobre a água. Apesar das claras evidências, ele achou que nada podia acontecer contra ele."

Piquet esclareceu suas declarações aos comissários da FIA, divulgadas por um jornal espanhol, de que Fernando Alonso saberia de toda a trama. "Tudo o que eu disse foi que um piloto inteligente como Alonso faria perguntas se sua equipe dissesse para parar depois de 12 voltas largando na 15ª posição. Como piloto, eu teria suspeitado de alguma coisa, então eu só posso imaginar com dificuldade que Alonso não soubesse de nada."

Com o afastamento de Briatore e do diretor técnico Pat Symonds, a Renault não deverá levar adiante nenhum processo contra Piquet, e tudo pode não ter passado de um blefe de Briatore.

Quem está em maus lençóis é o ex-chefe de equipe da Renault, que além de estar na iminência de ser banido do automobilismo para sempre, pode sofrer outros processos, do governo de Cingapura e até de Felipe Massa, que poderia ter chegado ao título mundial sem o acidente daquela noite.
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Quarta-feira, 16 de setembro de 2009 | 10:24
Veteranos e novatos
Montezemolo insiste em terceiro carro. Foto: Getty Images
O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, prossegue sua pregação para que as grandes equipes da Fórmula 1 possam alinhar um terceiro carro no grid para veteranos famosos ou jovens pilotos.

"O efeito Schumacher sobre a venda de ingressos, quando parecia que ele poderia retornar, mostra o quanto pilotos de nome e grandes equipes atraem (o público). O futuro da Fórmula 1 não será feito com pequenas equipes que não provocam entusiasmo", disse Montezemolo, no salão do automóvel de Frankfurt.

A Fórmula 1 vem sofrendo queda de público, o que exige medidas práticas, no entender de Montezemolo. "No fim do ano, nós teremos um dia de trabalho com a mídia, patrocinadores e organizadores para tornar este extraordinário esporte mais interessante. Precisamos de mudanças e não de grandes prêmios entediantes e polêmicas."

A idéia de um terceiro carro é interessante e já existiu na Fórmula 1. Mas seria melhor se nos três carros estivessem pilotos competitivos ou jovens promessas. Veteranos, em geral, encerraram suas carreiras por falta de competitividade ou vontade de continuar a correr riscos. Schumacher é uma exceção, mas mesmo ele evitou a volta temendo maus resultados.
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GabrielNão gosto dos três carros. Algumas equipes já não suportam manter dois pilotos. Quais equipes poderiam arcar com o salário de um superpiloto? E quem apostar em novatos? Acho que, depois de tantas brigas para não criarem duas categorias dentro de uma só, essa medida só traria mais espaço entre o pelotão da frente e a turma do fim do grid.Postado às 13:36 do dia 16/09/2009
AneliseAcho estranha essa ideia, já existe tantas brigas internas imagina com mais um piloto.
Agora a queda de público é normal, depois dessa temporada tão sem graça nada mais justo.

Abraços!!!!!!!!
Postado às 12:19 do dia 16/09/2009
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Quarta-feira, 16 de setembro de 2009 | 9:58
Renault demite Briatore e Symonds
A situação ficou insustentável para Briatore (D) e Symonds, e a demissão dos dois confirma a armação em Cingapura. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A Renault anunciou a demissão do chefe da equipe, Flavio Briatore, e do engenheiro Pat Symonds e disse em nota oficial que não vai contestar as acusações de manipulação de resultado no GP de Cingapura do ano passado.

Com a medida, a Renault admite indiretamente que a batida de Nelsinho Piquet foi proposital e que a ordem partiu do comando de sua equipe na Fórmula 1. As evidências tornaram-se muito fortes e a imagem da fábrica francesa estava sendo manchada diariamente pelo noticiário sem fim.

As demissões não encerram a audiência do Conselho Mundial da FIA, no próximo dia 21, mas é bem provável que Briatore e Symonds sejam considerados culpados, podendo receber a pena máxima que é o banimento do esporte.

A Renault, como escuderia, não deve sofrer sanções mais drásticas, e apostaria em uma multa elevada, como a que a McLaren pagou ano passado por espionagem. À Fórmula 1, interessa ter uma fábrica como a Renault no grid por sua importância na indústria automobilística e por ser a única equipe francesa.
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GabrielLegal o comentário da Marcela. Tá na hora de acabar com essas briguinhas de bastidores e levar a disputa para a pista, de onde nunca deveria ter saído...
A demissão dos dois já é um avanço, mas não pode parar por aí. Acho que o Nelsinho merece algum tipo de punição também.
Postado às 13:32 do dia 16/09/2009
MarcelaDifícil entender como as coisas funcionam na F1... Jamais pensaria que um piloto bateria de propósito a mando da própria equipe! Se Briatore e Symonds foram demitidos, é pq eles tem alguma culpa no cartório! O que nos entristece é saber que fatos como esse tiram totalmente o crédito e o respeito de nós, fãs. Nos últimos anos, os problemas políticos têm invadido a F1 e, infelizmente, estão se tornando mais importantes que a própria competição. Exemplo disso foi o total descrédito de alguns na conquista do campeonato mundial de 2007 de Kimi Raikkonen! Uma injustiça, no meu ponto de vista... Só espero que isso tudo não seja grande o suficiente para acabar com a categoria.Postado às 10:34 do dia 16/09/2009
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Terça-feira, 15 de setembro de 2009 | 11:07
Barrichello tem muitas opções para 2010
A permanência na Brawn não seria surpresa. Foto: Getty Images
É impossível saber se Rubens Barrichello chegará ao título deste ano, mas sua sensacional arrancada na reta final do campeonato certamente lhe assegurou uma vaga para mais uma temporada na Fórmula 1, em 2010.

E as possibilidades são muitas, inclusive na Brawn. Inicialmente, com o fantástico desempenho de Jenson Button na primeira metade da temporada, considerava-se que Barrichello era carta fora do baralho para 2010, não só na equipe inglesa, como na própria categoria.

Mas agora a situação mudou de figura, e não será surpresa se Barrichello continuar e Button sair. O piloto inglês concordou em uma substancial redução de salário no início do ano para participar do projeto Brawn, que salvava a antiga Honda, e agora está pedindo alto para renovar. Segundo a imprensa britânica, a primeira contraproposta da Brawn teria ficado longe das pretensões de Button.

A Mercedes, que vai aumentar significativamente a sua participação na equipe, quer Nico Rosberg em um dos carros e não mostra muita empolgação por Button. Uma dobradinha Rosberg-Barrichello seria muito bem vista pela fabricante alemã.

Se a sua posição na Brawn ficar ameçada, Barrichello tem várias opções. A Williams, perdendo Rosberg, precisará de um piloto forte, capaz de pontuar com constância, e o brasileiro se encaixa plenamente neste perfil.

A Toyota pode dispensar seus dois pilotos ao fim desta temporada, e se apostar em um jovem talento, precisará de um piloto mais experiente para ser a referência na equipe. Mais uma vez, Barrichello aparece como opção a ser considerada.

E, por fim, quatro equipes novas estão entrando na categoria, partindo do zero, e precisam de um piloto capaz de ajudá-las no desenvolvimento de seus carros. Na Fórmula 1, não tem ninguém com mais experiência nisso do que Barrichello.

Mesmo que não conquiste o título, Barrichello tem tuo para iniciar a 18ª temporada completa na Fórmula 1, novo recorde da categoria.
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Rafael SoaresAcho q o melhor para ele é continuar na Brawn mesmo!!! Ainda mais agora que está bem cotado dentro da equipe e o chefe garantiu igualdade, coisa que ele não conheceu dentro da grande Ferrari, por exemplo......Postado às 11:47 do dia 16/09/2009
MairParece que ofertas não faltam, Jorge. Mas se eu fosse o Barrichello ia pela equipe mais competitiva e não pela grana, que ele já deve ter o suficiente. Equipes novas costumam sofrer, embora a Brawn tenha sido uma exceção.Postado às 10:53 do dia 16/09/2009
GabrielDá-lhe Rubens! Acho que na Brawn ele faz mais sucesso do que numa equipe nova. Tomara que o Ross tenha uma luz e fique com o brasileiro. De qualquer maneira, a notícia é boa.Postado às 12:08 do dia 15/09/2009
Jorge Pezzolomair, rumor do dia em Monza: Richard Branson, milionário dono da Virgin Records, teria oferecido uma grana alta para Rubens Barrichello deixar a Brawn e integrar o novo time Manor Racing, que por sinal se chamará Virgin Racing.
Postado às 12:03 do dia 15/09/2009
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Terça-feira, 15 de setembro de 2009 | 10:35
Renault oferece a cabeça de Briatore
A conta, enfim, chega nele. Foto: Getty Images
Uma reviravolta pode estar acontecendo no caso do acidente proposital de Nelsinho Piquet, no GP de Cingapura do ano passado. Segundo o jornal espanhol As, a Renault teria oferecido à FIA a cabeça de Flavio Briatore para encerrar a questão e evitar a exclusão da equipe francesa da Fórmula 1.

O jornal espanhol já fala inclusive nos possíveis substitutos de Briatore, que seriam Frederic Vasseur, o chefe da equipe ART, com a qual Niko Hulkenberg acaba de ganhar o título da GP2, ou Alain Prost, que perguntado sobre a possibilidade em Monza respondeu: "Só sei que existe o rumor, já veremos o que vai acontecer."

Já o jornal britânico The Times diz que a FIA também teria oferecido imunidade ao engenheiro da Renault, Pat Symonds, se ele colaborar com as investigações. Symonds teria insinuado aos comissários da FIA saber muito mais sobre o caso, mas evitou as respostas para não se incriminar.
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GabrielMuito fácil jogar um no fogo e deixar o resto do povo ileso. Tem que punir TODO MUNDO !Postado às 12:10 do dia 15/09/2009
RaquelE que todos os culpados sejam devidamente punidos!!Postado às 11:31 do dia 15/09/2009
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Terça-feira, 15 de setembro de 2009 | 9:54
Lotus entra, Sauber na fila
Mika Salo guia sob chuva na última corrida da Lotus na Fórmula 1, o GP da Austrália de 1994. Foto: Mike Hewitt/Getty Images
A Federação Internacional de Automobilismo confirmou que a 13ª equipe no grid da Fórmula 1 em 2010 será a nova Lotus, com capital da Malásia, e que tentará elevar o número de equipes a 14 para incluir a Sauber.

A nova Lotus será comandada por Tony Fernandes, fundador e CEO da empresa malaia Tune Group, dona da companhia aérea Air Asia. O diretor técnico será Mike Gascoyne, que tem 20 anos de Fórmula 1, com passagens por Jordan, Renault, Toyota e Force India.

Assim como as novas entrantes Manor, USF1 e Campos, a Lotus usará motores Cosworth. A equipe ficará inicialmente sediada em Norfolk, na Inglaterra, mas no futuro pretende ter suas instalações na área do circuito de Sepang, na Malásia.

A FIA também recebeu um pedido da BMW Sauber, que foi vendida para uma fundação, com base na Suíça, chamada Qadbak Investments, que representa interesses de famílias na Europa e Oriente Médio.

À nova equipe Sauber foi conferida o 14º lugar no grid, em caso de vacância, e a FIA prometeu uma consulta urgente às demais equipes para uma mudança na regra que permitisse a expansão do grid para 28 carros a tempo do primeiro GP de 2010.
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GabrielNa minha opinião, carros nunca são demais. As regras é que precisam ser claras e não beneficiarem as que têm maior orçamento. Para isso, já basta o dinheiro em caixa.Postado às 12:13 do dia 15/09/2009
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Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 16:22
Piquet diz que Alonso sabia de tudo
O tricampeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet, pai de Nelsinho Piquet, que bateu propositalmente seu carro no GP de Cingapura do ano passado, segundo ele por ordens da Renault, disse aos comissário da FIA, de acordo com o jornal espanhol Diario Sport, que Fernando Alonso sabia tudo sobre a armação do acidente.

"Alonso não podia ignorar isso. Se você é 15º no grid num circuito de rua, não tem jeito de largar com pouco combustível. No máximo você passaria três carros, e após sua última parada estaria no mesmo lugar. É uma estrategia sem sentido", disse Piquet aos investigadores.

Alonso largou na 15ª posição e fez seu pit stop logo na 12ª volta. Duas voltas depois, Nelsinho Piquet provocou o acidente que levou à entrada do safety car. Alonso, que já reabastecera, foi beneficiado e acabou ganhando a corrida.

O diário espanhol também ouviu Bernie Ecclestone. O poderoso chefão da F 1 disse o seguinte: "Nelson me disse que vai fazer tudo o que puder para destruir Briatore."

Bernie tenta colocar a questão no campo pessoal, que efetivamente existe, mas a declaração de Piquet faz todo o sentido. É realmente estranho um piloto sair com o tanque tão vazio numa corrida de rua, onde as ultrapassagens são praticamente impossíveis. Esta história ainda vai gerar muita polêmica até o julgamento do próximo dia 21.
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GabrielIsso aqui tá mais animado que primeiro capítulo do Manoel Carlos. Quem será a Helena da história??Postado às 08:17 do dia 15/09/2009
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Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 15:54
Canadá volta em 2010
O Grande Prêmio do Canadá estará de volta ao calendário da Fórmula 1 em 2010, anunciaram seus organizadores. A corrida deixou de se realizar este ano por um problema financeiro com Bernie Ecclestone, que queria mais dinheiro.

Além de ser importante pela presença da Fórmula 1 na América do Norte, depois da saída do México e dos Estados Unidos, o GP do Canadá, na Ilha de Notre Dame, é muito charmoso e sempre proporciona boas corridas.

A facilidade de deslocamento para o circuito é grande e qualquer um chega lá de metrô. O outro único circuito que conheci com uma estação de metrô é o Hermanos Rodriguez, na Cidade do México, outra pista que faz falta à F 1, com a sua espetacular curva Peraltada.

Uma das tradições da Fórmula 1 em Montreal é a corrida de "barcos" que os mecânicos de todas as equipes realizam na raia de remo que serviu às Olimpíadas de Montreal, improvisando as naus com o que têm nos boxes. É muito divertido e um dos poucos momentos de relaxamento durante a temporada.
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JR PIT BOY CPF14933389861WWW.IMAGEMFOLHEADOS.COM/?A=7952Postado às 21:38 do dia 15/09/2009
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Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 15:48
Imagens de domingo
Rubens Barrichello comemora com champagne sua segunda vitória na temporada 2009. Foto: Clive Rose/Getty Images
Alexandre Pato, jogador do Milan, assiste o GP da Itália no box da Red Bull. Foto: Robertson/Getty Images
Dobradinha da Brawn em Monza. Foto: Mark Thompson/Getty Images
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Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 12:09
Brawn garante igualdade para os pilotos
Button e Barrichello disputarão o título sem interferência da equipe, disse Brawn. Foto: Clive Rose/Getty Images
Ross Brawn afirmou que a disputa pelo título mundial entre seus dois pilotos está aberta e que não haverá nenhuma interferência da equipe.

"Qualquer tentativa de controlar este processo terminará mal. Nós dissemos que não daríamos nenhuma preferência até que fosse matematicamente impossível para um deles ganhar, e acredito que essa situação permanecerá até a última corrida", disse Brawn à Autosport.

Brawn aposta numa disputa saudável entre os pilotos pela longa convivência que têm desde os tempos de Honda e enxerga diferentes atitudes dos dois nas próximas corridas.

"Rubens não tem nada a perder e Jenson é quem tem algo a perder. Então, Rubens pode se permitir ser mais agressivo, e Jenson pensará mais em marcar pontos."

A declaração de Ross Brawn é tranquilizadora para Barrichello, considerando que Button está à sua frente e é um piloto inglês em uma equipe inglesa. Depois do episódio da Renault, qualquer orientação de resultado pegaria muito mal.
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GabrielDá-lhe Rubinho!!! Pra cima deles!Postado às 14:39 do dia 14/09/2009
RaquelQue vença o melhor!!Postado às 13:47 do dia 14/09/2009
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Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 11:28
Red Bull joga a toalha
O dono da Red Bull, Dietrich Mateschitz, acha que o título foi perdido antes de Monza por causa dos motores. Foto: Getty Images / Mark Thompson
Nocauteada pela dobradinha da Brawn em Monza, a Red Bull jogou a toalha. Em entrevista à Autosport, o dono da equipe, o austríaco Dietrich Mateschitz, afirmou que as esperanças no título já tinham sido perdidas antes mesmo do GP da Itália.

"As razões para isso são que os nossos motores são inferiores a outros e as regras que limitaram os pilotos a oito motores por temporada, sem teste ou desenvolvimento."

Mateschitz desconsiderou até a possibilidade matemática, com o argumento realista da necessidade de um novo motor, já que resta apenas um motor para cada um de seus pilotos nas quatro últimas corridas.

"A primeira coisa que eu espero é a perda de 10 posições no grid, porque precisaremos de um nono motor. Nós não podemos nem fazer uma preparação adequada para as corridas durante os treinos livres porque precisamos poupar os motores", queixou-se.

A Red Bull utiliza motores Renault e já manifestou a intenção de trocá-los pelos Mercedes, que já fornece para McLaren, Brwan e Force India.
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Domingo, 13 de setembro de 2009 | 11:11
O cavaleiro solitário
Kimi suportou a pressão de Sutil e acabou premiado com o quarto pódio consecutivo. Foto: Clive Rose/Getty Images
Kimi Raikkonen vem cumprindo à risca seu papel de piloto solitário da Ferrari desde a saída de Massa - Badoer foi um desastre e Fisichella mostrou que ainda precisa se adaptar melhor para chegar na zona de pontuação.

O finlandês conquistou em Monza o seu quarto pódio consecutivo, exibindo uma consistência que mantém vivo o objetivo da Ferrari de ser a terceira colocada entre os construtores. Nas últimas quatro corridas, desde que Massa ficou fora, Kimi marcou 30 pontos contra 31 de Hamilton e Kovalainen juntos. Com isso, a Ferrari continua em terceiro entre os construtores, com 62 pontos, contra 47 da McLaren.

Na corrida de hoje, Kimi administrou bem a pressão de Adrian Sutil, da Force India, e no final acabou premiado pelo acidente de Hamilton, que lhe entregou de bandeja o terceiro lugar.

Raikkonen poderia ter perdido a posição para Sutil no último pit stop, quando a Ferrari perdeu um pouquinho de tempo, mas a Force India também se atrapalhou, o que lhe garantiu a vantagem.

"Não teria sido o suficiente para superar a McLaren no pit stop, mas pudemos manter a Force India atrás", comentou o finlandês na coletiva dos vencedores.

Apesar de a Ferrari ter abandonado a evolução do carro, Kimi acha que em algumas das corridas que faltam para o fim da temporada ainda será possível lutar pela vitória.
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MairPois é, Jorge, o Button até foi perguntado sobre isso, mas evitou a armadilha e disse que o campeonato historicamente é disputado por pontos corrido e que teria que ganhá-lo assim.Postado às 13:30 do dia 14/09/2009
GabrielO terceiro lugar ter caído no colo dele na última volta já é um sinal de boa sorte para o resto da temporada... tomara!Postado às 08:17 do dia 14/09/2009
RaquelBom a Ferrari ter conseguido subir ao pódio em Monza! :)Postado às 17:35 do dia 13/09/2009
Willian CeolinKimi tem feito grandes corridas nas últimas provas. Eu até escrevi um artigo sobre isso no meu blog.
Nas últimas seis provas ele e Barrichello foram os que mais pontuaram: 31 pontos.
Enquanto Button fez apenas 19.
Postado às 17:19 do dia 13/09/2009
Jorge Pezzolooi mair
se aquele sistema de Bernie Ecclestone, que queria definir o campeão por vitórias, estivesse em vigor, Button poderia ser campeão em Cingapura. Bastava vencer ou torcer contra o companheiro e o alemão....
Postado às 15:05 do dia 13/09/2009
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Domingo, 13 de setembro de 2009 | 10:39
Vitória estratégica para a Brawn
A dobradinha da Brawn, com Barrichello em primeiro e Button em segundo, deixou a equipe com a mão no título. Foto: Clive Rose/Getty Images
A dobradinha da Brawn no Grande Prêmio da Itália, a primeira desde Mônaco, deixou a equipe em excelente situação para conquistar os títulos de piloto e de construtores, restando quatro provas para o final da temporada.

Mais uma vez, assim como em Valência, a escuderia inglesa venceu no acerto de suas decisões, confirmando que Ross Brawn continua sendo o melhor estrategista da Fórmula 1.

Além de estar com a mão nos dois títulos, a Brawn ainda tem uma disputa particular entre seus pilotos para ver quem será o campeão. Com a sua vitória em Monza, a segunda na temporada e a terceira no circuito italiano, Rubens Barrichello reduziu em mais dois pontos sua diferença para Jenson Button, mas o inglês voltou a andar bem, depois de cinco corridas abaixo do nível de um pretendente ao título.

A primeira decisão acertada da Brawn foi não trocar o câmbio do carro de Barrichello, que estava com torque excessivo. Se não tivesse corrido esse risco, a equipe levaria o piloto brasileiro a perder cinco posições no grid, o que inviabilizaria a sua corrida. Depois, na estratégia de uma só parada, contra duas dos rivais imediatos, a Brawn contou com a competência de Barrichello e Button, que não deixaram Lewis Hamilton abrir vantagem superior a 9 décimos de segundo, e ultrapassaram o piloto da McLaren em sua segunda parada.

A partir daí, foi só administrar, e na última volta Hamilton, na perseguição a Button, ainda perdeu o controle do carro e bateu na saída da primeira de Lesmo, levando a corrida a terminar com safety car.

Para melhorar o domingo da Brawn, a Red Bull, sua adversária nas duas disputas teve uma corrida para esquecer. Mark Weber ficou fora logo na largada, ao rodar depois de ser tocado por Robert Kubica, e Sebatian Vettel terminou em oitavo, conseguindo um pontinho graças ao acidente de Hamilton na última volta. Matematicamente, a Red Bull ainda poderia superar a Brawn, mas na prática ficou quase impossível.

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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 21:16
Vai sobrar para o mordomo
O papel caberá a Pat Symonds. Foto: Getty Images
A armação da Renault em Cingapura não para de gerar fatos novos e escabrosos, como em toda história mal contada. Briatore partiu para o baixo nível, fazendo insinuações sobre a vida pessoal de Nelsinho Piquet, numa atitude de desespero, de quem não tem mais nada a perder.

Mas Briatore pode ficar de fora de qualquer punição, já que a FIA tende a acusar o mordomo, como nos piores filmes policiais. Além do depoimento consistente de Nelsinho Piquet, a FIA constatou pela telemetria do carro que o brasileiro disse a verdade sobre o que se passou no momento do acidente em Cingapura. Os dados mostram claramente que Nelsinho manteve a aceleração após a rodada para bater propositalmente no muro.

Ou seja, a armação aconteceu e ela envolveria pelo menos três pessoas da equipe. O chefe, Flavio Briatore, o engenheiro Pat Symonds e Nelsinho. O piloto já está livre de ser punido pelo princípio da delação premiada. Briatore diz não saber de nada e só seria incriminado se Symonds depusesse contra ele, o que parece pouquíssimo provável.

A culpa deve sobrar para Symonds, que deu um depoimento inseguro para a FIA, deixando de responder a certas questões e se incriminando visivelmente. Mas qualquer pessoa com médio juízo sabe que um engenheiro, mesmo no topo da hierarquia entre os técnicos, jamais tomaria uma decisão política dessa natureza sem o consentimento de seu superior imediato, ou seja, Briatore.

Se o objetivo da manobra farsesca foi beneficiar o outro piloto da escuderia, como ela seria decidida por um só integrante da equipe, e em segredo? Symonds pode acabar sendo o único a pagar o pato da maior falcatrua da história da Fórmula 1.
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Rafael SoaresCaramba!!!! Esse lance da "delação premiada" é outro absurdo, Nelsinho merecia ser punido sim!!!!Postado às 10:46 do dia 13/09/2009
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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:56
Kimi otimista
Na entrevista coletiva após o treino classificatório, Kimi Raikkonen se mostrou otimista para o GP da Itália, afirmando que o carro será mais forte na corrida do que foi neste sábado.

"O treino não foi perfeito, mas nos mostrou mais uma vez que quando colocamos combustível para corrida ele é mais forte que outros", disse o finlandês.

Apesar de alguns problemas, Kimi assegurou a terceira colocação, uma das melhores posições de largada da Ferrari na temporada.

"Foi um bom momento de se conseguir isso, porque essa é a nossa corrida em casa, o que nos permitirá lutar pelos três primeiros lugares", completou Kimi.
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AneliseKimi fez um bom qualifying, isso pode nos deixar com mais esperança para amanhã e quem sabe outra vitória.Seria interessante uma Ferrari vencer em casa principalmente com o Kimi, já que falam muito de sua saída da equipe.
Go Kimi!!!!!!!
Postado às 16:47 do dia 12/09/2009
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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:40
Brawn à frente da Red Bull
Na disputa particular entre os candidatos ao título, a Brawn levou a melhor sobre a Red Bull no treino final para o GP da Itália. Rubens Barrichello e Jenson Button fizeram o quinto e o sexto tempo, respectivamente, e dividem a terceira fila do grid.

Já Sebastian Vettel e Mark Weber, ficaram com o nono e 10º tempos e largam na sexta fila, tendo entre eles e os carros da Brawn a Force India de Vitantonio Liuzzi e a Renault de Fernando Alonso.

Aparentemente, a Brawn vai largar com os carros pesados, apostando em uma só parada. Ross Brawn deve ter pensado nesta estratégia como a única possível para levar vantagem sobre os carros com kers.

Button se mostrou satisfeito com o acerto do carro para Monza e disse que a Brwan não quer só marcar pontos, mas lutar pela vitória. O inglês reconheceu que o kers dá vantagem para os adversários e mostrou preocupação particular com Alonso, que larga bem atrás dele. "Estou certo que Alonso tentará uma ultrapassagem na largada. Nós temos a esperança de estarmos com mais combustível do que eles", disse Button, confirmando a estratégia de tentar uma só parada durante a corrida.

A Red Bull continua enfrentando a necessidade de preservar os motores que lhe restam até o fim da temporada e tem sido cautelosa. Como seus carros largam atrás de Liuzzi, com uma Force India bem adaptada ao circuito, e de Alonso, que volta a ter o kers na Renault, tudo indica que deverão ter uma corrida difícil.
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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:11
Favoritismo é de Hamilton
Hamilton (D) leva vantagem sobre Sutil por contar com o kers. Foto: Mark Thompson/Getty Images
A pole-position conquistada por Lewis Hamilton dá ao piloto inglês uma tremenda vantagem para o GP da Itália. Em primeiro lugar, porque ele conta com o kers, enquanto o piloto que está a seu lado na primeira fila, Adrian Sutil, da Force India, não tem o equipamento. Com isso, Hamilton dificilmente perde a posição, ainda mais considerando que o trecho da largada à primeira curva é longo, o que beneficia quem tem mais potência no motor.

Como Monza não é um circuito fácil de ultrapassagens, o pole leva vantagem para ser o vencedor. Nos últimos 10 GPs da Itália, por sete vezes a vitória foi do pole-position. E nos últimos seis, só deu pole. Acrescente-se a isso o bom desempenho de Hamilton e da McLaren durante todo o treino de sábado. Hamilton foi o segundo mais rápido no Q1 e no Q2 e conquistou a pole superando Sutil no finalzinho. Kovalainen colocou a outra McLaren na quarta posição.

Adrian Sutil confirmou a excelência da Force India em circuitos de pouca pressão aerodinâmica, e poderia até ter conquistado a pole se não tivesse cometido um erro na primeira de Lesmo em sua volta rápida. Mesmo assim, obteve a melhor posição de largada da sua carreira, mas o problema é que tem dois carros com kers logo atrás dele: Kimi Raikkonen, que fez o terceiro melhor tempo, e Kovalainen.

Na Ferrari, enquanto Kimi larga na segunda fila, Fisichella fez apenas o 14º tempo e não passou do Q2. O piloto italiano ainda está conhecendo as reações do F60, mas de qualquer forma o seu desempenho foi muito superior ao de Luca Badoer.

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Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | 13:10
Nelsinho diz não ter o que temer
Nelsinho disse que não será intimidado. Foto: Getty Images
Nelsinho Piquet soltou um comunicado em que reconhece o poder de seus adversários, mas diz que não tem nada a temer, referindo-se a ação criminal que a Renault anunciou contra ele e seu pai, o ex-campeão mundial Nelson Piquet.

"Como eu estou dizendo a verdade, eu não tenho nada a temer, nem da Renault, nem de Briatore, e embora eu esteja ciente do poder e da influência dos que estão sendo investigados e dos amplos recursos que têm à disposição, eu não vou ser intimidado novamente a tomar uma decisão de que me arrependa", disse Nelsinho no comunicado.

"Eu tenho confiança na investgação da FIA e do Conselho Mundial e não farei mais comentários até a conclusão da audiência de 21 de setembro", acrescentou.
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GabrielAlguém está mentindo nessa história...Postado às 15:27 do dia 11/09/2009
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Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | 12:01
Surpresas e preocupações
A Force India repetiu em Monza a performance de Spa e Sutil foi o mais rápido. Foto: Clive Rose/Getty Images
O resultado do treino de sexta-feira é sempre difícil para análises, ainda mais em Monza, onde os tempos costumam ser muito próximos. Não será surpresa se amanhã, a classificação for totalmente diferente.

De qualquer forma, a Force India provou que a baixa pressão aerodinâmica em Monza se adapta tão bem a seu carro quanto Spa, onde fez pole e segundo lugar, com Fisichella. Adrian Sutil foi sempre rápido, e mesmo sem kers acabou como o melhor do dia.

A surpresa do treino foi o estreante Romain Grosjean, que mostrou consistência durante todo o dia. O novato da Renault foi o terceiro mais rápido pela manhã e ficou em segundo à tarde, à frente de Alonso, seu companheiro de equipe. Parece que a Renault se adaptou muito bem à volta do kers em seus carros.

Entre os que disputam o título, a situação foi confusa. A Red Bull se saiu ligeiramente melhor, com Mark Weber em 14º e Vettel, em 18º. A equipe está poupando motor e nenhum de seus pilotos parece preocupado com o resultado de hoje.

Já na Brawn, a situação parece mais preocupante. Barrichello foi o 16º colocado e Button, o penúltimo. Sem o kers, a equipe precisa acertar bem o carro para ser competitiva e não aparente estar muito perto disso. Barrichello acha que os carros que ficaram à frente andaram mais leves que a Brawn, e que a preocupação da equipe foi acertar o carro para as condições de corrida.

A McLaren fez dobradinha pela manhã e Kovalainen foi o quarto, à tarde, revelando que a equipe está no caminho certo. Kovalainen disse que o carro está mais rápido nas curvas do que no ano passado e afirmou que o kers dá uma vantagem de um décimo de segundo por volta. Hamilton ficou em 11º, mas andou de tanque cheio e amanhã estará na disputa da pole.

A Ferrari ficou aquém do que pode conseguir, mesmo com o kers. Kimi foi 10º pela manhã e oitavo à tarde, mantendo-se no pelotão intermediário. O piloto finlandês já previa dificuldades em Monza, mas seu desempenho pode ser considerado bom.

Já Fisichella fez um bom treino pela manhã, quando ficou em oitavo, mas caiu para último na sessão da tarde. Não dá para julgar Fisichella por essa posição. O piloto italiano está se adaptando ao carro e ao kers e tende a melhorar quanto mais puder rodar. No treino da tarde, ele andou com o carro mais pesado e tem condições de ser mais competitivo no treino que define o grid.
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GabrielA Ferrari nao merece outro "piloto retardatário" e o Fisichella sabe fazer melhor do que isso. Vamos dar tempo ao cara!Postado às 15:25 do dia 11/09/2009
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Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | 11:28
Alonso na Ferrari um dia...
Luca di Montezemolo: Mais cedo ou mais tarde, todo grande piloto vem para a Ferrari. Foto: Clive Rose/Getty Images

Em entrevista à imprensa espanhola nesta sexta-feira, em Monza, o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, disse que "mais cedo ou mais tarde" Fernando Alonso será piloto da equipe, mas sugeriu que isso não acontecerá em 2010.

Montezemolo disse que a Ferrari já tem muitos pilotos para 2010 e que uma contratação de Alonso ficaria para mais tarde.

"Para o próximo ano, nós temos Raikkonen, Massa, Fisichella, Badoer, Gene e, espero, Michael Schumacher. Portanto, temos um grande elenco, como o Real Madrid", brincou com os espanhóis.

O presidente da Ferrari disse que a equipe tem dois grandes campeões, considerando que Massa foi dono do título de 2008 por 15 segundos depois de cruzar a linha de chegada em primeiro lugar no GP do Brasil.

"Eu sempre gostei de Alonso, porque ele é um grande piloto, e eu sempre acho que mais cedo ou mais tarde todos os grandes pilotos vêm para a Ferrari. Antes da corrida de Imola, Ayrton Senna me procurou e disse: Eu quero terminar minha carreira na Ferrari. Prost, Lauda, Mansell, Michael, então veremos. Estamos olhando para frente e a vida é longa para todo mundo."

Foi uma entrevista elegante de Montezemolo, mas ela não fecha as portas para Alonso em 2010. E assim como disse que todos os grande pilotos um dia vão para a Ferrari, a escuderia não costuma desperdiçar a oportunidade de contratar um campeão que está quicando na área.

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Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | 11:01
Ferrari e Schumacher continuam juntos
A Ferrari estendeu seu contrato com Michael Scumacher por mais três anos, mas isso não significa que o heptacampeão poderá voltar a pilotar um fórmula 1.

Schumacher continuará como consultor da Ferrari, mas o contrato prevê sua colaboração no desenvolvimento de carros esportivos. "Foi um grande prazer para mim participar do desenvolvimento da Ferrari Califórnia, da 430 Scuderia e da recém-nascida 458 Itália, que será apresentada oficialmente na próxima terça-feira, no Salão de Frankfurt", disse Schumacher, em seu site oficial.
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Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | 10:51
Renault vai processar Nelsinho e Piquet
A Renault saiu da defensiva e anunciou hoje que vai abrir um processo criminal contra Nelsinho e seu pai por conta das acusações de que a equipe armou o acidente do brasileiro no GP de Cingapura, ano passado.

As acusações da Renault são de que Nelsinho e Piquet fizeram falsas alegações e chantagem com o propósito de manter o piloto na equipe durante o resto desta temporada.

O Conselho Mundial da FIA vai julgar o caso no próximo dia 21.
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GabrielTá esquentando! Se é assim, Nelsinho teria mentido no depoimento?Postado às 11:34 do dia 11/09/2009
RaquelComeçou o "jogo do empurra"!!Postado às 11:04 do dia 11/09/2009
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Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | 10:45
Force India na frente
Adrian Sutil, da Force India, foi o mais rápido na segunda sessão de treinos para o GP da Itália, nesta sexta-feira. Sutil foi o único a girar na casa de 1m23s, sinalizando  que a equipe indiana poderá repetir em Monza o bom desempenho de Spa.
Grosjean e Alonso, da Renault, ficaram em segundo e terceiro.

Kimi Raikkonen foi o oitavo e Fisichella, que andara bem na primeira sessão, acabou em último, o que confirma que o F60 não é um carro fácil de guiar. Daqui a pouco mais comentários do treino.
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MairÉ o Vitantonio Liuzzi. Ele ficou em 12º no treino da tardePostado às 12:43 do dia 11/09/2009
GabrielQuem substitui o Fisichella na Force India?Postado às 11:32 do dia 11/09/2009
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Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | 14:34
Algumas conclusões
Do depoimento de Nelsinho Piquet, se verdadeiro, podemos chegar a algumas conclusões:

1) A proposta dos chefes da Renault foi indecente e todos os envolvidos merecem punição severa.

2) O piloto cometeu falta grave ao concordar em causar o acidente, cujas consequências eram imprevisíveis.

3) Se Nelsinho perguntou diversas vezes pelo rádio o número da volta em que teria que bater, a FIA tem que ter acesso a essa gravação.

4) Se a telemetria do carro realmente mostra que o piloto continuou acelerando após a rodada, essa é uma prova irrefutável da armação.

5) A FIA terá que dar um fim exemplar a esta história sob pena de descrédito absoluto da Fórmula 1.
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GabrielSou contra a permanência de Briatore e Nelsinho na F1. Nenhum dos dois é inocente.Postado às 10:16 do dia 11/09/2009
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Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | 13:45
O depoimento de Nelsinho
Nelsinho disse ter concordado em causar o acidente de Cingapura para melhorar sua situação na equipe. Foto: Divulgação
Uma cópia da íntegra do depoimento de Nelsinho Piquet à Federação Internacional de Automobilismo, feita no dia 30 de julho, foi publicada hoje pelo site F1SA e trouxe mais alguns detalhes sobre o acidente proposital causado pelo piloto brasileiro no GP de Cingapura de 2008.

Nelsinho disse que a proposta lhe foi feita pouco antes da corrida pelo diretor técnico da Renault, Pat Symonds, no escritório de Flavio Briatore, o chefe da equipe, que também estava presente.

Segundo Piquet, Symonds lhe teria perguntado se estaria disposto a sacrificar sua corrida pela equipe, provocando a entrada do safety car. Piquet disse que na época da conversa estava fragilizado emocionalmente pela incerteza que Briatore lhe deixava sobre a renovação de seu contrato para 2009.

Piquet ressaltou que esse estresse estava acentuado em Cingapura pelo fato de ele ter se classificado apenas em 16º lugar do grid. O piloto brasileiro disse que aceitou a proposta da batida proposital por considerar que poderia melhorar sua situação na equipe. Mas reconheceu que em nenhum momento lhe foi dito que concordando em causar o acidente teria a renovação de seu contrato garantida.

Piquet confirmou as orientações que teria recebido de Symonds sobre a volta e o local exato em que teria que provocar o acidente, e que isso beneficiaria Fernando Alonso, com parada prevista para a volta 12.

O piloto salientou que durante a conversa nenhuma menção foi feita sobre a segurança da estratégia, tanto para ele, quanto para o público e os demais pilotos. O único comentário feito foi de Symonds, que lhe disse para ter cuidado, o que Nelsinho interpretou como um aviso para não se machucar.

Nelsinho disse que causou o acidente intencionalmente e que para ter certeza de que o faria na volta certa, perguntou várias vezes pelo rádio a confirmação do número da volta.

Segundo o pilto brasileiro, a estratégia do acidente não foi tratada com ninguém da equipe além dos três envolvidos, e que Briatore lhe disse discretamente "obrigado" após a corrida.

Depois da corrida, Nelsinho disse a Felipe Vargas, conselheiro e amigo de sua família, que o acidente tinha sido intencional, e foi Vargas quem comunicou o fato a seu pai, Nelson Piquet, algum tempo depois.

Nelsinho declarou ainda que após a corrida vários jornalistas lhe perguntaram se teria causado o acidente propositalmente, porque o consideraram "muito suspeito".

Ele contou que seu próprio engenheiro lhe questionou sobre a natureza do acidente, que considerou pouco comum. Piquet respondeu que tinha perdido o controle do carro, mas acrescentou em seu depoimento: "Acredito que um engenheiro inteligente perceberia pela telemetria do carro que eu causei o acidente, já que continuei acelerando, quando a reação normal seria frear o mais rápido possível."
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AlessandroEstou meio chateado hoje. Vou ali bater o carro na Marginal para ver se melhoro. Na volta, comento para dizer se realmente funciona.Postado às 10:27 do dia 11/09/2009
SteveVergonha!!!!! Não tem desculpa!Postado às 16:50 do dia 10/09/2009
RaquelEngraçada essa desculpa dele dizendo que estava "fragilizado emocionalmente"... isso é motivo pra fazer uma sujeirada dessas?? O que será que Nelsão está pensando agora?? Francamente!!Postado às 15:24 do dia 10/09/2009
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Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | 12:49
Ferrari-Santander ainda sem piloto
A Ferrari anunciou um contrato de patrocínio de cinco anos com o banco Santander, a partir de 2010, mas nenhum nome de piloto para 2010 foi revelado. O Santander passará a ser o principal patrocinador da equipe.

Embora o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, tenha dito que patrocinador não interfere na escolha dos pilotos da escuderia, os rumores são fortes de que Fernando Alonso, espanhol como o Santander, estará em Maranello ano que vem.
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GabrielE a Mclaren? vai ficar sem ou já tem previsão de outro também?Postado às 16:40 do dia 10/09/2009
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Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | 11:54
Alonso se diz surpreso
Escalado para a entrevista coletiva de quinta-feira, Fernando Alonso foi obrigado a falar diretamente sobre a suposta armação da Renault no GP de Cingapura do ano passado.

Alonso procurou fugir ao máximo do assunto, mas teceu alguns comentários. Disse que ficou supreso, que não podia imaginar uma situação como essa, e que por decisão da equipe não falaria sobre o assunto.

O piloto espanhol reiterou que nada sabia e respondeu que certamente não gostaria de estar envolvido em um esporte com trapaças. Instado a falar sobre Briatore e Nelsinho, dirigiu palavras elogiosas aos dois no estilo não me comprometa.
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Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | 11:36
Haja suspensão!
O brasileiro Rubens Barrichello postou em seu Twitter uma foto das novas zebras da primeira chicane do circuito de Monza. Mais altas, elas devem dificultar as tentativas de corte nas curvas. Foto: reprodução/Twitter
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Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | 9:21
Brawn cor de prata
Já comentamos aqui sobre as tratativas entre a Brawn e a Mercedes, e novos fatos surgiram apontando que a escuderia inglesa poderá se tornar alemã num futuro próximo. Se tudo se confirmar, é bem possível que a Brawn já corra ano que vem com a tradicional cor prata da Mercedes.

Segundo a revista alemã Auto, Motor und Sport, a Mercedes pretende adquirir 75% da Brawn até 2012, ano seguinte ao fim de seu contrato com a McLaren.

O ingresso da Mercedes na Brawn se daria inicialmente através da Aabar Investment, sua acionista nos Emirados Árabes Unidos. A estratégia é deixar esta participação na Brawn com a Aabar até 2012, quando a Mercedes poderia assumir integralmente a equipe.

Já é intenção da Mercedes colocar Nico Rosberg na Brawn ano que vem, ao lado de Jenson Button, o que implica na dispensa de Barrichello. Um piloto alemão mudaria a feição da equipe, motivando fãs e patrocinadores no país da Mercedes.

É esperar para ver.
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GabrielSerá que vão tirar o doce da mão do Rubinho? Essa imposição de pilotos às equipes lembra o futebol brasileiro, onde os patrocinadores escalam o time (vide Unimed no Fluminense).Postado às 12:32 do dia 10/09/2009
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Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | 8:28
Alonso não saberia do plano da Renault
Entrevistado pelos comissários da FIA e por advogados e integrantes da agência Quest, responsável pela investigação da suposta fraude no GP de Cingapura de 2008, Fernando Alonso teria dito nada saber do acidente proposital de Nelsinho Piquet para beneficiá-lo.

Segundo a Austosport, Alonso contou aos investigadores que tinha aceitado a estratégia de parar tão cedo simplesmente porque queria uma postura agressiva na prova, na qual tinha remotas chances de vitória.

Um relatório encaminhado ao Conselho Mundial da FIA que julgará o caso no dia 21 de setembro confirma que Alonso "nada sabia do alegado plano para causar um acidente deliberado".

Fontes ouvidas pela Autosport revelaram também que os engenheiros de corrida da Renault não estavam a par do plano, e um deles chegou a questionar Nelsinho sobre o que exatamente tinha acontecido na volta 14 para ele rodar e bater daquele jeito. O brasileiro teria respondido que tinha simplesmente perdido o controle do carro.

Ainda de acordo com Austosport, houve debate entre a equipe nos boxes, quando Alonso foi chamado na volta 12, que era cedo para a quantidade de gasolina que tinha no tanque. Transcrições das conversas de rádio obtidas pela FIA mostram que o diretor de enegenharia, Pat Symonds, não mostrou a mesma preocupação e disse à equipe: "Não, não, tudo dará certo".

Como Nelsinho tende a ficar isento de punição por sua colaboração no processo, os pilotos da Renault devem sair ilesos do julgamento. A situação está mais complicada para o chefe da equipe, Flavio Briatore, e Pat Symonds.
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MairBom, vamos aguardar a decisão do Conselho, mas pelas evidências Alonso sai ileso dessaPostado às 11:44 do dia 10/09/2009
Willian CeolinTipo assim, Mair, me engana que eu gosto...
Essa história de "não sabia de nada" eu já vi antes em terras tupiniquins. O destino será o mesmo? Nenhuma punição para o maior beneficiado?
Postado às 11:04 do dia 10/09/2009
RaquelEle pode até não ser repreendido pela FIA, mas a maior "punição" vai ser uma bela mancha na carreira... tsc, tsc!Postado às 10:32 do dia 10/09/2009
MairNelsinho seria beneficiado pela delação premiada. A história não teria vindo à tona sem a sua denúncia e a FIA leva isso em conta. Mas se ficar comprovado que a idéia foi dele, a situação poderia mudar de figura.Postado às 10:24 do dia 10/09/2009
GabrielNelsinho sai ileso mesmo se comprovado que foi ele que deu a idéia?Postado às 10:10 do dia 10/09/2009
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Quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | 17:10
Caso da Renault cada vez pior
Afinal, de quem foi a idéia do acidente?

Quanto mais se mexe nesta história da suposta armação da Renault no GP de Cingapura, em 2008, pior fica. Agora veio à tona que uma reunião aconteceu na manhã do domingo da corrida entre o chefe da equipe, Flavio Briatore, o diretor de engenharia, Pat Symonds, e Nelsinho Piquet, no qual o acidente com o piloto brasileiro teria sido armado.

Briatore e Symonds confirmam a reunião, mas parece haver contradição entre o que dizem. Enquanto Briatore afirmou que nada disso foi falado, e acusou Nelsinho de estar "mentalmente fraco" naquele fim de semana, Symonds admite que o tema de forçar a entrada do safety car foi abordado, mas proposto pelo próprio Piquet.

O encontro entre os três inicialmente absolve Alonso, que não teria envolvimento direto com a trama, mas deixa os demais em má situação. Nelsinho pela fraqueza de ter aceito uma idéia espúria para renovar seu contrato para 2009. E Briatore e Symonds por terem proposto ou aceito a armação, caso ela tivesse sido sugerida por Piquet.

Se os dois homens da Renault considerassem a idéia fora de propósito deveriam tê-la rechaçado veementemente e nem cogitado continuar com um piloto capaz de tal proposta por mais um ano. Ao contrário, Nelsinho teve seu contrato renovado três corridas depois, no GP do Brasil.

O piloto brasileiro teria dito ainda que depois da reunião Symonds o teria instruído a bater na curva 17, nas voltas 13 ou 14, pouco depois da primeira parada prevista para Alonso. A curva foi a escolhida por ser o único local do circuito sem guindastes para levantar o carro, o que obrigaria a entrada do safety car.

A telemetria do carro de Nelsinho também reforçou a necessidade da investigação. Na curva 17, as rodas traseiras da Renault perdiam aderência na saída, o que obrigava os pilotos a tirarem ligeiramente o pé. Na volta da batida, porém, Nelsinho manteve a aceleração mesmo quando as rodas traseiras tinham perdido aderência.

A história fica cada vez mais suja e agora a Autosport afirma que o autor da denúncia teria sido o tricampeão Nelson Piquet, durante o GP da Hungria, última corrida do filho. Piquet teria conversado diretamente com o presidente da FIA, Max Mosley, e quatro dias depois Nelsinho teria ido à sede da entidade, em Paris, onde confirmou a história aos investigadores.

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GabrielQuanta sujeira por baixo do tapete hein... Será que foi o Nelsinho quem propôs? Fica estranho a parte do pai denunciar a lambança do próprio filho. Se ele pretendia algum contrato com equipe para o ano que vem, acho que pode esperar na geladeira, pois, enquanto essa história não ficar bem explicada, ninguém vai abrir portas para ele.

Se for o Briatore, vai surgir a polêmica: será que essa foi a primeira vez que ele sugeriu isso?
Postado às 08:14 do dia 10/09/2009
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Quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | 17:01
Vem mudança aí

As equipes da Fórmula 1 se reuniram nesta quarta-feira em Monza, sob a presidência de Luca di Montezemolo, e acenaram com algumas mudanças no regulamento.

"Falamos sobre o futuro, a possibilidade de um terceiro carro na pista e de proporcionar aos jovens pilotos uma chance para testar. Este se tornou o único esporte no qual não se pode treinar, e talvez tenhamos exagerado um pouco", disse Montezemolo após o encontro da Fota.

Para bom entendedor...

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Quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | 15:56
Superstição também vale
Os tifosi ferraristas comemoram a vitória de Schumacher, em 2006, a última da escuderia em Monza. Foto: Clive Mason/Getty Images

Como o seu carro não é o melhor do grid e repetir a vitória de Spa não será tarefa fácil, como admite o diretor esportivo, Stefano Domenicali, a Ferrari lançou mão até da numerologia para sonhar com um bom resultado no próximo domingo.

A escuderia lembrou em seu site que o F60 foi assim batizado para celebrar os 60 anos da Ferrari na Fórmula 1, e que este ano também será o 60º GP da Itália, o 59º em Monza, já que em 1980 foi disputado em Imola.

A Ferrari venceu 17 vezes em Monza, a última com Michael Schumacher em 2006, mas a equipe destacou que ano passado foi um motor Ferrari que levou Sebastian Vettel à vitória pela Toro Rosso, equipe com sede na Itália.

O maior jejum de vitórias da Ferrari em Monza aconteceu justamente no período em que a equipe ficou mais tempo sem títulos. Foi um intervalo de oito anos entre as vitórias de Jody Sckeckter, em 1979, e Gehrard Berger, em 1988.

Schumacher venceu a prova por 5 vezes pela Ferrari, e outros quatro pilotos da escuderia chegaram duas vezes em primeiro lugar: Alberto Ascari, em 1951/52; Phil Hill, em 1960/61; Clay Regazzoni, em 1970/75, e Rubens Barrichello, em 2002/04.

Completam a lista de ferraristas vencedores em Monza, John Surtees, em 1964, e Ludovico Scarfiotti, em 1966.

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Fernando PereiraBela festa!!Postado às 10:24 do dia 10/09/2009
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Quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | 15:18
Ferrari aposta no kers

Sem novidades no carro que parou de desenvolver, a Ferrari aposta no kers para obter um bom resultado em Monza perante sua torcida. O equipamento que foi essencial para a vitória de Kimi Raikkonen em Spa poderá ter um papel importante nas longas retas de Monza.

A Ferrari aposta que as fortes freadas para as chicanes de Monza tornarão o kers ainda mais eficiente que nos demais circuitos. O kers armazena parte da energia gasta durante a frenagem e permite ao piloto utilizá-la num momento de ultrapassagem, acrescentando 80 cavalos a mais de potência ao motor.

A Ferrari também espera que a vantagem que o kers pode proporcionar por volta permita a seus pilotos uma aproximação mais suave das zebras, um ponto fraco da equipe nos últimos anos. Cortar as zebras vinha sendo essencial para uma volta rápida em Monza, mas para este ano a FIA mandou elevar as zebras, o que de qualquer forma exigirá uma melhor tomada das chicanes.

Em suma, essa será uma corrida para os carros que tem kers, o que levou a Renault a voltar a utilizá-lo.

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GabrielTorcerei pelo Fisichella, mas aposto na Mclaren.Postado às 16:39 do dia 09/09/2009
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Quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | 12:07
Segurança em questão
Fisichella, Jean Todt e Schumacher se encontraram ontem, em Roma, no evento "eSafety Challenge 2009", organizado pelo Automóvel Clube da Itália (ACI) e pela FIA para apresentar novas tecnologias que visam melhorar a segurança no trânsito. Foto: divulgação
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Terça-feira, 8 de setembro de 2009 | 16:12
O desafio das zebras

Monza é o mais veloz circuito da Fórmula 1, com velocidade média de 250 km/h, e no qual os motores trabalham 75% de cada volta na potência máxima. O grande desafio dos pilotos no próximo fim de semana será a tomada das duas primeiras chicanes, onde foram instaladas zebras mais altas.

Neste vídeo da volta virtual percebe-se claramente como os pilotos cortam as chicanes, passando sobre as zebras. Estas manobras serão dificultadas pelas novas zebras, que poderão danificar o fundo do carro se forem cortadas como antes.

Na volta virtual dá para curtir como um fórmula 1 faz a primeira e a segunda de Lesmo e no final a Parabólica, a mais desafiadora do circuito, da qual se sai a 340 km/h com o pé embaixo até a freada da primeira chicane.

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GabrielLegal a volta. Deve ser muito bom pilotar em Monza mesmo.Postado às 15:09 do dia 09/09/2009
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Terça-feira, 8 de setembro de 2009 | 15:13
Ferrari-Santander-Alonso
Será Alonso parte do contrato? Foto: Getty Images

A Ferrari anuncia quinta-feira, em Monza, o seu acordo de patrocínio com o banco espanhol Santander. A presença mais aguardada na coletiva de imprensa com o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, e o presidente do Santander, Emilio Botin, é a de Fernando Alonso, cuja transferência para a Ferrari estaria embutida no contrato.

A Ferrari ainda aguarda para saber das reais condições de Massa e tem contrato com Kimi Raikkonen até o fim de 2010. Mas as versões mais fortes são de que Alonso será um dos pilotos da escuderia. Se recuperado, Massa continuaria e Kimi teria seu contrato rescindido.

Como ainda é piloto da Renault, Alonso não poderia aparecer em ações de outra equipe e, principalmente, de outro patrocinador. Mas a expectativa é grande de que já ocorra em Monza alguma sinalização de sua mudança para a Ferrari.

O Santander entrou na Fórmula 1 em 2007, quando a McLaren assinou com Alonso. Por força de contrato, continua na escuderia inglesa até o fim desta temporada, mas ano que vem unirá o seu vermelho ao da Ferrari com Alonso no projeto.

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Rafael SoaresParticularmente acho q Kimi ñ tem msm mais chances dentro da Ferrari.....e Massa, como já vimos, é nome forte dentro da escuderia. Ainda está se recuperando, mas seu retorno em 2010 é certo!!! Já Alonso é mt bom piloto mas seu temperamento me preocupa!! Será q ele vai aguentar ficar sem seus "privilégios" ao lado de Massa???... bom só nos resta aguardas as cenas dos próximos capítulos rsrs... abs!Postado às 12:25 do dia 09/09/2009
AneliseAinda tenho esperanças que Kimi permaneça na equipe no ano que vem.
Abraços!!!!!!!!
Postado às 10:08 do dia 09/09/2009
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Terça-feira, 8 de setembro de 2009 | 14:52
Cirurgia não é só estética
Assim que tiver alta, Massa vai andar de kart para saber se já está 100%. Foto: Mark Thompson / Getty Images

A cirurgia a que Felipe Massa se submeteu ontem, em São Paulo, não foi apenas uma plástica no rosto. Ele colocou uma placa de titânio para substituir um pedaço de osso destruído no acidente na Hungria, condição necessária para poder voltar a correr.

Na entrevista que concedeu ao The Guardian, antes da operação, Massa explicou porque teria que se submeter a essa intervenção. "Uma pessoa normal pode viver assim sem nenhum problema. Mas para um piloto, se você tem um acidente e tem esse problema (falha óssea) a recuperação é mais difícil. Esta é a razão da cirurgia para fechar o osso... esta é a única razão pela qual não me deixam correr agora."

Asim que tiver alta, Massa vai para a Itália, onde fará testes com o simulador da Ferrari e andará de kart para saber se está plenamente recuperado.

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AlessandroLá vai o filho do Titônio com titânio na cabeça! rsrs...Postado às 16:25 do dia 08/09/2009
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Terça-feira, 8 de setembro de 2009 | 14:00
1951, a primeira da Ferrari em Monza
Ascari ganhou a primeira corrida para a Ferrari em Monza e no ano seguinte foi também o primeiro campeão da escuderia. Foto: divulgação

16 de setembro de 1951. Há 58 anos, a Ferrari conquistava sua primeira vitória em Monza, no Campeonato Mundial de Fórmula 1, e ainda fazia dobradinha, com Alberto Ascari, em primeiro, e Froilan Gonzalez, o cabeção, em segundo.

Em 1951, o Mundial de F1 teve apenas sete grandes prêmios, sem considerar Indianápolis, um a mais que no ano inaugural, e todos na Europa.

Em temporada dominada pela Alfa Romeo, a Ferrari ocupou os principais lugares do pódio e provocou uma crise na equipe rival. No ano seguinte, a Alfa Romeo deixaria a F1 e a Ferrari conquistaria seu primeiro título, justamente com Ascari.

Naquele GP de Monza de 1951, a Alfa Romeo queria de qualquer forma vencer a corrida na Itália e fez um grande esforço para colocar três dos quatro carros inscritos com a versão mais atualizada que tinha. Mas três deles não cruzaram a linha de chegada, por problemas diversos, e o mais bem colocado foi Felice Bonetto, que chegou em terceiro.

Foi um dia de glória para a Ferrari que naquele ano também tinha conquistado seu primeiro GP, com a vitória do argentino Gonzalez

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Terça-feira, 8 de setembro de 2009 | 11:55
Massa: "estarei no GP Brasil"
O brasileiro admite que será duro ver outro guiando seu carro em Interlagos. Foto: Getty Images

Felipe Massa confirmou ao jornal britânico The Guardian que estará presente ao Grande Prêmio do Brasil em Interlagos, no mês que vem. O piloto brasileiro, no entanto, admitiu que será difícil ter que assistir de perto outro piloto guiando seu carro.

"Será ainda pior para mim assistir a corrida no Brasil", confessou. "Esta era a corrida em que eu pretendia realizar meu retorno mas é difícil saber se será possível. Será complicado assistir, mas eu estarei lá".

Desde o acidente, Massa admite que estar fora das pistas tem sido difícil, mas insiste em afirmar que nunca teve dúvidas de que seu retorno ao cockpit seria uma realidade.

"Para mim, a pior coisa que aconteceu foi o fato de não poder correr", disse. "Não poder correr é terrível. Minha esposa já me perguntou umas 10 vezes se tenho algum medo ou receio, e sempre respondo que não, porque é isso que eu quero fazer. Se eu não voltar a correr, não serei a mesma pessoa".

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RaquelDuro seria assistir o Badoer hahahaPostado às 16:30 do dia 08/09/2009
GabrielPelo menos ele vai assistir o Fisichella...Postado às 16:21 do dia 08/09/2009
RaquelVai ser duro pra nós também não ter Massa correndo no GP Brasil...Postado às 13:37 do dia 08/09/2009
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Segunda-feira, 7 de setembro de 2009 | 19:48
Renault terá kers em Monza

Depois de ter abandonado o kers após o GP da Espanha, a Renault voltará a utilizá-lo em Monza, considerando as vantagens que o equipamento oferece no veloz circuito italiano.
A escuderia francesa tinha deixado o kers de lado por considerar que o seu peso não compensava os ganhos em potência. Mas para Monza, a equipe identificou três razões para aproveitá-lo: a ajuda na tomada de tempo, a vantagem que ele produz na largada e a força nas ultrapassagens.
"O que se poderá ganhar por volta com o kers estará em um quarto de segundo ou mais nas sessões de classificação. O piloto poderá acionar o kers alguns metros antes do início da volta cronometrada e depois durante a própria volta", disse o engenheiro da Renault, Pat Symonds, à Sport Auto.
Em relação à largada, como a distância do grid à primeira curva é longa, o kers, segundo o engenheiro, produzirá uma vantagem de mais de 15 metros comparado aos carros que não possuem o equipamento.
Sobre as ultrapassagens, Symonds considera que serão mais difíceis, mas o kers poderá ser útil.

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GabrielEssa idéia de usar o kers duas vezes na mesma volta pode ajudar bastante na classificação. Mas acho que a Renault nao vai conseguir muita coisa. Kers por kers, fico com a McLaren.Postado às 09:10 do dia 08/09/2009
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Segunda-feira, 7 de setembro de 2009 | 19:12
Fisichella para Massa: o carro é seu
Fisichella conversa com os jornalistas italianos e aposta no kers e nos tifosi para um bom resultado em Monza. Foto: site Ferrari

Em sua primeira entrevista à imprensa italiana como piloto da Ferrari, Giancarlo Fisichella contou ter telefonado para Felipe Massa, de quem recebeu palavras de estímulo. O piloto italiano disse a Massa que o carro é do brasileiro e que ele poderá retomá-lo quando retornar.

Politicamente correto, Fisichella disse que ele e Stefano Domenicali ligaram para Massa, que teria se mostrado satisfeito com a escolha de seu nome.

"Me disse que está contentíssimo, que sou a escolha justa. Respondi que obviamente lamento ter tido essa oportunidade por conta do que aconteceu com ele na Hungria e que desejo a mais rápida recuperação", disse Fisichella.

O italiano acrescentou que quando Massa retornar, o carro é dele, e que espera estar à altura do brasileiro e conseguir o resultado que ele faria.

Fisichella disse ainda que em Monza poderá contar com duas potências que antes não tinha: o Kers, com 70 a 80 cavalos a mais, e o entusiasmo da torcida ferrarista. Esperto o rapaz.

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GabrielVai com tudo o italiano!!!Postado às 09:11 do dia 08/09/2009
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Segunda-feira, 7 de setembro de 2009 | 18:58
Mercedes-Brawn

O jornal britânico The Daily Telegraph publicou em sua edição desta segunda-feira que a Mercedes Benz deve se tornar sócia da Brawn, a quem já fornece seus motores.

Mês passado, a Brawn anunciou que tinha assegurado um esquema de patrocínio para os próximos três anos, sem revelar nomes. A Mercedes poderia ser um dos patrocinadores da equipe, mas num esquema mais ambicioso, que envolveria uma participação acionária significativa.

O Daily Telegraph vai mais além e diz que a Mercedes considerou no início do ano trocar sua participação de 40% na McLaren pela compra integral da Brawn. Isso teria acontecido quando Lewis Hamilton estava envolvido na história da mentira aos comissários do GP da Austrália, em Melbourne. Ainda segundo o jornal, a vitória de Hamilton na Hungria, mês passado, teria convencido a Mercedes a continuar a parceria, que já dura 15 anos.

É possível que a Mercedes anuncie em Monza o seu planejamento para a Fórmula 1 em 2010. A equipe deverá continuar fornecendo seus motores para a McLaren, Brawn e Force India e poderá acrescentar a Red Bull em seu portfólio.

A Red Bull usa motores Renault e não anda muito satisfeita com as quebras dos propulsores franceses. Tanto Sebastian Vettel, quanto Mark Weber só têm mais dois motores até o fim da temporada. Além disso, há a incerteza sobre a permanência da Renault na F 1 com as suspeitas de fraude no GP de Cingapura, em apuração pela FIA.

A Mercedes teria interesse de ter seu logo nos carros da Red Bull pela presença no cockpit do alemão Sebastian Vettel, tido como futuro campeão mundial.

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GabrielPara a Mercedes, seria uma boa ter o nome na Brawn e na RBR. Uma das duas será campeã este ano e ambas têm tudo para chegar com ainda mais força em 2010.Postado às 09:07 do dia 08/09/2009
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Domingo, 6 de setembro de 2009 | 14:25
Alonso vira nome de rua
Alonso é nome da rua em que morou por 20 anos em Oviedo. Foto:Divulgação
O espanhol Fernando Alonso virou nome de rua em Oviedo, sua cidade natal. E não se trata de uma rua nova ou desconhecida, e sim da rua em que viveu durante 20 anos, que se chamava Capitão Almeida e passa a ser Fernando Alonso Díaz.
Herói de Oviedo e da região das Astúrias, Alonso recebeu a homenagem durante o roadshow que fez no sábado em sua cidade natal, perante 170 mil pessoas.
Uma homenagem merecida a um dos grandes pilotos da Fórmula 1, condição que só perderá se tiver algum envolvimento com a armação do GP de Cingapura de 2008.
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Sábado, 5 de setembro de 2009 | 10:41
De Cesaris e Monza
Andar sempre no limite costuma ter seu preço: De Cesaris deixa uma Jordan destruída em Silverstone, no GP da Inglaterra de 1991. Foto: Pascal Rondeau/Getty Images
A próximidade do Grande Prêmio da Itália me fez lembrar de uma história divertida, que teve como protagonista o italiano Andrea De Cesaris, um piloto de corpo e alma, como poucos na Fórmula 1.
Discutia-se a melhor maneira de se fazer a curva de Lesmo, na verdade uma curva em duas pernas, uma das preferidas dos pilotos em Monza, junto com a Parabólica. Enquanto alguns diziam que entravam com o pé embaixo na primeira curva, mas reduziam na segunda, De Cesaris respondeu sem titubear: "Faço as duas com o pé embaixo, é assim que se diverte."
Resposta típica de um piloto autêntico como De Cesaris, que estava na Fórmula 1 para andar rápido e se divertir. O italiano se diferenciava muito dos outros pilotos em uma época em que a F 1 já estava mergulhada num aborrecente profissionalismo.
Me lembro também de uma vez em que chegava ao aeroporto de Narita, para o GP do Japão, e encontrei De Cesaris desembarcando, carregando apenas seu capacete dentro de uma sacola de pano que levava ao ombro. Chegava sozinho, sem nenhuma entourage, recusando o papel de celebridade, tão caro a alguns deslumbrados.
Sobre De Cesaris, Enzo Ferrari escreveu: "Me deixa curioso porque tem o dom da pura velocidade, isto é certo, mas o problema é harmonizar o seu caráter com os riscos inerentes à Fórmula 1."
De Cesaris chegou a ser conhecido como um destruidor de carros - em uma só temporada acabou com 22 chassis da McLaren -, mas amadureceu e merecia ter conquistado uma vitória antes de parar.
No GP da Bélgica de 1991, o da estréia de Schumacher, com a mesma Jordan que o alemão, estava em segundo lugar, guiando como nunca, quando a poucas voltas do fim o motor lhe traiu. De Cesaris estava no encalço de Senna, e confesso que deve ter sido a única vez em que torci para Ayrton ser ultrapassado.
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Rafael SoaresBoa!!! ehehe..abs!Postado às 10:23 do dia 08/09/2009
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Sexta-feira, 4 de setembro de 2009 | 15:50
Quiz #2

Nova chance para quem quer provar que sabe muito sobre Fórmula 1 e ainda concorrer à uma coleção de miniaturas Ferrari! Quem participou do Quiz#1 pode tentar a sorte novamente e, quem ainda não tentou, esta é a hora!

Vale lembrar, mais uma vez, que as respostas não deverão ser publicadas pelos comentários, que serão deletados e desconsiderados. Elas devem ser enviadas exclusivamente para o e-mail quiz@speedblog.com.br, juntamente com o nome completo, telefone e endereço. Os participantes receberão um e-mail de confirmação, após o recebimento das respostas. Vence aquele que enviar a resposta certa primeiro.

O novo desafio tem início hoje e as respostas deverão ser enviadas até dia 17 de setembro. O resultado será divulgado na sexta-feira, 18.

Quiz #2:

Já na era da Fórmula 1 oficial, a partir de 1950, houve um grande prêmio muito acidentado, em que uma multidão cercou a pista, e após um carro perder o controle 10 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Os números são controversos. Outra versão fala em 9 mortos e 40 feridos.

Que corrida foi essa, quem foi o piloto envolvido no acidente e que carro guiava?

Enviem suas respostas para quiz@speedblog.com.br. Boa sorte a todos! 

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Sexta-feira, 4 de setembro de 2009 | 15:01
FIA convoca Renault a dar explicações
Ordem para Nelsinho bater teria partido de Briatore. Foto: Getty Images

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) decidiu, nesta sexta-feira, convocar os representantes da Renault a comparecerem ao Conselho Mundial de Esporte a Motor, no dia 21 de setembro, em Paris. A escuderia francesa irá responder às acusações de ter causado, de forma proposital, um acidente no GP de Cingapura, em 2008, beneficiando o piloto Fernando Alonso.
As suspeitas são de que o chefe da equipe, Flavio Briatore, teria ordenado que o brasileiro Nelsinho Piquet batesse seu carro, provocando a entrada do safety car na pista. Tal ação teria sido crucial para garantir a vitória de Fernando Alonso, que estava praticamente sem chances na corrida.
"Os representantes do time (Renault) foram chamados para responder às acusações, incluindo uma infração do artigo 151c do Código Esportivo Internacional, de que o time conspirou com seu piloto, Nelson Piquet Jr, para causar uma batida deliberadamente no GP de Cingapura de 2008, com o objetivo de causar a entrada do safety car para favorecer o outro piloto, Fernando Alonso" informa o site oficial da FIA.

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Rafael SoaresEstão tds falando mto sobre o Piquet e Briatore...mas e qto a Alonso??Postado às 15:36 do dia 04/09/2009
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Sexta-feira, 4 de setembro de 2009 | 12:03
Frank Gardner 1930-2009
Morreu no último dia 29 de agosto, o piloto australiano Frank Gardner, mais conhecido dos britânicos pelo seu sucesso na categoria turismo naquele país.
Ex-campeão de boxe, Gardner teve uma breve passagem pela Fórmula 1, quando John Willment, um revendedor da Ford na Inglaterra, comprou um Brabham-BRM para a temporada de 1965.
Gardner não marcou nenhum ponto no campeonato, e sua melhor colocação foi o terceiro lugar no GP do Mediterrâneo, em Enna-Pergusa, prova não-oficial em 1965. O australiano deixou rapidamente a F 1, concentrando-se em outras categorias do automobilismo internacional.
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Sexta-feira, 4 de setembro de 2009 | 11:31
Barrichello com mesmo motor em Monza
Barrichello deve usar em Monza o mesmo motor Mercedes que vazou óleo durante as últimas voltas do GP da Bélgica e chegou a pegar fogo quando ele retornava aos boxes.
Após a corrida, os engenheiros constataram que o probelma foi exclusivamente um vazamento de óleo e que o motor ficou intacto, embora ainda haja incerteza sobre o estado da caixa de marchas.
Em seu Twitter, Barrichello confirmou a informação da Brawn:  "Falei com a equipe e meu motor não teve problemas, graças a Deus. O câmbio só saberemos no sábado em Monza, mas aparentemente está bem."
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Willian CeolinEm meio a tantas notícias ruins como o caso da Renault, é bom ver que ele não precisará trocar o motor.Postado às 17:34 do dia 04/09/2009
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Sexta-feira, 4 de setembro de 2009 | 11:05
Olha a alegria dele!
Fisichella se disse no "sétimo céu" ao experimentar o cockpit da F 60. Foto: Site Ferrari
Fisichella é só sorriso ao experimentar o cockpit da Ferrari. Se para qualquer piloto do mundo guiar uma Ferrari é um sonho, para um italiano é a glória eterna. "Estou no sétimo céu", disse Fisichella ao vestir o macacão da Ferrari e tirar o molde do banco para as suas características.
O fascínio da Ferrari já foi cantado em prosa e verso, e a tradição da escuderia é inigualável. Mas às vezes, tudo isso se manifesta em pequenos detalhes. Como num encosto de couro para a cabeça dos pilotos, com o cavalinho em baixo relevo, que observei de perto certa vez, se não me engano no carro de Alesi. Enquanto em todos os outros carros, o encosto era apenas uma peça preta, sem nenhum estilo, na Ferrari ganhava personalidade e design especial.
A chegada do pessoal da Ferrari nos autódromos é sempre uma atração. O desembarque daquele grupo barulhento, trajando vermelho, atrai todos os olhares, mesmo quando a equipe não está nos seus melhores anos.
É esta atmosfera que encanta torcedores e pilotos e que agora seduz Fisichella. Em Monza, ele vai sentir de perto toda a paixão dos italianos pela Ferrari, agora na condição privilegiada de piloto da equipe.
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GabiAhh q lindinhooo! Td contente!
Fiquei mt feliz com a notícia!! Parabéns a ele e q contribua mt com a Ferrari!! Tenho certeza q dará mtttt certo!!
Kimi e Fisichella..bela dupla rsrsrs..
Postado às 14:46 do dia 04/09/2009
GabrielCara de criança com brinquedo novo. Vamos na torcida por ele! Eu vou arriscar o palpite de que ele chega na frente do Kimi em Monza! Em casa e de carro novo, ninguém segura!

Gostei do post. O texto traduziu bem a emoção ferrarista!
Postado às 11:45 do dia 04/09/2009
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Quinta-feira, 3 de setembro de 2009 | 14:35
Mais um pouco de Lotus
Este belo exemplar da Lotus não chegou a ir à pista com a pintura verde
Não será a mesma Lotus dos tempos de Colin Chapman, mas só a possível volta do nome à Fórmula 1 daria à categoria um outro status.
Bem que a equipe, caso voltasse, poderia usar a cor verde da foto acima, para lembrar os gloriosos bons tempos. O carro da foto nunca foi às pistas com essa pintura. Ele foi apresentado assim no fim de 1990 para atrair patrocinadores após o acerto da equipe com Mika Hakkinen, que acabara de ser campeão de Fórmula 3.
A Lotus conquistou seis títulos mundiais de pilotos, em 1963 e 65, com Jim Clark; 1968, com Graham Hill; 1970, com Jochen Rindt; 1972, com Emerson Fittipaldi, e 1978, com Mario Andretti.
Foram 79 vitórias, obtidas por Jim Clark (25), Mario Andretti (11), Emerson Fittipaldi (9), Ronnie Peterson (9), Jochen Rindt (6), Ayrton Senna (6), Stirling Moss (4), Graham Hill (4), Elio de Angelis (2), Innes Ireland (1), Jo Siffert (1) e Gunnar Nilson (1).
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MairClaro que é final de 90, Bruno. Troquei as bolas. Obrigado.Postado às 23:19 do dia 03/09/2009
Bruno SantosNão gosto muito dessa idéia de voltar times tradicionais, ainda mais sabendo que as pessoas que gerenciam essas marcas, não estarão por trás, no comando.

Só uma observação, esse carro não seria do final de 1990?
Postado às 17:13 do dia 03/09/2009
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Quinta-feira, 3 de setembro de 2009 | 13:57
Lotus pode voltar via Malásia
A Lotus pode voltar à Fórmula 1 ano que vem. Segundo a Autosport, um consórcio apoiado pelo governo da Malásia está trabalhando seriamente para conquistar o lugar da BMW no grid de 2010.
O Grupo Lotus foi comprado em 1996 pela fabricante de carros da Malásia, Proton, depois de ter passado pelas mãos da General Motor e da Bugatti. À época do negócio, especulou-se que a Lotus poderia se tornar parte do interesse da Malásia na Fórmula 1.
Em entrevista à mídia malaia, o ministro de Esportes, Datuk Ahmad Shabery Cheek, não negou, nem confirmou o envolvimento do governo no negócio, e não descartou que um anúncio venha a ser feito depois do GP de Cingapura, pelo primeiro-ministro do país.
A Malásia já tem um grande prêmio de Fórmula 1 e está presente na categoria através da Petronas, sua empresa de petróleo, que patrocina a BMW.
A nova equipe Lotus usaria motor Cosworth e um chassis desenhado pelo ex-diretor técnico da Toyota e da Renault, Mike Gascoigne. Os direitos do nome Team Lotus pertencem à equipe Litespeed, com sede em Norfolk, que corre na Fórmula 3. A Litespeed seria a responsável pelas operações da Lotus na F 1, com patrocínio da Petronas.
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GabrielInteressante! Não sabia que eles eram os maiores vencedores. Valeu pela informação!Postado às 09:06 do dia 04/09/2009
MairOs motores Ford Cosworth são os maiores vencedores da história da Fórmula 1. Como todo fabricante, tem seus maus momentos, mas com investimento adequado é sempre competitivo.Postado às 23:28 do dia 03/09/2009
GabrielSério que todas vão usar o mesmo motor? Mas ele era horrível! Isso é imposição da FIA ou elas farão isso por vontade própria?Postado às 15:41 do dia 03/09/2009
MairGabriel, todas as novas equipes da Fórmula 1 ano que vem usarão o motor Cosworth, que promete ser competitivo. A ver. A cor tradicional da Lotus, dos tempos pré-patrocínio é verde. A preta era realmente linda, mas se devia ao patrocinador.Postado às 15:06 do dia 03/09/2009
GabrielEsqueci de acrescentar:

Se voltar, o carro tem que continuar preto! Se não, não tem graça!
Postado às 14:36 do dia 03/09/2009
GabrielMotor Cosworth (Ford)? Não era o mesmo que o Rubinho usava na Stewart? Será que rende alguma coisa? O carro mais quebrava do que andava.

De qualquer maneira, seria legal ver a Lotus de volta à F1.
Postado às 14:32 do dia 03/09/2009
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Quinta-feira, 3 de setembro de 2009 | 12:19
Escolha acertada
O desempenho de Fisichella em Spa impressionou Montezemolo e garantiu sua transferência para a Ferrari. Foto: Clive Mason/Getty Images
A escolha de Fisichella era sem dúvida a melhor para a Ferrari. Piloto experiente, 36 anos, na Fórmula 1 desde 1996, Fisichella tem a capacidade de entender o F 60 e ajudar a Ferrari a conquistar mais alguns pontos até o fim do ano. Nâo se deve esperar um bom desempenho do piloto italiano logo de cara. O F 60 é um carro difícil, como já disse Kimi Raikkonen, e ainda usa o kers, dispensado pela Force India.
Fisichella só terá contato com o carro na sexta-feira do GP de Monza e precisará de um tempinho para extrair o melhor do carro e de sua pilotagem. De qualquer forma, já deverá conseguir colocar a Ferrari mais próxima de seu lugar entre os atuais carros da Fórmula 1, o que Luca Badoer não conseguiu em duas corridas.
Com três vitórias na carreira (Brasil, 2003; Austrália, 2005 e Malásia, 2006), Fisichella carimbou o passaporte para a Ferrari com o extraordinário desempenho em Spa, onde fez a pole-position e poderia até ter vencido a corrida se não fosse a entrada do safey car.
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Edward@alessando
Concordo que nenhum dos dois renderia muito, mas a Ferrari já arriscou mais do que devia com o Badoer.
Acredito que escolheram alguém com mais experiência e que no fim de semana mostrou ainda saber pilotar pois ainda estão na briga com a McLaren no campeonato de construtores.

Acredito que o Vijay só liberou o Fisi pois ainda deveria ter uma dívida, que pode ter sido perduada, do ano passado quando usava motores da Ferrari. A Ferrari não teria uma carta na manga como essa para usar com a Oreca.
Postado às 22:14 do dia 03/09/2009
MairSteve, o próximo Quiz terá início amanhã (sexta, 4/09).Postado às 14:43 do dia 03/09/2009
Alessandro@Edward
Acho que nenhum desses vai render nada, mas não custa arriscar com um piloto novo. A Ferrari não tem nada a perder mesmo.

Ainda sou mais Senna do que Nelsinho. O Fisichella também tinha contrato com a Force India e nem por isso deixou de sair. Duvido que o Senna recusasse uma boquinha na Ferrari.
Postado às 14:20 do dia 03/09/2009
Edward@Alessandro
O Nelsinho não rendeu nada também na Renault, e todo mundo sabe que ele vai reclamar até não poder mais por não ter tido o mesmo tratamento do Kimi, que será o primeiro piloto da equipe.
O Brunno Senna ta com um contrato com uma equipe de endurance e acredito que não conseguiria liberação, além de ter quase nenhuma experiência com um F1.
Postado às 14:11 do dia 03/09/2009
DenilsonA Ferrari é mestre em jogo de equipe. Podia ter chamado o Nelsinho. Ele ia adorar bater para que o Kimi fosse capaz de vencer mais uma este ano.

Abs
Postado às 14:09 do dia 03/09/2009
Alessandro FerreiraFisichella não conseguiu nada quando a Renault tinha um carro bom. Não é agora que ele vai conseguir. Eu sou contra. Acho que era melhor arriscar com um piloto novo. Não tem nada a perder mesmo. Porque não Nelsinho ou Senna? Postado às 14:04 do dia 03/09/2009
Rafael Soaresótima escolha mesmo!!! isso aeee!!!Postado às 14:02 do dia 03/09/2009
SteveQUANDO TEREMOS QUIZ ?Postado às 13:58 do dia 03/09/2009
GabrielRealmente, é a melhor escolha. Badoer não rendeu nada e não tinha condições de seguir pilotando. Parabéns à Ferrari!Postado às 13:52 do dia 03/09/2009
RaquelAgora vai!!Postado às 13:22 do dia 03/09/2009
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Quinta-feira, 3 de setembro de 2009 | 11:45
"Fisico" na Ferrari
Fisichella substitui Massa até o final da temporda. Foto: Clive Mason / Getty Images

Os rumores dos últimos dias foram confirmados na manhã desta quinta-feira: o piloto italiano Giancarlo Fisichella entra na Ferrari no lugar de Luca Badoer. Após longas negociações realizadas nas últimas 24 horas, a equipe Force India concordou em liberar Fisichella para que o italiano assuma a vaga de Felipe Massa até o fim do ano.
A equipe indiana anunciou a decisão apenas poucos minutos antes do horário marcado pelo time italiano para revelar o substituto de Luca Badoer, que teve desempenho abaixo do esperado nos GPs da Europa e da Bélgica.
"Escolhemos o Fishichella por acreditar que ele possa nos dar uma boa contribuição nesta parte final da temporada", afirmou o chefe de equipe da Ferrari Stefano Domenicali. "Giancarlo mostrou ao longo de sua carreira que é rápido e competitivo e estamos consequentemente orgulhosos em ter um piloto italiano na corrida em nossa casa".
A chegada de Fisichella à Ferrari pode ter sido parte de um acordo da Force India para o perdão da dívida da equipe indiana ainda do fornecimento de motores em 2008. Rumores à parte, Fisichella, que conseguiu a primeira pole-position na história da Force India, pontuou e subiu ao pódio no fim de semana passado, não esconde a felicidade com sua chegada à escuderia italiana. O piloto também agradece à sua equipe anterior.
"Estou muito grato a Vijay Mallya (chefe da Force India) por me proporcionar essa oportunidade de pilotar pela Ferrari", comentou. "A verdade é que sempre ambicionei isso e Vijay ter tornado isso realidade é muito generoso".

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GabrielVai estrear em casa!!! Uhul! Adeus Badoer!Postado às 13:49 do dia 03/09/2009
Fillipi PalmieriFORZA FISICOPostado às 13:16 do dia 03/09/2009
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